sábado, 18 de abril de 2026

Portugal - ‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS…’, de Camilo Mortágua - Lisboa 2010 - Raro;






Portugal - O autor, depois de uma vida dedicada ao combate contra a ditadura do Estado Novo, estabeleceu-se no Alentejo onde se dedicou à vida rural 


‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS. TEM COISAS MÁS DE ENTENDER…
MANDARAM FAZER A AÇORDA E AGORA NA A QUEREM COMER!’
Moda popular alentejana 
De Camilo Mortágua 
Edição Esfera do Caos 
Lisboa 2010 


Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“NOVAS UTOPIAS, 
PARA RESOLVER 
VELHOS PROBLEMAS 
Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrita por que acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local.

PALAVRAS SIMPLES, 
PENSAMENTOS
RÚSTICOS 
Diz o poeta que ‘a canção é uma arma’. 

Se a canção é uma arma, sê-lo-à essencialmente pelo discurso.
Se o discurso é a arma, as palavras que o compõe são as munições…
As balas ! 
Mas as palavras só são como balas quando despidas das roupagens de disfarce que lhes deturpam os sentidos e as desviam dos alvos genuínos. As palavras, para atingirem a força e o impacto das balas, têm de ser usadas como vieram ao mundo, nuas e portadoras de futuro. Só assim podem ser munições eficazes para o combate democrático. “ 


O Autor:
“CAMILO MORTÁGUA 
Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacaram-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio - os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada em Janeiro de 1961, com a participação na ‘Operação Dulcineia’ - o desvio do paquete português ‘Santa Maria’ - e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 de Abril. 

Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. 

Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Locais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por José Ferragolo da Veiga 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas 
Razão de ser 

Os sujos filhos da mãe 

Parte 1 
COLOCANDO A MOLDURAC
- As cidades e os campos. Os urbanos e os rurais 
- Por um conceito de desenvolvimento rural 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas…
Filosofias enchem barrigas? 
Pensamentos rústicos 

Parte 2 
O RECHEIO DA MOLDURA 
- A importância da abordagem local em todas as frentes das luta políticas, sociais e económicas 
- Por um novo equilíbrio social, económico e político entre os diferentes sectores da actividade humana 

Os novos deuses 
Novas utopias, para resolver velhos problemas 
Reflexões rurais 

Por uma outra segurança social 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas… 
Uma questão de género 


Preço: 27,50€; 

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