quarta-feira, 1 de junho de 2022

Tomar - Cultura & História - Revista ‘VIDA MUNDIAL’, n. 1470 - 11.08.1967 - (‘FERNANDO LOPES GRAÇA’) - Lisboa 1967 - MUITO RARO;















Tomar - Cultura & História - Um exemplar histórico desta revista de circulação nacional e grande distribuição e audiência com uma reportagem muito completa ao intelectual e músico Fernando Lopes Graça, cuja capa lhe é também dedicada 


Revista ‘VIDA MUNDIAL’, n. 1470 - De 11 de Agosto de 1967. 
Um perfil é uma obra - ‘FERNANDO LOPES GRAÇA’ 
Director: Francisco Eugénio Martins 
Lisboa 1967 


Exemplar com 64 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
Um perfil e uma obra 
- ‘FERNANDO LOPES GRAÇA’ 
‘A obra musical (como a obra de poesia ou de pintura) é o produto de uma equação entre o artista e o seu meio. Tem de corresponder às necessidades ou às solicitações deste: e embora marcada pelo génio individual do artista, pela sua capacidade de transformação ou de transfiguração quando é realmente “representativa” é porque encarna ou dá satisfação ao “estado de espírito” de um momento histórico, de um povo ou de uma classe.’ 
Fernando Lopes Graça 

‘CRONOLOGIA DE FERNANDO LOPES GRAÇA’ 
De 1906 a 1965 

‘TÁBUA DAS OBRAS MUSICAIS’
De 1927 a 1966 



Preço: 77,50€; 

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘CAMINHOS DO FUTURO NOS HORIZONTES DA NAÇÃO’, de M. M. Sarmento Rodrigues - Lourenço Marques 1962 - MUITO RARO;





Portugal - Moçambique & Ultramar - Nesta obra, o autor com vasta biografia ao serviço da Marinha de Guerra Portuguesa e da Administração Colonial relata as suas actividades da longa carreira 


‘CAMINHOS DO FUTURO NOS HORIZONTES DA NAÇÃO’ 
De M. M. Sarmento Rodrigues (Contra Almirante e Governador-Geral de Moçambique) 
Edição do Governo Geral de Moçambique 
Lourenço Marques 1962 


Livro com 188 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
PÓRTICO 

I. - AS TRADIÇÕES 
- Missão 
- O que devem os povos a Portugal 
- Raízes da Unidade Portuguesa no Mundo 
- Realidades da Unidade Nacional 
- A Nação Multirracial que somos 
- Nem raça nem geografia 
- Portugal é uma grande Nação 
- Como foi aumentada a Nação com novos povos 
- Da feitoria colonial à Província Ultramarina pelo sentimento 
- A força espiritual da Nação Portuguesa 
- A Nação que tendes honrado 
- Integração e sublimação 
- Povo tão fraco de canhões e tão forte de coesão moral 
- Lição que o rodar dos tempos consagrou 
- A África é para nós a vida 

II. - PERMANÊNCIA DE PRINCÍPIOS 
- A nobre missão de português 
- O privilégio de ser Ultramar 
- Primazia do Ultramar na existência da Nação 
- O Ultramar como razão antiga, contemporânea e futura da nossa independência 
- Caminhos mais largos e as mesmas generosas intenções 
- Lições de civismo 
- O que somos 
- Colonialismo português 
- O nosso ideal de Nação 
- Em louvor da Metrópole e do que nela se vê e sente 
- O Ultramar foi uma devoção e hoje é um dever 
- Uma nova era em marcha 
- O valor grande das coisas pequenas e humildes 
- Consagração constitucional da unidade real da Nação 
- À beira de um cataclismo ou no limiar de uma epopeia 

III. - CULTURA E VALORES 
- Junqueiro e a Pátria 
- Nunca perdemos a honra nem traímos a fé 
- História de Portugal 
- Heroísmo e piedade 
- Vocação missionária de Portugal 
- Dilataram mais a fé do que o Império 
- Os caminhos da Nação comum 
- Transcendência do merecimento esquecido 
- Compreensão divina da igualdade cristã 
- Dever nacional de união 
- Pioneiros 
- Perfil dum homem, dum povo e duma ideia 
- D. António Barroso 
- Homenagem à Sociedade de Geografia 
- Os Descobrimentos, a cultura e o intercâmbio de cultura 

IV. - EDUCAR 
- Magníficos prenúncios de cultura no Ultramar 
- Compreensão e convívio 
- Conhecemo-nos todos 
- Programa para uma compreensão recíproca 
- Dever de formação cristã 
- Exemplo e valor da mulher portuguesa 
- Confiar nos mais capazes 
- Mocidade Portuguesa 
- Dever de Mocidade 
- Desporto, escola de civismo 
- A Escola Moral do Desporto 
- Imperativos de política de espírito no Ultramar 
- Na hora da valorização cultural 
- A língua portuguesa, valor fundamental 
- Sobre a Semana do Ultramar 
- Melhoria social das populações 
- Saudação ao Instituto Internacional Africano 
- A caça, escola de homens 

V. - ALOCUÇÕES AOS POVOS DA GUINÉ 
- Ideal no Ultramar 
- Aos Papéis do Biombo 
- Aos Balantas e outros povos de Mansoa 
- Aos Manjacos, sobre Mamadu Sissé, grande soldado português 
- Aos Cassangas 
- Aos Felupes 
- Aos Mandingas 
- Aos Fulas 
- Aos Biafadas para que não enganem a terra 
- Aos Nalús, Balantas e outras gentes de Catió 
- Aos Bijagós 

VI. - MISSÃO DA IMPRENSA 
- Valor da imprensa 
- O que é um jornal ? 
- Missão do jornalista 
- A imprensa é veículo de civilização 
- Importância dá impressão na comunhão nacional das ideias 
- Exortação à imprensa Ultramarina 

VII. - GOVERNAR NO ULTRAMAR 
- Da honra de governar no Ultramar 
- Da arte de governar o Ultramar 
- Como convém governar o Ultramar 
- Conselho antigas a um governador moderno 
- Responsabilidade e missão de Governador-Geral 
- Governar, no discurso dum Ministro a um Governador-Geral 
- Governar no Ultramar é imaginar para construir o futuro 

VIII. - ADMINISTRAÇÃO ULTRAMARINA 
- Contra a burocracia 
- Princípios de política e programa de acção 
- Progresso na Administração 
- O Ministério do Ultramar 
- No Ministério do Ultramar 
- Dignidade e grandeza do Conselhor Ultramarino 
- Palavras dum ministro ao pessoal do seu Ministério 
- A tão mal apreciada Fazenda 
- Apontamento sobre a Administração e Fazenda 

IX. - A HONROSA MISSÃO DE SERVIR 
- O que se não paga porque não tem preço 
- Servir 
- Escola de soldados, escola de virtudes 
- Onde a vida se esgota a servir a Nação 
- Portugal, o Mar e o Mundo em transmontano 

X. - POVOAMENTO E CIVILIZAÇÃO 
- Povoamento 
- A nossa paz e liberdade 
- O esforço povoador do passado 
- Em torno do velho tema do povoamento do Ultramar 
- Política e missão do povoamento 
- O drama da colonização e o povoamento do Ultramar como primeiro elemento da independência da Nação 
- Problemas e formas de povoamento 
- Povoamento e sistemas 
- Sistemas de povoamento 
- Povoamento concreto 
- Para o agricultor e o agrónomo 
- O povoamento como exemplo de igualdade 

XI. - POVOAMENTO E PROSPERIDADE 
- A Metrópole como factor de prosperidade no Ultramar 
- Planos de fomento e populações africanas 
- Amplitude nacional dos planos de fomento 
- A colonização, os nativos, a aparente contradição administrativa e o mistério da assimilação 
- Discurso aos industriais da Metrópole sobre povoamento, industrialização e condicionamento no Ultramar 
- Protecção aos que trabalham no Ultramar 
- Uma economia única 
- Reflexões para um diálogo sobre ‘matérias-primas do Ultramar’, ‘Produtos Manufacturados para o Ultramar’ e ‘Estabelecimento de Indústrias do Ultramar’ 
- Crédito, paz económica e paz social 
- Uma rajada de vida nova 

XII. - CABO VERDE, S. TOMÉ E TIMOR 
- Legenda para Cabo Verde 
- Em louvor do Caboverdiano 
- Solidariedade nacional em Cabo Verde 
- Em louvor da terra e das gentes de S. Tomé 
- Gratidão a Timor 
- Exemplo de Timor 
- Presença mística de Portugal 

XIII. - VALORES DE MACAU 
- O relicário de Macau 
- Macau, uma obra única do coração e da inteligência 
- Macau, Metrópole do Extremo Oriente 
- Missão em Macau 
- Tenacidade e coragem 
- Síntese Macaense 
- Diálogo em Macau 
- Fraternidade Luso-Chinesa 

XIV. - GUINÉ 
- Mensagem do Baluarte de Bissau 
- Relance da Guiné 
- O primeiro filho de Portugal 
- A Guiné, pórtico da expansão 
- A última certeza de uma eternidade 
- Honório Barreto, filho de Cacheu e de Portugal 

XV. - ANGOLA 
- Saudação de Angola 
- Meditação sobre a crucificação de Angola 
- A breve história da grandiosa fundação da Huíla 
- Saudação aos homens da Huíla 
- Angola - 15 de Agosto 

XVI. - DO VALOR UNIVERSAL DO ESTADO DA ÍNDIA 
- Dístico para Goa 
- Definição da Índia Portuguesa 
- A real posição da Índia 
- Encontro do Oriente com o Ocidente por via de Portugal 
- Goa ao serviço da Humanidade 
- Goa, Metrópole Oriental 
- Palavras ao povo de Goa sobre história comum e ideias comuns 
- A Índia e o sentido da Pátria 
- Sobre a grandeza espiritual  do Estado da Índia 
- Evocação, na Sala dos Vice-Reis, em Goa 
- Em louvor do povo de Bardês 
- No altar de Dio 
- Pequena crónica duma jornada à Índia Portuguesa 
- O caso da Índia 
- Reacção internacional à agressão indiana em Goa 

XVII. - EM TORNO DESTE NOSSO MOÇAMBIQUE 
- Ideia basilar no progresso de Moçambique 
- Na escola de Moçambique 
- Pequeno prefácio para o Limpopo 
- Compreensão Moçambicana 
- Significado da obra do Limpopo 
- Lourenço Marques 
- Saudação à cidade da Beira 
- Beira, coração de Moçambique 
- Zambézia, 1951 
- Pelo futuro de Moçambique no Lago Niassa e no Revué 
- Progresso em Moçambique 
- Moçambique e a Metrópole trabalhando em harmonia 
- Relance ministrial em Moçambique 

XVIII. - PROVAS DA PERENIDADE DA PÁTRIA 
- Províncias do Oriente 
- Sentimento português em Malaca e Singapura 
- Portugalidade em Malaca 


Preço: 62,50€; 

África & História - Revista ‘TIME’ - 04.12.1964 - (‘THE CONGO MASSACRE’) - New York 1964 - MUITO RARO;















África & História - Na sequência da independência e conflitos políticos e tribais no Congo Kinshasa (mais tarde Zaire), esses primeiros anos foram extremamente turbulentos e trágicos com tentativas de secessão territorial, golpes de estado, participação de mercenarios e inúmeros massacres, de que foi vítima o médico Dr. Paul Carlson e que a revista ‘TIME’ dedicou grande reportagem e a própria capa 


Revista ‘TIME’ - De December 4, 1964.
Dr. Paul Carlson - ‘THE CONGO MASSACRE’ 
New York 1964 


Exemplar com 88 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Africa 
- ‘THE CONGO MASSACRE’ - Dr. Paul Carlson 
‘No scruples’ 
‘Last Rites’ 
‘The question’ 
‘Naked nuns’ 
‘To the Inner Station’ 
‘Gold reserves’ 
‘Simbas scrimshaw’ 
‘The Road to Wasolo’ 
‘Some exotica’ 


Preço: 37,50€; 

terça-feira, 31 de maio de 2022

Portugal & Ultramar - ‘OS PORTOS NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DE ANGOLA’, de Jorge Carlos Mestre - Lisboa 2008 - Muito Raro;






Portugal & Ultramar - As instalações portuárias no século passado em Angola, antiga província ultramarina portuguesa, e a sua importância para o desenvolvimento económico do território 


‘OS PORTOS NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DE ANGOLA’ 
De Jorge Carlos Mestre 
Edição 
Lisboa 2008 


Livro com 326 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



O AUTOR: 
“JORGE CARLOS RODRIGUES JÚLIO MESTRE, natural da aldeia de Vale de Santiago, freguesia do concelho de Odemira onde nasceu a 30 de Julho de 1926. Aí frequentou a instrução primária, após o que ingressou no Liceu Diogo de Gouveia, em Beja de onde no 2.* ano transitou para o Liceu Camões em Lisboa onde concluiu o correspondente curso.

Findo este matriculou-se no Instituto Superior Técnico onde concluiu o curso de engenharia civil em Julho de 1951. Em Agosto seguinte foi frequentar na Escola Prática de Engenharia, em Tancos o curso de oficial miliciano tendo a seguir sido colocado no Regimento de Engenharia 1 em Lisboa, onde até Agosto de 1952 cumpriu o serviço militar. 

De Novembro de 1952 a Dezembro de 1954, primeiro como assalariado e depois, como contratado, exerceu funções nos Serviços Técnicos da Câmara Municipal de Almada. Tendo concorrido para o quadro de engenheiros das Juntas Autónomas dos Portos, por ter escolhido exercer a sua actividade nessa área, em 1955 ingressou na Junta Autónoma do Porto de Setúbal.

Em 1956, trabalha na Junta Autónoma dos Portos do Distrito de Ponta Delgada; em 1957, na Junta Autónoma dos Portos do Barlavento do Algarve; em 1958 na Junta Central dos Portos, então criada; de 1959 a Março de 1962, na Brigada de Estudo do Porto de Luanda, para onde fora nomeado como engenheiro adjunto e, da qual é nomeado chefe em 1960. Nomeado Presidente da Câmara Municipal de Luanda, até fins de 1966 e Presidente da Junta Provincial de Electrificação de Angola até 1970; Secretário Provincial de Obras Públicas de Angola até 1973 e, nomeado em Maio de 1972, Inspector Superior de Obras Públicas e Comunicações. De 1977 a 1987 exerceu funções de Administrador do Porto de Lisboa.“ 



Do ÍNDICE: 

Memória 
Nota Prévia 
PREFÁCIO 
Considerações gerais 


I - CABINDA 
- Necessidade de obras portuárias 
BAÍA DE LÂNDANA 
- Estudos da Brigada de Portos de Angola (1932) 
- Estudos do engenheiro Afonso de Melo Cid Perestelo (1939) 
- Projecto de Ponte-cais (1949) 
- Construção da Ponte-cais (1951) 
- Estudos de arranjo dos espaços fluviais e terrestres do porto (1951) 
- Missão de estudos das comunicações fluviais e marítimas do encrave de Cabinda (1957) 
- Apreciação pelo Conselho Superior de Fomento Ultramarino (1959) 
- Anteprojecto das obras exteriores do porto de Lândana e fixação da foz do Chiloango (1960) 
- Apreciação do anteprojecto pelo Conselho Superior de Fomento Ultramarino (1961) 
- Projecto e construção da ponte-cais (1967) 
BAÍA DO MALEMBO 
BAÍA DE CABINDA 
- Projecto da ponte-cais (1948) 
- Construção da ponte-cais (1955) 
- Planeamento portuário do distrito de Cabinda 
- Estudo do porto de longo curso 
- Estudo do porto de cabotagem complementar 
- Projecto das obras acostáveis do porto de longo curso (1971) 

II - RIO ZAIRE 
Estudo de um porto no rio Zaire (1950) 
NÓQUI 
Santo António do Zaire

III - AMBRIZETE 
- Projecto de instalações portuárias (1957) 
- Construção das instalações portuárias (1959) 

IV - AMBRIZ 

V - BAÍA DO BENGO 
- Estudos de porto petroleiro (1956) 
- Estudos do porto de pesca de Luanda (1966) 
- Plano do porto de pesca do Cacuaco (1972) 

VI - BAÍA DE LUANDA 

VII - BAÍA DE BENGUELA VELHA - PORTO AMBOÍM 
- Contrato com a Companhia de Caminhos-de-Ferro de Amboím 
- Movimento de mercadorias 

VIII - NOVO REDONDO 
- Movimento no porto 

IX - BAÍA DO LOBITO 

X - BAÍA DE BENGUELA 
- Anteprojecto da ponte-cais (1953) 
- Projecto de ponte-cais (1953) 
- Projecto da ponte-cais (1957) 
- Concurso público para a execução do projecto (1959) 

XI - BAÍA DE MOÇÂMEDES 
Antecedentes históricos 
Construção do Caminho de Ferro para a Huíla 
Configuração da Baía 
Estudo de obras acostáveis do 1.* tenente Manuel Pires de Matos (1942) 
1. Estudo e anteprojecto de obras do porto de Moçâmedes do Eng. António José Garcia de Miranda Guedes (1948) 
2. Execução das obras 
3. Complementos ao projecto da empreitada 
4. Instalações portuárias para o tráfego de minérios 
5. Instalações portuárias para a movimentação de minérios 
6. Estudo para o projecto de construção das instalações de carregamentos de minérios na enseada do Saco 
7. Ampliação das instalações portuárias para o tráfego de minérios 
Dragagens 
8. Movimento das instalações de carregamento 
9. Atribuição de designação das instalações de carregamento de minérios 
10. Movimento do porto de Moçâmedes 

XII - BAÍA DE PORTO ALEXANDRE 
Situação geral da pesca em Angola 
Porto de entrada de pescado 
Porto de exportação de peixe industrializado 

XIII - BAÍA DOS TIGRES 
1. Condições naturais 
2. O porto de pesca de S. Martinho dos Tigres 
3. Aeródromo actual 
4. O futuro porto 
5. Problemas urbanísticos 
6. Problemas portuários 
7. Defesa do istmo 
8. Porto militar 
9. Implantação da cidade e do porto de comércio 
10. O Porto 

Bibliografia 


Preço: 77,50€; 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘ELITES MILITARES - E a guerra de África’, de Manuel Godinho Rebocho - Lisboa 2009 - MUITO RARO;















Portugal & Guerra do Ultramar - Um estudo aprofundado sobre as elites militares das Forças Armadas portuguesas no período dos conflitos nas antigas províncias ultramarinas do continente africano entre 1961  e o fim do império em 1975 


‘ELITES MILITARES - E a guerra de África’ 
De Manuel Godinho Rebocho 
Prefácio de Manuel Joaquim Calhau Branco 
Imagem da capa de Zé Manel 
Edição Roma Editora 
Lisboa 2009 


Livro com 506 páginas (486 + XX), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“O dado fulcral, que faz da obra de Manuel Rebocho um caso singular, escorado basicamente em procedimentos metodológicos da ‘nova’ sociologia, a observação-acção, ou melhor a observação empenhada, como dela disse Adriano Moreira durante a discussão académica, é o ponto de partida do investigador; foi a sua participação e envolvimento directo na guerra que, anos depois, viria a despoletar o seu interesse sociológico no tema, a ponto de a estudar e de apresentar a escrutínio doutoral os resultados a que chegou. 

Se è verdade que a guerra colonial demorou alguns anos a tornar-se tema ficcional, já hoje há obras bastantes, particularmente testemunhos pessoais mais ou menos friccionado, que permitem uma visão global sobre a vida no teatro de operações. O mesmo não pode dizer-se quanto a estudos académicos sobre o interior da instituição que fez a guerra, as Forças Armadas. Este trabalho de Manuel Rebocho vem iluminar zonas das nossas últimas campanhas em África que até agora se mantinham na sombra.“ 
Manuel Joaquim Calhau Branco (In PREFÁCIO) 


O AUTOR: 
“MANUEL GODINHO REBOCHO nasceu a 4 de Dezembro de 1949, numa aldeia próxima de Évora. É Eng. agrónomo, Mestre em economia agrícola e Doutorado em sociologia (ramo sociologia da paz e dos conflitos). 

Ingressou como voluntário nas Tropas Pára-quedistas aos 18 anos. Efectuou o antigo 5.* ano dos Liceus durante a sua comissão de serviço na Guiné, entre 1972 e 1974. Preparou-se para os exames do antigo 7.* ano dos liceus durante a sua prisão, resultante dos acontecimentos de 25 de Novembro de 1975, de cujos actos  foi judicialmente ilibado. Por ordem do então Chefe do Estado-Maior da Força Aérea permaneceu em residência fixa até 1982, o que o impediu de ingressar na Academia Militar, em 1976. Como alternativa à Academia, e com a devida autorização judicial, ingressou na Universidade de Évora, em 1976. 

É sargento-mor pára-quedista, na reserva, à qual passou por limite de tempo no posto (oito anos).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

NOTA DO AUTOR 
PREFÁCIO 


INTRODUÇÃO 

I - ENQUADRAMENTO DA INVESTIGAÇÃO 
1. Abordagem prévia 
2. Princípios seguidos na investigação 
3. Conceitos-base 
4. Conceitos operacionais 

II - A FORMAÇÃO BASE DAS ELITES MILITARES 
1. A situação africana: do fim do século XIX à Conferência de Bandung 
2. As reformas militares 
3. As Elites Militares e os avisos da NATO 
4. A origem social do corpo de oficiais 
5. A formação militar de base 
6. A formação em acção psicológica 
7. As tropas pára-quedistas 

III - A GUERRA DE ÁFRICA E O DESEMPENHO DAS ELITES MILITARES 
1. A guerra portuguesa e as outras guerras 
2. A ‘africanização’ portuguesa 
3. O sistema de forças: Forças em quadrícula e forças de elite; tropas de reforço e tropas nativas 

IV - O COMPORTAMENTO DAS ELITES MILITARES NO PÓS-MARCELISMO 
1. No 25 de Abril 
2. Nos dias seguintes 

V - CONCLUSÕES 
1. Elites hierárquicas 
2. Elites combatentes 
3. Estado-Maior 
4. Resumo conclusivo 

POSFÁCIO / TESTEMUNHOS 
Siglas 

FONTES E BIBLIOGRAFIA 
1. Monografias 
2. Outras monografias 
3. Teses de doutoramento 
4. Artigos 
5. Trabalhos e documentos militares 
6. Imprensa 
7. Legislação diversa 
8. Sítios consultados na internet 
9. Personalidades consultá-las por escrito 

ÍNDICE DOS DIAGRAMAS, MAPAS, QUADROS E ANEXOS 
QUADROS 

ANEXO 
LISTAGEM DAS ELITES MILITARES 
1. - Generais 
2. - Comandantes de Agrupamento 
- Brigadeiros 
- Coronéis 
- Tenentes-coronéis 
3. - Comandantes de Batalhão 
- Tenentes-coronéis 
- Majores 
4. - Comandantes de Companhias Pára-quedistas 


Preço: 52,50€; 

Angola & Guerra do Ultramar - ‘DISCURSO DO EMBAIXADOR VASCO GARIN NA ONU’ - Lisboa 1961 - MUITO RARO;









Angola & Guerra do Ultramar - Discurso do embaixador de Portugal na ONU, logo após os acontecimentos de 4 de Fevereiro de 1961, quando angolanos conotados com a UPA assaltaram esquadras e prisões em Luanda e dias antes Henrique Galvão tinha desviado o transatlântico ‘Santa Maria’… 


‘DISCURSO DO EMBAIXADOR VASCO GARIN PERANTE O CONSELHO DE SEGURANÇA EM 10 DE MARÇO DE 1961’ 
Edição da Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1961 


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO  RARO.


Da intervenção: 
“(…)  

Na noite de 3 para 4 de Fevereiro, às 2,30 da madrugada, na cidade de Luanda - onde como de resto em toda a província de Angola não havia surgido qualquer desacato ou distúrbio e onde a vida corria com tranquilidade normal -, pequenos grupos de bandidos armados com catanas, pistolas e metralhadoras ligeiras, em acção simultânea, atacaram a Casa de Reclusão Militar, a Prisão Civil, e uma esquadra da Polícia de Segurança Pública, que é a Polícia uniformizada ou mais simplesmente a polícia urbana. 

A coberto da noite e devido ao facto de não estarem em vigor quaisquer medidas especiais de segurança - e obviamente nenhumas medidas especiais de segurança vigoravam devido à completa calma e tranquilidade de Luanda, calma que persiste agora depois dos incidentes - os assaltantes conseguiram matar as sentinelas da esquadra da Polícia e da Prisão Civil de S. Paulo. Lançaram então o seu ataque aos três edifícios. Soou o alarme e a luta começou. Como resultado, e além das sentinelas assassinadas pelos assaltantes, alguns agentes da polícia urbana e da polícia militar foram gravemente feridos e ainda se encontram hospitalizados. Entre os feridos com maior gravidade encontram-se três agentes da polícia de raça africana.  

(…) Neste incidente perderam a vida 7 agentes da autoridade e 4 foram gravemente feridos; dos assaltantes 9 morreram e 14 sofreram ferimentos. 

(…) No día 5 de Fevereiro cerca de 50 mil pessoas - portugueses de origem europeia e africana - acompanharam o funeral das vítimas dos assaltos.

(…) 
Os organizadores sabiam que os actos de terrorismo não encontrariam qualquer clima favorável por parte da população de Luanda, qualquer que ela fosse. (…) As investigações que decorrem já conduziram à prisão de três europeus; a responsabilidade de um deles na organização do assunto está já definida. Trata-se de um europeu de baixo calibre moral e comunista convicto.

De facto, o armamento apreendido aos assaltantes em Luanda era de origem estrangeira - as marcas de fabrico estão perfeitamente identificadas - que não corresponde a qualquer tipo de armamento utilizado pelas Forças Armadas ou a polícia portuguesa. Estas armas foram clandestinamente introduzidas do exterior. 

Esta manhã o representante soviético revelou que um agitador comunista de nome Andrade solicitara o apoio da União Soviética; mas não nos revelou a resposta a tal solicitação.

(…)“ 



Preço: 25,00€; 

África & História - ‘ÉBANO - NA ROTA DOS ESCRAVOS’, de Alberto Vázquez-Figueroa - Lisboa 1976 - Raro;





África & História - Uma obra sobre a escravatura moderna no continente africano, praticada e tolerada perante todos e à luz do dia….


‘ÉBANO - NA ROTA DOS ESCRAVOS’ 
De Alberto Vázquez-Figueroa 
Edição LÍBER 
Lisboa 1976 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro.


Da contracapa: 
“ ‘ÉBANO - NA ROTA DOS ESCRAVOS’, de Alberto Vasquez-Figueroa 

Uma obra tremendamente realista de ritmo quase cinematográfico.
À acção dramática e envolvente acrescenta o autor uma constante e lúcida reflexão sobre as chocantes realidades do continente africano.
O tráfico de escravos, escandalosamente praticado e tolerado, em pleno século XX, é o fulcro desta Novela que, a par da qualidade narrativa, constitui uma denúncia veemente da demissão dos poderes instituídos perante um tal flagelo.“ 
O Editor 



Preço: 15,00€; 

Igreja & Política Internacional - ‘FRAUDE NOS TRIBUNAIS ECLESIÁSTICOS’, de António Aradillas - Lisboa 1975;





Igreja & Política Internacional - O problema do funcionamento dos Tribunais Eclesiásticos e da própria Igreja nos conflitos que a sociedade actual e moderna vai enfrentando quotidianamente 


‘FRAUDE NOS TRIBUNAIS ECLESIÁSTICOS’ 
De António Aradillas 
Edição Líber - Editorial Portugal Brasil , L.da 
Lisboa 1975


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Da Abertura: 
“Para aqueles homens e aquelas mulheres que, tendo tido necessidade de apresentar processo de anulação ou de separação nos Tribunais Eclesiásticos, sofreram dilações inconsideradas, trato pouco pastoral ou tiveram necessidade de fazer gastos económicos injustos. Para aqueles que, apesar disso,  continuaram a ter fé na Igreja como mistério da salvação na liberdade e no direito à felicidade e para aqueles que perderam tal fé.“ 


O AUTOR: 
“ANTÓNIO ARADILLAS, sacerdote e jornalista, chefe de redacção do diário ‘PUEBLO’, de Madrid, e ex-Conselheiro nacional das Mulheres da Acção Católica, é autor de uma vintena de livros, entre os quais se distinguem os seguintes títulos: 
- ‘SIM, MULHER’; 
- ‘CONCÍLIO E VIDA CRISTÃ’; 
- ‘A FAMÍLIA EM DIRECTO’; 
- ‘COEDUCAÇÃO, CONTROLO DE NATALIDADE’; 
- ‘IMPACTE’; 
- ‘IGREJA, NOVA FRONTEIRA…’.“ 



Do ÍNDICE: 

Apresentação 

- MOTIVOS 
- CASOS 
- OS TRIBUNAIS ECLESIÁSTICOS COMO INSTITUIÇÃO 
SUA COMPOSIÇÃO. FUNCIONAMENTO, ESTRUTURAS E PESSOAS 
- NECESSIDADE DA SUA REFORMA À LUZ DO CONCÍLIO VATICANO II
- O CASO ESPECIAL DOS TRIBUNAIS ESPANHÓIS 
- MULHERES SEPARADAS 
- FALA UM ADVOGADO 
- UMA TENTATIVA DE SOLUÇÃO: A REFORMA DE TARANCÓN 
- A REFORMA E AS SUAS POSSIBILIDADES 
- A DENÚNCIA NA IMPRENSA 
- UMA SOLUÇÃO IDEAL CONSEGUIDA NA PRÁTICA 


Preço: 15,00€;