segunda-feira, 2 de maio de 2022

Angola & MPLA - Revista ‘NOVEMBRO’ - ESPECIAL - n. 3 - Setembro de 1979 - (‘GLÓRIA AO IMORTAL GUIA DA REVOLUÇÃO’) - Luanda 1979 - MUITO RARO;












 





 





 







 






Angola & MPLA - Em edição especial, esta revista foi dedicada à vida de Agostinho Neto, o primeiro Presidente da República após a independência em 11 de Novembro de 1975 e a sua morte em Moscovo a 10 de Setembro de 1979 e o seu funeral de Estado em Luanda 


Revista ‘NOVEMBRO’ - ESPECIAL - n. 3 - Setembro de 1979. 
‘GLÓRIA AO IMORTAL GUIA DA NOSSA REVOLUÇÃO’ 
Luanda 1979 


Revista com 60 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


Tema em destaque: 
Editorial 
- ‘NÃO TEMOS OS OLHOS SECOS’ 

- ‘GLÓRIA AO IMORTAL GUIA DA NOSSA REVOLUÇÃO’
COMUNICADOS DO BUREAU POLÍTICO 
Luanda, 11 de Setembro de 1979 

- ‘UMA VIDA DEDICADA À CAUSA DO POVO’ 

- ‘COMUNICADO DO SECRETARIADO DO COMITÉ CENTRAL DO MPLA - Partido do Trabalho’ 
Luanda, 15 de Setembro de 1979 

- ‘COMO UMA TERÇA-FEIRA ABALOU A NAÇÃO ANGOLANA’ 
Dia 11, a notícia 

- ‘DOR E CONSTERNAÇÃO À CHEGADA DA URNA’ 
O derradeiro momento 

- ‘COMUNICADO DAS FAPLAS’ 
Luanda, 11 de Setembro de 1979 
O Ministro - Henrique Teles Carreira 

- ‘COMUNICADO DA JMPLA’ 
Luanda, 11 de Setembro de 1979 
O Secretariado Nacional da Juventude do Partido 

- ‘O MUNDO CHORA PELA MORTE DE UM GRANDE AMIGO’ 

- ‘DIA 17 - O FUNERAL’ 
Permanente homenagem da população no Comissariado Municipal de Luanda 
O Funeral, o Adeus à hora da partida 
Um desfile plangente e impressionante 

- ‘A NAÇÃO INCLINOU-SE PERANTE A MEMÓRIA DO GUIA IMORTAL DA REVOLUÇÃO’ 
Dez chefes de Estado presentes nas exéquias 
Dor e angústia no Palácio do Povo 
No teu aniversário, um bouquet de rosas para ti…
Encorajante mensagem da mais nova geração 
Solidariedade africana 
Lúcio Lara contagiou a sua dor à Nação inteira 

- ‘A NAÇÃO INCLINOU-SE’ 

- ‘JURAMENTO DO COMITÉ CENTRAL DO PARTIDO’ 

- ‘ELOGIO FÚNEBRE DE LÚCIO LARA AO GUIA DA NOSSA REVOLUÇÃO’ 

- ‘O MUNDO PERDEU UMA FIGURA HISTÓRICA’ 
Neto ergue-se à dimensão da revolução mundial 
Um estímulo para o prosseguimento da luta 
Uma vasta cultura humanista 
Várias distinções traduzem o seu prestígio internacional 

- ‘UMA TRAJECTÓRIA DE VITÓRIAS’ 

- ‘KAXIKANE - NA DOR E NO LUTO’ 
Kaxikane 
Diálogo com os camponeses 

Comentário da Imprensa Internacional 
- ‘ADVOGADO DAS LUTAS DE LIBERTAÇÃO’ 

- ‘NETO: O POETA PRES(ID)ENTE’ 

- ‘JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS ELEITO PRESIDENTE DO MPLA - Partido do Trabalho’ 
Luanda, 20/09/1979 
O Comité Central do MPLA - Partido do Trabalho 

Última palavra 
- ‘A PALAVRA SAI-NOS HÚMIDA DOS LÁBIOS’ 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Cuba & África - ‘O ANO EM QUE ESTIVEMOS EM PARTE NENHUMA’ - AAVV - Porto 1995 - Muito Raro;





Cuba & África - As operações cubanas secretas de apoio à guerrilha no Congo, iniciativas de Che Guevara e os seus companheiros, junto de Kabila no interior profundo do continente e as razões do seu fracasso 


‘O ANO EM QUE ESTIVEMOS EM PARTE NENHUMA’ 
A guerrilha africana de Ernesto Che Guevara 
AAVV - Paço Ignacio Taibo II, Froilán Escobar e Félix Guerra 
Edição Campo das Letras 
Porto 1995 


Livro com 238 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Corriam boatos de que tinha sido assassinado por Fidel durante uma discussão... Que morrera às mãos da Máfia e estava enterrado numa cabe em Las Vegas...
Que estava a apoiar a insurreição da República Dominicana... Que estava encerrado em Cuba num hospício psiquiátrico...
Onde estava Ernesto Che Guevara em 1965?
Durante 25 anos, este foi um segredo zelosamente guardado por mais de um milhar de pessoas.
Testemunho de primeira ordem, ‘O ANO EM ESTIVEMOS EM PARTE NENHUM’ reconstrói um episódio praticamente inédito na história recente: a participação de um grupo de combatentes cubanos sob o comando de Ernesto Che Guevara na guerra de libertação do Congo Belga, em meados dos anos sessenta.
Uma relação minuciosa dos preparativos, a expectativa, o esforço, as dificuldades e, acima de tudo, o choque entre dois povos que, não obstante compartilharem uma mesma origem e os mesmos ideais revolucionários, resultou em factor determinante do fracasso.“ 


Da Badana: CHE GUEVARA ADMITE O FRACASSO 
“Esta é a história de um fracasso que tanto desce ao pormenor anedótico como relata os pormenores da guerra, mas que está matizada de observações e de espírito crítico. (...) Aprendi no Congo, há erros que não cometerei nunca mais, talvez repita alguns e cometerei outros novos. Saí com mais fé do que nunca na luta guerrilheira, mas fracassámos. A minha responsabilidade é grande, não esquecerei a derrota nem os seus preciosos ensinamentos.“ 
- Do texto manuscrito 
de ERNESTO CHE GUEVARA sobre a sua experiência no Congo Belga. 


OS AUTORES: 
“PACO IGNACIO TAIBO II (1949) é romancista, historiador, contista e escritor do género neopolicial. O seu livro ‘LA LEJANÍA DEL TESÓRO’ ganhou o 1.* Prémio Internacional de Novela Planeta / Joaquim Mortiz 1992 e ‘LA BICICLETA DE LEONARDO’ o Prémio Dasbiell Hammett 1994.

FROILÁN ESCONAR (1944) e FÉLIX GUERRA (1938) são jornalistas e escritores cubanos. Publicaram em co-autoria três livros sobre Ernesto Che Guevara: ‘CHE SIERRA ADENTRO’, ‘CINCO PICOS’ e ‘EL FUEGO QUE ACIENDE LOS FUSILES’ “ 



Do ÍNDICE: 

NOTA DOS AUTORES 

Em busca do Congo 
Pablo vai para África 
Enquanto o Che estava em África 
A decisão 
Victor Dreke e o Che conheciam-se 
Apresentação do Che 
O outro homem que estava com o Che 
A carta que o Che estava a escrever 
Recrutamentos tardios 
Dançar ‘Moçambique’ 
Viagem de Ramón, Ricardo, Roberto 
Viagem do segundo grupo 
Dar Es-Salam. Recepção 
Espera em Dar Es-Salam 
Conversações com os congoleses em Dar Es-Salam 
Ideia de África 
Viagem do primeiro grupo para Kigoma 
A travessia do lago 
Desembarque em Kibamba 
O território 
Em Kibamba 
Eu sou o Che 
Origem da operação no Congo tal como o Che a contou a Dreke e a Rivalta e como pensa Videaux 
Espera em Kibamba 
O Che está enterrado na cave de uma fábrica em Las Vegas, Nevada 
Viagem de um novo grupo 
Oito de Maio, Mitoudidi e Aly 
A base de Luluaburg 
Ataque a Albertville ? 
Reconhecimentos noutras frentes 
O professor de Che, aulas de swahili 
A situação política no Congo tal como Ilanga a expôs ao Che 
A febre 
22 de Maio. Chega Osmany, terceiro grupo 
A morte de sua mãe 
A última carta de sua mãe 
Che toma notas no seu diário sobre o mês de Maio 

Sobre as religiões na zona / Ilanga Muganga 
O Che está num hospital psiquiátrico em Havana 
Freddy Ilanga fala ao Che das mulheres 
‘Eu não sou um camião’ 
Ainda sobre o ‘Memorandum R’ 
Comida 
Xadrez 
Morte de Mitoudidi, 7 de Junho 
O debate 
Barcaça 
Aviões 
Os ruandeses 
Ordem de ataque 
Preparação do ataque 
Saída para Forces 
As cobras 
O Che queria ir 
O quarto grupo 
A chegada dos reforços 
A chegada a Forces 
O plano para atacar Forces 
O combate 
Che está em todos os lados 
Balanço dr Junho no diário de Che 
As notícias que se recebem na base 
Os outros combates 
Os perdidos 
Os feridos 
Os rachados 
A chegada de Kabila 
As emboscadas falhadas 
Retirada em ordem 
Os guarda-costas de Che 
Fuzilamento de Michel 
De novo sobre dawa 
Emboscada de M’bili 
Frente Calixte / Makungo 
Os meninos de rumba 
A base 
Cobardes, valentes e disciplinados 
Che estava em S. Domingos 
Aly 
Reconhecimento de Usumbura 
Reunião de reconhecimento de Tatu 

Os rachados e a doença de Ilanga 
Balanço do mês de Julho / Mensagem aos combatentes 
A segunda emboscada de M’bili 
O Che integra-se 
Uma mudança de táctica 
‘El negrito de batey’ 
No acampamento de Calixte 
O Che médico 
Censura 
Caraças, vêm ou não vêm? 
A emboscada de 11 de Setembro 
Siki, ‘Vinagre’, Tembo, ‘elefante’... os búlgaros 
Aly / Kabimba 
Reconhecimento a Katenga 
Os animais 
Che / Lulimba 
O dinheiro na Tanzânia 
A viagem a Fizi 
Dizem que o Che está em África, mas não é certo 
A propaganda dos aviões 
‘Os nossos próprios animais’ 
Troca de impressões com Masengo / Viagem a Lubonja 
Uma emboscada em Force 
A fome (I) 
Uma coluna independente 
A fome (II) 
Fins de Setembro 
Fidel matou o Che 
A Academia combatente 
A chegada de Machadito 
A carta de Fidel 
Nova diarreia , novo Muganga 
O louco 
Partida de Machadito 
Avestruz 
Acções sobre a base do lago 
12-13 de Outubro. O canhão perdido 
O golpe de Mobutu 
O Che em combate 
Treze homens 
A morte de Bahaza 
O acampamento de Nabikumo 
Assuntos congoleses 
Morreu Tatu 

Boa notícia, Aly em Misima 
O lago 
Kabimba: más notícias 
Para a base 
O Almirante do lago 
O reconhecimento de Genge 
Mensagens urgentes 
Dreke em Kibamba 
Os congoleses desaparecidos 
9 de Novembro 
10 de Novembro. Retiram-se os ruandeses 
12 de Novembro 
O segundo combate de Misima 
14 de Novembro. Não tinham onde deixar a mala 
15 de Novembro. Dando ao remo 
16 de Novembro. Um lento desmoronamento 
17 de Novembro. Cai o anel exterior de defesa 
18 de Novembro. O sonho de contactar com Mulele 
19 de Novembro. Casa em chamas 
20 de Novembro. O fim da retirada 
21 de Novembro. 
Em Kigoma 
O Che em Dar 
A caminho de Havana 
A recuperação dos que ficaram para trás 

Apêndice Um 
Apêndice Dois 
Fontes 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘CARTAS DE MOÇAMBIQUE’, de Tenente Mário Costa - Lisboa 1934 - MUITO RARO;





Portugal & Ultramar - As vivências e história da ocupação portuguesa em Moçambique, antiga província ultramarina, até ao primeiro quartel do século XX 


‘CARTAS DE MOÇAMBIQUE’ (De tudo um pouco) 
De Tenente Mário Costa 
Edição do autor 
Lisboa 1934 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
PREFÁCIO DO AUTOR 

PRIMEIRA PARTE 
(para os de fora lerem) 
I - Bibliografia da colónia 
II - Este nome de Moçambique 
III - Carta a um amigo de outra colónia 
IV - População europeia de Lourenço Marques 
V - Os censos da população indígena 
VI - A Companhia de Moçambique - razão histórica da sua existência 
VII - Algumas ligeiras notas monográficas sobre o território de Manica e Sofala 
VIII - Sobre canções guerreiras indígenas 

SEGUNDA PARTE 
(Para os de fora lerem e os de dentro meditarem) 
IX - O ensino da História colonial na metrópole 
X - Os filhos da colónia de Moçambique 
XI - Propaganda de Moçambique 
XII - Propaganda de Portugal 
XIII - Nomes de Ruas de Lourenço Marques 

TERCEIRA PARTE 
(Fumos da Grande Guerra) 
XIV - A primeira página da Grande Guerra na colónia de Moçambique 
XV - Um relatório de paz em tempo de guerra 
XVI - A ‘Coluna de Socorro’ a Nevala 
XVII - Serra Mecula 
XVIII - Von Letrow Vorbeck 

QUARTA PARTE 
(Homens e factos) 
XIX - O Capitão-General Pedro Saldanha de Albuquerque 
XX - Acerca do Capitão-General Baltazar Pereira do Lago 
XXI - Roque de Aguiar 
XXII - O Padre Vicente 

POSFAÇO 


Preço: 37,50€; 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Portugal & PREC - ‘REFORMA AGRÁRIA - SEARA DE ÓDIO’, de João Garin - Lisboa 1977 - MUITO RARO;


























Portugal & PREC - A Reforma Agrária encetada entre 1974 e 1979, foi um processo muito controverso cujas consequências se arrastaram por décadas, com problemas políticos, legais, económicos, sociais e criminais, havendo imensa literatura sobre o tema, senso esta obra uma das mais significativas 


‘REFORMA AGRÁRIA - SEARA DE ÓDIO’ 
De João Garin 
Capa de Maluda 
Edições do Templo 
Lisboa 1977 


Livro com 696 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


De entre inúmeras situações complicadas do ponto de vista legal, social e criminal, com a actuação dos membros das UCP’s, os trabalhadores independentes, a administração central do MAP e as autoridades locais e a GNR, há ainda a destacar o caso de um trabalhador, José Diogo (36 anos) que assassinou com arma branca o patrão, Columbano Libano Monteiro (78 anos), após uma discussão laboral, a 30 de Setembro de 1974. Em pleno PREC (Processo Revolucionário em Curso) aquele trabalhador acabou sendo usado com bandeira de luta contra o latifúndio alentejano e os grandes proprietários agrícolas e a extrema esquerda acabou por promover um ‘julgamento popular’ no átrio do Tribunal de Tomar, a 25 de Julho de 1975.


Da contracapa: 
“O projecto da revolução de Abril, há muito gizado em Moscovo, foi delineado em Praga em 1964 com a cumplicidade de alguns militares portugueses entrados na Checoslováquia com documentos forjados pelos serviços de espionagem locais, liderados por Álvaro Cunhal e enquadrados por agentes soviéticos e checoslovacos. 

Depois de cumpridos, sob a capa de diversão da libertação do jugo fascista, os desígnios imperialistas de Moscovo, Álvaro Cunhal, acessorado por agentes comunistas internacionais, lança-se à execução do ponto de honra do seu partido a nível nacional: a Reforma Agrária. 

Num tempo ‘record’ o PC conduz o Alentejo ao caos, à anarquia, à improdutividade, ao desentendimento entre as gentes. 

Lopes Cardoso - sob o ‘travesti’ socialista de rosto humano. - torna-se o executor ideal da Reforma Agrária Gonçalvista: Lei iníqua, sinuosa e sinistra cujo objectivo último era instaurar a ditadura sobre o campesinato. 

O PC com o Conselho da Revolução - aliado que constitucionalmente forjou para garantia da continuidade do projecto de Praga - goza da impunidade necessária para continuar a política golpista e a Reforma Agrária que iniciou em 25 de Abril. “ 



Do ÍNDICE: 

I. - A CONSPIRAÇÃO 
II. - A ESCALADA 
III. - A CONQUISTA 
IV. - O SAQUE 
V. - A TRÉGUA 
VI. - AS VÍTIMAS 


Abertura 

I Capítulo 
A CONSPIRAÇÃO 
1. - O equilíbrio instável 
2. - O projecto de Praga 
- O General Ian Senja revela parte da urdidura comunista 
3. - A sinistra aliança 
- O duplo assassinato de Humberto Delgado 
4. - A hora de Moscovo 
- Operação ‘Cravo Vermelho’ 
5. - As duas faces de Álvaro Cunhal 
6. A receita agrária comunista para Portugal 

II Capítulo 
A ESCALADA 
Na Secretaria de Estado da Agricultura 
Com Esteves Belo (Maio de 1974 a Março de 1975) 

1974 
1. - Catarina Eufémia 
- Estandarte do PC no assalto ao Alentejo 
2. - Spínola denúncia o ataque comunista ao Alentejo 
3. - Primeira fase do ataque
- Organização dos sindicatos e ligas 
- A A.L.A (Associação Livre de Agricultores) 

1975 
4. - Prossegue a primeira fase do ataque 
- Comunistas e MFA’s lado a lado no assalto ao norte 
- Reestruturação da Secretaria de Estado da Agricultura 
- Criação do I.R.A. (Instituto de Reorganização Agrária) 
- A situação real dos homens do campo 
5. - Segunda fase do ataque 
- Agudização das questões laborais 
- Campanha de calúnias contra os agricultores 
- A Secretaria de Estado na primeira linha de combate 
6. - Terceira fase do ataque 
- As ocupações 
- A resistência 
7. - A grande ofensiva de Fevereiro / Março 
- Programa de política económica e social de Melo Antunes 
- Lei do Arrendamento Rural 
- Legalização dos sindicatos agrícolas 
8. - A instalação no Alentejo ocupado 
Consequências do 11 de Março: 
- Decretado o assalto aos campos 

III Capítulo 
A CONQUISTA 
No Ministério da Agricultura e Pescas 
Com Oliveira Baptista (Março de 1975 a Setembro de 1975) 
1. - A Reforma Agrária na campanha eleitoral para a Assembleia Constituinte 
- Ratificação do assalto pelo IV Governo 
- Criação dos Conselhos Regionais de Reforma Agrária 
2. - Na sequência dos resultados das eleições para a Constituinte 
- O PC em guerra aberta para imposição da ditadura do proletariado 
- Cinco milhões de contos para as associações comunistas 
3. - Nova tentativa de penetração no norte 
- A criação do S.A.D.A (Serviços de Apoio ao Desenvolvimento Agrário) 
- As campanhas de dinamização 
- A resposta dos agricultores nortenhos 
4. - Apoio da Banca Nacionalizada ao assalto 
- Crédito Agrícola de Emergência 
- Pezarat Correia assume o comando da Região Militar do Sul 
- Anunciada a promulgação da Lei da Reforma Agrária 
- Cunhal ‘grande educador do proletariado rural’ 
5. - Aumento da tensão política e dos golpes comunistas no Alentejo 
6. - Aprovação pelo IV Governo da ‘Lei da Reforma Agrária’ ou ‘Das Expropriações’
(Decerto-Lei n. 406-A/75) 
- Ordens de Oliveira Baptista aos directores dos CRRA’s 
7. - 13 de Julho em Rio Maior 
- “Alto e pára o baile !” - … e o baile parou 
8. - A retaliação imediata a Rio Maior 
- Ocupações em série no Couço 
- Julgamento popular de José Diogo 
- Agravamento dos conflitos 
9. - O ‘Verão Quente’ de 75 
- Capitão Andrade da Silva: um assassino no comando das operações 
- Reflexos da instabilidade política nos campos 
- Pezarat Correia e a Reforma Agrária 
- PC’s e apaniguados incendeiam o centro do país 
- Primeiros sintomas graves de incompetência na gestão das UCP’s 
- As respostas dos agricultores 
10. - Os últimos dias do V Governo Provisório 
- O povo do Gavião contra os ‘negociantes de gado’ da Herdade de Cujancas 
- Começo das grandes perturbações 

IV Capítulo 
O SAQUE 
No Ministério da Agricultura e Pescas 
Com Lopes Cardoso (Setembro de 1975 a Novembro de 1976) 
1. - O Partido Socialista no MAP (Ministério da Agricultura e Pescas) 
- As forças em confronto tacteiam o terreno 
- Lopes Cardoso e os comunistas 
2. - Lopes Cardoso faz o jogo do PC (Partido Comunista) 
- Campanha de solidariedade comunista para com a Reforma Agrária 
- Alargamento do Cresito Agrícola 
3. - A opinião do I.R.A. sobre o alargamento do C.A.E. (Crédito Agrícola de Emergência) 
4. - Resultados de um ano de Reforma Agrária comunista 
- O servilismo bajulador e ignorante de Antunes da Silva 
5. - Agravamento da crise nacional 
- Incremento da campanha de apoio à Reforma Agrária 
6. - Contestação ao VI Governo 
- Ataques fictícios a Lopes Cardoso 
- Os SUV’s (Soldados Unidos Venceremos) e a Reforma Agrária 
7. - Tentativas de aliciamento aos agricultores e do controlo do MAP 
- As cedências ministeriais aos comunistas 
- Os agricultores defendem-se e contra-atacam 
- A Reforma Agrária na Constituição da República 
8. - A preparação do 25 de Novembro 
- O assalto à casa de João Núncio em Alcácer do Sal e a destruição dos símbolos nacionais pelos comunistas 
- Conquista de posições em Santiago do Cacém, Ribatejo e norte 
9. - Os ‘MUTI’ (Movimento Unitário dos Trabalhadores Intelectuais) e a Reforma Agrária 
- O servilismo dos intelectuais de esquerda a Moscovo 
10. - Lopes Cardoso ‘consolida’ a Reforma Agrária comunista impedindo excessos revolucionários 
11. - O golpe de 25 de Novembro na Reforma Agrária 
- Os comunistas matam em Santarém 
- O Norte não permitiu infiltrações 
- O Sul ‘controlado’ pelo PC 
Palavras de ordem 
12. - I Plenário de Agricultores de Rio Maior 
- Despoletado o golpe comunista 
13. - A nacionalização da Companhia das Lezírias 
14. - Na sequência do 25 de Novembro 
- O MAP protege as ‘conquistas’ comunistas 
15.- II Plenário de Agricultores de Rio Maior 
- A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) 

1976 
16. - A CAP enfrenta o PC-MAP 
- Plenário de Sines 
- Lopes Cardoso em busca de soluções que não façam perigar a hegemonia comunista: 
Pacto PS, PC, PPD 
A Comissão de Análise e Estudo dos problemas surgidos com a Reforma Agrária 
A reforma da Reforma Agrária 
17. - Os agricultores não se deixaram enganar pelo Ministro 
- Uma avenida cheia de gente 
- Acusações a Lopes Cardoso 
- ‘Salvai Portugal’ 
18. - A oposição comunista ao avanço da CAP 
19. - Henrique de Barros contra a Reforma Agrária gonçalvista 
20. - Pinheiro de Azevedo interfere na Reforma Agrária 
21. - As primeiras vitórias dos agricultores 
22. - A CAP no norte 
23. - Entraves às reivindicações da CAP 
24. - Lopes Cardoso mente descaradamente em defesa do PC 
- Influência das eleições no processo agrário 
25.- Incidentes em Montemor-o-Novo 
26. - O caso Vitor Louro 
- O MAP apoia e encobre criminosos incitamentos à violência 
27. - Agricultores de Coruche enfrentam os comunistas 
28. - Os dinheiros esbanjados na Reforma Agrária originam polémica entre a CAP e o MAP 
29. - O Plenário da CAP em Portalegre 
- Pezarat Correia e Lopes Cardoso em cheque 
30. - Estremoz em pé de guerra 
31. - O caso da Herdade dos Machados 
- O MAP encobre conspiração totalitarista abortada pelo falhanço do atentado a Ramalho Eanes 
32. - Ataques à Igreja no Alentejo 
33. - Os últimos dias do VI Governo Provisório 
- O Instituto Nacional de Estatística fornece números 
- Sete perguntas da CAP a Lopes Cardoso 
34. - O Governo Constitucional não alterou a situação 
- Críticas ao programa do governo 
A situação; Objectivos; Medidas; O que a CAP pretendia ver no programa 
35. - Descobertas fraudes praticadas pelos comunistas 
36. - ‘Operação Legalidade’: um ardil para enganar o povo e os agricultores 
37. - A tentativa de desestabilização do Vale do Mondego 
- Solução soviética para Portugal: matar sete milhões de portugueses 
38. - A conivência do MAP no saque ao erário público 
39. - A CAP considera inconstitucional a Lei da Reforma Agrária 
40. - Exigida em Rio Maior a demissão do Ministro Lopes Cardoso 
41. - Crise no PS e Lopes Cardoso em Israel 
42. - O fim de Lopes Cardoso 
43. - Lopes Cardoso: pedra fundamental do projecto de Praga 

V Capítulo 
A TRÉGUA 
No Ministério da Agricultura e Pescas 
Com António Barreto (Novembro de 1975) 
1. - O novo Ministro promete moralizar a agricultura 
- O PC la,então a saída de Lopes Cardoso 
2. - Lopes Cardoso volta a ser notícia 
3. - O novo MAP desmascara o PC 
- Valores das colheitas 
- A situação no Alentejo 
- Fim do S.A.D.A e da distribuição compulsiva de trabalhadores 
4. - Os primeiros desafios do PC a António Barreto 
5. - As grandes provocações 
- A Lobato e o Monte da Ribeira 
- Julgamento-farsa em Beja 
- Dezenas de G3 apreendidas no Alentejo 
6. - A resposta do MAP ao desafio comunista 
- Suspensão do CAE às UCP’s 
- Divulgação de dados escamoteados por Lopes Cardoso 
7. - A Reforma Agrária nas beiras 
- A ocupação da Arrancada 
Como se fez a ocupação; determinações legais de subaproveitamento; Onde está o subaproveitamento da Arrancada?

1977 
8. - O Governo socialista demora a resolução das questões do Alentejo 
- Os comunistas procuram reorganizar-se 
- O fracasso da administração PC 
- As primeiras cisões nas UCP’s 
9. - A Reforma Agrária e a C.E.E. 
- A CAP na hora europeia 
- O MAP deseja o arranque da agricultura 
- Cunhal desmentido pelo MAP 
10. - O PC contra-ataca 
11. - Desastrosa campanha agrícola no Alentejo 
12. - A proposta de Lei da nova Reforma Agrária discutida em Conselho de Ministros 
- A CAP ganha projecção internacional 
13. - Nova ofensiva terrorista do PC 
- Boicote ao PS em Salvaterra de Magos 
- Diversas acções no Alentejo 
14. - Em Trás-os-Montes o povo de Cortiços enfrenta comunistas 
15. - A nova Lei da Reforma Agrária 
- Os ataques do PC e as ameaças de Cunhal 
- A traição de Lopes Cardoso 
16. - Nas vésperas da discussão da Lei 
- Anulado o debate televisivo 
- Análise do projecto pela Comissão Parlamentar da Agricultura e Pescas 
17. - O debate na Assembleia da República 
- Primeiro dia 
Uma das principais conquistas; Ligação do homem à terra e da terra ao homem; Gestão estatal; Promover a proletarização rural é um retrocesso histórico; Leninismo: parasita das revoluções dos outros; Desemprego rural; Principais objectivos; Vital Moreira e Lopes. Ardoso 
18. - Segundo Dia 
PS: sistema misto; PC ataca projecto de Lei sobre Arrendamento Rural; Barbosa de Melo: defesa de uma Reforma essencialmente humanista; Carvalho Cardoso: relevo para o sector privado e cooperativo; Cunhal chamado a Moscovo 
19. - Terceiro dia 
Um instrumento tático para o assalto ao poder; A proposta põe fim ao comunismo latifundiário; A histeria do PC no ataque à proposta de Lei; O PS não quer ter o monopólio da libertação do Alentejo; A agricultura não é uma ilha; Faria de Almeida do CDS, aprecia a proposta; 
20. - Quarto dia 
Amaro da Costa: as incoerências do PS; Outras intervenções; Lei gonçalvista é Lei Narreto: a mesma filosofia; Votação às 3h e 20m da manhã; 

VI Capítulo 
AS VÍTIMAS 
1. - Muda a estratégia dos sindicatos na tentativa de controlo da agricultura ribatejana 
- Casa Agrícola Cantante da Mota: um exemplo flagrante; Um cadastrado ‘comanda’ as operações; Os problemas actuais; Ocupação selvagem frustrada; O PC de Almeirim contra a livre expressão do pensamento; 
2. - Manuel Anselmo da Palma - Um lavrador, ex-prisioneiro do Tarrafal conta como se processou em Beja a Reforma Agrária 
- De prisioneiro do Tarrafal a ‘fascista’; “Pessoas que nunca trabalharam nos campos ocupam herdades em Beja”; Terra inculta não é ocupada; O gado do concelho de Mértola está quase perdido; Gado vendido ao desbarato; Pezarat Correia em cheque…; Otelo agitador e Cunhal mentiroso; 
3. - Em zonas controladas pelas UCP’s onze toneladas de batatas destruídas criminosamente 
- O Alentejo já tão delapidado tem agora no subsolo ‘minas de batata’ que mãos criminosas quiseram retirar ao consumo 
Dez toneladas de batata enterrada, postas a descoberto por escavações; Mais batatas despejada para uma ribeira; Quem são os responsáveis e quais os seus objectivos; A palha também não foi aproveitada; 
4. - ‘O DIÁRIO’ forjou o ‘Escândalo da Cortiça’ para atingir o Ministério da Agricultura 
- Pode estar escondido um escândalo judicial 
- A empresa contestada pelos comunistas fez um contrato válido ao abrigo da legislação em vigor 
- O CRRA de Évora limitou-se a cumprir a Lei 
O ‘busílis’ da questão; O contrato de Amorim & Irmãos não é forjado e o documento de Évora é válido; Alguns factos que precisam esclarecimento; Diplomas excepcionais que regulam o comércio da cortiça; A campanha de ‘O DIÁRIO’ falseara os factos para encobrir um crime de burla; 
5. - O Vale do Soraia ressurge do caos em que o Partido Comunista o lançou graças ao esforço dos agricultores 
Militares e civis responsáveis pela situação na região; Como decorreram as ocupações; Uma nova face; 
6. - Contra o totalitarismo pecêpista as cooperativas livres do Couço e alguns seareiros independentes lideram o movimento de recuperação do Vale do Sorraia 
Quando governantes e militares fazem promessas vãs; Boicilhos: em recuperação do tempo perdido;  A mentira a jornalistas e discriminação política: hábitos dos directores das UCP’s; Canto: a primeira vergastada ao totalitarismo; Esparteiro: como é que as UCP’s perdem dinheiro?; 
7. - Em Portalegre o terror foi a alavanca da Reforma Agrária comunista 
Trabalhadora rural espancada por elementos duma UCP; Caseiro com um só braço perseguido durante meses por chefes da UCP; Comissão de Seareiros de Chamça aguarda cumprimento de despacho do MAP; indemnização por desastre desviada para pagar o arranjo de uma carrinha; Trabalhadores expulsos pela CRRA e pelo sindicato; Seareiros de campanha exigem subsídio; 
8. - Montargil vive em ditadura estalinista ! Os comunistas procuram amedrontar todos os que se lhes oponham 
António Mendes Dias: “O PC tem boicotado a nossa sociedade”; “A reportagem de ‘O DIÁRIO’ é um chorrilho de mentiras”; A GNR desarmou membros da ‘13 de Maio’ que pretendiam atacar os da ‘Agrogil’;  Meio hectare de terra roubado a um trabalhador; Cobardemente agredido por seis marginais do PC; Trabalhadora rural escapa a séria agressão; Ex-sindicalista denuncia manobras do PC nas associações locais; Assaltado na estrada; Trabalhador rural vítima dos pêcepistas em diversas regiões alentejanas; Mãe e filha apedrejadas nas ruas de Montargil; Estabelecimento assaltado e provocações a velhos; Elemento do PC confirma agressões a trabalhadores rurais; 
9. -  Continua o terror em Montargil: o assalto dos comunistas à Herdade do Beirão 
- Rosa Coutinho, Vitor Louro e Andrade da Silva foram assinalados junto à propriedade 
- Preparam-se novas ofensivas 
10. - Em Ponte de Sôr: Herdade independente do Paul 
- Uma iniciativa de trabalhadores que o PC tentou em vão sufocar 
A primeira agressão aos trabalhadores independentes; Estratagema hábil impediu a ocupação selvagem; Funcionários comunistas da Reforma Agrária contra os trabalhadores; Paul ganhou a batalha!; 
11. - Ainda no distrito de Portalegre: a ditadura comunista imposta sobre o proletariado 
O PS não chegou para ajudar; Morrem as ovelhas ou os pastores; Nem os comerciantes escapam; “O governo tem de pôr cobro a isto”; Agredido cobardemente; 
12. - Montargil: como a acção sabotadora do PC destruiu um importante empreendimento que beneficiaria toda a região 
Os trabalhadores dos ‘Pomares de Montargil’; Aproveitamento total das potencialidades económicas; As razões porque se escolheu Montargil; A destruição da obra pelos comunistas; 
13. - Nas UCP’s comunistas do Alentejo os trabalhadores ‘incómodos’ são despedidos para eliminar o excesso de mão-de-obra 
Ser do PS e não pactuar com os novos patrões constitui causa de despedimento; Previstos mais despedimentos; Alguns aspectos da vida na UCP ‘16 de Dezembro’; 
14. - Um escândalo nacional: o assalto e a delapidação da empresa de concentrados de Alvalade (ECA) 
O começo do assalto à ECA; O caos e o terror na ECA; 
15. - A contra-ofensiva dos verdadeiros trabalhadores da ECA visa recuperar a empresa para a economia nacional 
Exposição enviada ao Presidente da República; De Ministério para Ministério; Cem mil contos de prejuízo e milhares de postos de trabalho a menos; 
16. - Prossegue a destruição da ECA, os verdadeiros trabalhadores lutam para o impedir 
Decisões fabricadas aprovadas em plenários selvagens; A destruição da ECA prosseguirá se o governo não tomar medidas drásticas; 
17. - Para quando a desintervenção estatal na ECA ? 
Os números dos relatórios não são dignos de crédito; Estado caótico dos serviços administrativos; Mais um gestor que se demite; 
18. - Gestor agride a pontapé inspector da I.G.F. 
Promoções a trabalhadores; 
19. - Porcos atacados de peste suína vendidos para matadouros clandestinos 
- A GNR evitou que carne de animais doentes entrasse no consumo público 
- Dois dos responsáveis são gestores da ECA 
Tentativa de transporte de animais doentes interceptada pela GNR; A Comissão Administrativa da ECA tentou forçar os trabalhadores a comer carne estragada; 
20. - A comissão de luta da ECA triunfou! Legalidade e ordem vão ser repostas na empresa
Importantes medidas tomadas pelo MAP; Punições discriminatórias e em massa; 
21. - CONSOL - Outro crime económico cometido pelo PC no Alentejo 
Ocupação selvagem de fábrica; Processo sumário injusto; 
22. - Hegemonia comunista baqueia: seareiros e rendeiros desmistificam a colectivização da terra alentejana 
- Trabalhadores abandonam UCP’s à procura de trabalho 
O ‘Tigre da Malásia’ não se deixou expulsar pelos comunistas; Vinte contos e uma quinta para aderir ao PC; Um suicídio por investigar; Os ‘rendeiros’ ocupantes têm de sair; Seareiro enganado pela CRRA de Beja; Com 25 hectares produz mais que uma UCP; 
23. - Seareiros e rendeiros de Figueira de Cavaleiros 
- Coragem e determinação na defesa da terra alentejana 
O sindicato de Beja não manda em Figueira de Cavaleiros; Fernanda Lopes Cardoso ‘dá’ terra que não lhe pertence; Dois mil hectares do Roxo ficaram por semear; Protegem-se UCP’s que nada produzem; 
24. - Boicote à promulgação da ‘LEI BARRETO’ 
- A terra a quem a trabalha: UCP’s fora do Alentejo 
Conselho da Revolução: atropelo ao jogo democrático; Rendeiros de Alvalade denunciam o golpista das UCP’s e do PC; A ‘brilhante’ administração da Câmara FEPU; 
25. - No Ribatejo: milhares de hectares de vinha destruídos pela geada 
- Apelo do agricultores ao governo continuam sem resposta; 
“Trabalhadores de sol a sol sem Domingos nem feriados”; O seguro de cultura é inexistente em Portugal; 
26. - Cheias de verão do Tejo: um flagelo que urge evitar 
- Há que negociar novo acordo com a Espanha e promover uma campanha global de desassoreamento 
Coordenar o trabalho das barragens espanholas e portuguesas; A agricultura do vale do Tejo depende dos espanhóis; A urgência de um plano geral de Protecção das margens; 
27. - Na Azambuja: expropriação para urbanização terrenos de grande aptidão agrícola 
‘Bull-dozer’ camarário destrói culturas; A Câmara Municipal considera falsas as afirmações de Amaral; Sousa Rodrigues vai instaurar processo a António Amaral; Os lesado pela expropriação respondem; 

NOTA FINAL 


Preço: 62,50€; 

África & Colonialismo - 'EXPLORAR - Voyages en Angola et autres lieux incertains', de René Pélissier - Paris 1979 - MUITO RARO;






África & Colonialismo - Da resistência indígena e dos seus reinos tribais à dominação portuguesa e consolidação da sua presença


'EXPLORAR - Voyages en Angola et autres lieux incertains'
De René Pélissier 
Edition Orgeval 
Paris 1979


Livro com 256 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


O autor, talvez o estrangeiro que mais estudou o colonialismo português e que mais obras lhe dedicou, esteve em Angola e particularmente no seu interior sul e sudoeste, para conhecer in loco a situação colonial e posteriormente realizou várias deslocações a Portugal, tendo recolhido inúmeras fontes bibliográficas que foi estudando e expurgando, até compilar esta magnífica obra sobre a resistência indígena à penetração e domínio de grande parte do interior por parte dos portugueses, entre finais do século XIX e os inícios da década de sessenta do século seguinte, com o início da denominada guerra colonial.

Uma grande e importante obra sobre a matéria, fundamental para se conhecer a resistência dos vários reinos angolanos e a acção colonial e militar portuguesa naquele período. 


Da contracapa: 
“ ‘EXPLORAR - Voyages en Angola et autres lieux incertains’ - 256 pages, 2 cartes 

Franchise ou naiveté? 
Explorer et exploiter se traduissent par la même mot en portugais.
Ce livre est donc l’exploration d’une exploitation.
Un long et lent voyage das les profondeurs de la dernière 
colonisation européenne sous les tropiques.
Exhumarion ? Exploitation ? 
Peut-être plis. “ 


OBRAS DO AUTOR:
01. - 'Los territorios españoles de Africa', Instituto de Estudios Africanos. Madrid, 1964;
02. - 'Études hispano-guinéennes', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1969;
03. - 'Les Guerres grises. Résistances et révoltes en Angola (1845-1941)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1978;
04. - 'Le Naufrage des caravelles. Études sur la fin de l'empire portugais (1961-1975)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1979;
05. - 'La colonie du Minotaure. Nationalismes et révoltes en Angola (1926-1961)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1979;
06. - 'Du Sahara à Timor. 700 livres analysés (1980-1990) sur l'Afrique et l'Insulinde ex-ibériques', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1991;
07. - 'Explorar. Voyages en Angola et autres lieux incertains', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1979;
08. - 'Africana. Bibliographies sur l'Afrique luso-hispanophone (1800-1980)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1981;
09. - 'Naissance du Mozambique. Résistances et révoltes anticoloniales (1854-1918)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1984;
10. - Participation à la rédaction du livre 'L'Afrique sous domination coloniale 1880-1935', volume 7 de 'L'histoire générale de l'Afrique', publiée par l'Unesco, édition Présence africaine, 1987;
11. - 'Don Quichotte en Afrique. Voyages à la fin de l'Empire espagnol', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1992;
12. - 'Timor en guerre. Le crocodile et les Portugais (1847-1913)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1996;
13. - 'Naissance de la Guiné. Portugais et Africains en Sénégambie (1841-1936)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 1996;
14. - 'Les campagnes coloniales du Portugal (1841-1941)', éditions Flammarion, département Pygmalion, Paris, 2004;
15. - 'Spanish Africa - Afrique Espagnole. Études sur la fin d'un Empire', éditions Pélissier, Orgeval, France 2005;
16. - 'Angola. Guinées. Mozambique. Sahara. Timor, etc. Une bibliographie internationale critique (1990-2005)', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 2006;
17. - 'Portugais et Espagnols en 'Océanie' - Deux empires: confins et contrastes', éditions Pélissier, Montamets, Orgeval (France), 2010;



Do ÍNDICE: 

Dramatis personae 

PARTIR 
LISBONNE 
LUANDA 
SÃO TOMÉ 
CABINDA 
NORD-OUEST 
CENTRE 
CENTRE-SUD 
EST 

Glossaire 


Preço: 92,50€;