quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Descolonização & Ultramar - 'TIMOR - AUTÓPSIA DE UMA TRAGÉDIA', de Luís Filipe F. R. Thomaz - Lisboa 1977 - MUITO RARO;
Descolonização & Ultramar - Uma profunda análise e enquadramento dos protagonistas e dos acontecimentos da trágica descolonização que Portugal levou a efeito em Timor nos anos de 1974 e 75, da autoria de um dos mais experientes e conhecedores do território e das suas populações
'TIMOR - AUTÓPSIA DE UMA TRAGÉDIA'
De Luís Filipe F. R. Thomaz
Edição do autor
Lisboa 1977
Livro com 176 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Da contracapa:
"O AUTOR
LUÍS FILIPE THOMAZ nasceu em 30 de Junho de 1942. Fez os estudos secundários no Colégio Militar e os superiores na Faculdade de Letras de Lisboa, onde em 1965 se licenciou em História, com uma tese sobre a expansão portuguesa no sueste asiático, aprovada com distinção. É desde esse ano assistente da Faculdade em que se formou. Em 1969 ofereceu-se para prestar o serviço militar em Timor, que desejava conhecer - e, de facto, pôde percorrer em todos os sentidos. No gozo de licença visitou ainda os países vizinhos - Indonésia, Malásia, Singapura, Tailândia, Macau, Hong-Kong e Filipinas - o que lhe facultou um conhecimento bastante concreto da Ásia de sueste e seus problemas.
Mas foi, sem dúvida, em Timor que a sua experiência foi mais rica. O Tétum - língua veicular de toda a metade portuguesa da ilha - que depressa aprendeu a falar satisfatoriamente, facultou-lhe a possibilidade de um contacto íntimo com as populações que poucos militares puderam ter. A 'perfeita compreensão dos problemas específicos' das populações timorenses e a 'simplicidade e humanidade que emprestou aos seus contactos pessoais' com elas, mereceram-lhe na ocasião dois extensos louvores do comandante militar.
A sua actividade em Timor foi, aliás, multímoda: chefe de redacção do semanário 'A PROVÍNCIA DE TIMOR' editada pelo Comando Militar (em cujas páginas publicou cerca de duas centenas de artigos, na sua maioria sobre problemas do território), foi também professor de grego e de latim no Seminário Diocesano de Dare, repórter cinematográfico dos Serviços Cartográficos do Exército, e, episodicamente da RTP. Durante dois anos presidiu, a pedido dos respectivos sócios, à Mesa da Assembleia Geral da 'Associação Desportiva e Recreativa União' - o clube de Dili onde constava que se não queriam europeus. A verdade era porém outra, como do caso vertente se provou: o que se não aceitava era a mentalidade de certos europeus...
Foi ainda um dos fundadores e autor dos estatutos da 'Fundação Bispo Medeiros', associação do laicado católico da Província criada por iniciativa do respectivo prelado, D. José Joaquim Ribeiro, para promoção social das populações Timorenses.
As relações de amizade é a correspondência assídua que continuou a manter com numerosos Timorenses permitiram-lhe, estando longe, acompanhar de perto todo o 'processo de descolonização' e subsequente tragédia que se abateu sobre aquela terra. Fez parte do grupo de seis personalidades chamadas pelo Presidente Costa Gomes para servirem de medianeiras na libertação dos 23 prisioneiros detidos pela UDT: os contactos que conseguiu estabelecer com o Governo Provisório de Timor prepararam o caminho ao General Morais e Silva - de cuja viagem havia de resultar a libertação dos detidos.
Autor de vários trabalhos históricos e de numerosos estudos sobre Timor, é académico correspondente da Academia Portuguesa de História, vogal do Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, membro correspondente do Centro de Estudos da Marinha; é ainda sócio de outras instituições científicas, como a Sociedade de Geografia de Lisboa, a Hakluyt Society de Londres e a Malaysian Branch da Royal Asiact Society de Kuala Lumpur (Malásia).
Nas eleições de 1975 e nas de 1976 foi candidato a deputado pelo Partido Popular Monárquico, para cujo directório foi recentemente eleito."
Do ÍNDICE:
PREFÁCIO
De Henrique Barrilaro Ruas
TIMOR: AUTÓPSIA DE UMA TRAGÉDIA
INTRODUÇÃO
1 - UM MUNDO SUI GENERIS
- Um pouco de história
- Uma sociedade em equilíbrio estático
- Uma burguesia de escribas
- Duas gerações de letrados
2 - A FORMAÇÃO DOS PARTIDOS
- A 'União Democrática Timorense'
- A FRETILIN nasce de um enxerto
- Da Vicarda à APODETI
- Os outros dois
3 - O PAPEL DA INDONÉSIA
- Timor e a Indonésia
- A Indonésia e Timor
- A Austrália e a China
4 - A CORRIDA PARA O ABISMO
- O caos em três tempos
- Primeiro tempo: apalpando o chão
- Segundo tempo: exportando a revolução
- Terceiro tempo: o descalabro
5 - A CATÁSTROFE
- A profecia
- O golpe
- O contragolpe
- A reviravolta
- Independência por uma semana
6 - SOB UM MANTO DE SILÊNCIO
- A posição da Indonésia
- Na penumbra de Atambua
- A situação em Timor
- Portugal e a ONU
- Um drama ignorado
7 - A CAMINHO DO ENTENDIMENTO?
- Morais e Silva em Timor
- As conveniências de Jacarta
- De anjos a demónios
- A resistência
- David e Golias
- O que Portugal pode ainda dar
8 - QUE FUTURO PODE ESPERAR TIMOR?
- As hipóteses de integração
- A não-integração
- As fórmulas de compromisso
CONCLUSÃO
Preço: 60,00€;
Angola & Guerra do Ultramar - Revista 'FLAMA', n. 811, de 20.09.1963 - ('ANGOLA: O PÃO E A PAZ EM TERRAS DOS DEMBOS') - RARA;
Angola & Guerra do Ultramar - Interessantes reportagens do conflito armado nesta antiga província ultramarina numa das revistas de maior circulação em Portugal
revista 'FLAMA', n. 811, de 20.09.1963
- ('ANGOLA: O PÃO E A PAZ EM TERRAS DOS DEMBOS')
Editada em Lisboa, tendo como director Manuel da Silva Costa e director-adjunto Pedro Tamen.
Revista com 34 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARA.
Temas em destaque:
- 'ÂNGELA MARIA: "CUMPRI A MINHA MISSÃO" '
Reportagem muito ilustrada da visita a Angola da artista, onde se encontrou com militantes portugueses em missão e entregou mensagens das mães e namorada e realizou espectáculos em Luanda e no Lobito.
- EXCLUSIVO
'ANGOLA: O PÃO E A PAZ EM TERRAS DOS DEMBOS'
Reportagem muito ilustrada, com fotografias de Manuel Graça, entre os militares que estavam destacados nesta região angolana.
- 'FERNANDO FARINHA: DO FADO Ã CARICATURA'
- 'CARLOS GOMES: A ESTRELA QUE NÃO CHEGOU A BRILHAR'
- 'MOCIDADE E AMOR'
Conto de Armando Fonseca.
- Etc.
Preço: 27,50€;
Moçambique & Notofilia - Nota de 20 meticais efige de Samora Machel - Maputo 2011;
Moçambique & Notofilia - Um exemplar emitido pelo Banco de Moçambique
Nota de 20 meticais efige de Samora Machel
Maputo 2011
Em estado impecável frente e verso.
Preço: 25,00€;
Guiné-Bissau & Notifilia - Nota de 1000 Pesos com a efige de Amílcar Cabral - Bissau
Guiné-Bissau & Notifilia -
Nota de 1000 Pesos com a efige de Amílcar Cabral
Bissau
Exemplar em muito bom estado de conservação frente e verso.
Preço: 27,50€;
sábado, 3 de agosto de 2019
Portugal & Estado Novo - 'RELATOS DA CLANDESTINAMENTE - O PCP visto por dentro', de J. A. Silva Marques - Lisboa 1976 - MUITO RARO;
Portugal & Estado Novo - Da repressão do regime à PIDE/DGS e à posição dos comunistas sobre a guerra colonial
'RELATOS DA CLANDESTINAMENTE - O PCP visto por dentro'
De J. A. Silva Marques
Edições jornal EXPRESSO
Lisboa 1976
Livro com 374 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.
O autor, que foi funcionário do Partido Comunista Português na clandestinidade anterior à queda do regime ditatorial de Salazar e Caetano, rompeu com os comunistas, e viria a ser militante do PPD, após 25 de Abril de 1974, e até foi seu líder parlamentar na Assembleia da República.
Neste livro, Silva Marques relata a sua vida na clandestinidade e na organização do PCP, reservando um pequeno mas elucidativo capítulo à guerra colonial.
Aí, o autor aborda o tema para revelar que a palavra de ordem mais violada pelos comunistas portugueses sobre a guerra colonial era o apelo para que desertassem, e no entanto os militantes eram impelidos a cumprir o serviço militar e por conseguinte irem à guerra, para desenvolverem actividades contra a própria guerra.
Uma obra muito interessante sobre as vivências dos comunistas na clandestinidade e sobre a sua posição quanto è guerra colonial.
Da contra-capa:
"No fundo, o que desejo é contribuir para um debate que, para não ser inútil (conservador), não pode iludir questões importantes, postas pelos próprios factos.
Por exemplo:
- O PCP (e não só) nunca conseguiu, ao longo de quase meio século, fazer a revolução, uma revolução.
Nunca conseguiu ser suficientemente 'grande' para isso.
Mas também nunca foi demasiado 'pequeno', como poderia esperar-se, a avaliar pela sua crónica impotência revolucionária.
Porquê?
- O '25 de Abril' desencadeou um processo que levou a curto prazo ao acasalamento entre o PCP e uma parte importante dos militares do quadro permanente considerados desde sempre pelo próprio PC, o esteio mais sólido do 'fascismo'.
Porquê?
- Não obstante os dois principais aparelhos de repressão, de coerção física e de enquadramento ideológico-político, terem estado praticamente na posse dos gonçalvistas e do PCP, uns dispondo do aparelho militar, outro do aparelho partidário, foram batidos a partir de movimentações fundamentalmente civis e relativamente desorganizadas.
Porquê?
- Que está em causa na sociedade portuguesa, hoje e aqui? O que é a revolução, ou a mudança? O que é a reacção, ou a conservação?
Do PREFÁCIO."
Do ÍNDICE:
- Prefácio - ALGUMAS QUESTÕES;
A ENTRADA PARA O PARTIDO
- OS tempos da única porta, o PCP; - Quando eu ainda pertencia às 'massas'; - Uma ascensão brusca por razões 'poderosas'; - Uma palavra de estranha ressonância: 'amigo'; - O 'controleiro'; - A hierarquia; - A 'revolução' conservadora; - O que era ser comunista;
COIMBRA: A TRANSIÇÃO ENTRE DUAS GERAÇÕES DE COMUNISTAS
- A velha e nova vanguardas; - Existencialismo e comunismo; - A revolução revoltada; - A 'Carta a uma jovem portuguesa'; - A 'revolução' domesticada;
O COMITÉ REGIONAL DAS BEIRAS
- A minha passagem a funcionário do partido; - Composição e área do C.R.B.; - Uma época áurea; - A derrocada; - Causas da derrocada;
A 'ALIANÇA COM O CAMPESINATO' OU O PC NOS MEIOS RURAIS
- A questão camponesa; - Campesianto e operariado; - A resistência camponesa; - A actividade clandestina nos meios rurais; - O peixe fora de água; - Uma forma camponesa de organizar os camponeses; - Aliança ou subordinação do campesinato?; - A concepção cunhalista da aliança com o campesinato;
A GUERRA COLONIAL
- Uma propaganda inoperante; - A palavra-de-ordem mais violada;
PRISÃO E EVASÃO
- A prisão; - Aprendiz de clandestino; - A 'estátua'; - O 'isolamento'; - As diferenças de classe para além das grades e da PIDE; - Os monopólios do heroísmo; - A evasão;
O COMITÉ REGIONAL DO PORTO
- Com posição e área do C.R.P.; - A implantação do PC na região do Porto; - Um exemplo clássico de penetração partidária;
NA 'PÁTRIA DO SOCIALISMO'
- A caminho do 'sol da terra'; - Na datcha de Satine; - Álvaro Cunhal; - A 'múmia'; - O 'metropolitano do povo'; - O rosto das pessoas; - O porco 'socialista';
O VI CONGRESSO
- A 'grandeza nacional' via Moscovo; - A composição do congresso; - A ordem de trabalhos; - Fora da ordem de trabalhos; - As minhas divergências; - A cisão marxista-leninista pró-chinesa; - O stalinismo na sua expressão ingénua; - A representatividade do congresso;
-
-
O COMITÉ REGIONAL DA MARGEM SUL
- Razões duma promoção; - A implantação do PC na margem sul; -A CUF, bastião tradicional do PC; - A organização do PC na CUF; -Xeque-mate ao capitalismo liberal; - O peixe na água; - Razia policial a sul do Tejo;
A RUPTURA
- Desterrado nas Beiras;
-Três fases dum mesmo processo de ruptura; - O primeiro conflito; - O segundo conflito; - O terceiro conflito; - A 'Carta aberta'; - A expulsão; - Dupla clandestinidade; - O exílio;
O 'OFÍCIO DE CLANDESTINO'
- As dificuldades do 'ofício'; - As regras de ouro do clandestino; - As casas do partido; - Um dia na vida de um clandestino; - Um mês na vida de um clandestino; - Uma vida na vida de um clandestino;
SOCIOLOGIA E IDEOLOGIA DO PC
- O espectro social da organização partidária; - Sindicato clandestino; - Anarquismo operário e radicalismo pequeno-burguês; - As 'amplas liberdades'; - Um obscurantismo místico;
A QUEDA DO PC
ANOTAÇÕES PARA ALGUMAS RESPOSTAS
José Augusto da Silva Marques:
- Natural de Cruz da Légua (Porto de Mós) - 07.11.1938/26.12.2016;
- Licenciado em direito pela Universidade de Coimbra;
- Licenciado em sociologia pela Universidade de Paris;
- 12 anos membro do PCP (1958-69), dos quais 9 como 'funcionário', sendo 8 na clandestinidade;
- Director e editor de 'CADERNOS' (revista mensal de crítica política e social editada em Paris);
- Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Porto Mós;
- Eleito Presidente da Câmara Municipal de Porto Mós (1976-1979);
- Eleito deputado pelo PPD/PSD pelo círculo de Leiria entre 1980 e 1999;
- Líder do Grupo Parlamentar do PPD/PSD na Assembleia da República;
Preço: 57,50€;
Angola - História & Literatura - 'VOZ DE ANGOLA CLAMANDO NO DESERTO' - AAVV - Luanda 1984 - Muito Raro;
Angola - História & Literatura - Um livro histórico do nacionalismo angolano e de grande importância e coragem pelo afrontamento da mentalidade colonial então reinante em Luanda
'VOZ DE ANGOLA CLAMANDO NO DESERTO'
AAVV
Edição da União dos Escritores Angolanos
Luanda 1984
Livro com 188 páginas e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Da contracapa:
"'VOZ DE ANGOLA CLAMANDO NO DESERTO', livro famosos publicado em 1901, mas pouco conhecido da maioria dos angolanos das novas gerações, faz parte de um período da história de Angola que interessa recordar e é importante conhecer.
Publicada sob anonimato, por razões que a repressão então justificava, esta obra é um trabalho colectivo que tem participação de onze activos intelectuais da época, a maior parte deles autodidatas: António José Nascimento, Pachoal Jé Martins, Francisco das Necessidades Castelbranco, Mário Castanheira Nunes, Carlos Sartunino, Augusto Silvério Ferreira, Carlos Botelho de Vasconcelos, José Carlos Oliveira Nunes, Eusébio Velasco Galiano Júnior, João de Almeida Campos e Apolinário Van-Dúnen.
Mas por quê esta obra colectiva? Em 26 de Março de 1901, a 'GAZETA DE LOANDA' único jornal que então aí se publicava, incluía o artigo 'Contra a Lei, pela Grei', cujo autor manifestava o mais gritante reaccionarismo colonialista ao afirmar a subalternidade do negro em relação ao branco e negando àquele o mais elementar direito: o de fazer parte da Humanidade.
Sendo este o motivo do aparecimento de 'VOZ DE ANGOLA CLAMANDO NO DESERTO', esta obra não se limita a dar-lhe resposta adequada, solidamente documentada com argumentos de natureza etnográfica, histórica e sociológica. Na linha de outras manifestações anteriores, este livro contém já as sementes de uma luta que, mais tarde enriquecida de conceitos ideológicos, daria lugar à luta armada que terminaria pela derrota do colonialismo e a libertação do povo angolano."
Do ÍNDICE:
ADVERTÊNCIA - Luanda, 13 de Maio de 1901
VOZ D'ANGOLA CLAMANDO NO DESERTO
Oferecida aos amigos da Verdade pelos naturaes
- 'SOLEMNIA VERBA'
- A 'Contra a Lei, pela Grei'
Resposta - Icolo e Bengo, Abril de 1901
- À GAZETA civilizadora de África
- Réplica
- 'Ex digito gigas'
- Agora nós
- Um protesto
- Preconceitos
- 'Quis Eritis?'
- Confrontos
- É o cúmulo das infâmias
- TRANSCRIÇÕES
- Conclusão
Preço: 47,50€;
África - História & Cultura Geral - 'DE UMA ANGOLA DE ANTIGAMENTE', de Inácio Rebelo de Andrade - Lisboa 2010 - RARO;
África - História & Cultura Geral - Para melhor recordar ou conhecer Angola em toda a sua diversidade da história, cultura, fauna, flora, riquezas naturais, paisagens e os próprios angolanos
'DE UMA ANGOLA DE ANTIGAMENTE'
De Inácio Rebelo de Andrade
Edições Colibri
Lisboa 2010
Livro com 192 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO.
Da contracapa:
"As fotografias reunidas neste livro foram já publicaras num blogue que mantenho na net desde Fevereiro de 2008, cujas legendas, agora revistas e corrigidas, assinei com o pseudónimo de Francisco Bernardo.
Uma esperança e um desejo sentidos: que esta reportagem consiga atingir o objectivo para que foi concebida - permIturraspe aos angolanos exilados do seu país (ou porque quiseram ou porque foram obrigados a isso) matar saudades de uma terra que teima em permanecer na memória.
Do autor, in 'uma Explicação breve, mas necessária'."
OBRAS DO AUTOR:
- 'SAUDADES DO HUAMBO (Para uma evocação do Poeta Ernesto Lara Filho e da 'Colecção IMBONDEIRO')' - Évora 1994;
- 'O SABOR DOCE DAS NÊSPERAS AMARGAS' - Lisboa 1997;
- 'QUANDO O HUAMBO ERA NOVA LISBOA' - Memórias - Lisboa 1998;
- 'PARÁBOLAS EM PORTUGUÊS' - Contos - Lisboa 1999;
- 'ACONTECEU EM AGOSTO' - Novela - Lisboa 2000;
- 'MÃE LOBA' - Romance - Lisboa 2001;
- 'REVISITAÇÕES NO EXÍLIO' - Contos angolanos - Lisboa 2001;
- 'PASSAGEIRO SEM BILHETE' - Romance - Lisboa 2003;
- 'ADEUS MACAU, ADEUS ORIENTE' - Ficções de viagem - Évora 2004;
- 'NA BABUGEM DO ÊXODO' - Romance - Lisboa 2005;
- 'A MULATA DO ENGENHEIRO' - Romance - Lisboa;
- 'OS PECADOS DO DIABO E AS VIRTUDES DE DEUS' - Alegoria - Lisboa 2008;
- 'O PECADO MAIOR DE ABEL' - Romance - Lisboa 2009;
- ‘LAMENTO DE UM EXILADO’ - Ensaio - Lisboa 2012;
COMO NUM FILME ANTIGO...
Prefácio de Francisco Soares
UMA EXPLICAÇÃO BREVE, MAS NECESSÁRIA
Inácio Rebelo de Andrade
LONGE DA VISTA, MAS NÃO DO CORAÇÃO...
1 - A Marginal de Luanda
2 - A avenida do Colete
3 - A WELWITSCHIA MIRABILIS
4 - Mãe Negra
5 - Quissange
6 - O Chinguar
7 - Quedas do Duque de Bragança
8 - O Liceu Diogo Cão de Sá da Bandeira
9 - Queimadas de cacimbo
10 - Uma dívida de gratidão
11 - O comboio-mala
12 - Benguela, cidade mulata
13 - A Pintalgada e rasteira capota
14 - A Cerveijaria Biker
15 - Os mamoeiros do quintal
16 - O Andulo e a razão do seu nome
17 - A lavra, sustento da família
18 - A Catedral de Nova Lisboa
19 - Rapariga Humbe
20 - Enterranços
21 - O Imbondeiro
22 - A Embala de Belmonte em Silva Porto
23 - Uma 'CUCA' à pressão
24 - Fogueiras á noite antes da caçada
25 - Loengos da minha infância
26 - O Palácio do 'Catiolo'
27 - Vila Teixeira de Sousa
28 - O Colonato da Cela
29 - O Cinema Restauração
30 - O Benguelinha
31 - Tundavala
32 - A Ilha do Mussulo
33 - Lobito: 'Sala de visitas' de Angola
34 - Cosmos do Huambo
35 - A Palanca Negra gigante
36 - Pössinger e o projecto-piloto do Andulo
37 - Tabaibos
38 - Caça grossa, a dos búfalos
39 - Uma trovoada
40 - O Hotel Terminus do Lobito
41 - O aeroporto Craveiro Lopes
42 - O Alexandre Herculano de Nova Lisboa
43 - Café Maduro
44 - Uma Moamba a preceito
45 - Pedras Negras de Pungo Andongo
46 - O Rio Quanza
47 - Igreja de Nossa Senhora do Pópulo
48 - Manhãs de cacimbo
49 - O Maboque
50 - O Forte Cabral Moncada ou da Quissala
51 - O porto de Luanda e o Largo Diogo Cão
52 - Atravessar o rio de jangada
53 - A cidade do Luso, chamada hoje de Luena
54 - O sol de Angola
55 - O Quimbo
56 - O Mercado de Quinaxixe
57 - Moçâmedes, 'Princesa do Namibe'
58 - A igreja do Padre Moutinho
59 - Plantações de sisal
60 - À esquina do pólo Norte
61 - Morros de salalé
62 - O carro boér e a ocupação da Huíla
63 - O mosquiteiro
64 - O jindungo
65 - De Quinda à cabeça
66 - As oficinas gerais do CFB
67 - Eucaliptos do Lubango
68 - Comerciantes do Mato
69 - Malange, nome devido a uma pergunta
70 - O indesejável e temido Marimbondo
71 - Tchinganges
72 - Sipaios
73 - O Grande Hotel da Huíla
74 - Batuques de sábado
75 - Caixas de uvas vindas do puto
76 - Inselbergs
77 - Cerâmica artesanal
78 - Surucucu
79 - Piqueniques de sábados ou domingos
80 - A Chianga
81 - A Missão católica e espiritana do Canhe
82 - Cruzar o 'mal salgado'
Glossário
Preço: 47,50€;
Angola & Literatura - 'NUNCA É VELHA A ESPERANÇA...', de António Cardoso - Lisboa 1980 - Raro;
Angola & Literatura - Colectânea de poemas do autor do período em que esteve detido por motivos políticos nas diversas prisões
'NUNCA É VELHA A ESPERANÇA...'
De António Cardoso
Edição Ulmeiro
Lisboa 1980
Livro com 126 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.
Da contracapa:
"ANTÓNIO CARDOSO
Nasceu a 8 de Abril de 1933 em Luanda, onde fez os estudos liceais. Teve a sua estreia literária no Boletim 'ESTUDANTES' (Órgão dos alunos do ex-Liceu Salvador Correia) e na revista 'MENSAGEM' (da ex-ANANGOLA). Pertenceu também aos corpos gerentes da Sociedade Cultural de Angola e foi um dos fundadores do Cine Clube de Luanda.
Foi preso pela PIDE em 1959 e de novo em 1961, só sendo libertado a 7 de Maio de 1974, depois de ter passado cerca de três anos em cadeias de Luanda e aproximadamente dez no Campo de Concentração do Tarrafal.
Tem publicado os livros:
- 'POEMAS DE CIRCUNSTÂNCIA';
- '21 POEMAS DA CADEIA';
- 'ECONOMIA POLÍTICA';
- 'PANFLETO';"
Preço: 25,00€;
Colonialismo & Ultramar - 'ACTIVIDADES DE ANGOLA', n. 1 - De Julho/ Dezembro de 1959 - MUITO RARO;
Colonialismo & Ultramar - Uma colectânea de artigos sobre Angola em diversos prismas do seu desenvolvimento no final da década de cinquenta
'ACTIVIDADES DE ANGOLA', n. 1 - De Julho/ Dezembro de 1959
Editada pelo Fundo de Turismo e Publicidade
Luanda 1959
Revista com 142 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO;
Do ÍNDICE:
NOÇÕES DEMOGRÁFICAS RELATIVAS AO CONGO PORTUGUÊS
De Hélio A. Esteves Felgas
(Governador do Distrito do Congo)
OS TRANSPORTES AÉREOS NA ECONOMIA DE ANGOLA
De Jacinto Medina
(Tenente-coronel de aeronáutica - Director da D.T.A.)
Introdução
Capítulo I
ANGOLA - O território e o papel dos diversos meios de transporte
A - Características geográficas
B - Características demográficas
a) - Agricultura
b) - Indústriais e minas
c) - Rendimento social
d) - Os vários meios de transporte
e) - Vias fluviais
Capítulo II
O transporte aéreo na economia de Angola
A - Densidade do transporte aéreo
B - Custas e tarifas
C - Tendências do transporte aéreo
MELHORAMENTO DAS HABITAÇÕES TRADICIONAIS EM ANGOLA
De L. F. Frederico Colaço
(Engenheiro chefe da Repartição de Edifícios e Monumentos Nacionais da D.S.O.P.T. de Angola)
I - Planificação
II - Realizações
a) Tipo primitivo tradicional
b) Melhoramento dos materiais
c) Esgotos, águas e electricidade
d) Meteologia e climatologia
e) Laboratório
f) Contribuição das Belas Artes
g) Habitações tradicionais rurais
h) Habitações urbanas
Conclusão
Notas
A CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL INDÍGENA
De Mesquitela Lima
(Secretário de Circunscrição do Quadro Administrativo de Angola)
Subsídios para um estudo de geografia humana
MELAÇOS DE CANA NACIONAIS
De L. R. Ferreira de Almeida
(Engenheiro Agrónomo)
Subsídios para um melhor aproveitamento destes subprodutos
O melaço na alimentação do gado
O melaço na alimentação humana
Conclusões
Bibliografia
ESTABILIZAÇÃO DA AGRICULTURA ITINERANTE EM ANGOLA
Direcção Provincial dos Serviços de Agricultura - Junta de Exportação de Cereais - Junta de Exportação de Algodão - Junta de Exportação do café
Sistema adoptado
Resultados previstos
1 - Objetivo económico
a) - O aumento da produção
b) - Combate à ociosidade
2 - Objectivo político
3 - Objectivo social
RESUMOS
Em Francês
Em Inglês
Preço: 60,00€;
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