sexta-feira, 24 de maio de 2024

Moçambique & Antropologia - ‘CONCEITOS GERAIS DA SOCIEDADE AFRICANA BANTA’, de Rui de Freitas Lopes - Nampula 1968 - MUITO RARO;

 


Moçambique & Antropologia - O autor elaborou o presente estudo e documento enquanto major do exército português nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘CONCEITOS GERAIS DA SOCIEDADE AFRICANA BANTA’ 
De Rui de Freitas Lopes 
Edição do Autor 
Nampula 1968 


Exemplar com com 26 páginas, policopiado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

CONCEITOS GERAIS DA SOCIEDADE AFRICANA BANTA 
NOTA PRÉVIA 

1. A FAMÍLIA 
- Sistema Matrilinear 
- Sistema Patrilinear 
- Povos caçadores e recolectores 
- Povos agrícolas 
- Povos pastoris 
- Sistema descritivo 
- Sistema classificatório 
2. LINHAGEM 
3. CLà
4. TRIBO 
- Factor geográfico 
- Factor político 
- Factor económico 
- Factor religioso 
- Factor linguístico 
5. MAGIA BRANCA E MAGIA NEGRA 
- Magia branca 
- Magia negra 

CONCLUSÃO 

Bibliografia 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘DA GUINÉ A ANGOLA - O Fim do Império’, de coronel Piçarra Mourão - Coimbra 2004 - MUITO RARO;






Portugal & Guerra do Ultramar - Uma obra em que o autor, descreve as suas três comissões militares que cumpriu nas antigas províncias ultramarinas portuguesas africanas, de Angola e Guiné nas décadas de sessenta e setenta 


‘DA GUINÉ A ANGOLA - O Fim do Império’ 
De coronel Piçarra Mourão 
Edição Quarteto Editora 
Coimbra 2004 


Livro com 176 páginas, ilustrado (Mapa de Angola de grande dimensão) e em bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


SINOPSE: 
" ‘DA GUINÉ A ANGOLA - O Fim do Império’, como o título sugere e o conteúdo certifica, é um testemunho pessoal, vivo e directo do percurso de três comissões de serviço vividas na Guiné e em Angola (duas), respectivamente nos Comandos da Companhia de Artilharia 1525 (Bissorã), da Bateria de Artilharia 2582 (Úcua) e como Oficial de Operações do Batalhão de Artilharia 6322 (M’Pupa, Camabatela e Luanda).
Se no primeiro caso, ‘GUINÉ SEMPRE !’ já traduziu a rica experiência que foram os combates e as incidências de uma luta e de uma vivência inesquecíveis, agora complementada nesta publicação com novas e oportunas revelações no âmbito do combate ao stress e no do apoio social, nas duas comissões seguintes foi possível comprovar não só a grandeza e as potencialidades de Angola, assim como a insustentável continuação daquela Guerra.
‘Em ‘DA GUINÉ A ANGOLA’ testemunho, assim, as particularidades e precaridades de uma outra Guerra, conduzida em território e em contexto bem diversos do anterior, na qual o nosso empenhamento foi sempre inquestionável, mas a que o discurso do anterior, na qual o nosso empenhamento foi sempre inquestionável, mas a que o discurso da História e os acontecimentos do 25 de Abril vieram por termo, em circunstâncias que vivemos com grande intensidade e dureza, e que conduziram à independência do colosso angolano e ao ‘Fim do Império’ dito colonial!’.”


Da contracapa: 
“O percurso ultramarino resultante da Guerra travado em ÁFRICA durante mais de uma década, em condições, por vezes, de grandes sacrifícios, perigos e privações, permitiu, contudo e simultaneamente, a recolha de experiências de indesmentível valor histórico e pessoal. 
O relato da magia africana, das suas prodigiosas fantasias e paisagens humanas e geográficas, o testemunho desse incontornável conflito que foi a duríssima Guerra do Ultramar, nos vários teatros em que ocorreu e, finalmente, o despontar atribulado e violento de um novo país que é Angola, são, a um tempo, razão e argumento para a escrita deste testemunho.
Um pouco da nossa história recente, incluindo a de África, é aqui retratada com traços vigorosos e emotivos, onde a vertigem dos grandes acontecimentos é compaginada, tantas vezes, com narrativas e descrições descomprometidas, povoadas de grande humanidade, simplicidade e beleza, que só estas conjunturas proporcionam e consentem.“ 


O Autor: 
“O coronel PIÇARRA MOURÃO nasceu em Vila Viçosa em Abril de 1941.
Ingressou na Academia Militar em 1959, onde frequentou o curso de Artilharia, que concluiu em 1962. Cumpriu três comissões de serviço no ex-Ultramar português, todas em ambiente operacional: 1966/1967 na Guiné e 1969/1971 e 1973/1975 em Angola. 
Além de outras funções desempenharas após o final do conflito ultramarino, destacam-se: Chefe da Repartição de Informações e Chefe da Repartição de Operações do Quartel General do Comando da Região Militar do Centro, em Coimbra. Comandante do Regimento de Artilharia de Leiria. Adjunto da Divisão de Informações do EMGFA (DINFO), 2.* comandante da Zona Militar da Madeira, Director de Ensino da Academia Militar e Juíz Presidente do Tribunal Militar de Coimbra.
Está habilitado com o Curso Geral de Estado Maior e Curso Superior de Comando e Direcção. Possui ainda o Curso de Defesa Nacional. Entre outras condecorações e louvores, possui a Cruz de Guerra de 1.a classe, que lhe foi atribuída em função da campanha da Guiné.
Presentemente é coronel Tirocinado, na situação de reserva. 
É autor de ‘GUINÉ, Sempre ! Testemunho de uma Guerra’, da colecção ‘Testemunhos’, desta editora, publicado em 2001.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PREFÁCIO 

I. - APRESENTAÇÃO 
II. - AINDA A GUINÉ 
- A vertente social de uma campanha 
- O fenómeno do stress 
III. - ANGOLA - O PRIMEIRO EMBATE 
- Da espera…
- … à terra…
- … e à guerra 
IV. - UM SALTO A LOURENÇO MARQUES 
V. - ANGOLA - O PRINCÍPIO DO FIM 
- Nas terras do fim do mundo 
- Camabatela, a Bela ! 
- Os últimos combates 
- A alvorada ao fim da tarde 
VI. - LUANDA - 25 DE ABRIL 
- O cenário 
- Uma guerra diferente 
- Os movimentos entram em acção 
- À descoberta do sul 
- A grande capital 
VII. - O FINAL 


Preço: 42,50€; 

Portugal & Angola - PREC & Descolonização - Semanário ‘PÁGINA UM’, n. 186 - 28.04.1977 - (‘DEPOIS DO 25 DE ABRIL A PIDE SEQUESTROU-ME’) - Lisboa 1977 - MUITO RARO;



















Portugal & Angola - PREC & Descolonização - Em território nacional, as forças políticas de extrema esquerda mantinha a esperança revolucionária dos anos do ‘Verão Quente’ e a edição de uma importante entrevista com Arnaldo Saraiva de Carvalho, um dos combatentes históricos do MPLA 


Semanário ‘PÁGINA UM’, n. 186 - De 28 de Abril de 1977.
Major Saraiva de Carvalho, comandante do MPLA: 
‘DEPOIS DO 25 DE ABRIL A PIDE SEQUESTROU-ME’ 
Director: Jorge Fagundes 
Lisboa 1977 


Exemplar com 28 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
Major Saraiva de Carvalho, comandante do MPLA: 
- ‘DEPOIS DO 25 DE ABRIL A PIDE SEQUESTROU-ME’ 
Com Rosa Coutinho chegou a Angola a Revolução Portuguesa 
- ‘SOUBE DO 25 DE ABRIL NA CADEIA DA PIDE’ 
“João Arnaldo Saraiva de Carvalho, comandante ‘Tetembua’, nasceu em Catete em Maio de 1944. Fez os seus estudos em Luanda e em 1963 , cursava Direito em Coimbra. De 1967 a 1968 esteve incorporado no exército colonial. Depois foi mobilizado e desertou. Em Grenoble continuou os seus estudos de Direito, tendo depois sido chamado para a luta armada pela direcção do MPLA, no ano de 1969. Num país vizinho de Angola efectuou a sua preparação militar e nesse mesmo ano partiu para a III Região político-militar do MPLA. Quando foi criada a IV Região, ‘Tetembua’ foi chamado para essa zona e fazia parte do Comando.
Na noite de 16 para 17 de Janeiro de 1972 foi preso pelas forças colonialistas. Veio o 25 de Abril e ainda o comandante ‘Tetembua’ se encontrava no isolamento da cadeia da PIDE em São Paulo, Luanda. Só a 3 de Maio foi libertado.”
“De madrugada um inspector ouvia rádio junto da minha cela…”
Transformar qualitativamente os processos de luta 
Exército do Zaire a ‘invasão silenciosa’
Rosa Coutinho: uma grande clarividência política permitiu-lhe distinguir a via correcta 

Carta de Angola 
- ‘MEMÓRIAS DO INFERNO DE S. NICOLAU’ 
As salinas não foram visitadas 
Homens sem beber à 48 horas 
Meia dúzia de chuveiros 
Assassinado por ter sede 
Uma tarada sexual 
‘Festas’ um motivo para espancamentos 
Morto à bolada 
Presos de delito comum
As crianças não podiam chorar 
As primeiras libertações 

MÁRIO SOARES 
- “MERDA” - ‘resposta do Primeiro-ministro aos que o acusam de gerente do capital’
‘Apologia da amnistia para os PIDE’s’
‘Convite a imperialistas para explorar recursos mineiros portugueses’ 

25 de Abril 
- ‘Enquanto trabalhadores lutam pela unidade a burguesia comemora o 25 de Novembro’
Durante o desfile militar massas populares exigiram a presença de Otelo 

Na íntegra - entrevista de Melo Antunes à MTI
- ‘A CONSTITUIÇÃO APONTA PARA UMA SOCIEDADE SEM CLASSES’ 

Eanes na Avenida da Liberdade e na Assembleia da República 
- ‘COMEMORAR O 25 DE NOVEMBRO NO 25 DE ABRIL’ 

Rede Bombista 
- ‘RECORDANDO, ENGENHEIROS, COMENDADORES E DOUTORES’ 


Preço: 52,50€; 

Portugal & Gastronomia - ‘BEM COMER & CURIOSIDADES’, de José Quitério - Lisboa 2015 - Raro;





Portugal & Gastronomia - Uma obra dedicada à divulgação da boa gastronomia portuguesa da autoria de um tomarense, jornalista que dedicou para-te substancial da sua vida profissional à temática 


‘BEM COMER & CURIOSIDADES’ 
De José Quitério 
Edição Documenta 
Lisboa 2015 


Livro com 590 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


CRÍTICAS: 
“Chega-me às mãos um festim natalício farto como uma cesta de Natal de se mandar a ministro: as Histórias e Curiosidades Gastronômicas, de José Quitério, que Portugal tenha na galeria dos seus varões. […] Ah, meu caro José Quitério, como você me faz bem à minha gota, ao meu ácido úrico, como me afaga as entranhas e o coração.”
Guilherme Figueiredo, O Globo (Rio de Janeiro), 25/12/1992

“Fim-de-semana à luz de Outono, o Guincho em horizonte deserto. Uma sopa de lagostins em tigela coberta com massa folhada e um branco da Quinta da Gaivosa verdadeiramente a calhar. Lembro-me de José Quitério na sua arte de escrever e de saborear escrevendo.”
José Cardoso Pires, O Independente, 29/11/1996

“Mas no fundo, no fundo, o que eu procuro sempre é a crónica do José Quitério que é, para mim, uma espécie de Nemésio da arte gastronómica, e que me parece sempre que escreve para mim…”
João Lobo Antunes, Expresso, 5/01/2013

“José Quitério é um dos grandes prosadores do nosso tempo. Porventura o maior. Um jornalista? Sim, um jornalista, um escritor, um erudito, um homem de cultura, um excelente conversador. Reli, outro dia, com imenso prazer o seu Escritores à Mesa, confirmando uma vez mais a qualidade da sua escrita. […] Durante anos a fio, tenho lido as palavras matizadas de José Quitério de uma transparência fluente em que a ironia e a graça se combinam com um hábil domínio dos vários estratos de linguagem, desde o vocabulário vivo, não raro surpreendente, à construção irónica que apela a um leitor capaz de decifrar as escalas do subtexto.”
Mário de Carvalho, Facebook, 6/09/2013 


O Autor: 
“Nasceu em Tomar a 10 de abril de 1942. 
Fez o curso liceal em Tomar e frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra. Depois do serviço militar obrigatório, frequentou a Faculdade de Direito em Lisboa. 
É jornalista desde 1973 e foi o fundador da secção de gastronomia do semanário ‘Expresso’.”



Preço: 37,50€; 

Portugal & História - ‘SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO EM CASTANHEIRA DE PERA’, de Kalidás Barreto - Porto 1983 - Muito Raro;







Portugal & História - Uma recolha de elementos históricos do movimento operário no concelho de Castanheira de Pera 


‘SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO EM CASTANHEIRA DE PERA’ 
De Kalidás Barreto 
Prefácio de António Arnaut 
Edição do Autor 
Porto 1983 


Livro com 180 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO
Por António Arnaut 

Palavras de Abertura 
UM POEMA 
A indústria de Tecidos, um pouco de história 
Associação Operária de Tecelões 
O Sindicato Corporativo 
Os anos 60 e o acordo do movimento operário 
O 25 de Abril 
EPÍLOGO - Advertência 


Preço: 32,50€; 

Portugal - Angola & Ultramar - ‘NAÇÃO DE TODOS E PARA TODOS’, de José Pinheiro da Silva - Luanda 1970 - MUITO RARO;













Portugal - Angola & Ultramar - Obra baseada numa entrevista que o autor, Secretário Provincial da Educação, concedeu ao ‘Correio de Coimbra’, em Outubro de 1970 


‘NAÇÃO DE TODOS E PARA TODOS’ 
De José Pinheiro da Silva 
Edição dos Serviços de Publicações da MP (Mocidade Portuguesa) 
Divisão de Angola 
Luanda 1970 


Livro com 40 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


O Autor: 
“JOSÉ PINHEIRO DA SILVA 
Deputado nas Legislaturas: VIII, IX. - Secretário Provincial da Educação de Angola 

Data de nascimento - 1924-05-08 
Localidade - Maiombe / Congo Belga. 
Habilitações literárias - Licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra. Profissão - Professor.
Carreira profissional: 
Professor do Ensino Secundário (1961);
Funcionário do Quadro Administrativo de Angola (1961-1965); 
Assistente dos Estudos Gerais de Angola (1965). 

Perfil político-ideológico - Monárquico. 
Presidente da Junta Directiva da Causa Monárquica. 

Carreira político-administrativa: 
Vogal da Comissão Distrital da União Nacional de Viana do Castelo (antes de 1961); Secretário Provincial de Educação de Angola (1961).

Carreira parlamentar
Legislaturas Círculo - VIII Viana do Castelo e IX Angola
Comissões
Educação Nacional (Secretário); Cultura Popular e Interesses Espirituais
e Morais.
Educação Nacional, Cultura Popular e Interesses Espirituais e Morais. 

Intervenções parlamentares 
VIII Legislatura (1961-1965) 1.a Sessão Legislativa (1961-1962)
- Refere-se ao problema ultramarino português.
- Refere-se à campanha de recuperação social em Angola levada a efeito pelo Exército.
- Discute a proposta de lei sobre o emparcelamento da propriedade rústica.
- Pede a criação de uma escola do magistério primário ampliação do Liceu Nacional de Viana do Castelo.
- Discute a proposta de lei sobre as providências destinadas a assegurar o funcionamento dos órgãos de Governo do Estado Português da Índia.
- Refere-se às considerações do Sr. Vítor Barros sobre a política portuguesa seguida em África.
- Refere-se ao movimento terrorista do norte de Angola, iniciado há um ano. - Refere-se a vários aspectos da política ultramarina portuguesa. 

2.a Sessão Legislativa (1962-1963)
- Faz considerações acerca da morte do Sr. Deputado Pires da Costa, ocorrida durante o interregno par-
lamentar.
- Louva a acção patriótica dos portugueses radicados no estrangeiro, designadamente no Congo ex-belga
e no Brasil.
- Fala sobre a necessidade de se incluir no III Plano de Fomento o problema do Porto de Viana do Castelo.
- Fala sobre questões emergentes dos últimos acontecimentos universitários.
- Faz considerações sobre a comemoração do centenário do nascimento de D. Carlos.
- Fala sobre a proposta de lei de alterações à Lei Orgânica do Ultramar Português.
- Preconiza a abertura da fronteira do Lindoso.
- Discute a proposta de lei de alterações à Lei Orgânica do Ultramar Português.

3.a Sessão Legislativa (1963-1964)
- Refere-se à inauguração, pelo Chefe do Estado do monumento ao general João de Almeida em Sá da Bandeira.
- Participa no debate do aviso prévio sobre política ultramarina do Governo.
- Toma parte no debate do aviso prévio sobre educação nacional.
- Faz considerações sobre a educação das populações ultramarinas, em aparte à intervenção do Sr. Gonçalves Rodrigues no mesmo debate.
- Participa no debate do aviso prévio sobre o turismo nacional. 

4.a Sessão Legislativa (1964-1965)
- Não regista intervenções. 

IX Legislatura (1965-1969)
1.a Sessão Legislativa (1965-1966)
- Faz considerações sobre o terrorismo em Angola a propósito do 5.o aniversário da eclosão do mesmo.” 



Do ÍNDICE: 

NAÇÃO DE TODOS E PARA TODOS 
- Juventude a educar 
- Estruturas 
- Colaboração das Missões 
- Rumos da educação 

Fotografias 


Preço: 37,50€; 

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Guiné & História - ‘OS DIRIGENTES DO PAIGC - Da fundação à ruptura (1956-1980)’, de Ângela Benoliel Coutinho - Coimbra 2017 - Muito Raro;
















Guiné & História - Uma análise aprofundado sobre os dirigentes do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e de Cabo Verde), desde a sua fundação em 1956, por Rafael Barbosa, Amílcar Cabral e outros, até ao golpe de Nino Vieira em 1980 em Bissau que pôs fim ao partido único dos dois estados, tendo surgido em Cabo Verde o PAICV


‘OS DIRIGENTES DO PAIGC - Da fundação à ruptura (1956-1980)’ 
De Ângela Benoliel Coutinho 
Edição da Imprensa da Universidade de Coimbra 
Coimbra 2017 


Livro com 330 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


SINOPSE: 
“Com base em pesquisa arquivística em Portugal, na Guiné-Bissau e em Cabo Verde, e recorrendo igualmente a fontes orais, esta tese trata das trajectórias sócio-políticas dos dirigentes do PAIGC, mais precisamente, dos seus fundadores oficiais e dos membros eleitos para o Conselho Executivo da Luta, antigo Bureau Político, até 1981, data da ruptura deste partido. Tendo este partido sido oficialmente fundado em 1956 em Bissau, a sua acção conduziu à independência da Guiné-Bissau, em 1973, e à de Cabo Verde, em 1975, sendo que até 1980 dominou a vida política dos dois estados num sistema original de partido único no poder. Após a independência dos dois estados em questão, a maioria dos membros deste grupo exerceu cargos ao mais alto nível de responsabilidade nas instituições de Estado, sendo a mais frequente a de ministro. Assim, numa segunda parte, estudam-se aspectos ideológicos do PAIGC e a política económica e social na Guiné-Bissau e em Cabo Verde, de 1975 a 1980. Por fim, procede-se a uma primeira análise dos acontecimentos ligados ao golpe de Estado de 14 de Novembro de 1980 ocorrido em Bissau, e que levou ao fim do partido.” 


A AUTORA: 
“ÂNGELA SOFIA BENOLIEL COUTINHO 
Obteve o doutoramento em História da África Negra Contemporânea pela Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne, em 2005. De 2001 a 2003 foi leitora no Departamento de Português na Universidade de Paris X – Nanterre, em França, e entre 2004 e 2007 foi docente no ensino superior privado no Mindelo, em Cabo Verde. De 2007 a 2013 foi bolseira de pós-doutoramento da FCT (Ministério da Ciência – Portugal), no CesNova – FCSH - Universidade Nova de Lisboa. 
Tem artigos e capítulos de livros publicados e desde 2007 tem também participado na organização de colóquios internacionais em Portugal e em Cabo Verde. 
Atualmente, é investigadora associada ao CEIS20 – Universidade de Coimbra e ao IPRI – Universidade Nova de Lisboa, e colabora com instituições cabo-verdianas e norte-americanas em projetos de salvaguarda do património histórico de Cabo Verde, com financiamento da BREDA/UNESCO – Dakar e do World Monuments Fund – New York.” 



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
PREFÁCIO, por Luís Reis Torgal 
INTRODUÇÃO 
1. - A evolução do PAIGC 
2. - Um tema tratado de forma desigual 
3. - À procura de trajetórias 
4. - Um estudo no cruzamento de três disciplinas 
5. - O necessário cruzamento de fontes 

I. - OS FUNDADORES: A PRIMEIRA GERAÇÃO DOS DIRIGENTES DO PAIGC 
I.1. Bissau, 1952 – 1956: um terreno decisivo de efervescência política 
I.1.1. A fundação do partido na clandestinidade ou como a sua história é incerta 
I.1.2. Da ”Associação Desportiva e Recreativa dos Africanos” ao Sindicato Nacional dos Empregados do Comércio e da Indústria da Guiné: sucessos e insucessos das atividades associativas pré- revolucionárias 
I.2. Os traços comuns das trajetórias familiares: seca, emigração e uma certa relação com a cultura dominante 
I.2.1. A idade dos fundadores, espetadores da grande fome 
I.2.2. Emigrantes cabo-verdianos na Guiné: uma velha história e os frutos de um terreno muito fértil 
I.2.3. Professores primários e padres santiaguenses: as trajetórias dos pais e avós paternos ou como ludibriar o dominador 
I.2.3.1. Trajetórias paternas 
I.2.3.2. Trajetórias dos avós paternos 
I.3. Da tomada de consciência identitária à política: locais e tempos de formação e de experiência profissional 
I.3.1. O liceu que afirmava a caboverdianidade 
I.3.1.1. O liceu Gil Eanes no Mindelo, ilha de S. Vicente 
I.3.1.2. O papel de Baltasar Lopes da Silva 
I.3.1.3. A revista Claridade 
I.3.2. A Universidade de Lisboa: o encontro e o confronto dos colonizados ou... quem influenciou quem? 
I.3.3. As trajetórias profissionais dos fundadores, homens com carreiras de sucesso 
I.4.  Fugas ou prisão: A etapa decisiva para ascender à direção do Partido 
I.4.1. As três fugas que salvaram o partido 
I.4.1.1. O não-regresso de Amílcar Cabral 
I.4.1.2. A fuga precipitada de Luís Cabral 
I.4.1.3. A passagem tranquila de Aristides Pereira à clandestinidade 
I.4.2. Em Conakry, terra de acolhimento: tudo a perder ou tudo a ganhar? 
I.4.3. Enfrentar, resistir e suportar a PIDE 

II. - OS COMBATENTES: A LONGA E PROGRESSIVA TOMADA DO PODER PELA SEGUNDA GERAÇÃO DOS DIRIGENTES DO PAIGC 
II.1. O recrutamento dos militantes no mundo obscuro da clandestinidade 
II.1.1. As profissões e atividades dos combatentes: assalariados guineenses em Bissau e estudantes cabo-verdianos em Portugal 
II.1.2. A hegemonia guineense ou como a realidade foi mal observada 
II.1.3. O espectro da fome sempre presente em Cabo Verde 
II.1.4. A quase-ausência de mulheres na direção e as esposas na sombra 
II.1.5. A etapa decisiva: a fuga em direção ao teatro de guerra 
II.2. O recrutamento dos dirigentes 
II.2.1. Trajetórias no partido: políticos-militares, políticos-diplomatas ou outros?
II.3. Itinerários dos pais e avós paternos: saber converter os capitais disponíveis 

III. - HERÓIS E IDEÓLOGOS: VALORES E PRINCÍPIOS APÓS A INDEPENDÊNCIA 
III.1. A heroificação dos dirigentes falecidos 
III.1.1. Combatentes guineenses ou o heroísmo nacional quase exclusivo 
III.1.2. Combatentes dedicados lutando pela liberdade e pelo progresso 
III.1.3. Universalidade e excelência: que imagem construir do líder perdido, mas não esquecido? 
IIII.1.3.1. Amílcar Cabral, um revolucionário dedicado ao ideal da dignidade do Homem Africano
III.1.3.2. Cabral: um artesão genial, fundador da Nacionalidade 
III.1.4. Um reconhecimento oficial: a dupla imagem de Cabral nos selos de Correio 
III.2. Continuar a revolução 
III.2.1. Nascimento do Novo Homem Africano ou como se libertar do passado preservando a sua identidade 
III.2.2. As relações suicidárias da pequena burguesia e do PAIGC, «guia das massas», com a sociedade 
III.2.3. Da união política vitoriosa à difícil unidade com vista ao desenvolvimento socioeconómico 

IV. - REVOLUCIONÁRIOS NO PODER: MUDAR GERINDO AS HERANÇAS 
IV.1. Como revolucionar a sociedade: Instrumentos políticos nos dois novos estados 
IV.1.1. Um Estado que executa o programa do partido 
IV.1.2. Militantes armados ou militares? A sobreposição de cargos de direção 
IV.1.3. As formas de militantismo do cidadão
IV.2. De uma diversidade das heranças económicas a um clara unidade nos projetos de mudança social 
IV.2.1. As relações dos dirigentes de segunda geração do partido com os dois Estados independentes: dirigentes e ministros 
IV.2.2. Crescer economicamente ou modernizar-se? A primazia dada ao desenvolvimento económico 
IV.2.2.1. A polémica sobre o desenvolvimento na época da luta armada: manter os costumes ou mudá-los
com base em métodos científicos? 
IV.2.2.2. Os agricultores guineenses no centro do debate e na base das mudanças 
a) Uma economia guineense dependente e frágil, baseada no setor agrícola 
b) Quebrar a economia de subsistência: a agricultura como motor e reflexo dos outros setores 
IV.2.2.3. Em Cabo Verde: combater a seca, fugir ao espectro da fome 
IV.2.3. Prosseguir as experiências sociais inovadoras da época da luta armada no quadro de uma nova realidade social 
IV.2.3.1. A justiça pelo “povo” e inspirada por este 
IV.2.3.2. Desenvolvimento e inovação no setor da Saúde: das «brigadas sanitárias» aos «projetos de desenvolvimento comunitário» 
IV.2.3.3. Educar um Homem Novo 
IV.2.3.4. Prioridades culturais: salvaguardar o património, escrever línguas e encorajar os artistas 
IV.3. O fim abrupto do PAIGC 
IV.3.1. A Guiné em sintonia com o continente: o golpe de Estado de 1980, causa da rutura do partido 
IV.3.1.1. Os homens do golpe de Estado: militares que dominam os dirigentes políticos 
V.3.1.2. Acusações e falhanço da unidade Guiné-Cabo Verde 
IV.3.1.3. Falar sem se compreender: a condenação da ala cabo-verdiana 
IV.3.2. A criação do PAICV ou a rutura assumida do partido 

CONCLUSÕES 
Tabelas 
IMAGENS 
Bibliografia citada 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Descolonização - ‘REVIVER O PASSADO EM MOÇAMBIQUE’, de Manuela Criner - Lisboa 2013 - Raro;




Portugal & Descolonização - Uma obra das memórias e vivências da autora em terras de Moçambique, então uma província ultramarina portuguesa onde fez a sua vida familiar e profissional, tendo sido obrigada a regressar após a trágica descolonização ocorrida em 1975 


‘REVIVER O PASSADO EM MOÇAMBIQUE’ 
De Manuela Criner 
Edição de Rui Costa Pinto 
Lisboa 2013 


Livro com 216 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da INTRODUÇÃO: 
“Não pretendo escrever um romance, não sou romancista, nem tão pouco escritora. Apenas recordações de Moçambique, onde vivi 25 anos, e de Portugal, onde nasci. Escrevi para a rádio e os jornais, cá e lá. Comparo as minhas recordações a um fio de pérolas que se parte e não volta a ter a mesma ordem depois de as voltar a enfiar noutro fio. Assim são as recordações, vou escrevendo à medida que me vou lembrando. Vou escrevendo ao correr da pena e da memória. Vou‑me socorrendo do que já publicara, senão como me iria lembrar de tudo? Depois entra o Facebook. (...)” 


SINOPSE: 
“A memória de África permanece viva na sociedade portuguesa. A partir da simplicidade de crónicas do quotidiano, Manuela Criner recupera a felicidade vivida em Moçambique, o sofrimento imposto pelo regresso forçado ao país natal e a cicatriz provocada pela descolonização. As mil e uma histórias da família, dos amigos, das caçadas e de tantos e tantos lugares africanos são, afinal, um património partilhado por mais de meio milhão de ‘retornados’ que chegaram a Portugal, vindos das ex-colónias, a partir de 1975.”


A AUTORA: 
“ … Manuela Criner nasceu na Figueira da Foz em 1929 e, aos vinte e três anos, partiu para a cidade da Beira, em Moçambique, onde permaneceu até 1978. Trabalhou no ‘Diário de Moçambique’, em várias estações de rádio e nos Caminhos-de-ferro da Beira. 
Neste seu primeiro livro, Manuela Criner recupera a felicidade vivida além-mar, o sofrimento do regresso forçado ao país natal, através das mil e uma histórias da família, dos amigos, das caçadas, um património partilhado por mais de meio milhão de ‘retornados’.”



Do ÍNDICE: 

- As Minhas Crónicas 
- Olá, Amigos 
- Gostaria de ter um animal… Mas 
- Tem papaia… Tem banana 
- Almoços no grego do Inchope 
- A Desgraça e a Miséria 
- O computador e eu 
- O Museu de Cera 
- Fui ao Hospital 
- Dia das Comunidades 
- Mecharaúro 
- Pobre homem 
- As primeiras férias 
- Textos publicados em semanários 
- Agora viajar… Só lendo 
- Guerra 
- Tristeza de vida 
- Galileu 
- A caminho do mato 
- O tempo passa. E como passa! 
- Abuso de confiança ou descaramento? 
- Sangue latino? 
- História de Portugal e outras estórias 
- Espaço Jovem 
- 1987 
- Luíza d’Alcântara 
- Democracia? 
- Uma pequenina 
- As nossas Mães 
- Verídicas 
- E lá vem Moçambique… 
- Carros… Os marucos dos cabeça 
- Cá e lá 
- Não são mabandidos. São bandidos 
- Duas estórias de vida 
- Pequenas lembranças 
- O Senhor Bom Jesus da Vida 
- Maputo… Já é mania 
- Chimoio 
- No meu tempo 
- O casamento da minha amiga muçulmana 
- Camarada, eu? Nem pensar! 
- Pedro Sem, já teve e agora não tem 
- Álcool, lindas figuras. Acontece 
- Cultura e Educação. Educação sem Cultura 
- O papagaio Jacob 
- Outra vez... No mato 
- Pequenas coisas, algumas lembranças 
- As voltas que o Mundo dá 
- No banco do autocarro 

EPÍLOGO 


Preço: 27,50€;