quarta-feira, 8 de abril de 2015
Portugal & PREC - 'O FIM HISTÓRICO DE PORTUGAL', de Amorim Carvalho - Lisboa 2000
Portugal - As consequências da alteração do regime político em 1974
'O FIM HISTÓRICO DE PORTUGAL'
De Amorim Carvalho
Edição Nova Arrancada
Lisboa 2000
Livro com 156 páginas em em muito bom estado de conservação.
Análise das consequência para Portugal da alteração do regime político em 25 de Abril de 1974, com a instauração do regime democrático, das liberdades individuais e sindicais, assim como da descolonização empreendida nos territórios ultramarinos.
Preço: 0,00€ (Indisponivel)
Ultramar & Colonialismo - 'ANGOLA ESSA DESCONHECIDA', de António Pires - Luanda 1964 - MUITO RARO
Ultramar & Colonialismo - As potencialidades económicas e industriais de Angola
'ANGOLA ESSA DESCONHECIDA'
De António Pires
Capa de A. SERROT
Edição de autor
Luanda 1964
Livro com 200 páginas, muito ilustrado com fotografias da época e mapas (mais de sessenta ‘ e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Um ensaio político económico das potencialidades económicas e industriais de Angola, com dezenas de fotografias da época das instalações e empreendimentos públicos, como forma de divulgar a riqueza desta antiga colónia portuguesa.
Do ÍNDICE:
- NOTA EXPLICATIVA
I. - O QUADRO GEO-ECONÓMICO DO CONTINENTE AFRICANO
1 - Antecedentes históricos
2 - A subnutrição aliada ao isolamento geográfico
3 - Subnutrição e fraco rendimento do trabalho
4 - Ausência ou primarismo de concepção económica
II. - POSSIBILIDADES E POTENCIALIDADES DO CONTINENTE AFRICANO
1 - O atraso causado pelo tráfico de escravos
2 - O panorama actual de África
3 - A 'explosão demográfica' africana
4 - As potencialidades do subsolo
III. - O NEBULOSO FUTURO DE ÁFRICA
1 - Obstáculos dificilmente superáveis
2 - A babélica confusão religiosa e linguística dos povos africanos
3 - Os modelos políticos europeus e as realidades africanas
IV. - ANGOLA NO CONJUNTO DO CONTINENTE AFRICANO
1 - Alguns elementos comparativos
2 - Principais recursos naturais
3 - Recursos e potencialidades do subsolo
V. - ESFORÇO OFICIAL E PARTICULAR NA VALORIZAÇÃO DE ANGOLA
1 - A importância dos planos de fomento oficiais
2 - Os investimentos particulares:
a). - No comércio
b). - Na agricultura
c). - Na indústria
d). - Na construção civil
VI. - A VIGOROSA 'ARRANCADA' DE ANGOLA NO CAMINHO DO PROGRESSO
1 - Resultados materiais do progresso económico
2 - Viragem decisiva nos rumos da economia
3 - Números expressivos do desenvolvimento de Angola
4 - Alguns termos de comparação à escala africana
VII. - A VALORIZAÇÃO DO CAPITAL HUMANO
1 - Dificuldades específicas da África Negra
2 - Estreitando os laços de portugalidade de Angola
3 - Reordenamento rural e promoção social
4 - Promoção social e integração racial
VIII. - INTEGRAÇÃO SOCIAL PROGRESSIVA E AUSÊNCIA DE DESCRIMINAÇÃO RACIAL
1 - Descriminação rácica e estatística demográfica
2 - Panorama social de Angola
3 - Convivência fraterna desde os bancos da escola
4 - Outros meios de promoção social e de edificação de uma sociedade multiracial equilibrada
IX. - AS DIMENSÕES DE ANGOLA À ESCALA NACIONAL
X. - ANGOLA - MUITAS HORAS DEPOIS DA 'MEIA-NOITE' DECISIVA
NOTA BIOGRÁFICA DO AUTOR:
"ANTÓNIO PIRES
Nascido em Lisboa em 10 de Novembro de 1916, foi para Angola em 1924, com a idade incompleta de oito anos, contando hoje quarenta e um anos de permanência naquela província, onde constituiu família e se encontra definitivamente enraizado.
Aos 23 anos iniciou a sua actividade jornalística como profissional, ingressando em 1939 na redacção do 'DIÁRIO DE LUANDA', onde se manteve até 1945, ano em que deixou o profissionalismo jornalístico para se dedicar a outras actividades.
Nunca mais, porém, deixou de escrever para os jornais - actividade que aliás iniciara aos 16 anos como um dos redactores do jornal académico de Luanda 'O ESTUDANTE' - e assim em 1954, voltou ao profissionalismo para ingressar na redacção de 'A PROVÍNCIA DE ANGOLA', primeiro como chefe de redacção e, passado pouco tempo, como sub-director no exercício activo da Direcção, desde 1958 a 1964.
Depois de outro interregno desde meados de 1964, sem contudo deixar de na imprensa de Angola, voltou ao profissionalismo agora como editor e director executivo de um semanário especializado, 'ACTUALIDADE ECONÓMICA'.
Aliás, foi predominantemente no sector económico que António Pires marcou sempre lugar destacado, não só no jornalismo de Angola, como mesmo na vida pública e política da província: - assim o atestam dois ensaios, 'ANGOLA E O MERCADO COMUM EUROPEU' e 'A QUESTÃO CAMBIAL DE ANGOLA', publicados respectivamente em 1958 e 1959, o último dos quais galardoado com o 'Prémio Angola', instituído pelo Instituto de Angola 'para obras de excepcional mérito'.
Durante oito anos consecutivos, de 1948 a 1956, foi membro do Conselho de Governo de Angola, com duas reeleições sucessivas, distinguindo-se por uma colaboração activa e de relevo na discussão de numerosos problemas económicos e sociais da província.
Nestes últimos quinze anos tem realizado numerosa conferências, e em 1955 tomou parte no I Congresso dos Economistas Portugueses, realizado em Luanda, apresentando e defendendo uma tese sobre 'Aproveitamento das matérias-primas de Angola dentro do critério de unidade económica nacional'.
Como escritor, publicou em 1948 'SANGUE CUANHAMA', que obteve o 1.º prémio de romance, daquele ano, da Agência-Geral do Ultramar, e foi saudado pela crítica metropolitana com excpecional carinho. No ano seguinte obteve o 2.º prémio do concurso da Agência-Geral do Ultramar, em romance, com 'LUIANA'. Em 1959 publicou 'TONGA - Epopeia do café', que foi galardoado com o 1.º prémio do concurso 'Mota Veiga', de âmbito provincial.
Correpondente também de jornais estrangeiros como o 'NEW YORK TIMES' e de agências noticiosas como a 'ANI', 'France-Press' e 'United Press', António Pires é hoje, sem dúvidas, um dos jornalistas de Angola mais conhecido no estrangeiro, tendo visitado demoradamente o Brasil e a República da África do Sul, além de viagens profissionais à Rodésia do sul, Congos ex-belga e ex-francês, Camarões e Moçambique. e visitas rápidas a Madrid, Paris, Bruxelas, Nova Iorque e Roma.
Dos seus profundos conhecimentos de Angola, que tem percorrido em todos os sentidos que em viagens profissionais que no exercício de outras actividades, observado os múltiplos aspectos económicos, sociais, demográficos, paisagísticos, etc - dá este livros amplo testemunho, que o leitor certamente avaliará com justeza."
Preço: 62,50€;
Angola & Ultramar - 'ARTESANATO' Junta Procincial de Povoamento - Luanda 1966 - MUITO RARO
Angola - Artesanato angolano com as respectivas peças e artesãos
'ARTESANATO - Inquérito 1'
Edição da Junta Provincial de Povoamento - ABC
Luanda 1966
Livro com 320 páginas, muito ilustrado e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Inventário e divulgação do artesanto indígena dos distritos de Uíge, Malange, Moxico. Com inúmeras fotografias dos artigos e objectos de artesanato e dos seus artistas.
Um documento histórico de grande raridade.
Preço: 75,00€
Angola & Guerra colonial - 'ANGOLA - Cinco séculos de exploração portuguesa', de Américo Boavida - Brasil 1967 - MUITO RARO
'ANGOLA - Cinco séculos de exploração portuguesa'
De Américo Boavida
Desenho da Capa de Marius Lauritzen Bern
Edição Civilização brasileira
Brasil 1967
Livro com 140 páginas e em muito bom estado de conservação
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Da autoria de uma dos mais destacados dirigentes do MPLA, que faleceu em consequência de um bombardeamento da sua base de guerrilha pela Força Aérea portuguesa, com inúmera informação sobre a exploração capitalista dos recursos naturais desta antiga colónia portuguesa de África.
Da Abertura:
Edição Civilização brasileira
Brasil 1967
Livro com 140 páginas e em muito bom estado de conservação
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Da autoria de uma dos mais destacados dirigentes do MPLA, que faleceu em consequência de um bombardeamento da sua base de guerrilha pela Força Aérea portuguesa, com inúmera informação sobre a exploração capitalista dos recursos naturais desta antiga colónia portuguesa de África.
Da Abertura:
“AO POVO ANGOLANO
Em seus trabalhadores, camponeses, estudantes e intelectuais, aos presos e deportados políticos, e aos que caíram sob as balas do colonialismo português - a comovida homenagem e o profundo respeito do…“
Autor
Da Badana:
“ANGOLA SOB O COLONIALISMO LUSO
Parasitismo e genocídio são as palavras com que Américo Boavida resume e define o regime colonial português em Angola. Historicamente, sempre foram estas as directrizes gerais da política lusitana na África - na Guiné, em Moçambique, nas possessões insulares - e na Ásia como na América (Brasil). Angola constitui o exemplo mais flagrante da aplicação sistemática dessas normas, que os fascistas de Salazar erigiram como doutrina de Estado.
Como as demais ‘províncias’ de Ultramar, Angola está jungida ao que Perry Anderson recentemente qualificou de ‘condomínio’ e Boavida chama ‘colonialismo coletivo’. Sem capitais nem técnica industrial a exportar, Portugal entrega a capitais monopolistas ingleses, americanos, alemães, franceses, belgas, japoneses e outros países da África a exploração das riquezas do subsolo angolano - diamantes, petróleo, minérios de ferro, de cobre e de zinco, manganês, estanho, fosfatos e, nos últimos anos, urânio. Esse arranjo (‘os estrangeiros embolsam os lucros e nós pagamos os melhoramentos’) têm óbvias implicações políticas no plano internacional. Deste modo, Portugal compromete e põe em risco, a longo prazo, todo o futuro nacional, económico e político de Angola.
Mas não se descuida do presente. Como o denuncia Américo Boavida, Portugal adquire produtos angolanos a preços irrisórios, se comparados com os do mercado mundial, mas vende produtos portugueses a Angola a preços ‘muito superiores’ ao seu valor real, como medida proteccionista à indústria portuguesa. E ‘recebe em divisas (dólares) os créditos das exportações da colónia e reembolsa em escudos angolanos depois de uma dupla conversão dólar / escudo português, escudo português / colonial ‘, do que resulta que Angola acuse um saldo positivo nas transações internacionais, mas negativo no seu comércio com Portugal.
Esta alienação dos recursos naturais de Angola tem a sua contraparte na violência indiscriminada contra as populações nativas. A Constituição portuguesa (Art. 106) estabelece que ‘o Estado pode forçar os indígenas a trabalhar em serviços públicos de interesse geral para a colectividade’. A Administração Angolana arrebanha nas aldeias negros fisicamente aptos para as minas da Rodésia e da África do Sul (160.000 por ano); recruta homens, mulheres e crianças para serviços públicos ou, destinando certas áreas a uma determinada cultura, força toda a população residente a mudar de ocupação e labutar na lavoura de acordo com os métodos e pelos preços estabelecidos. Fora do trabalho forçado, vigora a mais insolente discriminação: pelo mesmo serviço, em condições absolutamente iguais, o trabalhador negro sempre ganha menos. Não admira que de Angola e Moçambique um milhão de nativos emigre, voluntariamente, todos os anos - um fenómeno sem paralelo em toda a África.
Salazar & Cia. agravam este quadro sombrio. A administração colonial atribui as melhores terras aos colonos brancos (250.000 em 1960), numa escala de que Boavida dá o exemplo significativo de Cabinda - de 727.000 ha de terras aráveis, os colonos brancos detém actualmente 609,000. A exclusão dos naturais do país se reflete, igualmente, na proibição do comércio de trocas e da pesca em alto mar, excepto com barcos a motor.
Se lembrarmos o extermínio com napalm, de mais de 300.000 angolanos durante a recente sublevação nativa, não há como não subscrever as acusações que Américo Boavida faz ao regime colonial português, um anacronismo que se constitui no mis trágico e pungente pesadelo das populações africanas.“
Edison Carneiro
Da contracapa:
“AMÉRICO BOAVIDA - médico e intelectual angolano, denuncia com veemência e define com precisão o que é o regime colonial português em sua terra, documentando suas afirmativas com informações e dados impressionantes e estarrecedores.
‘ANGOLA - Cinco Séculos de Exploração Portuguesa’ esclarece o leitor sobre a justiça da causa que levou os angolanos à luta pela libertação nacional e o desaparecimento do colonialismo salazarista.“
Do ÍNDICE:
PREFÁCIO à edição brasileira
PRIMEIRA PARTE - CONTEXTO POLÍTICO
1.) - O novo Código do Trabalho Rural
2.) - O Pseudo-Reformismo Colonial Português
3.) - A natureza histórica da guerra em Angola
4.) - O factor psicológico da guerra colonial
SEGUNDA PARTE - CONTEXTO HISTÓRICO
1.) - Povoamento e genocídio
TERCEIRA PARTE - CONTEXTO ECONÓMICO
1.) - O subdesenvolvimento económico de Portugal
2.) - O valor económico de Angola
3.) - Relações económicas entre Angola e Portugal
Preço: 67,50€;
PREFÁCIO à edição brasileira
Por Miguel Urbano Rodrigues (São Paulo, Setembro de 1966)
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
PRIMEIRA PARTE - CONTEXTO POLÍTICO
1.) - O novo Código do Trabalho Rural
2.) - O Pseudo-Reformismo Colonial Português
3.) - A natureza histórica da guerra em Angola
4.) - O factor psicológico da guerra colonial
SEGUNDA PARTE - CONTEXTO HISTÓRICO
1.) - Povoamento e genocídio
TERCEIRA PARTE - CONTEXTO ECONÓMICO
1.) - O subdesenvolvimento económico de Portugal
2.) - O valor económico de Angola
3.) - Relações económicas entre Angola e Portugal
4.) - A guerra - Incidências económicas
QUARTA PARTE - ASPECTOS INTERNACIONAIS
1.) - A forma de colonialismo colectivo em Angola
2.) - Penetração do neocolonialismo em Angola
3.) - A partilha do subsolo angolano
CONCLUSÕES
NOTA FINAL
ANEXOS
QUARTA PARTE - ASPECTOS INTERNACIONAIS
1.) - A forma de colonialismo colectivo em Angola
2.) - Penetração do neocolonialismo em Angola
3.) - A partilha do subsolo angolano
CONCLUSÕES
NOTA FINAL
ANEXOS
Angola & Descolonização - 'ANGOLA - DOCUMENTOS DO MPLA', de José Fortunato - Lisboa 1977 - MUITO RARO
Angola - Documentação política do MPLA da altura da descolonização
'ANGOLA - DOCUMENTOS DO MPLA'
Coordenação de José Fortunato
Edição Ulmeiro
Lisboa 1977
Livro com 254 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Compilação de variada documentação do MPLA do final da guerra colonial e do período da descolonização, que antecedeu os acontecimentos antes da independência em 11 de Novembro de 1975.
Preço: 27,50€;
Portugal & Ultramar - ‘OSSOBÓ’, de Ruy Cinatti - Braga 1968 - MUITO RARO;
Portugal & Ultramar - Primeira edição em livro, deste texto escrito em 1937, que foi editado em primeira mão na revista ‘O Mundo Português’
‘OSSOBÓ’
De Ruy Cinatti
Editora PAX
Braga 1968
Livro com 24 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Preço: 0,00€; (Indisponível)
terça-feira, 7 de abril de 2015
Angola & Ultramar - MAPA DE LUANDA e agenda - Luanda 1973 - Muito Raro;
Angola - Os arruamentos da capital em período colonial
MAPA DE LUANDA (1973) e agenda.
Luanda 1973
Em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Mapa de grandes dimensões (55x45cm) de Luanda.
Com todos os arruamentos identificados.
Data manuscrita de 1973.
Agenda de Angola
Com inúmera informação de Luanda.
Praças de táxis, contactos de urgência (Bombeiros, Polícia e Cruz Vermelha, Hospitais e Casas de saúde), Teatros e Cinemas, Hotéis, Divertimentos Nocturnos, Restaurantes, Clubes, Farmácias, Imprensa, Rádio, Transportes aéreos, Turismo, Carreiras de autocarro, Divisão administrativa de Angola, Toponímia, Feriados municipais, selo de Povoamento, Selo de Assistência, Tabela de taxas dos correios, Selos fiscais, distâncias entre as localidades de Angola, etc, etc.
Preço: 35,00€
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Mapa de grandes dimensões (55x45cm) de Luanda.
Com todos os arruamentos identificados.
Data manuscrita de 1973.
Agenda de Angola
Com inúmera informação de Luanda.
Praças de táxis, contactos de urgência (Bombeiros, Polícia e Cruz Vermelha, Hospitais e Casas de saúde), Teatros e Cinemas, Hotéis, Divertimentos Nocturnos, Restaurantes, Clubes, Farmácias, Imprensa, Rádio, Transportes aéreos, Turismo, Carreiras de autocarro, Divisão administrativa de Angola, Toponímia, Feriados municipais, selo de Povoamento, Selo de Assistência, Tabela de taxas dos correios, Selos fiscais, distâncias entre as localidades de Angola, etc, etc.
Preço: 35,00€
Ultramar - 'ANGOLA - Carta rodoviária e mapa Luanda' (Shell - 1970) - MUITO RARO
Angola - A antiga colónia portuguesa e a sua rede rodoviária e os arruamentos de Luanda
'ANGOLA - Carta rodoviária e mapa Luanda' (Shell - 1970) (Escala 1: 2.000.000)
Conjunto de quatro mapas representativos da rede rodoviária da antiga colónia portuguesa.
No verso o mapa de Luanda e todos os seus arruamentos assinalados.
Fotografias das principais cidades de cada zona dos respectivos mapas.
Em muito bom estado de conservação - excepciomal.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Mapa 1
ANGOLA - NORTE
Mapa rodoviário e planta da cidade de Luanda.
Mapa 2
ANGOLA - SUL
Mapa rodoviário de Sá da Bandeira e Moçâmedes.
Fotografias da região.
Mapa 3
ANGOLA CENTRO (1)
Mapa rodoviário de Nova Lisboa.
Fotografias da região.
Mapa 4
ANGOLA CENTRO (2)
Mapa rodoviário de Benguela e Lobito.
Fotografias da região.
Preço: 120,00€
Angola & Colonialismo - 2 Fotografias - Nativas da zona de Carmona (1961) - MUITO RARO
Angola - 2 Fotografias - MUITO RARAS
Nativas da zona de Carmona (1961)
Em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Preço: 37,50€;
Angola - 5 FOTOGRAFIAS - Reunião de sobas na zona de Malange e Quedas de Duque de Bragança (1961) - MUITO RARO
Angola - Imagens do período colonial
Angola - 5 FOTOGRAFIAS
Reunião de sobas na zona de Malange - Quedas de Duque de Bragança (1961)
Três fotografias de uma reunião de sobas ocorrida na zona de Duque de Bragança,
Malange e das quedas com o mesmo nome.
Em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Preço: 50,00€
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