sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘UMA EXPERIÊNCIA DE GUERRA (Angola 68/70)’, de Pedro Serra Vaz - Amadora 2011 - MUITO RARO;













































Portugal & Guerra do Ultramar - A comissão de serviço militar do autor e dos seus companheiros da Companhia de Caçadores 2335 no norte de Angola, então uma província ultramarina portuguesa, nos anos de 1968 a 1970. O autor dedicou-se a fazer uma obra excepcional sobre a sua experiência militar, que exemplifica todas as companhias militares que passaram pelos três cenários de guerra (Angola, Guiné e Moçambique), tendo revelado o armamento das forças nacionais e dos guerrilheiros, e com excelentes infografias explica como eram os aquartelamentos, a vida dia-a-dia, as emboscadas, os golpes de mão e a vivência dos seus camaradas de vida militar. Será um dos melhores livros do género, senão mesmo o mais completo. Uma grande obra sem igual. 


‘UMA EXPERIÊNCIA DE GUERRA (Angola 68/70)’ 
História da C. Caç. 2335 
De Pedro Serra Vaz 
Ilustrações de Carlos Alberto Santos e Eugénio Silve 
Fotografias de: Arquivo Histórico Militar, Biblioteca Nacional, 
Centro Português de Fotografia, Diário de Notícias e Fernando Farinha 
Edição do Autor 
Amadora 2011 


Livro de grandes dimensões (27,8 x 19,5 cm), com 272 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


SINOPSE: 
“O índice enumera as matérias que constituem o conteúdo do livro; o percurso militar seguido por um jovem naqueles longínquos anos sessenta.
O C.S.M. (Curso de Sargentos Milicianos) no meu caso. Não é a história da minha Companhia; é antes um olhar (o meu) sobre a minha experiência militar com uma marcante vivência de guerra.
Foi minha intenção fazer passar a noção do que foi uma época e uma circunstância histórica que a minha geração viveu.” 
Serra Vaz


Da Dedicatória: 
“À memória de todos os meus camaradas que não regressaram, porque - em nome do que entenderam ser o cumprimento do seu dever - a morte os levou numa idade em que tudo ainda se espera da vida e em que se arquitectam tantos projectos, embora a maior partes deles nunca se cheguem a realizar; numa idade em que se constroem tantos sonhos que a vida se encarrega de desvanecer; numa idade em que se anseia por horizontes de felicidade, raramente alcançados.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Ferragudo, Algarve - Out. 1996 

INSTRUÇÃO MILITAR NA METRÓPOLE 
- Recruta 
- Especialidade 
- Recruta ao Contigente Geral 
- CIOE Lamego 
- Formação de Companhia
- IAO Setúbal 

O EMBARQUE 

A VIAGEM 
- A chegada a Luanda 
- Campo Militar do Grafanil 
- A viagem para o norte 

A CHEGADA À MADUREIRA 
- A logística 
- Populações 
- Missão de soberania 
- Protecção militar 
- Escoltas 
- Patrulhas 
- Nomadizações 

EMBOSCADAS 

GOLPES DE MÃO 

UM TÍPICO AQUARTELAMENTO DO MATO 
- A distribuição do Rancho 
- As doença da guerra 
- Bicharada 
- Cobras: um perigo omnipresente 
- Correio / Frescos 
- A distribuição do correio 
- Aulas regimentais 
- Madrinhas de guerra 
- Telefonar para a metrópole 
- O Natal na Madureira 
- A Capela / A Parada / A Bandeira 
- A disciplina 
- Momentos de lazer 
- Convívios / Caça 

TATUAGENS 

UMA CULTURA DE CAMPANHA 

ALCUNHAS / PRAXES MILITARES 
- Glossário da Gíria Militar 

OBRAS E MELHORAMENTOS 

ACÇÃO PSICOLÓGICA 

VENCIMENTOS (Militares) E PREÇOS 

O ÚLTIMO ADEUS 

CONCLUSÃO 

Bibliografia 


Preço: 97,50€; 

Portugal & Revolução - ‘COMO EU VIVI O 25 DE ABRIL’, de José Duarte - Porto 1977 - Muito Raro;




Portugal & Revolução - Um testemunho muito raro dos acontecimentos que em 25 de Abril de 1974 levaram ao derrube do regime do Estado Novo visto, acompanhado e analisado no norte do país 


‘COMO EU VIVI O 25 DE ABRIL’ 
De José Duarte 
Edição do Autor 
Porto 1977 

Livro com 116 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
NOTA PRÉVIA 

Primeira Parte 
TEXTOS DIVERSOS 
- Na hora da verdade 
- Os tempos mudam 
- Mudar a sociedade 
- Aos revolucionários 
- Nacionalizações - sua importância e participação dos trabalhadores 
- Análise político-social 
- O jogo da direita 
- Unidade - a vitória dos trabalhadores 

Segunda Parte 
DOIS ANOS DE REVOLUÇÃO 
- Antecedentes históricos 
- O porquê da revolução 
- Movimentos de massas 
- Descolonização 
- Análise global do processo 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Portugal & Moçambique - Revista ‘GEOGRAPHICA’, n. 2 - Abril 1965 - (‘PINTURAS RUPESTRES DE MANICA’ e ‘GORONGOSA - Aspectos da Fauna Africana’) - Lisboa 1965 - Muito Raro;

















Portugal & Moçambique - Reportagens e ensaios sobre os vestígios pré históricos em Moçambique, o Parque Natural da Gorongosa e a presença portuguesa no Japão, além de outras temáticas… 


Revista ‘GEOGRAPHICA’, n. 2 - Abril de 1965.
‘PINTURAS RUPESTRES DE MANICA’ e ‘GORONGOSA - Aspectos da Fauna Africana’ 
Lisboa 1965 


Exemplar com 102 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Temas em destaque: 
Moçambique 
- ‘PINTURAS RUPESTRES DE MANICA’, por Manuel Viegas Guerreiro 
‘Rock Paintings in Manica Mozambique’
- ‘GORONGOSA - Aspectos e problemas da Fauna Africana’, por José Maria d’Eça de Queiroz 
I - Nas Matas 
II - Nos ‘Tandos’ 
III - O problema das instalações 
IV - Tarefa para Portugal 
‘Aspects et problèmes du Parque National de Gorongosa’ 
- ‘TIPOS FISIONÓMICOS DAS FLORESTAS DE MOÇAMBIQUE’, por M. Gomes Guerreiro 

- ‘THE PORTUGUESE IN JAPAN’, by Michael Teague 

- ‘L’ECONOMIE DE L’AFRIQUE CENTRALE AU DEBUT DU XXe SIECLE’ 

- ‘A APANHA DO SARGAÇO NO NORTE DE PORTUGAL’, por Fernando Galhano 

- ‘O CASO DE ISRAEL’ - O desenvolvimento dos países com fracos recursos naturais 
Por José Pires Castanho 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Estado Novo & Oposição - ‘ASILO POLÍTICO EM TEMPOS DE SALAZAR’, de Luís Bigotte Chorão - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal & Estado Novo & Oposição - Análise dos processos de ruptura e asilo político do General Humberto Delgado e do capitão Henrique Galvão - dois ex-apoiantes dos regime - que enfrentaram Salazar nos finais da década de cinquenta 


‘ASILO POLÍTICO EM TEMPOS DE SALAZAR’
Os casos de Humberto Delgado e Henrique Galvão 
De Luís Bigotte Chorão 
Edições 70 
Lisboa 2019 


Livro com 330 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Henrique Galvão e Humberto Delgado foram apoiantes destacados da ditadura militar e do Estado Novo com o qual, porém, entrariam em rota de colisão. Adversários do regime salazarista, solicitaram asilo político em circunstâncias que merecem a recuperação da memória histórica que este livro lhe concede. Enquanto Humberto Delgado o fez a 12 de Janeiro de 1959 na embaixada do Brasil, em Lisboa, Henrique Galvão formulou um pedido semelhante a 17 de Fevereiro do mesmo ano, na representação diplomática da Argentina. Os dois pedidos de asilo transformaram-se rapidamente em acontecimentos políticos de primeira ordem com uma projecção internacional surpreendente e consequências internas devastadoras. O general Humberto Delgado tinha acabado de sair de um confronto violento com o salazarismo nas eleições presidenciais de 1958, e o capitão Henrique Galvão arrastava-se desde há muito pelas prisões do regime. 
Luís Bigotte Chorão reflecte, assim, sobre um tempo de alta tensão política na história do século XX português, já com grande proximidade do início da Guerra Colonial. Esse período é agora documentado precisamente 60 anos depois daqueles pedidos de asilo, com uma série de elementos essenciais para a história política de Portugal, designadamente, nas suas relações com o Brasil e com a Argentina.“ 


Da badana: 
“No plano informativo, a imprensa juntava então ao caso Humberto Delgado o de Henrique Galvão, sem que tivesse deixado de notar a diferença entre as situações. Quanto a Delgado, as autoridades portuguesas insistiam na inexistência de qualquer mandato de detenção, pelo que o general estava livre para regressar à sua residência e pedir passaporte para se ausentar para o estrangeiro. Já Galvão era apresentado como um ‘fugitivo da justiça’, admitindo-se que a sua situação justificava um estudo cuidadoso dos governos de Lisboa e Buenos Aires. Um outro aspecto relacionado com ambos os casos foi sublinhado pela imprensa. O facto de as embaixadas dos países sul-americanos concederem asilo diplomático ‘sem fazer perguntas’ colocara-as ‘no alvo dos olhares de todos os que desejavam refúgio seguro’.“


O Autor: 
“LUÍS BOGOTTE CHORÃO é jurista (advogado) e historiador. Mestre em Direito pela Universidade de Lisboa, doutorou-se em letras (História) na Universidade de Coimbra com uma tese que deu origem ao livro ‘A crise da República e a Ditadura Militar’ (Sextante, 1009). É autor, entre outros estudos, de ‘O Periodismo Jurídico Português do século XIX’ (Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2002), de ‘Política e Justiça na I República’ (Letra Livre, 2011, 2018), de ‘Para uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no século XIX’ (Letra Livre, 2015) e co-organizador de ‘Península Ibérica - Nações e Transnacionalidade entre dois séculos (XIX e XX)’ (Edições Húmus, 2018). Membro do Ceis20 da Universidade de Coimbra e do Instituto Jurídico interdisciplinar da Faculdade de Direito da Universidade de Porto, é director adjunto da revista ‘O Direito’.“



Do ÍNDICE: 

NOTA INTRODUTÓRIA 

- Lisboa, Janeiro de 1959 
- Humberto Delgado asilado na Embaixada do Brasil 
- Precedentes: caso dos asilados integralistas de Martinho Nobre de Melo 
- Outros precedentes 
- Uma prolongada situação de impasse 
- Uma diligência de Paulo Cunha a partir de Caracas 
- A encruzilhada no Rio do embaixador Manuel Rocheta 
- Uma página da campanha do governo português contra Lins 
- Prisão, calvário e fuga de Henrique Galvão 
- Henrique Galvão asilado na Embaixada da Argentina 
- Os embaixadores asilantes: Álvaro Lins e Ernesto Mairal 
- Os casos Delgado e Galvão nas chancelarias 
- Delgado a caminho do Rio de Janeiro 
- Depois de Delgado… Galvão 
- Henrique Galvão em Buenos Aires
- Outros asilados 
- A questão do asilo diplomático 
- O memorando das Necessidades sobre o direito de asilo 
- Asilo em Timor 
- Ainda o Tratado de Amizade e Consulta … e o direito de asilo 
- O ex-embaixador Álvaro Lins toma posição 
- Uma vaga de asilos 
- Ditadura militar no Brasil e direito de asilo: uma nova fase nas relações luso-brasileiras ? 

ANEXOS 
Índice onomástico 


Preço: 37,50€ 

Portugal - Angola & Ultramar - ‘LUBANGO’, de António Trabulo - Lisboa 2010 - MUITO RARO;





Portugal - Angola & Ultramar - A fundação da cidade de Sá da Bandeira, no sul do território, terra de adopção do autor, enquanto fazendo parte do império português, uma antiga província ultramarina da África Ocidental 


‘LUBANGO’ 
De António Trabulo 
Edição Editorial Cristo Negro 
Lisboa 2010 


Livro com 230 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


O Autor e a Obra: 
“O autor, natural de Almendra (Foz Côa) e residente em Setúbal, completa, com este novo livro, a trilogia sobre África iniciada com ‘OS COLONOS’ (2007) e ‘RETORNADOS’ (2009), que venceu o Prémio Fialho de Almeida, da SOPEAM, saga do regresso apressado a Portugal.
Em ‘LUBANGO’, António Trabulo faz o retrato da cidade angolana de Sá da Bandeira, onde viveu a sua infância e juventude, alternando romance e personagens fictícias com capítulos auto-biográficos.

Neurocirurgião, o autor iniciou a sua carreira literária em 2003, com o lançamento de ‘MULEMBA’. ‘LUBANGO’ é o oitavo livro editado.” 


Da badana: 
“Às vezes, um homem resguarda-se nas recordações. Há tempo, deu-me para procurar um álbum velho de fotografias. Abri-o e vi-me menino. Para dar sentido ao mundo e entender os passos andados, resolvi regressar a Sá da Bandeira. Não o fiz de forma físi- ca. A minha cidade fica longe, no espaço e no tempo. Poderia perder-me nos caminhos novos e até nos antigos. Optei por percorrer as estradas da Lembrança”
António Trabulo


Da contracapa: 
“ ‘LUBANGO’ encerra a trilogia de António Trabulo sobre África, desenrolando-se num tempo imaginado entre os colonos - retrato da fundação de Sá da Bandeira e os ‘OS RETORNADOS’, saga do regresso apressado a Portugal. 

Neste livro, fala-se do ‘Estar’. Retrata-se, habilmente, certa forma portuguesa de colonizar e de se enraizar no mundo. O autor começa por fixar apontamentos autobiográficos para logo se afastar da realidade; as páginas entrelaçam-se, alheias a um plano de rigor. As povoações são, em boa parte, as pessoas que as habitam. Ao usar a cidade como cenário, colocando lá gente diversa da que existiu, o ‘LUBANGO’ desprende-se do chão do Planalto para integrar o mapa do romance.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PRÓLOGO 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo LXXXIII 


Preço: 67,50€; 

Angola & Literatura - ‘LUANDINO VIEIRA - O LOGOTETA’, de Salvato Trigo - Porto 1981 - MUITO RARO;






Angola & Literatura - Dissertação para Doutoramento em Literatura de Expressão Portuguesa (Literatura Africana) apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto 


‘LUANDINO VIEIRA - O LOGOTETA’ 
DE Salvato Trigo 
Edição Brasília Editora 
Porto 1981 


Livro com 648 páginas e em bom estado de conservação. Capa com alguns sinais de uso.
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Que Literatura ?

I PARTE 
1. - Um drama Linguístico ? 
2. - Estética Africana 

II PARTE 
1. - De ‘A CIDADE E A INFÂNCIA’ a ‘LUUANDA’ 
2. - De ‘LUUANDA’ a ‘MACANDUMBA’ 
3. - O texto Luandino 

Bibliografia 


Preço: 52,50€; 

África & Futuro - ‘CONSTRUIR A PAZ EM ANGOLA’, de Fátima Moura Roque - Lisboa 2000 - Raro;






África & Futuro - Uma obra de grande importância daquela que foi a ministra das finanças da UNITA e que militou muitos anos naquela organização guerrilheira da oposição ao governo de Luanda do MPLA 


‘CONSTRUIR A PAZ EM ANGOLA’ 
Uma proposta política e económica 
De Fátima Moura Roque 
Edição - Edições Universitárias Lusófonas 
Lisboa 2000 


Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Este livro traça as linhas gerais de uma proposta de mudança política e institucional necessária para permitir que uma estratégia de desenvolvimento a longo prazo conduza à governação democrática e à transformação social e económica a nível nacional, regional e local. Para a concretização desta visão os futuros líderes da paz têm de agarrar com determinação e patriotismo o desafio histórico de definir para Angola um caminho que transcenda a herança trágica dos últimos 25 anos. Tenho esperança de que isso aconteça em breve.“ 
Fátima Moura Roque, nascida em Luanda.
É professora de Desenvolvimento Económico de África da Universidade Lusófona em Lisboa 

“O livro de Fátima Roque merece ser lido e meditado, com abertura de espírito e isenção. Por todos os angolanos. Principalmente os jovens… que terão neste livro um ponto de partida isento para uma reflexão que urge… para um debate que é importante fazer, objectivamente, e que deverá preceder a acção. Acção pacífica… em favor da paz, da convivência cívica entre irmãos angolanos, da reconciliação e da democracia, como o único caminho possível para a reconstrução nacional. O livro apresenta uma proposta global tanto política como económica para a reconstrução de Angola… É um novo caminho - de esperança! - que tenta abrir, perante a selva dos interesses egoístas e contraditórios.“ 
Mário Soares 

“O presente trabalho vem apresentar com grande coragem e lucidez, um novo caminho, uma nova visão, uma terceira via de solução para a grave crise que afecta presentemente Angola e o seu povo… a guerra nada resolverá, a paz é possível e necessária… O diálogo entre os dois contendores é indispensável e é urgente… a crise não é inelutável e a corrupção não é uma maldição sem fim e sem limites… uma nova economia é possível como base de crescimento, da prosperidade e da justiça social. Este livro é assim, simultaneamente, um grito de horror - basta de guerra! - é um grito de esperança - construamos a paz!“ 
Diogo Freitas do Amaral 

“Tenho esperança que a mensagem urgente de Fátima Roque seja escutada. Sem uma pressão internacional muito forte a guerra civil em Angola pode durar muitos mais anos. É responsabilidade daqueles que acreditamos no valor absoluto da dignidade e dos direitos humanos informar a opinião pública internacional…
Da verdadeira dimensão da tragédia humana em Angola.“ 
Luís Miguel Beleza 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Índice de Figuras, Quadros e Extratextos 
PREFÁCIO, de Mário Soares 
PRÓLOGO, de Diogo Freitas do Amaral 
Nota Prévia - Luís Miguel Beleza 

INTRODUÇÃO 

Capítulo I 
A HERANÇA DA PAZ 

Capítulo II 
RECONSTRUÇÃO POLÍTICA: fim do conflito e criação de uma base 
para a reconciliação nacional 
- Fim do conflito 
- Criação de uma base para a reconciliação nacional 

Capítulo III 
QUE ESPERANÇA PARA ANGOLA? Uma visão para o futuro 
- O renascimento abrangente de Angola 
- Governação democrática 
- Descentralização 

Capítulo IV 
RECONSTRUÇÃO PÓS-CONFLITO: uma visão para uma nova Angola 
- Estratégia de desenvolvimento a longo prazo 
- Transformação estrutural e sistémica da economia 
- Estratégia de redução da pobreza 

Capítulo V 
ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO A LONGO PRAZO: 
Faseamento, Intensidade e Duração 

ANEXOS 
I - Caracterização geral da República de Angola 
II - Estatísticas sobre a economia angolana, 1994-1999 
III - Opções constitucionais para a descentralização 
IV - Índice de desenvolvimento humano e índice de pobreza humana para a SADC 

Bibliografia 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘FRAGMENTOS DA MINHA VIDA EM ÁFRICA’, de Ilda Pinto - Vila Nova de Gaia 2012 - Muito Raro;






Portugal - Moçambique & Ultramar - As memórias da autora dos melhores anos da sua vida nesta antiga província ultramarina portuguesa 


‘FRAGMENTOS DA MINHA VIDA EM ÁFRICA’ 
De Ilda Pinto 
Edição LIEÍOPE 
Vila Nova de Gaia 2012 


Livro com 164 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Da contracapa: 
“ ‘FRAGMENTOS DA MINHA VIDA EM ÁFRICA’ é o primeiro livro da autora Ilda Pinto que, numa apaixonante homenagem ao país onde afirma ter vivido os melhores anos da sua vida, nos envolve com o seu talento para contar histórias, a sua eterna juventude e o seu carácter. 

Esta é uma fascinante obra autobiográfica, cujas luminosidade e fluência nos transportam para o centro dos mais marcantes acontecimentos e lugares, sem censuras. Um hino à humanidade, à natureza e à cultura.

‘E para África vou e volto, repetidamente. É o cheiro da terra, é a liberdade de ação, é a comunicação que flui, é a abordagem fácil com o outro, sem preconceitos nem estereótipos de grandezas, em suma, o Continente é imenso e alargamos os braços à vontade - à medida da grandiosidade das almas!’ “ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
Por Orlando António da Graça 

Nota Prévia 

O Sonho 
ÁFRICA QUERIDA 
- É a sociedade que molda 
- Pequenas e grandes coisas 
- A força da juventude 
- A escola e as lições de vida 
- Tudo que a vida me deu 
- Os meus anjos protetores 
- A nossa vida também depende de nós 
- A verdade e a dignidade vencem 
- Tempos conturbados da guerra 
- O milagre do nascimento 
- A tão desejada viagem rumo a  África 
- A mulher intrépida 
- Memórias da mãe 
- Escola de Namidobe 
- Tempos difíceis 
- Os filhos 
- As subtilezas de minha mãe 
- O avô materno 
- Reconhecimento e gratidão 
- O meu pai 
- A beleza das ilhas 
- A vida de estudante - As lindas e inocentes paixões 
- O rio e os hipopótamos 
- Tanta vontade de vencer 
- A casa, o rio, e os crocodilos 
- A viagem no cargueiro 
- A casa dos meus pais 
- Recordando o entardecer 
- Nunca esqueci quem de mim cuidou 
- O crepúsculo 
- O menino foi levado 
- A grande família 
- A Companhia da Zambézia 
- Camões e os… chouriços 
- À procura da civilização 
- Os bons Colégios 
- Violadores que silenciam 
- As férias grandes 
- Nos limites!… 
- A carta 
- Aquilo que mais me custou 
- A reviravolta 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘DERROTADO MAS NÃO VENCIDO’, de Francisco David Ferreira - Lourenço Marques 1973 - MUITO RARO;






Portugal & Ultramar - A candidatura do autor à Assembleia Legislativa da Província de Moçambique para o triénio de 1973/76 


‘DERROTADO MAS NÃO VENCIDO’ 
De Francisco David Ferreira 
Edição do Autor 
Lourenço Marques 1973 


Livro com 52 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


BIOGRAFIA do Autor: 
“FRANCISCO DAVID FERREIRA 
Nascido a 8 de Abril de 1919 na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Cidade de Lourenço Marques, fez os seus estudos na Escola 1.* de Janeiro e no então Liceu 5 de Outubro, concluindo o curso Liceal do Liceu D. João de Castro, em Coimbra, onde realizado o exame de aptidão ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Depois de um curso brilhante concluiu a licenciatura em Medicina e Cirurgia com distinção senso ainda estudante assistente de Patologia Médica, cadeira regida pelo Professor Doutor Augusto Vaz Serra é nessa qualidade apresentou nas Jornadas Médicas um trabalho - Sindorma de Banti - que veio a ser publicado na Coimbra Médica pelo valor de que se rodeou. Terminados os estudos de Medicina Tropical permaneceu em Angola como médico da Companhia de Diamantes até 1955 data em que regressou à sua terra natal e iniciou, como médico particular uma vasta obra de assistência social que lhe grangeou profunda simpatia popular. Impondo-se pela integridade do seu carácter e pela firmeza das suas atitudes, cedo lhe foi reconhecido o seu valor e assim a par de chamado ao lugar de Assistente dos Estudos Gerais Universitários de Moçambique então criados, veio a ser eleito vogal da Câmara Municipal da Matola, vogal do Conselho Económico e Social de Moçambique e por este Procurador à Câmara Corporativa numa demonstração indiscutível da sua valia e de quanto os seus actos e realizações o impunham ao conceito dos que o julgavam. Paralelamente à sua vida política, caminhava a sua vida profissional onde se cotava como um dos mais distintos médicos nascidos nesta província e realizador de uma obra social sem paralelo quer no Sindicato dos Operários da construção Civil de que seria médico-chefe quer no âmbito particular a que pertencia. Nunca a sua fé esmoreceu quando da sua província se tratava, e a corajosa luta que travou para contribuir para o seu engrandecimento situou-o entre os que no futuro hão-de ser exemplo vivo do amor à terra em que se nasce, como pedaço indissolúvel da Pátria a que se pertence.“ 



Do ÍNDICE: 

Biografia de Francisco David Ferreira 

Abertura 

PROCESSO E DOCUMENTAÇÃO DA CANDIDATURA 
Actas, documentos e correspondência 


Preço:   0,00€; (Indisponível)