Portugal - O autor, depois de uma vida dedicada ao combate contra a ditadura do Estado Novo, estabeleceu-se no Alentejo onde se dedicou à vida rural
‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS. TEM COISAS MÁS DE ENTENDER…
MANDARAM FAZER A AÇORDA E AGORA NA A QUEREM COMER!’
Moda popular alentejana
De Camilo Mortágua
Edição Esfera do Caos
Lisboa 2010
Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.
Da contracapa:
“NOVAS UTOPIAS,
PARA RESOLVER
VELHOS PROBLEMAS
Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrita por que acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local.
PALAVRAS SIMPLES,
PENSAMENTOS
RÚSTICOS
Diz o poeta que ‘a canção é uma arma’.
Se a canção é uma arma, sê-lo-à essencialmente pelo discurso.
Se o discurso é a arma, as palavras que o compõe são as munições…
As balas !
Mas as palavras só são como balas quando despidas das roupagens de disfarce que lhes deturpam os sentidos e as desviam dos alvos genuínos. As palavras, para atingirem a força e o impacto das balas, têm de ser usadas como vieram ao mundo, nuas e portadoras de futuro. Só assim podem ser munições eficazes para o combate democrático. “
O Autor:
“CAMILO MORTÁGUA
Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacaram-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio - os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada em Janeiro de 1961, com a participação na ‘Operação Dulcineia’ - o desvio do paquete português ‘Santa Maria’ - e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 de Abril.
Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão.
Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Locais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa.“
Do ÍNDICE:
PREFÁCIO
- Por José Ferragolo da Veiga
Tem coisas, ti Manel, tem coisas
Razão de ser
Os sujos filhos da mãe
Parte 1
COLOCANDO A MOLDURAC
- As cidades e os campos. Os urbanos e os rurais
- Por um conceito de desenvolvimento rural
Tem coisas, ti Manel, tem coisas…
Filosofias enchem barrigas?
Pensamentos rústicos
Parte 2
O RECHEIO DA MOLDURA
- A importância da abordagem local em todas as frentes das luta políticas, sociais e económicas
- Por um novo equilíbrio social, económico e político entre os diferentes sectores da actividade humana
Os novos deuses
Novas utopias, para resolver velhos problemas
Reflexões rurais
Por uma outra segurança social
Tem coisas, ti Manel, tem coisas…
Uma questão de género
Preço: 27,50€;



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