terça-feira, 10 de maio de 2022

Angola & Paz - Revista ‘ÁFRICA NOTÍCIAS’, n. 19 - Julho de 1991 - (‘FINALMENTE A PAZ EM ANGOLA’) - Lisboa 1991 - Muito Raro;

























Angola & Paz - A revista dedica grande parte da sua edição ao ‘Acordo de Bicesse’, assinado em Maio de 1991 no Estoril em Portugal, entre o governo de Luanda do MPA e a oposição armada da UNITA, com a presença do Presidente José Eduardo dos Santos e de Jonas Savimbi 


Revista ‘ÁFRICA NOTÍCIAS’, n. 19 - Julho de 1991.
‘FINALMENTE A PAZ EM ANGOLA’ 
Lisboa 1991 


Revista com 80 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Temas em destaque: 
O ‘Acordo de Bicesse’ entre MPLA e UNITA 
- ‘FINALMENTE A PAZ EM ANGOLA’ 

Angola 
- ‘O FIM DA GUERRA GERA CLIMA DE GRANDE EXPECTATIVA’, por António Pereira 
Angola vive momentos de euforia, e tem razões para isso. Após 16 anos de guerra fratricida que destruiu parcialmente o país, os dois principais protagonistas, José Eduardo dos Santos e Jonas Savimbi assinaram o Acordo de paz de Lisboa, comprometendo-se, ante a comunidade internacional, a cumprir na íntegra os pontos estabelecidos. Que mais poderia esperar um país considerado potencialmente entre os mais ricos do mundo? 
Quanto à mediação portuguesa, irá saborear por muito tempo os louros conseguidos pela sua diplomacia, representada pelo lúcido secretário de Estado, Durão Barroso. 
- Uma independência atribulada 
- A ‘ajuda providencial’ de Cuba 
- Gbadolite: sol de pouca dura 
- Évora: a viragem 
- O factor Barroso 
- Arestas por limar 

- ‘ANGOLA DEPOIS DA GUERRA’ 
Confirmando a irreversibilidade do Acordo assinado em Bicesse, a UNITA realizou o seu primeiro comício em Luanda, desde a proclamação da independência, em 1975, sem que se tivessem registado incidentes. Ao mesmo tempo, o MPLA elegia Marcolino Moco, novo secretário-geral, deixando a José Eduardo dos Santos a tarefa de se preparar convenientemente para as eleições do próximo an, que poderão reconduzi-lo ao poder…

- ‘MARCOLINO MOÇO NOVO LÍDER DO MPLA’ 
Com 38 anos, licenciado em Direito, membro do BP, ex-Comissário Provincial do Huambo e Bié e ex-Ministro da Juventude e Desportos 

- ‘ANGOLA: ENTRE A GUERRA E A PAZ’, por Domingo Amuchástegui 
- Um arranjo negociado 
- Guerra e economia 
- Experiência do SEF 
- Fase crucial 

Entrevista com Paulino Pinto João 
- ‘TEMOS DE ACABAR COM A INTOLERÂNCIA POLÍTICA’
Por João de Barros 
Paulino Pinto João é actualmente um dos líderes da Convenção Democrática, uma das formações políticas que se prepara para disputar as primeiras eleições pluripartidárias em Angola. Tendo ocupado sempre altos cargos no governo desde os primeiros anos da independência, Paulino Pinto João ganharia notoriedade nos últimos tempos como o homem forte da comunicação social do governo angolano, funções em que veio a ser afastado.

Entrevista de Hendrik Vaal Neto (ex-dirigente da FNLA) 
- ‘O MPLA TRANSFORMOU-SE NUMA FRENTE AMPLA’ 
Por João de Barros 
Ex-dirigente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e exilado durante muitos anos nos Estados Unidos, Hendrik Vaal Neto converteu-se na grande ‘vedeta’ do último Congresso do MPLA. Hoje, no prelúdio de um reencontro com os seus ex-companheiros de luta, agora na oposição, Hendrik Vaal Neto não se mostra arrependido da sua opção e afirma convictamente a ‘ÁFRICA NOTÍCIAS’: “Na conjuntura angolana actual, não há nenhum outro partido que tenha demonstrado tanta força, tanta experiência, tanta democracia no seu seio em tão pouco tempo…” 

Entrevista com Luís de Passos, líder do PRD angolano 
- “ALGUÉM TINHA DE FICAR A DEFENDER OS NOSSOS IDEAIS’ 
Olhando para a personagem que tínhamos à nossa frente invadia-nos a sensação de estarmos perante um mito. Luís de Passos é o homem que após o fracasso da tentativa de golpe encabeçado por Nito Alves, em 27 de Maio de 1977, desapareceu misteriosamente, face à autêntica ‘caça às bruxas’ que se moveu aos implicados e que, também misteriosamente, reapareceria mais tarde dirigindo um partido, o PRD, que se aguarda promissor na contenda política. 

Ex-Secretário de Estado dos EUA
- ‘CROCKET DEFENDE COOPERAÇÃO MPLA-UNITA’ 


Guiné-Bissau 
- ‘SITUAÇÃO POLÍTICA EM STAND-BY’ 

Moçambique 
- ‘TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO’  

Os Cinco - PALOP’s
- ‘REUNIÃO DA COMISSÃO MINISTRIAL’ 

África do Sul 
- ‘ABOLIDA A LEI DA SEGREGAÇÃO RACIAL’ 

- ‘ÁFRICA: 30 ANOS DE INDEPENDÊNCIA - OS FRACASSOS DA DESCOLONIZAÇÃO’ 
Por Tessy D. Bakari 

Guiné-Bissau 
- ‘RENOVAÇÃO FICOU PELO ENSAIO DA DEMOCRATIZAÇÃO INTERNA DO PAIGC’
Por Pedro Quadé 
Renovação sob vários prismas de entendimento 
- ‘OS QUE SAÍRAM’ - Manuel Barcelos; Carmen Pereira; Manecas dos Santos; Adriano Ferreira; Agnelo Regala; Filinto Barros; 

- ‘ÁFRICA: QUANDO DEUS NÃO DORME’
Por Delfim da Silva 

Literatura 
- ‘PRÉMIO CAMÕES PARA JOSÉ CRAVEIRINHA’ 

Angolaritmo 
- ‘CARLOS BURITY LANÇA UM DOS MAIORES SUCESSOS DA DISCOGRAFIA ANGOLANA’, por Elísio Costa 


Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Moçambique & Guerra Colonial - LOTE DE 5 livros sobre WIRIYAMU - MUITO RAROS;





Moçambique & Guerra Colonial - Um conjunto de obras sobre o controverso acontecimento que ocorreu numa pequena aldeia nas proximidades de Tete, entre os aldeões e uma companhia de comandos portugueses que cometeram um massacre aind hoje não completamente esclarecido 


LOTE DE 5 livros sobre WIRIYAMU  


1. - ‘WIRIYAMU - Het verslag van de massamoord in Mozambique’ 
By Adrian Hastings 
Edition Angola Comité / Zomer & Keuning 
Amestardam 1974 

Livro em língua holandesa, com 160 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 

Do ÍNDICE: / INHOUD: 
Woord vooraf door dr. Bas de Gaay Fortman 
INLEIDING 
1. Mozambique, van verleden tot heden 
2. Van mei 1971 tot december 1972 
3. 16 december 1972 
4. Verantwoordelijkheid 
5. Waar staat de kerk? 
6. De weg naar Jericho 
Appendix 1 - Het concordaat, de missie-overeenkomst en het missie-statuut 
Appendix 2 - Belangrijkste attikelen in de pers 



2. - ‘WIRIYAMU - My Lai in Mozambique’ 
By Adrian Hastings 
Edition ORBIS BOOKS 
New York 1974 

Livro em língua inglesa, com 154 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 

Do ÍNDICE: / CONTENTS: 
INTRODUCTION 
1. Mozambique, past to present 
2. May 1971 to December 1972 
3. December 16, 1972 
4. Responsibility 
5. Where does the Church stand? 
6. The road to Jericho 
Apendix: Relevant sections of the Concordat Missionary Agreement and Missionary Statute 



3. - ‘WIRIYAMO - O MASSACRE’ 
De Luís Adriano Guevane 
Edição Instituto Nacional do Livro e do Disco 
Maputo 1984 

Livro de Banda Desenhada, com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 



4. - ‘WIRIYAMU’ 
De Adrian Hastings 
Edição Afrontamento 
Porto 1974 

Livro com 150 páginas, ilustrado com mapas e e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Do ÍNDICE: 
PREFÁCIO À EDIÇÃO PORTUGUESA 
INTRODUÇÃO 
Capítulo 1 
Moçambique do passado ao presente 
Capítulo 2 
De Maio de 1971 a Dezembro de 1972 
Capítulo 3 
16 de Dezembro de 1972 
Capítulo 4 
Responsabilidade 
Capítulo 5 
Qual a posição da Igreja 
Capítulo 6 
A estrada de Jericó
ANEXOS: 1 - Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa; 2 - Estatuto Missionário; 3 - Principais artigos na imprensa; 4 - O massacre do régulo Gandali; 5 - Comunicado da Secretaria da Diocese de Nampula; 6 - Relatório de Inhaminga; 



5. - ‘O MASSACRE PORTUGUÊS DE WIRIAMU (Moçambique 1972)’
De Mustafah Dhada 
Edição Tinta da China 
Livro 2016 

Livro com 388 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
Do ÍNDICE: 
PREFÁCIO À EDIÇÃO PORTUGUESA 
Por Boaventura de Sousa Santos 
PREFÁCIO 
Por Peter Pringle 
Nota do Autor 
Agradecimentos 
Fotografias e mapas 
1. INTRODUÇÃO 
- Política de exílio e diplomacia 
- O enquadramento da narrativa 
2. BALANÇO DA LITERATURA EXISTENTE 
- As fontes escritas e as suas limitações 
- A guerra e Wiriyamu nas fontes portuguesas 
- A igreja e outros arquivos públicos 
- Literatura que comprova os massacres 
- Duas perspectivas sobre Wiriyamu 
- Textos sobre negação e dúvidas 
- Narrativas ficcionais: análise de duas obras 
3. AS FONTES ORAIS 
- O ensaio 
- A falsa partida 
- O trabalho no terreno 
- Entrevistas longe do terreno 
- O impulso final 
4. A LUTA NACIONALISTA E A GUERRA COLONIAL EM MOÇAMBIQUE 
- Geografia, guerra e Wiriyamu 
- Uma liderança formadora 
- Diplomacia nacionalista, lutas internas e morte 
- A contra-subversão portuguesa e o render da guarda 
- A relevância da água na guerra de Tete 
- Wiriyamu num ponto de não retorno 
5. A IGREJA EM TETE 
- O bispo Soares de Resende e a escassez de sacerdotes 
- A portugalização e o seu impacto na Igreja 
- As relações entre a Igreja e o Estado em Uncanha 
- O conflito sobre os sepultamentos 
- A corte da FRELIMO aos padres 
6. A IGREJA E A VIOLÊNCIA EM MASSA 
- Os missionários e a violência em massa 
- A reacção das paróquias à luta de libertação 
- O protesto dos missionários contra o silêncio 
- Os Padres de Burgos e o massacre de Mucumbura 
- As represarias dos portugueses 
- A prisão dos padres de Mucumbura 
7. A NARRATIVA DE WIRIYAMU: GÉNESE E REVELAÇÃO 
- As origens da história de Wiriyamu 
- Wiriyamu atravessa o oceano 
- O labirinto por detrás da publicação 
8. A REACÇÃO PORTUGUESA À NARRATIVA PÚBLICA 
- Negação e desmentidos 
- A resposta do grupo do London Times e do Sunday Times 
- Compreender o volte face na posição portuguesa 
9. WIRIYAMU ANTES DO MASSACRE 
- Wiriyamu e os destruidores 
- O triângulo de Wiriyamu à luz de uma perspectiva estrutural 
- Riachos, rios e charcos 
- O mundo dos espíritos e os fazedores de chuva 
- A vida na aldeia 
- Os barões do gado e os pobres 
- Os últimos dias 
10. ANATOMIA DOMASSACRE DE WIRIYAMU 
- Sadismo e fogo em Chaworcha 
- O súbito desaparecimento de Juwau 
- A extinção de Wiriyamu e o gesto de misericórdia de Antonino Melo 
- Djemusse em chamas antes do anoitecer 
- A contabilização das vítimas 
11. CONCLUSÃO 
Quadros 
Notas 
Bibliografia 
Índice remissivo 


Preço: VENDA DO LOTE COMPLETO - Consultar para valor do lote 
Temos alguns exemplares repetidos que vendemos de forma isolada. 

Portugal & Estado Novo - ‘CHAMA DA MOCIDADE’, de Baltazar Rebello de Sousa - Lisboa 1958 - MUITO RARO;









Portugal & Estado Novo - O autor, Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa, Ministro em várias pastas do Governo presidido por Marcelo Caetano  e Governador-Geral em Moçambique, pai do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa 


‘CHAMA DA MOCIDADE’ 
De Baltazar Rebello de Sousa 
Edição do Serviço de Publicações da M.P. 
Lisboa 1958 


Livro com 270 páginas, dedicatória e assinatura do autor, e em muito bom estado de conservação. Exemplar ainda por ‘abrir’. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Este exemplar tem uma dedicatória assinada pelo autor, dirigida ao Eng. Carlos Krus Abecassis. 


O AUTOR: 
“BALTAZAR LEITE REBELO DE SOUSA 
(Lisboa, Santos-o-Velho, 16 de Abril de 1921 – Lisboa, 1 de Dezembro de 2002) foi um médico, professor e político português do estado novo, figura de relevo da ditadura. Pai do atual presidente da república portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.

Família
Era filho único de António Joaquim Rebelo de Sousa (Cabeceiras de Basto, Pedraça, Paço de Vides, 8 de Abril de 1860 - 7 de Agosto de 1927), proprietário, e de sua segunda mulher Joaquina Leite da Silva (Celorico de Basto, Gandarela, São Clemente, 1896? - 16 de Abril de 1975).

Biografia
Licenciado em Medicina e diplomado nos cursos de Medicina Tropical e Medicina Sanitária, foi sub-inspector médico dos Serviços Médico-Sociais e da Federação das Caixas de Previdência.

Enquanto estudante Baltazar Rebelo de Sousa foi um ativo dirigente da Mocidade Portuguesa — comandante do Centro Universitário de Lisboa, seria depois chefe dos serviços culturais e diretor dos serviços de intercâmbio com o estrangeiro, vindo a ocupar interinamente o cargo de Comissário Nacional, enquanto Subsecretário de Estado da Educação Nacional, de 1955 a 1961, sendo chefe do governo António Salazar.

Foi secretário-geral dos Escoteiros de Portugal.

Foi secretário do gabinete do Ministro das Colónias Marcelo Caetano.

Em 1953 Baltazar Rebelo de Sousa foi eleito deputado à Assembleia Nacional, pelo círculo eleitoral de Évora e, em 1957, foi eleito pelo círculo de Braga. A 19 de Março de 1959 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo e a 3 de Janeiro de 1961 Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

A 16 de Fevereiro de 1967 foi elevado a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e a 15 de Julho de 1967 foi feito Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública.

Quando Marcello Caetano chega a presidente do Conselho, Baltazar Rebelo de Sousa é nomeado governador-geral de Moçambique (então província ultramarina de Portugal), logo em 1968, sucedendo a José Augusto da Costa Almeida. Foi substituído nesse cargo no ano de 1970, por Eduardo de Arantes e Oliveira.

De regresso à então metrópole, Lisboa, desempenhou funções de ministro-delegado do Presidente do Conselho para a Emigração e ocupou, sucessivamente, os cargos de Ministro da Saúde e Assistência, das Corporações e Previdência Social e, em 1973, a do Ultramar, até 1974. A 22 de Maio de 1971 foi elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.

Na sequência da revolução do 25 de Abril, tal como outros ministros e governantes da ditadura do Estado Novo, refugiou-se no Brasil onde viveu. Foi administrador de empresas no estado de São Paulo, leccionou em diversas universidades e pertenceu a várias associações culturais Luso-Brasileiras, tendo sido feito Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul.

Casamento e descendência
Casou em Lisboa em 1942 ou cerca de 1942, numa simples cerimónia apenas com dois dos seus amigos como testemunhas, numa união não aprovada pelos pais de ambos na altura, com Maria das Neves Fernandes Duarte (Covilhã, Conceição, 30 de Julho de 1920 - Lisboa, 8 de Março de 2003), assistente social, filha de Joaquim das Neves (Covilhã, Erada, 1 de Janeiro de 1874) e de sua mulher Maria Rosa Fernandes Duarte (Covilhã, 1889?), de quem teve três filhos:

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 de Dezembro de 1948)
António Jorge Duarte Rebelo de Sousa (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 31 de Maio de 1952)
Pedro Miguel Duarte Rebelo de Sousa (Lisboa, 29 de Abril de 1955), licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e advogado, casado em Braga, Bom Jesus do Monte, a 16 de Abril de 1977 com Ana Margarida Lobato de Faria Sacchetti (Évora, Sé e São Pedro, 26 de Outubro de 1956), filha de António de Vilas-Boas Romano e Vasconcelos Barreto Ferraz Sacchetti (filho do 3.º Visconde da Granja) e de sua primeira mulher Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria, de quem tem uma filha e um filho:
Mariana Lobato de Faria Sacchetti Rebelo de Sousa (São Paulo, São Paulo, 27 de Abril de 1979), licenciada em Direito e advogada, casada a 30 de Abril de 2005 com Nuno Miguel Cadima Oliveira
Afonso Lobato de Faria Sacchetti Rebelo de Sousa (São Paulo, São Paulo, 24 de Junho de 1981).”



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

A Juventude - Primeiro objectivo da revolução 
Doutrinar - Nossa primeira tarefa 
A Juventude e o Exército 
Rever para acertar o rumo 
Mocidade, obra de todos 
‘Todos como um só - por Portugal !’ 
Melhor educação na família, garantia do futuro 
Contamos com todos ao serviço da Juventude 
Que os chefes saibam cumprir 
Baden-Powell, educador da Mocidade 
Fiéis às tradições, voltados para o futuro 
Missão nacional da Mocidade Portuguesa 
Em prol da educação física 
Sob o signo da Juventude 
Sois chefes - Os melhores a servir, os primeiros a abrir caminho 
Mocidade, obra dos rapazes 
Presença na Universidade 
Ano Novo, ano diferente, ano melhor ! 
A Mocidade e o Ultramar 
A Academia de Coimbra 
Continuar - Palavra de ordem em todos os domínios 
Missão a cumprir, simplesmente 
Aqui é hoje - Deus e a Pátria 
Problemas da educação infantil 
Verdade. Justiça. Trabalho 


Preço: 62,50€; 

Angola & Guerra civil - Disco vinil - 'MASSACRE DE KIFANGONDO' (DIP-MPLA) - Luanda 1976 - MUITO RARO;




 



Angola - A música ao serviço da revolução e do MPLA no período pós independência 


Disco vinil 'SINGLE' - 'MASSACRE DE KIFANGONDO' 
Editado pelo DIP-MPLA
Luanda 1976



Rm muito bom estado de conservação a capa e o vinil.
De muito, muito disícil localização.
MUITO RARO.

Lado A
'O MASSACRE DE KIFANGONDO'

Lado B
'HINO DA UNTA'; - 'ASSIM CLAMAVA ESGOTADO'*; - 'HAVEMOS DE VOLTAR'*;

* - Poemas de Agostinho Neto.

Para ouvir, aqui:
https://soundcloud.com/angola45/o-massacre-de-kifangondo


Santocas “O Massacre de Kifangondo” (MPLA/DIP, 1976)

As scheduled, 38 years ago, on November 11, 1975, MPLA’s (the People’s Movement for the Liberation of Angola) Agostinho Neto, from Luanda, officially proclaimed Angola’s independence. He was not alone. Holden Roberto, the FNLA (National Front for the Liberation of Angola) leader, was declaring it from Ambriz, while UNITA’s (National Union for the Total Independence of Angola) Jonas Savimbi was professing as much from Nova Lisboa (now, Huambo). A sign of things to come. So it would be naive to dedicate a post to the occasion. Instead, here’s a song by the unapologetic Santocas (easily recognizable, although the single, released by MPLA’s DIP – Department of Information and Propaganda with ref# S002, was issued without any credits – btw, more on Santocas in future posts) that epitomizes not only Angola’s but also the world’s conflicts. “O Massacre de Kifangondo” refers to a complex and decisive battle that took place just a day before these events, on November 10, 1975, involving FNLA’s forces aided by the Zairean and South-African armies, and the victorious MPLA troops (the FAPLA) backed by Cuban soldiers and Soviet Union officials. Further south, UNITA had the military support of the USA. Yes, all pieces were in place.

Santocas sings that the Kifangondo massacre – allegedly perpetrated by FNLA – will not be forgotten: “These barbarians still rape and torture children/ They’re lackeys paid with American dollars/ These Judas will have to be judged / By the people”. So, Angolans were independent. They were also finding out that the liberator could become the oppressor.


Preço: 127,50€; 

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Descolonização & Guerra Civil - 'ANGOLA - COMANDOS ESPECIAIS CONTRA CUBANOS', de Gilberto Santos e Castro e outros - Lisboa 1978 - Muito Raro;












 









Angola - A FNLA reforçada pelos comandos portugueses liderados por Gilberto Santos e Castro contra o MPLA e cubanos


'ANGOLA - Comandos especiais contra cubanos'
De Gilberto Santos e Castro
Pedro Silva, Francisco Esteves e Valdemar Moreira 
Braga Editora
Braga 1978


Livro com 190 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PORQUE NÃO CONQUISTAMOS LUANDA 
"Estamos em Agosto de 1975.
Um pequeno grupo de portugueses desembarca em Angola para ajudar a impedir a sua entrega ao colonialismo soviético.
Eram poucos.
Iriam porém, mostrar em valentia sem par e altruísmo sem preço a vontade de todo o povo real que, (...) todos assistimos à maior mentira do século: a 'independência' de Angola!"

Parte do texto de Gilberto Santos e Castro.
Aqui se explica a retirada dos conselheiros sul africanos e o fim do apoio logistico e financeiro dos EUA.


Esta é a história dos comandos portugueses que em 1975, sob a liderança do coronel comando Gilberto Santos e Castro se juntaram à FNLA no norte de Angola para lutar contra o MPLA e o exército cubano.

Neste livro, dedicado aos portugueses que se juntaram numa primeira fase às tropas de Holden Roberto e da FNLA no norte de Angola, Gilberto Santos e Castro e os restantes autores relatam a sua actividade na luta contra os cubanos e o MPLA, tendo como objectivo combater o expansionismo marxista russo-cubano.

Além de um exército muito mal organizado e armado, o ELNA, depararam com medidas políticas do recem falecido líder da FNLA, Holden Roberto, que acabou por ditar a contratação de centenas de mercenários, que acabaria com o triste espectáculo que foi o fuzilamento de alguns desses 'soldados da fortuna' às ordens do célebre CALLAN, à captura deste pelas FAPLA e cubanos em Fevereiro de 1976 e a toda a encenação que foi o julgamento dos mercenários em Luanda.

Os comandos portugueses então mobilizados pelo seu fundador, na ordem de centenas, na sua maioria brancos que tinham servido no exército português na guerra colonial em Angola, reunidos em torno do ELP (EXÉRCITO DE LIBERTAÇÃO DE PORTUGAL), ainda conseguiram esboçar uma reorganização das forças militares de Holden Roberto e deram alguma resistência e até avançaram a caminho de Luanda.

Repentinamente, o descalabro total. Neste livro, Gilberto Santos e Castro conta alguns dos motivos que causaram esse fracasso.

Há também um relato do que seria o embrião da RENAMO na Rodésia e a sua reorganização e que o autor acompanhou desde o início.



ÍNDICE:

PORQUE NÃO CONQUISTAMOS LUANDA 
Texto de Gilberto Santos e Castro 

INTRODUÇÃO 
COMANDOS ESPECIAIS EM ANGOLA 
- Portugueses matam portugueses 
- Cubanos, Checos e Hungaros... socorrem o MPLA 
- Cubanos atacam com misseis 
- Um combate aéreo 
- O ataque à rádio comunista 
- O corredor da morte 
- Intervêm os técnicos russos 
- Objectivo Luanda 
- Contra os canhões marchar, marchar... 
- O princípio do fim 
- Os sul agricanos desertam em pleno combate 
- Os cubanos atacam no dia de Natal 
- 'Callan' o mercenário 
- Holden roberto 'mercenariza' a guerra de Angola 
- Os mercenários pavoneavam-se... 
- 'Calan' fuzila os seus mercenários 
- A retirada final 

COMANDOS ESPECIAIS EM MOÇAMBIQUE
- O primeiro combate 
- A luta continua! 



Preço: 42,50€; 
Nota: fotografias ilustrativas da matéria. 

Portugal - ‘O COLÉGIO NUN’ÁLVARES EM TOMAR’, de Anabela Mendes Moreira e Inês Domingues Serrano - Tomar 2021;






Portugal - O CNA (Colégio Nun’Álvares de Tomar) foi uma instituição de grande renome no ensino privado no país, fundado por um pequeno grupo de professores, tendo como seu grande impulsionador o Dr. Raúl Lopes - seu primeiro director - e exemplo de empreendorismo económico/financeiro e escolar 


‘O COLÉGIO NUN’ÁLVARES EM TOMAR’ 
Projectos e Obras 
De Anabela Mendes Moreira e Inês Domingues Serrano 
Digitalização de imagens, Laboratório de Fotografia do IPT 
Edição da Câmara Municipal de Tomar 
Tomar 2021


Livro com 100 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


O Colégio Nun’Álvares de Tomar, com as suas seções masculina e feminina foi um dos mais importantes estabelecimentos de ensino privado que funcionou entre as décadas de 50 e 80, por onde passaram milhares de jovens alunos portugueses e oriundos das antigas províncias ultramarinas portuguesas e muitos deles acabaram por fazer parte das elites políticas e até governativa, tendo tido um importante papel no desenvolvimento económico do concelho e contribuído para a sua divulgação pelos quatros cantos do mundo. 

O edifício, ainda hoje na sua maioria existente - alguns sectores foram demolidos para a construção de novos equipamentos - é um marco histórico para os seus professores, funcionários e alunos, que realizam todos os anos, a 1 de Dezembro, uma romagem ao local e um convívio com almoço e variedades. 

A sua localização na cidade de Tomar, fica entre a Praceta Dr. Raúl Lopes (entrada principal do CNA), Rua coronel Garcês Teixeira e Rua D. Lopo Dias de Sousa. Os projectistas dos edifícios foram: Amândio Pinto Marcelino (arquitecto), João Pedro de Figueiredo da Mota Lima (arquitecto) e Raúl dos Santos Coito (agente técnico de construção civil e minas). O sector feminino era um edifício, actualmente em ruínas e propriedade da autarquia, situado na Rua Marquês de Pombal. 



Do ÍNDICE: 

Nota de Abertura 
APRESENTAÇÃO 

1. - INTRODUÇÃO 
1.1 O Plano de 38 para os liceus do Estado Novo 
1.2 O modernismo no programa escolar 
2. - O COLÉGIO NUN’ÁLVARES, EM TOMAR 
2.1 A fundação 
2.2 As novas instalações escolares 
2.2.1 - O Plano de Urbanização da cidade e a localização do CNA
2.2.2 - Fases de construção e esquema funcional do complexo educativo 
- Primeira fase de construção - corpo central e ala norte 
- Segunda fase de construção - ala sul e ângulo sul do corpo central 
- Terceira fase de construção - prolongamento das alas norte e sul 
- Ginásio / Salão de Festas 
- Piscina 
2.2.3 - Projectos complementares 
- Bloco residencial para professores 
- Capela 
- Bairro para os funcionários 
2.3 O fim do Colégio Nun’Álvares 
3. - BREVE BIOGRAFIA DOS PROJECTISTAS 
4. - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 


Preço: 27,50€;