quinta-feira, 24 de junho de 2021

África & Colonialismo - ‘PENTEADOS DE ANGOLA’, de Dante Vacchi - Lisboa 1965 - MUITO RARO;















Angola & Ultramar - As características dos penteados das populações angolanas - A PHOTOBOOK


'PENTEADOS DE ANGOLA'
De Dante Vacchi
Edição de autor
Lisboa 1965


Livro de capas duras, sobrecapa e com 42 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. Com textos em português, inglês e francês. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


O autor, jornalista e fotógrafo italiano, com vários livros editado em Portugal, dedica esta obra aos penteados característicos da antiga província colonial portuguesa de Angola.

Excepcional livro e muito procurado.


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This is a very rare book by Italian journalist and photographer, Dante Vacchi, published by him in 1965. It is written primarily in Portuguese (some English). There are 40 pages with stunning photos of Angolan women with exotic, intricate hair styles. There is some minor wear on the dust jacket but overall it is in good condition. Printed in Lisbon.

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Preço: 290,00€;

Caça & Natureza - 'ABECEDÁRIO DOS MAMÍFEROS SELVAGENS DE MOÇAMBIQUE', de Travassos Dias - Maputo 1981 - Muito raro;









Caça & Natureza - Uma segunda edição desta importante obra da fauna de Moçambique no final da época da administração colonial portuguesa 


'ABECEDÁRIO DOS MAMÍFEROS SELVAGENS DE MOÇAMBIQUE' 
De Travassos Dias 
Edição da Imprensa Nacional 
Maputo 1981


Livro com 240 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


O AUTOR
“JAIME AUGUSTO TRAVASSOS SANTOS DIAS 
Nasceu em Lourenço Marques, em 18 de Agosto de 1920, 
tendo feito os estudos primários e secundários nesta cidade, 
tendo partido para Portugl em 1940, onde permaneceu até 1946, e
ali se licenciou em Madicina Veterinária.
Regrassado ao seu país após a formatura, nele actuou sempre, 
integrado em diversas instituições do estado 
(Serviços de Veterinária e Missão de Combate às Tripanossomíases)
onde atingiu os escalões de Médico-Veterinário-Chefe e de investigador.
Após a instituição em Moçambique do ensino veterinário, decidiu abraçar esta carreira,
durante ela se tendo doutorado em Medicina Veterinária e ascendido à posição
de professor catedrático, em que actualmente se encontra.
O presente trabalho é, em parte, fruto dessa dedicação aos problemas da fauna selvagem.”


Preço: 57,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘JAIME NEVES - Homem de guerra e boémio’, de Rui de Azevedo Teixeira - Lisboa 2013 - Raro;





 






Portugal - Da guerra do Ultramar ao PREC & Descolonização - De homem da guerra nos cenários africano a militar decisivo no 25 de Novembro de 1975 para evitar a ditadura que se preparava


‘JAIME NEVES - Homem de guerra e boémio’ 
De Rui de Azevedo Teixeira 
Prefácio de General Ramalho Eanes 
Edição Bertrand 
Lisboa 2013 


Livro com 232 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“Há em Jaime Neves muito da figura do Centauro, desse riquíssimo símbolo das lutas interiores do Homem. Nele enfrentam-se a razão é o instinto, como no caso do curso de acesso ao generalato que lhe é proposto e que recusa fazer; a virtude e o vício, como no profissionalismo imaculado e no jogo, nos copos, pequenas e populares misérias de um homem fora de série; a besta, no mato, e o homem na cidade; ou o zapping de camas e o espírito, como o sentir toda a solidão do mundo na condição de órfão de mãe, sem irmãos e sem companheira na peregrinação da vida. Até lhe surgir pela frente Delfina Coré dos Santos.“ 


OBRAS DO AUTOR: 
- ‘A GUERRA COLONIAL E O ROMANCE PORTUGUÊS - Agonia e catarse’; 
- ‘O LEITOR HEDONISTA’; 
- ‘A GUERRA E A LITERATURA’; 
- ‘O FIM DO IMPÉRIO E A NOVELÍSTICA FEMININA’; 
- ‘A GUERRA DE ANGOLA’; 



Do ÍNDICE:  

NOTA 
Agradecimentos 
PREFÁCIO, de general António Ramalho Eanes 
PALAVRA DE ABERTURA 

I Parte 
PRIMAVERA 
O RIBEIRO DA CORVA E O DOURO 
1. São Martinho de Anta e Fontainhas 
1.1 Vila Real 
1.2 Lisboa (e Amadora) 

II Parte 
VERÃO 
O ZAMBEZE, O MANDOVI, O CUANZA E O M’BRDGE, O ROVUMA 
2. Moçambique, Tete 
2.1 O Estado Português da Índia 
2.2 Moçambique, Beira 
2.3 Chaves 
2.4 Companhia de Caçadores Especiais 365 
2.4.1 - Angola 
2.4.2 - Álcool, batota e saias 
2.4.3 - A guerra de guerrilha 
2.5 O curso de Comandos 
2.5.1 - Copos, cartas e corpos 
2.6 A 2.a Companhia de Comandos 
2.6.1 - Angola 
2.6.2 - Moçambique 
2.6.3 - A ‘Brigada da Madrugada’ 
2.7 A 28.a Companhia de Comandos 
2.7.1 - Moçambique 
2.7.2 - O capitão da noite 
2.8 O Batalhão de Comandos de Montepuez 

III Parte 
VERÃO DE SÃO MARTINHO 
O TEJO 
3. O 16 de Março e o 25 de Abril de 1974 
3.1 O PREC 
3.2 Os Comandos e o Regimento de Comandos da Amadora 
3.3 O 25 de Novembro 

IV Parte 
OUTONO 
O TEJO 
4. A passagem à reserva 
4.1 A geografia da noite lisboeta. O Tamila 
4.2 O casamento 
4.3 O Benfica, Jorge de Brito e uma empresa de segurança 
4.4 A Torre e Espada com Palma e o generalto 

V Parte 
INVERNO 
O TEJO, PERTO DA FOZ, A SUL 
5. O acidente, a neta Maria e Delfina 
5.1 Corroios 

POSFÁCIO 


Preço: 42,50€; 

Angola & Jonas Savimbi - ‘A HISTÓRIA DE UMA TRAIÇÃO’, de R. Sotto-Maior - Luanda 1985 - MUITO RARO;


 






 





Angola - Guerra colonial e guerra civil - O papel de Savimbi e da UNITA na história recente de Angola


'A HISTÓRIA DE UMA TRAIÇÃO'
De Raimundo Sotto-Maior
Edições Alvorada
Angola, Luanda, 1985


Livro com 230 páginas, ilustrado com fotografias e diversos documentos alusivos ao tema em análise. Em muito bom estado de conservação. De muito difícil localização.
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Capítulos:

1. Para que se saiba para se poder julgar; 

2. Logo aos primeiros contactos os colonialistas portugueses cedem aos fantoches da 'Unita' cem cartuchos de munições 7,9 mm como indício de 'boa vontade';

Depois do combate ao MPLA seria a integração da 'UNITA' na 'comunidade Portuguesa'
Se tivéssemos material acabariamos depressa com o movimento de libertação, afirmou o enviado especial de Savimbi aos madeireiros.
Dúvidas e certezas dos membros do 'grupo de trabalho'.
Cem cartuchos... como indício de boa vontade!
Quem era o 'Jamba'?

3. Na perspectiva da sua 'integração' os militares propõe para Savimbi o cargo de 'administrador ou outro'... Só que os civis não o queriam nem para cipaio!
Os colonialistas preocupados desde logo, com o 'cargo' a dar ao renegado.
O 'Judas' espera que as conversações produzam os resultados desejados.
O traidor disposto a ir ao Lwena para 'fazer avançar com o processo'.
Entendimento desde 1969?

4. Savimbi oferece, em Janeiro de 1972, apoio aos colonialistas portugueses no combate ao Movimento de Libertação: 'um aliado em termos sinceros';
As estruturas da 'UNITA' estavam em desagregação.
Contactos directos com a PIDE/DGS.
Renovado interesse do traidor em prosseguir os contactos com os colonialistas portugueses.
Presidente do 'Grupo Madeira' escreve ao renegado.
Nós só tratamos consigo como português.
Concertar uma forma para expulsar o 'Movimento de Libertação' do Leste.
Recomendações com vista a acções combinadas.
Os colonialistas interessados em conhecer as 'aspirações pessoais' do traidor.
O traidor responde ao 'Grupo de Trabalho Madeira'.
Disposto a 'cooperar naquilo que for no mínimo franco e aceitável...'.
Ser ou não ser português.
Mas defende a necessidade de uma cooperação na luta contra o 'inimigo comum'.
O 'Namoro' dos primeiros meses de 1972.

5. O traidor Savimbi descortinava no horizonte colonial-fascista 'um futuro melhor para todos...'; 
A 'UNITA' sozinha não pode fazer tudo.
As sujas intenções do traidor.
Propostas concretas de acção.
Efectivação da primeira fase de apoio colonialista aos seus lacaios.
'Farpela' nova para ele e para o kamanguista do Puna.
Um homem sempre disposto a rever 'amigos'.

6. Calorosas felicitações ao 'Judas' pela sua traição; 
Felicitações ao traidor pelos 'bons resultados' do seu vergonhoso trabalho'.
O conceito da 'integração'.
Os inconvenientes do segredo.
Os colonialistas encarregavam-se da reparação das armas avariadas.

7. Ninguém naquela associação de malfeitores tinha já o mínimo escrúpulo em trair: todos se vendiam por macuta-e-meia... 
Já não são poucos os frutos que temos beneficiado... confessa o 'Judas'.
Defensor da 'descentralização administrativa'.

8. A PIDE/DGS garantia a 'Judas' Savimbi assistência médica... e férias de Natal em Cangumbe! 

9. Os Colonialistas expressam o seu alto apreço pelo 'exemplar' portuguesismo do líder fantoche; 
A área do 'galinheiro' não seria ampliada.
Dinheiro para sustentar quinhentos vagabundos.
O 'exemplar escrúpulo' de não atacar os colonialistas.
'Carta branca' para novas patifarias.

10. Confessando-se cercado de lorpas e bêbedos, o 'Judas' em desespero completo vai tentar uma 'manobra de última hora' para suster a escalada colonialista...
Tentar uma 'manobra de última hora'.
Um quadro brilhante: só desastres, roubos e bebedeiras...
'Uma lamentação' aquele 'ano do deboche e da bebedeira'...
Os 'comandantes' interrompiam o combate para 'atacar' o kaporroto...
Nada que a gente já não soubesse.

11. Desilusão entre os chefes do bando por os colonialistas não precisarem mais dos seus miseráveis préstimos...
O traidor 'forçado a condescender com a linha dura' do seu bando.
Quando 'tudo parecia estar na ordem e confiança'.
Só restaria tentar um contacto directo com Luanda.
Pedem desculpa ao colono por terem afectado os seus interesses de exploração.
Os chefões querem 'tachos' e vão sacrificar os seus apaniguados.

12. Salvos pelo '25 de Abril' uns dias mais tarde... 
Emissário do 'Judas' recebido por Soares Carneiro.
Savimbi 'muito interessado' em saber as impressões colhidas pelo padre durante o encontro com Soares Carneiro.
A linguagem cristã de um semeador de desgraças.
Os militares contra a oficialização do cessar-fogo... para evitar o reconhecimento tácito da quadrilha de malfeitores como 'movimento de libertação'.

13. Prelúdio de uma solução rápida como uma mão cheia de vento... 
O traidor 'altamente impressionado' com os dotes do missionário...
O 'Galo' interessou-se (subitamente) pelo livro de António de Spínola...

14. O 'Judas' queria que os 'Tugas' fingissem andar a 'procurá-lo'... 
Faltou ao Spínola o 'Judas' Malheiros ao seu lado - talvez muita coisa se tivesse evitado...
As melhores impressões...

15. Em Junho de 1974, durante as conversações para o 'cessar fogo', 'Judas' Malheiros rejeitou viabilidade de uma independência imediata para Angola; 
Um relatório de dezoito páginas que fala por si.
O encontro foi pedido pelo próprio Savimbi...
Esclarecer as dúvidas levantadas por Savimbi na sua carta ao reverendo Oliveira.
Savimbi 'muito sentido' porque os portugueses não faziam a sua propaganda...
Primeiro Spínola... depois a independência de Angola!
Queria ser recebido por Spínola...
Cumprirá (como no passado) os compromissos assumidos?
Atirar poeira aos olhos do mundo!
As 'acções militares' dos bandoleiros.
Afirmar-se naquilo que nunca se foi...
Antunes 'o mau da fita'.
Tal como quando da 'Operação Madeira'.
Iludir aparências... e não só.
Não reivindicaremos o traste?

16. As 'boas recordações' do madeireiro Duarte; 

17. Os lamentos e as desditas do cavaleiro da triste figura. Marcelo estaria 'feito' com os comunistas para os desacreditar... 

18. De mal a pior a imagem do 'Judas'. Rescaldo de uma 'tempestade' na imprensa portuguesa; 
Um benemérito da pátria!
O fantoche não desarma facilmente...
A 'UNITA' e a luta de libertação do povo namíbio.

19. Será que 'traição' é muito forte para classificar Savimbi? 

20. Savimbi 'um peão da CIA'. 

21. As palavras e os factos. 

22. UNITA uma organização ao serviço dos racistas sul africanos. 

23. A traição e conspiração também passam pela 'kamanga'. 

24. Do que se disse e do que ficou por dizer. 


Da contracapa:

«'A HISTÓRIA DE UMA TRAIÇÃO' - "A denúncia de toda uma acção, concertada pelo imperialismo e pelos seus agentes internos, visando barrar o caminho de um povo rumo à liberdade e ao progresso social.
Um homem, Jonas Malheiro Savimbi, traindo o seu povo, nas suas legítimas aspirações, colocou-se, desde sempre, ao serviço dos seus inimigos mais declarados.
Mas, apesar de tudo, a revolução angolana afirma-se, cada dia conquista novas vitórias, novos avanços, rumo à sociedade socialista.
Não são as traições nem as manobras urdidas pelos seus inimigos, ao longo dos anos, que vão quebrar a determinação do povo angolano. Pelo contrário. A revolução, em Angola, é imparável. E vitoriosa."»



Preço: €77,50€;

Portugal & Ultramar - ‘MARINHA, IMPÉRIO E GUERRA COLONIAL’, de Joaquim Rebordão Leitão - Lisboa 2009 - RARO;









Portugal & Ultramar - Uma via em torno das artes de navegação e o percurso dos mares e encontro com os diversos continentes relatados pelo autor


‘MARINHA, IMPÉRIO E GUERRA COLONIAL’ 
Memórias de um oficial da Marinha Mercante (1959/1962) 
De Joaquim Rebordão Leitão 
Edição do autor 
Lisboa 2009 


Livro com 224 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa: 
“...Os soldados e marinheiros portugueses foram internados num antigo aquartelamento do exército, precisamente cercado por arame farpado, nos arredores de Vasco da Gama e em muitas precárias condições. Ali padeceram cerca de cinco meses, a feijão e arroz, com altas temperaturas, porque Salazar dose que marinheiros e soldados só conheço vitoriosos ou mortos. Até que, perante a pressão das famílias e amigos e temendo o escândalo, o governo se decidiu a resgatá-los...“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 

Primeira Parte - A MARINHA 
1. - O Homem e o barco 
1. 1 - Barcos e navios 
2. - Portugal, o mar e os rios 
2. 1 - Navegação e comércio 
3. - A Marinha 
3. 1 - Marinha de recreio 
3. 2 - Marinha de pesca 
3. 3 - Marinha de guerra 
3. 4 - Marinha mercante 
- A Marinha Mercante e o Estado Novo 
- O Despacho 100 
- Marinha Mercante - que futuro? 

Segunda Parte - A CARREIRA DA ÍNDIA 
Breve Resenha Histórica
Capítulo I - Argonautas, aventureiros e peregrinos 
1. - A aventura das especiarias 
2. - Outras histórias 
3. - A Índia e a Literatura 
3. 1 - As malhas que o império tecia 
- Diogo do Couto 
- Gaspar Correia 
- Garcia da Orta 
- Fernão Mendes Pinto 
4. - Camões e ‘Os Lusíadas’ 
Capítulo II - O Canal de Suez 
1. - O embarque 
2. - Ano Novo, vida nova 
3. - Sementes da ira 
4. - A cabala 
5. - De Port Said a Suez 
6. - A travessia 
7. - A nacionalização 
7. 1 - Gamal Abdel Nasser 
8. - Guerra e Paz 
8. 1 - A Barragem de Assuão 
Capítulo III - Ventos de Mudança 
1. - Mar Vermelho 
2. - Conferência de Bandung 
2. 1 - O terceiro mundo 
3. - Sukarno 
3. 1 - A ‘Grande Matança’ 
4. - Terra à vista ! 
5. - Satyagrahaa 
6. - Contrabando de ouro 
6. 1 - O capitão ‘C’ 
7. - Um fim anunciado 
8. - O Governador 
9. - A invasão 

Terceira Parte - VIAGEM DE CIRCUM-NAVEGAÇÃO 
Nota introdutória 
Capítulo I - Descolonização da África Negra 
1. - A expansão colonial 
2. - Mapa cor-de-rosa 
2. 1 - Ultimato 
3. - O Império Britânico 
3. 1 - Apartheid 
3. 2 - Commonwealth 
4. - A África Francófona 
4. 1 - Tratado de Versalhes 
5. - Congo - Léopoldville 
5. 1 - Leopoldo II - Rei da Bélgica 
5. 2 - Estado independente do Congo 
6. - A Descolonização 
6. 1 - De Gaulle e a descolonização 
6. 2 - República Democrática do Congo 
7. - Dois Congos e duas medidas 
7. 1 - A secessão do Catanga 
Capítulo II - Império Colonial Português 
1. - A abolição da escravatura 
1. 1 - A política colonial da República 
2. - O Acto Colonial 
3. - A cabala de S. Tomé 
3. 1 - A história do cacau 
3. 2 - Massacre de Bapetá 
4. - Joaquim Pinto de Andrade 
4. 1 - O preso da cela n. 2 
5. - O caso do paquete SANTA MARIA 
5. 1 - Santa Maria, Santa Liberdade 
6. - A Guerra Colonial 
6. 1 - Independência ou morte 
6. 2 - Para Angola, rapidamente e em força 
6. 3 - Casa roubada, tranças à porta 

EPÍLOGO 
Navis fracta 
1. - O naufrágio do SAVE 
2. - O Caso do Angoche 

Referências bibliográficas 
Outras publicações 


Preço: 27,50€; 

Angola & Literatura - ‘ESTÓRIAS DE ANGOLA’, de Luís Mascarenhas Gaivão - Lisboa 2006;






Angola & Literatura - Um conjunto de estórias que o autor foi vivendo e passando a escrito, por terras africanas 


‘ESTÓRIAS DE ANGOLA’ 
De Luís Mascarenhas Gaivão 
Edição Prefácio 
Lisboa 2006 


Livro com 138 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Da contracapa: 
“Quando a palavra escrita deixa de ser dogma, fronteira ou propriedade de um dicionário para resplandecer em afecto no que mais importa: a vida, suas cores, tristezas e alegrias. 

E é isso esta escrita de Luís Gaivão nas Estórias de Angola quem são Misosos acontecidos entre 1996 a 2001 e que nos sugerem música em terra com o pensamento no mar de sabor a muzongué.“ 
Luanda, 14 de Abril de 2006
Manuel Rui 


O AUTOR: 
“LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO. Professor e escritor humorístico. Nascido em Luanda em 1948, tendo vindo para Portugal em 1961. Licenciado em Filosofia e Humanidades. Professor, trabalhou como assessor-pedagógico na Secretaria de Estado da Reforma Educativa, foi formador de Projectos de Educação Multicultural e cooperante na área da Educação de Adultos, na República de Cabo Verde. 

Como diplomata desempenhou as funções de Adido Cultural em Luanda, Luxemburgo e Bruxelas, tendo sido director dos Centros Culturais Portugueses das duas primeiras cidades. 

Autor de: ‘História de Portugal em disparates’ - PEA; ‘Nova e inédita História de Portugal em disparates’ - PEA; ‘Animais Políticos, por natureza’ - Ed. Notícias; ‘Monstros do Desporto’ - Ed. Notícias.“ 



Do ÍNDICE: 

Abertura 
Glossário 
PREFÁCIO - O sorriso do Luís, por Duarte Ramalho Ortigão 
...COM VERDADE NO MEIO, por Manuel Rui 

APRESENTAÇÃO 
- O meu filho Sebastião 
- Não há gasolina 
- Árvaro 
- O sinal de trânsito 
- Kota Mundele 
- Tantos bons gostos 
- Queres ser meu namorado ? 
- O Ministro Só 
- Rádio e pipocas 
- A polaca 
- Boleia 
- Autoridade no Aeroporto 4 de Fevereiro 
- Tens cerveja? 
- Avenida de Portugal 
- Danças sem ele 
- E a Kianda xinguilou 
- Jornalista de cabeça feita 
- Saramago - 1 
- Saramago - 2 
- Saramago - 3 
- Adida Cultural ? 
- Diálogo duro 
- O livro roubado 
- Futebol 
- Vladomiro no hospital 
- Candongueiro com serviço adicional 
- Onde páram os espelhos? 
- Quando vais viajar 
- Os anjos 
- O elevador do Nocal 
- Chove chuva 
- Uma mão no bolso 
- Transferências bancárias 
- Condições criadas 
- O Governador do Sumbe 
- Ataque ao Conselheiro 
- O João da Ilha 
- Entrevistas 
- Cultural attaché 
- Doação de livros 
- Partida prá São Tomé 
- Não tens rolo na máquina! 
- Banho aquecido 
- O Euro 
- O senhor Silva 
- O embaixador de Espanha 
- A queda do Cardeal 
- O roubo dos faróis 
- Quem é o artista? 
- Tiros na escadaria 
- O senhor Domingos 
- Ruca assaltado 
- O Teço-teco 
- Blazer e telemóvel 
- A ‘Nutritiva’ 
- Prémio Sagrada Esperança 
- Produção eléctrica 


Preço: 27,50€; 

Portugal - PREC & Descolonização - ‘ENTREVISTAS’, de Pinheiro de Azevedo - Lisboa 1976 - MUITO RARO;






Portugal - PREC & Descolonização - Um conjunto histórico de entrevistas que o então Primeiro-ministro do VI Governo Provisório, Almirante Pinheiro de Azevedo (O Almirante Sem Medo) concedeu à comunicação social portuguesa em jeito de balanço das suas funções 


‘ENTREVISTAS’ 
De Pinheiro de Azevedo 
Edição do Ministério da Comunicação Social 
Lisboa 1976 


Livro com 80 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

NOTA EXPLICATIVA 

Vespertino ‘A CAPITAL’ 
1 de Março de 1976 

II 
Matutino ‘O SÉCULO’ 
6 de Março de 1976 

III 
Semanário ‘O JORNAL’ 
12 de Março de 1976 

IV 
Vespertino ‘A LUTA’ 
21 de Abril de 1976 

Matutino ‘JORNAL DE NOTÍCIAS’ 
22 de Abril de 1976 


Preço: 32,50€;

sábado, 19 de junho de 2021

Angola & Descolonização - ‘ANÁLISE SOCIOLÓGICA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA (UNITA)’, de Constantino Lopes Palma - Funchal 1975 - MUITO RARO;









Angola & Descolonização - O ideário e a estratégia dos movimentos de libertação - A UNITA


'ANÁLISE SOCIOLÓGICA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA (Movimentos de Libertação de Angola - 1.º volume UNITA)'
De Constantino Lopes Palma 
Edição do autor 
Funchal, 1975


Livro com 116 páginas, Ilustrado com fotografias e quadros, e em muito bom estado de conservação. 
Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 


É o único trabalho com rigor e recurso a diversas fontes sobre a ideologia, prática e estratégia de um dos movimentos de libertação angolanos, surgidos após a revolução de 25 de Abril de 1974, com o advento da descolonização e da luta entre as guerrilhas que enfrentaram Portugal na Guerra Colonial.

Obra muito rara e de elevado interesse para conhecer a política e a descolonização de Angola.



Do ÍNDICE:  

Dedicatória 
INTRODUÇÃO - As razões do presente trabalho 
- Metodologia 

Primeira Parte 
I - SOCIEDADE COLONIAL 
A - Aspectos sociais 
B - Aspectos culturais 
C - Aspectos económicos 
D - Aspectos políticos 

II - DESCOLONIZAÇÃO 
A - Dados sobre o processo 
B - Pressões internas 
C - Poder político português 
D - Pressões externas 
E - Coligação governamental 

Segunda Parte 
III - IDEÁRIO E PROGRAMA DO MOVIMENTO 
A - Conferência do Mungai 
B - Princípios ideológicos 
C - Princípios de luta 

IV - IDEÁRIO E PROGRAMA DO MOVIMENTO (continuação) 
A - Fins imediatos 
B - Formação de uma frente 
C - Política nacional 
D - Política exterior 

REPARTIÇÃO DA INFORMAÇÃO 

Terceira Parte 
CONSIDERANDOS 
CONCLUSÃO 
ANEXOS 
- Texto do cessar-fogo entre a UNITA e as Forças Armadas Portuguesas 
- Texto do Acordo do Alvor - Entre o Governo Português e os Movimentos de Libertação 
Algarve - 10 a 15 de Janeiro de 1975 
DELEGAÇÕES 
Governo Português 
Delegação da FNLA 
Delegação do MPLA 
Delegação da UNITA 
Constituição do Governo de Transição de Angola (31 de Janeiro de 1975) 
- Conferência extraordinária da UNITA , Leste de Angola em Outubro de 1974 
Comunicado final 
- Conferência Magna da UNITA, Silva Porto em Fevereiro de 1975 
Declaração final
- I Congresso da JURA - Nova Lisboa, Março de 1975 
Conclusões 


Preço: €77,50.;