segunda-feira, 5 de maio de 2025

Angola & Cultura - ‘ARQUEOLOGIA ANGOLANA’, de Carlos Ervedosa - Lisboa 1980 - MUITO RARO;






























Angola & Cultura - Uma obra única sobre os vestígios arqueológicos e históricos do território angolano, estudados e inventariados entre 1890 e 1975, profusamente ilustrada com mapas e fotografias 


‘ARQUEOLOGIA ANGOLANA’ 
De Carlos Ervedosa 
Capa de Alceu Saldanha Coutinho 
Edição do Ministério da Educação & Edições 70 
República Popular de Angola 
Lisboa 1980 


Livro de grandes dimensões (31x21,5cm), com 448 páginas, muito ilustrado (140 mapas e 200 fotografias), e em muito bom estado de conservação. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


Uma obra de grande fôlego, com o levantamento da indústria e do uso de utensílios de lítica pré-histórica, das pinturas rupestres, das sepulturas em pedra e dos recintos muralhados. 

O livro abre com o prefácio e contém a introdução que contextualiza a arqueologia de Angola no âmbito mais vasto da África sub-equatorial e 3 partes que tratam das culturas pré-históricas de Angola, da Arte Rupestre e das construções megalíticas. Obra muito abrangente, que se baseia num conceito alargado de arqueologia que regista dados até ao século XX. É assim uma obra única, de grande importância para o estudo da história de Angola, que reúne os resultados dos estudos de arqueologia realizados no território entre 1890 e 1975. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
ARQUEOLOGIA DA ÁFRICA SUBEQUATORIAL 
I. - A IDADE DA PEDRA 
1. - O Paleolítico 
1.1 A Idade Antiga da Pedra 
1.2 O primeiro Período Intermédio, a Idade Média da Pedra e o Segundo Período Intermédio 
2. - O MESOLÍTICO (Idade recente da Pedra) 
3. - O NEOLÍTICO (Idade recente da Pedra) 
II. - A IDADE SO FERRO 
III. - A ARTE RUPESTRE 

Primeira Parte 
CULTURAS PRÉ-HISTÓRICAS DE ANGOLA 
I. - A INVESTIGAÇÃO ARQUEOLÓGICA 
II. - O TERRITÓRIO 
1. - Situação, limites e área 
2. - Geomorfologia 
3. - Zonas ecológicas 
4. - População 
III. - AS CULTURAS PRÉ-HISTÓRICAS DO NORDESTE 
1. - Situação, limites e características do território 
2. - Geomorfologia 
3. - Estratigrafia do Quaternário 
4. - A sucessão cultural 
5. - Características gerais das culturas 
6. - Comparações métricas dos artefactos 
7. - Considerações gerais 
IV. - DISTRIBUIÇÃO FAS CULTURAS PRÉ HISTÓRICAS EM ANGOLA 
1. - A Idade da Pedra 
1.1 O Paleolítico 
1.1.1 - A Idade Antiga da Pedra 
1.1.2 - O Primeiro Período Intermédio 
1.1.3 - A Idade Media da Pedra 
1.1.4 - O Segundo Período Intermédio 
1.2 O Mesolítico (Idade Recente da Pedra) 
1.3 O Neolítico (Idade Recente da Pedra) 
2. - A Idade do Ferro 
2.1 A estação do Dundo 
2.2 A estação de Quibaxe 
2.3 Os concheiros do litoral 
2.4 A estação de Féti 
2.5 Hipóteses e conclusões 

Segunda Parte 
A ARTE RUPESTRE 
I. A INVESTIGAÇÃO ARQUEOLÓGICA 
II. - AS ESTAÇÕES DE ARTE RUPESTRE 
1. - As Pinturas Rupestres da Pedra do Feitiço 
2. - As Pinturas Rupestres do Ambrizete 
3. - As Pinturas Rupestres de Quissádi 
4. - As Pinturas Rupestres de Samba Cajú 
5. - A Pedra Gravada do Luxilo 
6. - As Gravuras Rupestres de Musseque 
7. - As Gravuras Rupestres do Alto Zambeze 
8. - As Pinturas Rupestres do Caninguiri 
9. - As Pinturas Rupestres do Monte Luvé 
10. - As Pinturas Rupestres da PedravQuissanje 
11. - As Pinturas Rupestres da Pedra Quinhengo 
12. - As Pinturas Rupestres do Ebo 
13. - As Pinturas Rupestres da Étué Sinèuia 
14. - As Pinturas Rupestres da Galanga 
15. - As Pinturas Rupestres de Cambambi 
16. - As Pinturas Rupestres da Chitandalucua 
17. - As Pinturas Rupestres da Serra do Hôndo 
18. - As Gravuras Rupestres do Cuchi 
19. - As Gravuras Rupestres do Tchipòpilo 
20. - As Pinturas Rupestres de Macahama 
21. - As Pinturas e Gravuras Rupestres do Tchitundo-hulo 
22. - As Gravuras Rupestres de Monte Negro 
III. - HIPÓTESES E CONCLUSÕES 

Terceira Parte 
CONSTRUÇÕES MEGALÍTICAS 
I. - TIPOS DE CONSTRUÇÕES MEGALÍTICAS 
II. - FORTIFICAÇÕES 
1. - Morros Fortificados 
1.1 A Fortaleza do Soba Cungo 
1.2 As Fortalezas de Ngunda e Samissassa 
1.3 A Fortaleza de Caninguiri 
1.4 O povoado Fortificado da Quitavava 
2. - Recintos Muralhados 
2.1 O recinto muralhado do Élèu 
2.2 O recinto muralhado de Daundo 
2.3 Os recintos do Óssi e de Tchipunda tcha Njimbo 
III. - TÚMULOS 
1. - Os túmulos de Quibaxe 
2. - Os túmulos da Quibala 
IV. - HIPÓTESES E CONCLUSÕES 


Preço: 160,00€; 

Moçambique - FRELIMO & Revolução - ‘XICONHOCA - O INIMIGO’ - Maputo 1979 - MUITO RARO;





Moçambique - FRELIMO & Revolução - A figura criada pelo regime de Maputo no pós revolução para denunciar os seus inimigos que eram apelidados de contra revolucionários e bandidos armados que espalhavam por diversas publicações, entre jornais, revistas, livros e cartazes 


‘XICONHOCA - O INIMIGO’ 
FRELIMO 
Edição do Departamento de Trabalho Ideológico 
Maputo 1979 


Livro com 66 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



“A figura do Xiconhoca, criado pelo Departamento de Informação e Propaganda da FRELIMO, simbolizava o arquétipo do moçambicano imoral e corrupto. 
Esta figura, que rapidamente se popularizou, representava ‘todos estes males deixados pelo colonialismo, e que o Povo moçambicano está a combater’. No seu conjunto, as mensagens éticas e políticas que esta figura emblemática do inimigo encerrava transformaram-se rapidamente na marca dos comportamentos a evitar, sob risco de se ser penalizado pela mão implacável da justiça popular, que punia os ‘moçambicanos que pelas suas ideias, pelo seu comportamento, pela sua actuação, servem objectivamente os interesses do inimigo imperialista e comprometem o desenvolvimento do processo revolucionário no nosso País’, segundo ditava a Frelimo em 1979, como alguns exemplos expõem.”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘TERRA-MAR-E-GUERRA’, de José Faustino Ferreira Júnior - Lisboa 2013 - Raro;

 




Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - A visão, recordações e memórias do autor, de uma vida muito preenchida de José Faustino Ferreira Júnior enquanto militar da Marinha de Guerra Portuguesa, no comando de navios e enquanto Fuzileiro Especial na guerra na Guiné em meados da década de sessenta 


‘TERRA-MAR-E-GUERRA’ 
Cogitações de um Marinheiro Alentejano 
De José Faustino Ferreira Júnior 
Prefácio de José Brito Subtil 
Edições Colibri 
Lisboa 2013 


Livro com 140 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Dai-me a rota mais difícil e percorrê-la-ei, com os meus Companheiros de Bolina, perfeitamente.“ 

“A vida raramente anda a um largo ou de vento em popa ! Bolinar é pois a nossa salvação.” 

“Não estou a fazer história mas a contar estórias. As mais alegres ou as mais picarescas, ou as que pelo manos façam sorrir.” 

Sempre tive veleidades de poder com a minha acção alterar qualquer coisa à minha volta. Nem sempre consegui, mas tentei muitas vezes.” 

“Gostava de poder dizer que deixei rasto por onde passei, mas não creio que isso tenha sempre acontecido.” 

“Valeu a pena viver, que mais não fosse, para ter assistido à Primavera renascida naquele Primeiro de Maio de 1974.” 

“O Alentejo continua sempre bonito, pelo menos para os olhos saudosos de vastidão, de larguras e comprimentos só igualadas no mar.” 

“Acabei por me especializar em generalidades…e em fazer amigos.” 

“Aos meus amigos e camaradas sem nome, um abraço apertado.” 


Da badana: 
“Colectânea de relatos, memórias e cogitações escritos pelo Comandante José Júnior, onde, num tom intimista, irónico e repleto de humanismo, nos é permitido saborear curiosos episódios da sua diversificada carreira naval, quer a bordo em Moçambique ou nos Açores, quer em terra, nomeadamente como Fuzileiro Especial na guerra da Guiné, ou nos confina dos mares da China em Macau.
De permeio, discorre e pinta, mais uma vez de forma intensa e apaixonada, as suas vivências no Alentejo para onde regressou e se radicou após a sua aposentação, desvendando-nos e caracterizando bem a sua terra natal, detendo-se também com frequência em reflexões acerca da situação e evolução política do País, com especial enfoque no ‘25 de Abril’. 
Este livro, que surge por iniciativa dos seus camaradas do curso ‘Luís Camões’, não exige uma leitura seguida pois, em qualquer página em que o abrirmos, facilmente encontramos mensagens de esperança ou algo que nos emociona e nos merece reflexão.“ 
Do PREFÁCIO - José Carlos de Brito Subtil 


O Autor: 
“JOSÉ FAUSTINO FERREIRA JÚNIOR, nasceu a 18 de Janeiro de 1943 em Évora e depois de ali frequentar o Liceu, ingressou na Escola Naval em 1960, no curso ‘Luís de Camões’, tendo sido promovido a Guarda-marinha em 1974. 
Da sua multifacetada biografia naval sublinha-se a longa comissão de embarque em Moçambique a bordo do NRP ‘Bartolomeu Dias’, as comissões como imediato de navios-patrulha nos Açores, depois a especialização em Fuzileiro Especial e na sequência a dura comissão na Guiné como Comandante do Destacamento n. 4 de Fuzileiros Especiais.
Foi oficial imediato do navio-hidrográfico ‘Almeida Carvalho’ e cumpriu outra longa comissão, desta feita em Macau, já depois do 25 de Abril, como Comandante da Polícia Marítima Fiscal.
Foi Director Escolar do Grupo n. 2 de Escolas da Armada no Alfeite e a seguir, Capitão dos Portos de Portimão e Lagos. 
Desempenhou ainda as funções de subdirector da Direcção de Faróis, de Imediato do NRP ‘São Gabriel’ e de Chefe das Repartições de Sargentos e Praças e do Pessoal Civil da Direcção do Serviço de Pessoal.
Paralelamente, foi por dois anos Presidente da Direcção do Clube Militar Naval. 
Passado à reserva a seu pedido em 1993, já no posto de Capitão-de-mar-e-guerra, prestou serviço durante 10 anos na TRANSTEJO como Director do Serviço de Segurança Marítima.
Após a sua aposentação em 2005, decide regressar às suas origens em Évora, iniciando-se, com o mesmo entusiasmo de sempre, em actividades agrícolas na sua ‘Courela das Rosas’ na Igrejinha, onde desde Fevereiro de 2011 repousa.“



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- O prazer de Bolinar 
- Bolinar é duro 
- A rima da alma 
- As partidas que a vida nos prega 
- Tempo de nós 
- Viagens salgadas - Cabo Verde 
Viagens salgadas - Escola Naval 
Viagens salgadas - Draga-minas 
- Estórias com sabor a são - ‘Bartolomeu Dias’ 
Viagens salgadas - Moçambique 
- Postal de angústia 
- Ibo - A Ilha do diabo - Moçambique 
- Benazir Bhuto 
Viagens salgadas - Açores 
- As derrotas do marinheiro 
- O Mar que em mim vive 
- Era uma vez…
- Oremos e decilitremos 
Viagens salgadas - ‘Sagres’ 
Viagens salgadas - Brasil 
- Conversas com ‘bala na câmara’ 
- A redescoberta da linguagem de marujo 
- A linguagem perdida do marujo 
- Animação nocturna - Guiné 
- O elo frágil 
- ‘Réveillon’-Guiné 
- “Se há-de ser para os porcos…” 
- O ‘Comodoro’ 
- Os pequenos artistas e industriais da Mancarra 
- ‘Homem Grande’ 
- S.to António de Bissau 
- ‘A Guerrita’ 
- Reencontro 
- Cinzento 
- Dobram por ti os sinos, pobre Guiné ! 
Viagens salgadas - Hidrografia 
Viagens salgadas - ‘S. Gabriel’ 
- Tempos de Abril 
- Cravos desbotados 
- Leituras de verão adiado 
- Leituras e reflexões 
- Dia Internacional da Mulher 
- Tempo de esquecer ou de lembrar 
- Papiá Cristan de Macau 
- Kong Hei Fat Choi 
- China de ontem, de hoje, de sempre 
- Países que cantam 
- Mares e marinheiros 
- Passeio ribeirinho 
- Faróis e outros alumiamentos 
- Todos em 1 
- O velho solitário 
- A Rota dos amores 
- Hoje, cabo eu ! 
- A memória da terra 
- De Coimbra a Braga passando por Castelo de Vide 
- As cores, os cheiros e os sabores 
- O último passeio 
- Dia Mundial da Árvore 
- Partilha consentida 
- País sénior 
- Universidade da vida 
- A epopeia da vinhaça 
- Alentejo vivo ! 
- Ginjinha… com elas ! 
- A história do futuro contada em alentejano 
- Trabalhar a terra, ou não a trabalhar, eis a questão ! 
- Agricultura e alimentação naturais 
- Ao preço a que a ‘metida’ está !…
- O presépio frio 
- Entrar com Strauss 
- No tempo do pirolito 
- Primavera descolorida 
- Operação ‘Ciclóstomo’ 
- Estórias de caça e caçadores 
- O feitiço 
- Pequenos prazeres em declínio - 1 
- Pequenos prazeres em declínio - 2 
- Ironias do destino ou talvez não 
- Discutir o sexo dos anjos 
- Podes roubar-me o pão, a fome não…
- O valor das coisas 
- Aprumo 
- Zé Cacilheiro 
- O que gostaria de ser se fosse pequeno 
- Música ‘vivámúsiva’ 
- As pancadinhas de Molière 
- A saga do ‘Barco Negro’ 
- Por águas turvas… 
- O ermitão 
- A perenidade da escolha 
- Num rasgo… de avô 
- Companheiros de jornada 
- Namorar… sempre ! 
- É o bicho, é o bicho ! 
- Alentejo vero 
- Testa lutar 
- O social, de vez em quando ! 
- Ainda os valores e os números 
- Das duas, três 
- Dia do Pai 
- “Era só eu e o Mar” 
- LC - Memórias em alta 
- Riso amarelo 
- Ponto ao crepúsculo vespertino 
- Ao ver as velas pelas janelas 
- Desígnios 
- Pressumetria 
- Outros 1.os de Dezembro 
- …de sequeiro, digo eu ! 
- Contadores de estórias 
- Sopros de alma 
- Luzes da ribalta 
- O Cabo das Tormentas 
- Sonhos estrelados 
- Quem és tu ? 
- Vento de repriquetes 
- Palavras desatadas 
- Só de ouvir cantar o cuco 
- O sagrado 
- Viagens salgadas - EPÍLOGO 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Revolução - ‘5 OBRAS DE ÁLVARO CUNHAL’ - AAVV - Lisboa 2007 - Raro;





Portugal & Revolução - Análise das principais obras políticas e ideológicas de Álvaro Barreirinhas Cunhal, o ex-líder histórico e incontornável do PCP (Partido Comunista Português) 


‘5 OBRAS DE ÁLVARO CUNHAL’ 
Contributo para a História e luta dos comunistas e do povo português 
AAVV 
Edições Avante 
Lisboa 2007 


Livro com 110 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

Intervenção na abertura da iniciativa de evocação de
‘5 OBRAS DE ÁLVARO CUNHAL - Contributo para a História e a luta dos comunistas e do povo português’
- Por José Capucho 

‘O informe Político’ e o ‘Informe sobre Organização ao IV Congresso’, e o ‘Prefácio’ à sua reedição 
- Por José Casanova 

‘Rumo à Vitória - As tarefas do partido na revolução democrática e nacional’ 
- Por Maria da Piedade Morgadinho 

‘A Revolução Portuguesa - O passado e o futuro’ 
- Por Albano Nunes 

‘O Partido com paredes de vidro’ 
- Por Francisco Lopes 

‘A verdade e a mentira na Revolução de Abril’ 
- Por Aurélio Santos e Vasco Cardoso 


Preço: 32,50€; 

Portugal - Política & PREC - ‘FREITAS DO AMARAL NA TRP’ - Lisboa 1977 - MUITO RARO;






Portugal - Política & PREC - Um documento histórico com entrevistas do líder à época do CDS (Centro Democrático Social) que revela a estratégia e a linha política do partido, em finais do período revolucionário 


‘FREITAS DO AMARAL NA TRP’ 
Edição DEMOCRACIA 76 
Lisboa 1977 


Livro com 86 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Os Editores 

RESPONDER AO PAÍS (11.6.75) 
- CDS - Partido do Centro 
- Transformar as estruturas 
- Subida do nível de vida sem socialismo 
- Uma nova filosofia económica 
- O sistema bancário 
- Capital, trabalho e repartição de lucros 
- O Pacto MFA-Partidos 
- Via original não é o Leste 
- Descolonização e auto-determinação 

MOSAICO (12.7.77) 
- Uma política económica alternativa 
- Ter ou não ter uma política alternativa 
- Votações: abstenção e voto contra 
- Plano: atingir a Turquia ou vencer a crise ? 
- Reforma Agrária 
- Um projecto de salvação nacional 
- O Presidente da República e a estratégia do CDS 
- O combate à inflação 
- O caso Lefèbre 
- O separatismo e a descentralização 
- Comissão para a Reforma Administrativa 
- Governo e Oposição: suas funções 
- Um Governo minoritário… 
- Unir para vencer 
- Política de Informação e controlo da comunicação social 
- Política Sindical 
- A Política externa portuguesa face aos novos países africanos de expressão lusa 


Preço: 27,50€; 

Angola - Guerra Civil & História - Revista ‘ESPAÇO T MAGAZINE’, n. 9 - Março 1981 - (‘18 DIAS COM A UNITA DE SAVIMBI’) - Lisboa 1981 - MUITO RARO;





















Angola - Guerra Civil & História - Um histórica e extraordinária reportagem de um jornalista americano que acompanhou no extremo sul do território as acções de guerrilha da UNITA contra o governo de Luanda do MPLA, dirigido à época por José Eduardo dos Santos e que contava com o imprescindível apoio do contigente cubano 


Revista ‘ESPAÇO T MAGAZINE’, n. 9 - De Março 1981.
‘18 DIAS COM A UNITA DE SAVIMBI’ 
‘Recentemente um grupo de jornalistas de diversos países foi transportado à província do Cuando Cubango no sueste de Angola. Jason Lauré, um jornalista americano, evoca, em exclusivo para ESPAÇO T MAGAZINE, os dezoito dias durante os quais seguiu por dentro a actividade da guerrilha da UNITA e relata a sua entrevista com Jonas Savimbi.’ 
Director: José Miguel Júdice 
Lisboa 1981 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
Angola 
- ‘18 DIAS COM A UNITA DE SAVIMBI’ 
Reportagem de Jason Laure (Adaptado e traduzido por António Mega Ferreira)
‘São uma meia dúzia de combatentes ou um ‘povo inteiro’ contra um regime ? 
Um bando de mercenários ou verdadeiros guerrilheiros da Liberdade ? 
Controlam de facto extensas áreas do seu país ou estão isolados em bolsas de resistências insignificantes ? 
Possuem uma organização administrativa e territorial própria ou vivem do nomadismo de guerra, entre o mato e a picada ? 
Estas e outras perguntas vêm sendo feitas desde que, em 11 de Novembro de 1975, a República Popular de Angola se tornou independente. O objecto das dúvidas é a UNITA, um dos três movimentos que assinaram os Acordos do Alvor, chefiado por um misterioso líder político, o dr. Jonas Savimbi. Periodicamente, têm-se notícias, quase sempre em segunda mão, da actividade dos guerrilheiros da UNITA contra o regime de Luanda. Mas, desde 1975, poucos são os que os viram em acção, quase nenhuns os que puderam seguir, por dentro, a actividade da guerrilha. 
Recentemente, um grupo de jornalistas de diversos países foi transportado à província do Cuando Cubango, no sueste de Angola. 
O jornalista americano Jason Laure evoca, em exclusivo para ESPAÇO T MAGAZINE, os seus 18 dias com a UNITA.’ 
Em segurança 
Savimbi 
Missão a Cuangar 

Cavaco Silva a ESPAÇO T: 
- “QUER SE QUEIRA QUER NÃO, EU FUI MINISTRO DAS FINANÇAS DURANTE 12 MESES NO GOVERNO DO DR. SÁ CARNEIRO!” 
Entrevista conduzida por Maria João Avilez 

Açores 
- ‘UM PANDEMÓNIO CHAMADO TERCEIRA’ , por José Rui Cunha 

Força Aérea Portuguesa 
- ‘SEIS PRESENTES VIA “GALAXY” - T-38 DOS EUA PARA PORTUGAL’ 

História de Portugal 
- ‘UM ALEMÃO NA CORTE DO REI D. CARLOS’ 
Por José Vialle de Figueiredo - fotografias de Celestino Rodrigues 

- ‘DANTES, O CARNAVAL’ 
Por Luís Sá Cunha 

Bairrada 
- ‘A TENTAÇÃO DOS VINHOS’ 
Fotografia de Eduardo Baião 


Preço: 92,50€; 

Angola & Literatura - ‘NO ANTIGAMENTE NA VIDA’, de José Luandino Vieira - Lisboa 1977 - Raro;




Angola & Literatura - Uma das mais importantes obras do autor angolano que tem uma vasta bibliografia editada 


‘NO ANTIGAMENTE NA VIDA’ 
De José Luandino Vieira - 
Edição UEA (União dos Escritores Angolanos) 
Lisboa 1977 


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Sobre a Obra e o Autor: 
“É à custa de manter sabiamente a coexistência espacial do português e do quimbundo, pela introdução dos processos morfológicos e as categorias gramaticais de uma na outra língua, que Luandino Vieira vai até ao mais fundo do negro-negro atingido pela Europa, lhe descarna a personalidade instintiva que recusa o preconceito do branco, a estrutura capitalista opressora, o espírito mercantilista, e lhe descasca a espontaneidade nativa, a sua alegria, o seu espantoso humor. ‘NO ANTIGAMENTE NA VIDA’ é mesmo um mergulho na infância, coletânea de narrativas onde se destaca outra obra-prima: ‘Estória d'Água Gorda’.” 
Alexandre Pinheiro Torres


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Guiné-Bissau - PAIGC & História - ‘CABRAL KA MORI’, por José Neves e Leonor Pires Martins - Lisboa 2024;





Guiné-Bissau - PAIGC & História - A vida e obra do carismático líder político e militar que sonhou a união da Guiné e Cabo Verde independentes após a guerra que travou contra a presença colonial portuguesa entre 1964 e 1974, definitivamente afastada após o golpe guineense de Nino Vieira em 1980 em Bissau 


‘CABRAL KA MORI’
Catálogo de ‘AMÍLCAR CABRAL, UMA EXPOSIÇÃO’ 
Por José Neves e Leonor Pires Martins 
Edição Tinta da China 
Comissão Comemorativa - 50 anos de 25 de Abril 
Lisboa 2024 


Livro de grandes dimensões ( - ), com 120 páginas, muito ilustrado. Novo. 


Da contracapa:
“Catálogo de: AMÍLCAR CABRAL, UMA EXPOSIÇÃO 

UMA EXPOSIÇÃO E UM LIVRO-CATÁLOGO SOBRE O PASSADO DE AMÍLCAR CABRAL, MAS TAMBÉM SOBRE QUEM FEZ E CONTINUA A FAZER SENTIDO DESSE PASSADO. 
Amílcar Cabral foi, por direito próprio, uma figura destacada do século XX.
Ao longo das últimas décadas, o sentido da vida de Cabral foi alvo de inúmeras interpretações, de diversos usos e até de renovado interesse. A sua memória permanece viva no século XXI. 
‘Amílcar Cabral, Uma Exposição’ nasceu como mais um modo de usar esse legado, com o Estado Português a fazer dele um motivo de comemoração histórica, por ocasião dos 50 anos do 25 de Abril. 

O livro-catálogo que daí resulta, da autoria dos historiadores José Neves e Leonor Pires Martins, comissários da exposição, percorre 50 peças que nos levam a momentos e lugares da vida de Amílcar Cabral, mas também indiciam o tempo, o espaço e a experiência de quem o conheceu, vigiou, admirou, filmou, retratou ou cantou. O agrónomo e líder das lutas de libertação está omnipresente neste projecto que leva o seu nome, mas muitos momentos têm protagonistas próprios, da fotógrafa italiana Bruna Polimeni ao músico angolano David Zé, passando pelo líder cubano Fidel Castro, falando-nos também de liberdade, luta anticolonial e descolonização.“ 



Do ÍNDICE: 

Ficha técnica 
Agradecimentos 

50 ANOS DO 25 DE ABRIL: UM OLHAR SOBRE AMÍLCAR CABRAL 
Por Maria Inácia Rezola 

AMÍLCAR CABRAL E AS SUAS VIDAS PÓSTUMAS 

AMÍLCAR CABRAL, UMA EXPOSIÇÃO 
A Exposição peça a peça 

1. - O IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS 
- Do Mindelo a Lisboa 
- O princípio futebolístico da unidade 
- A poesia como um produto do meio 
- A construção da reputação intelectual 
- A erosão do solo alentejano 
- A agronomia da ‘Guiné Portuguesa’ 

2. - “TEMOS DE CAMINHAR FIRMEMENTE ATÉ À VITÓRIA FINAL” 
- Racismo e antiracismo no segundo pós-guerra 
- Os anos de Banadung 
- Sob vigilância da PIDE 
- Ir para África 
- Do Movimento Anti-Colonialista ao Massacre de Pidjiguiti 

3. - O MUNDO DE AMÍLCAR CABRAL 
- O ano de 1960 
- A República Popular da China 
- Basil Davidson e Gérard Chaliand 
- Aos soldados portugueses 
- A sumbia de Amílcar Cabral 
- O apoio soviético 
- A Tricontinental de Havana 
- Viagens de Amílcar Cabral (1956-1973)
Por Aurora Almada e Santos 
- Argel, a Organização de Unidade Africana 
Por Ana Maria Cabral 
- A produção dos livros escolares 
- De Bruna Polimeni a Paulo VI 
- Um nhimte-camatchol que foi libertado do Museu da Guiné Portuguesa 
- Os media do PAIGC e a Rádio Libertação 
- A Rádio Portugal Livre e o PCP 
- Mikko Pyhälä e a Finlândia 
- “Somos sociedades dos vivos e dos mortos” 

4. - MORTE E INDEPENDÊNCIA 
- Uma morte, mil manifestações 
- O comandante Pedro Pires 
- A tomada do quartel de Guiledje e os principais monumentos a Cabral 
- A primeira Assembleia Nacional Popular e a declaração de independência 
- ‘A Luta Continua’ 

5. - IMEGEM EM MOVIMENTO 
- A vida dos livros 
- Amílcar Cabral e Mafalda, Tarzan e Charlie Brown 
- Amílcar Cabral em cartaz 
- De Conacri a Bissau: a transladação da urna de Amílcar Cabral 
- Liceu Amílcar Cabral 
- Amílcar Cabral, um meta-retrato 
- A Taça Amílcar Cabral e o ponta de lança africano de Jorge Ben 
- Do complexo monumental de Niemeyer às estátuas de Praia e Bissau 
- ‘Conackry’ 
- Preservar a memória, construir o futuro 
Por Alfredo Caldeira 
- O biógrafo Julião Soares Sousa 
- A t-shirt de Marxa Kabral 2023 
- Tudo pobri é um soldjah 

ARQUITETURA DE UMA EXPOSIÇÃO 
Por Ricardo Santos & Miguel Fevereiro 

Notas 
Origem das imagens 
Bibliografia mínima 


Preço: 57,50€; 

Igreja & Missionários - ‘UM BOM PASTOR PARA ÁFRICA’, de António Furioli - Lisboa 2009 - Raro;





Igreja & Missionários - Uma actual biografia de Daniel Comboni, Bispo da África Central (1831 - 1881) 


‘UM BOM PASTOR PARA ÁFRICA’ 
De António Furioli 
Edição Além-Mar 
Lisboa 2009 


Livro com 136 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

Apresentação 

I. - ETAPAS SALIENTES 

II. - PERSONALIDADE DE COMBONI 

III. - PERFIL MORAL E ESPIRITUAL 

Galeria Fotográfica 


Preço: 25,00€; 

Portugal - Ultramar & História - ‘ANTÓNIO DE SPÍNOLA, O VELHO’, de Bruno Vieira Amaral - Lisboa 2025;




Portugal - Ultramar & História - Uma biografia crítica do polémico general António de Spínola que combateu na guerra em África como voluntário em Angola, como governador-geral e comandante chefe das Forças Armadas Portuguesas na Guiné e foi o primeiro Presidente da República após o 25 de Abril de 1974, por designação do MFA, antes de cair numa emboscada em Março do ano seguinte… no PREC 


‘ANTÓNIO DE SPÍNOLA, O VELHO’ 
De Bruno Vieira Amaral 
Edição da revista ‘SÁBADO’ 
Lisboa 2025 


Livro com 144 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. 


Da contracapa: 
“Por volta das cinco da tarde, em Tancos, é aconselhado a ir de helicóptero para Espanha. António de Spínola, acompanhado da mulher, abandonava, sem honra nem glória, o país pelo qual se tinha sacrificado, pelo qual tinha combatido nas matas de Angola e da Guiné, pelo qual lutará como nunca naqueles meses após a revolução. Fora empurrado, não se sabe por que forças, para um golpe ridículo, planeado de forma amadora, sem a mínima hipótese de sucesso. De certo modo, a sua vida política, iniciada no dia 20 de Maio de 1968, quando tomou posse como governador da Guiné e comandante-geral das Forças Armadas naquele território, terminou naquele dia 11 de Março de 1975. Em quase sete anos de história acelerou e, de militar respeitado pelas suas façanhas, de político admirado pelas nações pelas suas propostas, Spínola tornou-se num pária.“ 
Bruno Vieira Amaral 

“QUE CADA PORTUGUÊS SE MANTENHA EM PAZ,
CONFIE NA FORÇA DO VOTO SECRETO, 
A GRANDE ARMA DEMOCRÁTICA DOS HOMENS
ORDEIROS E LIVRES, E JAMAIS CONSINTA 
QUE A SUA CONSCIÊNCIA SEJA VIOLADA.“ 



Do ÍNDICE: 

- O grande Sonho 
- O primeiro entre os primeiros 
- Ideias novas 
- Conversa com Salazar 
- Situação crítica 
- Guiné: segundo acto 
- Fim de linha 
- Regresso ao futuro 
- Hora da revolução 
- Luta pelo poder 
- O 28 de Setembro 
- O último golpe 
- Spínola no exílio 

EPÍLOGO 
CRONOLOGIA 

Bibliografia 


Preço: