segunda-feira, 31 de março de 2025

África Austral & Guerra e Revolução - ‘ANGOLA: PROMISES AND LIES’, by Karl Maier - London 1996 - Raro;





África Austral & Guerra e Revolução - O regresso à guerra após as primeiras eleições pluralistas em resultado do Acordo dê Bicesse entre o governo de Luanda do MPLA e a guerrilha da UNITA 


‘ANGOLA: PROMISES AND LIES’ 
By Karl Maier 
Edition William Waterman Publications 
London 1996 


Livro com 224 páginas, ilustrado com um mapa e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


SINOPSE: 
“A guerra civil de Angola tem sido a mais longa e sangrenta da África. O que antes era um conflito por procuração entre as superpotências da Guerra Fria se tornou um conflito étnico aparentemente sem fim. Enquanto os líderes políticos lutam para controlar as imensas reservas de diamantes e petróleo do país, os angolanos comuns foram apanhados no fogo cruzado de um quarto de século de conflito. 
Houve muitos livros escritos sobre Angola, seja por sul-africanos ou por autores que favoreceram e/ou defenderam o envolvimento da África do Sul. Maier, através de olhos imparciais, registra talvez a visão mais clara. 
Em 1992, o país deveria, sob os auspícios da ONU, realizar sua primeira eleição democrática - mas tudo deu errado. Jonas Savimbi, da UNITA, rejeitou a sua derrota. Pik Botha, por muitos anos um dos maiores defensores de Savimbi, foi a Angola para ajudar a trazer paz ao país. 
A UNITA deve muito de sua força militar atual a Pretória, assim como o MPLA tinha uma enorme dívida com os cubanos e a antiga União Soviética. Os esforços diplomáticos de Botha não foram mais bem-sucedidos do que os de outros mantenedores da paz internacionais e a comunidade diplomática eventualmente negociou um novo, embora frágil, acordo de paz. 
Cético em relação às promessas e mentiras de ambos os lados sobre a paz, Maier escreveu um relato envolvente do conflito em uma das zonas de guerra mais trágicas, porém menos compreendidas, do mundo.” 


Da contracapa: 
“There have been many books written on Angola, either by South Africans or by authors who have favoured and/or defended South Africa’s involvement. Maier, through unbiased eyes, records perhaps the clearest view of the longest and bloodiest civil war in Africa. In 1992 the country, once the battleground for a proxy war between the Cold War superpowers, was supposed to, under UN auspices, hold its first ever democratic election but it all went wrong. UNITA’s Jonas Savimbi rejected his defeat. Pik Botha, for many years one of Savimbi’s greatest defenders, went to Angola to help bring peace to the country. UNITA owes much of its current military strength to Pretoria, just as the MPLA had a huge debt to the Cubans and the former Soviet Union. Botha’s diplomatic efforts were no more successful than those of other international peacekeepers and the diplomatic community eventually negotiated a new though fragile peace agreement.” 


O Autor: 
“KARL MAIER was born in Kentucky in 1957 and studied at Columbia University, New York. In the early 1980’s he worked as a journalist in Central America and in 1986 moved to Africa where he has lived ever since, reporting from Angola, Somalia, Mozambique, Liberia, Nigeria, South Africa and Zimbabwe. As Africa correspondent fot the ‘Independent’, he also contributed to ‘The Washington Post’, ‘The Economist’ and ‘Africa Confidential’. ‘ANGOLA: PROMISES AND LIES’ is his first book.“ 

“KARL MAIER has covered the angolan conflict since 1986 as a correspondent for ‘The Independent’ and ‘Washington Post’, and provides a fascinating analysis of the realities behind the conflict as well as a vivid eyewitness account of the devastation it was causes. Whether speaking to cuban troops at the battle of Cuito Cuanavale (the largest in Africa since El Alamein), nurses blackmarket traders, Maier views Angola’s strife with a consistent sympathy for the ordinary people caught in the crossfire. Sceptical of both sides’ Promises and lies about peace, he has written a gripping account of conflict in one of the world’s most tragic yet least undersrood war zones.” 



Do PREFÁCIO: / CONTENTS: 

Glossary 
PREFACE 

1. - In the Time of Guerra 
2. - Hiching to Africa’s Stalingrad 
3. - The road to Huambo 
4. - The right future 
5. - Beg for your life 
6. - Final countdown 
7. - Things fall apart 
8. - People’s power 
9. - A shout to be heavens 
10. - The good life 
11. - I meet Jesus 
12. - The ‘Dog’s of War’ can’t dance 
13. - The new Angola 
14. - Kuito Madness 
15. - Promises and lies 
16. - Postcript 

Bibliography 
Index 


Preço: 47,40€;

Portugal & Política - 'PROGRAMA DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA' - Lisboa 1977 - RARO;





Portugal - Documento histórico do PSD aprovado em Congresso Nacional reunido em Lisboa nos dias 23 e 24 de Novembro de 1974


'PROGRAMA DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA’
Edição PPD 
Lisboa 1974


Livro com 144 páginas e em bom estado de conservação. Miolo impecável. 
De muito difícil localização.
RARO.


Documento histórico do programa do PPD (Partido Popular Democrático), actual PSD, aprovado no 1º Congresso Nacional, reunido em Lisboa nos dias 23 e 24 de Novembro de 1974. Fundado e dirigido por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Magalhães Mora entre muito outros dirigentes políticos.



Do ÍNDICE: 

A SOCIAL DEMOCRACIA PARA PORTUGAL 

PREÂMBULO 

PARTE I
- VALORES E OPÇÕES FUNDAMENTAIS DO PARTIDO POPULAR DEMOCRÁTICO
1. - Introdução; 2. - O capitalismo multiplicou as desigualdades sociais; 3. - Objectivos essenciais do socialismo democrático e humanista; 4. - A social-democracia em Portugal e o Partido Popular Democrático;

PARTE II 
- DEMOCRACIA POLÍTICA E ESTRUTURA DE ORDEM DEMOCRÁTICA
1. - A democracia política; 2. - Os direitos fundamentais; 3. - As instituições políticas e o Estado; 4. - As instituições judiciárias; 5. - Administração pública; 6. - Administração local; 7. - Comunicação social; 8. - Política de Paz e Defesa; 9. - Política externa;

PARTE III
- DEMOCRACIA SOCIAL E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL
1. - Uma política social ao serviço da promoção de todos os portugueses; 2. - A família; 3. - A mulher; 4. - A juventude; 5. - O trabalho, o emprego e o salário; 6. - Os sindicatos; 7. - A emigração; 8. - A política educacional e cultural; 9. - A política de saúde; 10. - A segurança social; 11. - A política criminal; 12. - A política da habitação e urbanismo; 13. - A qualidade de vida e o meio ambiente;

PARTE IV
- DEMOCRACIA ECONÓMICA E PROGRESSO
1. - Uma política económica ao serviço do povo português; A. - Aspectos fundamentais de carácter global; 2. - Propriedade dos meios de produção; 3. - Alargamento do âmbito do sector público; 4. - Planificação democrática; 5. - Repartição de rendimentos; 6. - A empresa; 7. - Cooperativismo; 8. - Pequenas e médias empresas; B. - Aspectos sectoriais; 9. - Infra-estruturas e equipamento social; 10. - Política de industrialização; 11. - Política agrária; 12. - Pescas; 13. - Comércio e circuitos de distribuição; 14. - Transportes; 15. - Turismo; 16. - Moeda, crédito e seguros; 17. - Finanças públicas; 18. - Relações económicas externas;

Índice de assuntos 
Índice geral 


Preço: 27,50€;

sábado, 29 de março de 2025

África & Literatura - ‘NOITE DENTRO, MOÇAMBIQUE’, de Laurent Gaudé - Lisboa 2009 - Raro;






África & Literatura - Da autoria de um escritor francês, Moçambique como cenário desta colectânea de narrativas 


‘NOITE DENTRO, MOÇAMBIQUE’ 
E outras narrativas 
DeLaurent Gaudé 
Edição ASA 
Lisboa 2009 


Livro com 144 páginas em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“- Sabem o que acontecerá em Lisboa no dia do Apocalipse? - perguntou Fernando com ar malicioso.
Os homens abanaram a cabeça. 
- Nada - prosseguiu o cozinheiro -, não acontecerá nada. Portugal anda sempre atrasado. No dia do fim do mundo, quando o céu desabar e o dilúvio de fogo destruir os homens, não se passará nada em Lisboa. Mesmo ao apocalipse, chegaremos atrasados. Durante alguns dias, ainda nos será agradável viver, enquanto o mundo já terá desabado em todos o lado.“ 

“Laurent Gaudé tem o talento de animar os pequenos instantes da vida com um profundo humanismo.“ 
‘La Tribune’ 

“Inspirador… Laurent Gaudé convida-nos a escutar as histórias de homens infelizes e solitários, de combatentes que construíram trincheiras, de soldados desanimados pela guerra, de amantes com casos fracassados. Neles investe toda a sua sensibilidade, todo o seu talento.“ 
‘Livres Hebdo’ 

“Gaudé adoras as terras soalheiras e rudes, os homens sólidos e duros, as águas agitadas das grandes rotas marítimas. Desses meios masculinos, ele sabe fazer sobressair uma sensualidade inesperada.“
‘Paris Match’ 

“Quatro contos perfeitos, que têm em comum uma qualidade que falta à maior parte dos romancistas, a imaginação e a beleza da escrita - clássica e clara -, resultado de uma pesquisa precisa para cada frase.“
‘Nice - Matin’ 

“Quatro textos poéticos e sombrios com uma força de evocação única.“ 
‘Télé Z’ 


Da badana:
“É pela perseguição e depois pela vingança de um fugitivo que se inicia esta colectânea de narrativas, e é com o enigma de um crime inexplicáveis que termina. Como se uma parte da verdade do mundo - a mais desumana, a que estigmatiza a história íntima ou colectiva - devesse desafiar para sempre a nossa razão. Em todos os tempos e lugares, incluindo Lisboa, as personagens deste livro partilham está mesma experiência, que assumem ao aproximarem-se da morte. Desesperadas ou lúcidas, passam em revista as suas ilusões, admitem os seus erros ou retêm por mais uns instantes as derradeiras alegrias da existência. 
Animado de uma empatia e de uma oralidade poderosas, este volume, coligido entre 2000 e 2007, marcado pelos temas de ‘A Morte do Rei Tsongor’, de ‘O Sol dos Scorta’ ou de ‘Eldorado’, cresceu nos interstícios de uma obra romanesca hoje traduzida e lida no mundo inteiro.“ 


O Autor: 
“Romancista e dramaturgo, LAURENT GAUDÉ nasceu em Paris, em 1972. Para além de ‘NOITE DENTRO, MOÇAMBIQUE’, a ASA publicou também os seus romances ‘A Morte do Rei Tsongor’ (Prémio Goncourt des Lycéens 2002 e Prémio dos Livreiros 2003), ‘O Sol dos Scorta’, que conquistou em 2004, o Goncourt, o mais prestigiado galardão literário francês, bem como os prémios Jean-Giono do Roman Populiste, e ‘Eldorado’.



Do ÍNDICE: 

Sangue Negreiro 
Gramercy Park Hotel 
O coronel Barbaque 
Noite Dentro, Moçambique 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘HOMENAGEM AOS MILITARES DO CONCELHO DE ALCOUTIM’ - Alcoutim 2017 - Raro;













Portugal & Ultramar - A homenagem aos militares naturais de Alcoutim mortos nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola, Guiné e Moçambique, por parte do Município local e da Liga dos Combatentes 


‘HOMENAGEM AOS MILITARES DO CONCELHO DE ALCOUTIM’ 
Que combateram na Guerra Colonial 
Coordenação de Jorge Filipe Palma 
Textos: Alexandra Gradim, Joaquim Chito Rodrigues, 
Jorge Filipe Palma, Jorge Marques Pereira, 
Osvaldo Gonçalves e Victor Brito 
Pesquisa documental: Alexandra Gradim, Bruno Santos, 
Jorge Filipe Palma, José Manuel Simão e Patrícia Teixeira 
Fotografias: Município de Alcoutim e colecções particulares de
Duarte José Eugénio, José das Neves Mestre e Manuel Francisco Pereira 
Edição do Município de Alcoutim 
Alcoutim 2017 


Livro com 40 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

Mensagem do Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim 
- Osvaldo dos Santos Gonçalves 
Mensagem do Presidente da Liga dos Combatentes 
- General Joaquim Chito Rodrigues 
Mensagem do Presidente da Comissão Administrativa do Núcleo de Vila Real de Santo António da Liga dos Combatentes 
- Tenente-coronel Jorge Manuel Marques Pereira 

COMISSÃO DE HONRA 

ALCOUTIM NA GUERRA COLONIAL - 1961 a 1974, por Alexandra Gradim 
- Uma Visão Preliminar 
O contexto do conflito e os seus cenários 
A participação Alcouteneja à luz dos dados possíveis 
Conclusão 
Bibliografia 

MILITARES NATURAIS DO CONCELHO DE ALCOUTIM QUE PERDERAM A VIDA EM DEFESA DA PÁTRIA NA GUERRA COLONIAL, por Jorge Filipe Palma 
- Adriano Martins Fernandes 
Angola, 14 de Junho de 1963 
- António da Silva Domingos 
Guiné, 21 de Junho de 1967 
- António Dias Cavaco 
Guiné, 16 de Abril de 1971 
- Eduardo José Guerreiro Cavaco 
Lisboa, 14 de Setembro de 1971 
- Francisco Manuel Campos 
Angola, 11 de Setembro de 1970 
- Francisco Ribeiros 
Guiné, 30 de Janeiro de 1966 
- João da Palma Teixeira Alves 
Guiné, 3 de Maio de 1970 
- José Afonso Pereira Ribeiros Vaz 
Moçambique, 7 de Maio de 1970 
- José Martins Cavaco 
Angola, 27 de Março de 1968 
- Manuel Carlos Rosa 
Angola, 14 de Agosto de 1964 
- Manuel Domingos Martins 
Guiné, 7 de Dezembro de 1969 
- Mário Palma Rodrigues 
Guiné, 30 de Outubro de 1972 

MONUMENTO AO COMBATENTE, por Vítor Brito 
Introdução 
Intervenção e simbolismo 
Conclusão 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Guiné & Ultramar - ‘BOLAMA, A SAUDOSA…’, de António Júlio Estácio - Lisboa 2016 - MUITO RARO;



















Portugal - Guiné & Ultramar - Uma obra de carácter histórico que abrange o período colonial e pós independência em 1974, análise e divulgação das populações de Bolama de origem portuguesa e guineenses, com inúmera informação dos acontecimentos, vida social, comercial e familiar dos seus habitantes, ilustrada com centenas de fotografias e documentação diversa 


‘BOLAMA, A SAUDOSA…’ 
De António Júlio Estácio 
Edição do Autor 
Lisboa 2016 


Livro com 492 páginas, muito ilustrado (mais de quatro centenas de fotografias) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


O Autor: 
“ANTÓNIO JÚLIO E. ESTÁCIO, nasci a 03 de Maio de 1947 em Bissau, actual República da Guiné-Bissau. Conclui em 1968, na antiga Escola Nacional de Agricultura de Coimbra, o Curso de Regente Agrícola 1964/67, após apresentação e defesa do relatório de estágio de fim de curso, realizado na II Brigada Técnica do Instituto do Algodão de Angola (IAA - Nov. de 1967 a Maio de 1968). 
Em 1972 segui para Macau onde exerci diversas funções. 
Atualmente designado como Engenheiro Técnico Agrário.
Em 1997 aposentei-me como Chefe do Departamento da ex-Câmara Municipal das Ilhas (Macau). 
Em 1998, após 26 anos de permanência no território, regressei a Portugal.“



Do ÍNDICE: 

BOLAMA, A SAUDOSA 
- Um pouco de história 
- Ulysses Simpsor Grant 
- As colónias portuguesas 
- Macaréu 
- A escravatura 
- Um descendente 
- Bolama, a capital 
- A razão do nome 
- A criação do Município de Bolama 
- A nova gravura 
- Agradecimento 
- Novos mapas 
- E, de propósito 
- Sempre revoltada 
- Termo de posse 
- Liga Guineense 
- Sebastião Casqueiro 
- Operações militares - Xuro 1914 
- A marcha e ocupação do Oio 
- João Teixeira Pinto 
- Propostas de louvores 
- Minuta de agravo 
- Vitória final 
- Mas, certo dia 
- Honório Pereira Barreto 
- Naqueles tempos 
- Oferta à Sociedade de Geografia de Lisboa 
- João Monteiro de Macedo 
- Ilhéu do Rei 
- A força de vencer 
- A espada de Teixeira Pinto 
- E o grande se foi 
- A reta final 
- Judith Teixeira Pinto 
- António dos Santos Teixeira 
- António da Silva Gouveia 
- A insistência perdura 
- Hidroavião DO X 
- Jorge Frederico Velez Caroço 
- Aviação na Guiné 
- Casamento do capitão Reis 
- Opúsculo 
- A vida continua 
- Um homem duro 
- I Exposição Colonial Portuguesa 
- Júlio Lopes Pereira 
- ‘O Comércio da Guiné’ 
- A Revolta 
- Lavrada a acta 
- ‘En nel reyno de los Bidyogo’ 
- Uma vida restabelecida 
- Luís António Leite de Magalhães 
- Vai-se cumprindo 
- Número único 
- Sem hesitações, cumpre-se a luta 
- A carta de Bolama 
- Associação Comercial da Bolama 
- Da ‘Ponta Oeste’ 
- E tudo o vento levou 
- Padres 
- Berta Pessoa 
- Pedro Tertuliano Ramos 
- Pedro T. Ramos e Ana B. Expert Teixeira 
- Tribunal Administrativo 
- Raúl Ferreira Chaves 
- Efemérides 
- Fausto Castilho Duarte 
- Regresso 
- Mudança 
- E no desporto 
- A perda de um grande homem 
- Caros de bois e 
- Estudantes de Coimbra 
- Impressões de viagem 
- Caça às onças 
- Justos louvores e condecorações 
- Ricardo Vaz Monteiro 
- O desastre de aviação 
- A tristeza estende-se 
- A esperança desvanecesse 
- Mais Vale tarde, que 
- Sem dó, nem piedade
- Escritores 
- Dois eixos 
- Quatro sectores 
- Certidão de Nascimento 
- Uma grande senhora 
- Concepção perpétua 
- Nos velhos pic-nics 
- Nos casamentos e na camaradagem 
- Em marcha 
- Chineses para Catió 
- Câmara Municipal Bolama (1926) 
- As grandes famílias 
- Festividades 
- Anúncios judiciais e particulares 
- Na reta final 
- O último suspiro 
- Na despedida

Agradecimento 
Referências Bibliográficas e depoimentos 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Forças Armadas - Revista ‘BOINA VERDE’, n. 215 - Abr.Mai.Jun. 06 - (‘50 ANOS DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS’) - Praia do Ribatejo 2006 - Muito Raro;


















Portugal & Forças Armadas - Relatos das actividades das tropas Pára-quedistas no presente e no passado, entre as suas actividades castrenses e associativas 


Revista ‘BOINA VERDE’, n. 215 - Abril-Maio -Junho de 2006.
‘50 ANOS DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS’ 
Director: cor, inf. Pára Carlos Cardoso Perestrelo 
Edição do Exército Português - Escola de Tropas Pára-quedistas 
Praia do Ribatejo 2006 


Exemplar com 36 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Temas em destaque: 
- ‘50 ANOS DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS’ 
Escola de Tropas Pára-quedistas - Tancos 1956-2006 

Editorial 
- ‘Uma Homenagem a todos os “Páras” ‘, por Carlos Perestrelo (cor. Inf. Pára) 

- ‘AQUELES EM QUEM PODER NÃO TEVE A MORTE’
Soldado Pára-quedista Manuel Augusto Oliveira Dias 
1.* Cabo Pára-quedista José Marques da Silva 

- ‘XVI CONGRESSO DA UNIÃO EUROPEIA DE PÁRA-QUEDISTAS’ 

- ‘DIA DE PORTUGAL - ENCONTRO NACIONAL DE COMBATENTES’ 

Novas Edições 
- ‘ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS (1961-2002)’ 
De Luís A. M. Grão 

Notícias 
- Em Tomar - ‘DIA DO RI15’ 


Preço: 27,50€; 

África & Política - ‘APARTHEID, PODER E FALSIFICAÇÃO HISTÓRICA’, de Marianne Cornevin - Lisboa 1979 - Muito Raro;





África & Política - O confronto da história do Apartheid, regime de segregação racial ou desenvolvimento separado, das teorias das comunidades negra a branca na África do Sul, que terminou com a libertação de Nelson Mandela - líder do ANC e símbolo da resistência da maioria negra -, da prisão de Roben Island e a consequente eleição como o primeiro negro Chefe de Estado é uma nação multirracial 


‘APARTHEID, PODER E FALSIFICAÇÃO HISTÓRICA’ 
De Marianne Cornevin 
Edições 70 (Biblioteca de Estudos Africanos) 
Lisboa 1979 


Livro com 144 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Condenar o Apartheid como sistema explorador e repressivo da maioria negra (71%) da população sul-africana é coisa que nem merece discussão. Interessa ir mais longe, analisando o estabelecimento e a evolução de tal sistema enquanto reflexo de uma ideologia que pretende justificar a pseudo-superioridade da minoria branca (16%) da África do Sul.”  



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 

Primeira Parte 
INFORMAÇÃO GERAL 
1. - A definição de Apartheid 
2. - Bases ideológicas do Apartheid 
3. - O Apartheid e as igrejas Africander 
- A NGK e os nacionalistas africander antes de 1948 
A NGK e o Governo entre 1948 e 1966 
A NGK e o Governo de 1968 a 1978 
- O Sínodo Geral de Outubro de 1978 

Segunda Parte 
O APARTHEID E A HISTÓRIA DOS BRANCOS SUL-AFRICANOS 
4. - A História do ponto de vista africander 
- A amálgama histórico-religiosa 
- A História como fonte da ideologia: O período holandês (1652 - 1795) 
- A ideologia como fonte de História 
- A análise da argumentação histórica que ‘justifica’ o ‘homeland branco’ 
- Conclusão 

Terceira Parte 
APARTHEID E A HISTÓRIA DOS SUL-AFRICANOS NEGROS 
5. - Grupos étnicos sul-africanos e ‘nações’ 
- As chamadas identidades linguísticas das nove ‘nações’ negras 
- As chamadas identidades sócio-políticas das nove ‘nações’ negras 
- A chamada homogeneidade da nação branca 
MISTIFICAÇÕES DA HISTÓRIA SUL-AFRICANA ATÉ 1936. 
Dez Mitos e sua refutação 
6. - I Mito: Que o branco e o negro chegaram ao mesmo tempo à África do Sul 
- Várias versões do mito 
- Refutação: A primeira idade do ferro no sul de África do terceiro ao undécimo século 
7. - II Mito: Que os negros eram nómadas até encontrarem os brancos 
- Versões do mito, apresentadas por sul-africanos 
- Refutação: história dos negros sul-africanos entre o século onze e o século dezoito 
8. - III Mito: Que Chaka, Dingaan e Mzilikazi eram apenas déspotas sanguinários 
- Chaka 
- Dingaan 
- Mzilikazi 
9. - IV Mito: Que os Voortrekkers avançaram para um território deserto que não era pertença de ninguém 
- Versões do mito 
- Refutação do mito 
10. - V Mito: Que a chegada dos brancos foi a única forma de salvar os negros da total destruição no estado livre de Orange e no Transval 
- Versões do mito 
- Refutação do mito 
11. - VI Mito: Que todas as ideias políticas dos negros foram  sempre inspiradas pelos brancos 
- Versões do mito 
- Refutação 
12. - VII Mito: Que os africander foram vítimas do imperialismo britânico e não eram colonialistas 
- Versões do mito 
- Refutação 
13. - VIII Mito: Que o principal objectivo das leis territoriais de 1913 e 1936 foi o de proteger os territórios negros 
- Versões do mito 
- Refutação 
14. - IX e X Mito: Que os homelands correspondem às zonas ocupadas historicamente pelas ‘nações’ negras, devendo-se a sua fragmentação às lutas tribais e às disputas por causa da sucessão 
- Versões do mito 
- Refutação 

Quarta Parte 
CONCLUSÕES 
15. - A Rejeição da Verdade Histórica 
- Rejeição da História dos negros, tal como eles a encaram 
- Rejeição da História empreendida pelos negros 
16. - Rumo ao Futuro 


Preço: 25,00€;