segunda-feira, 23 de março de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ (2 Volumes), de José Gerreira - Lisboa 2016/17 - Raros;






Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - Uma obra em que o autor privilegiou recordar as suas boas memórias do tempo militar, entre a recruta, especialidade e formação da Companhia e no cenário da guerra na Guiné, onde cumpriu a sua comissão entre 1967 e 1969 









‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ - I Volume
De José Gerreira 
Edição Chiado 
Lisboa 2016/17  


Livro com 218 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 

Da contracapa: 
“ ‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ - I Volume 

A guerra é a guerra !
MAS, mesmo na guerra-guerra (em tempo de guerra) surgem, por vezes, imprevistos, situações bizarras e com humor, em perfeita contradição com o ambiente que se vive, embora só mais tarde, ao recordar, nos provoque uma gargalhada.“ 
Alberto Branquinho 


Do ÍNDICE:

Advertências 
Em Homenagem 
Agradecimentos 

INTRODUÇÃO 
- Bife à Dunane 
- Sexualmente falando, tudo continua normal 
- Os sonhos do Farinha 
- O cabo velho 
- Tony, o lisboeta 
- Dom Quixote de Lapin 
- Piteira, o ranger do Alentejo 
- Uma Madrinha de guerra 
- Coisas de piriquitos 
- Xelorico, um rapaz sui generis 
- Galinha ? Cá tem 
- O alferes maluco 
- O Jorge Ribeiro era um ‘gentleman’ 
- Uma grande mulher (ou uma imagem de uma geração) 
- Celebrando os meus 25 anos 
- Outras memórias 
- O Chico do Palácio 
- É a guerra, é a guerra… (será ?) 
- O ‘Asdrúbal do cu da Serra’ e os seus amores tardios 
- O ‘Galã de Nhacra’ e ‘Conquistador de Guimarães’ 
- Samuel e os amores desfasados 
- Notas sobre uma homenagem póstuma 
- O grande choque (I) 
- A grande lição do baptismo de fogo 
- O grande choque (II) 
- Beber a própria urina 









‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ - II Volume 
De José Gerreira 
Edição Chiado 
Lisboa 2017 


Livro com 266 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raros. 

Da contracapa:
“ ‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ - II Volume 

Decorridos quase quarenta e três anos do termo da Guerra na Guiné, então colónia portuguesa, e cinquenta anos do termo da sua Comissão de Serviço Militar, naquela província, o José Ferreira, conseguiu transportar-nos para os terríveis anos da guerra sangrenta que se abateu sobre uma geração de jovens, que estoicamente se bateram na defesa da Pátria, utilizando a escrita, uma escrita fluida, simples e corrida, de alguma forma até sibilante, que nos transporta para a parte boa, se é que há boa, da guerra. O título do livro, ‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’, é desde logo uma garantia de uma boa leitura, despida de qualquer referência bélica, que nos faça relembrar os trágicos anos de 1961/1974. 

Entre o amor, a paixão pela guerra, pelas aldeias, pelas pessoas, pela camaradagem, pela juventude irreverente dos intervenientes, o Zé Ferreira, oferece-nos um mundo diferente, romanceado, mas com actores e cenas reais, tendo como alvo o teatro de guerra que foi obrigado a intervir activamente. 

‘MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA’ é assim um romance que cativa, entusiasma e obriga a uma leitura sempre crescente dessa obra, que aconselho vivamente. 

Obrigado amigo e camarada Zé Ferreira, por teres trazido a público a edição desta obra.“ 
Ricardo Figueiredo 


Do ÍNDICE: 

Advertências 
Em Homenagem 
Agradecimentos 

APRESENTAÇÃO INTRODUTÓRIA 
- Alberto Branquinho 
- Prof. Dr. Luís Graça 
- Dr. Mário Beja Santos 
- Francisco Baptista 
- Jorge Portojom

MEMÓRIAS BOAS DA MINHA GUERRA 
- Guerra em Dunane 
- “Deixem-nos trabalhar” 
- Os bravos do 13.* pelotão sob o comando do furriel Montana 
- Os sonhos do Farinha (II) - pescaria premiada 
- Cegueira e religião 
- Bolos de bacalhau à moda… de Catió 
- Chico d’Alcântara, um homem de excepção 
- O Cabo Felgueiras 
- O básico dos básicos 
- Férias da guerra - o ‘Lourosa’, padres, religião, cinema 
- Morteiradas em Canquelifá 
- Raúl Pires, o mergulhador do Funchal 
- Assalto ao Pilão 
- Que rica ‘foda’ 
- A cabra do Betguinhas 
- O Floriano ‘Florida’ e o tio que pescava 
- Amores e desamores 

OUTRAS MEMÓRIAS 
- Promessas 
- O Furriel Zé Maria (ou ‘cambanças’ da nossa geração 
- Memórias de Guerra ou guerra de memórias ? 
- Vícios estranhos ou frutos da época 
- O Tininho da Feira 
- Oficial não cavalheiro 
- O Valente era mesmo valente 
- Sexo, a quanto obrigas ! 
- Operação Bola de Fogo  - Construção de Gandembel 
(O Inferno) 
1. - Destino feliz ou prémio ao dever 
2. - O caminho de Gandembel 
3. - Operação Bola de Fogo 
4. - Do primeiro dia da OP Bola de Fogo 
5. - O início de Gandembel  / Ponte Bolama 
6. - Em Gandembel 
7. - Nos primeiros dias 
8. - 15 de Maio - dia terrível 
9. - No último dia da CART 1689 na OP Bola de Fogo 
10. - O Alferes Monteiro 
11. - Gandembel - a terra dos homens de nervos de aço 
12. - Hino de Gandembel 
13. - Notas finais 

Lançamento e Apresentação de Memórias boas da minha guerra 


O Autor: 
“JOSÉ FERREIRA - NOTAS BIOGRÁFICAS DO AUTOR 

Nasceu em Fevereiro de 1943, em Fiães, concelho da Feira.
Aos 10 anos de idade começou a trabalhar no sector corticeiro. 
Fez os estudos liceais e outros através de ensino particular. 
Durante o serviço militar esteve nas seguintes unidades: 
- Escola Prática de Cavalaria - Santarém Set/Dez 1965; 
- Escola Prática de Artilharia - Vendas Novas Jan/Março 1966 
- GACA 3 - Espinho Abr/Set 1966 
- CIOE (Rangers) - Lamego Set/Dez 1966
- RAP 2 - VNGaia Jan/Fev 1967 
Partiu para a Guiné no navio ‘Uíge’ em 26 de Abril de 1967, integrado na CART 1689 do BART 1913. Chegado a Bissau, a CART 1689 saiu do ‘Uíge’ directamente para barcaças rumo a Bombadinca, subindo o rio Geba. 
A CART 1689 esteve colocada em Fá Mandinga, Catió, Gandembel, Cabedu, Dunane, Canquelifá e Bissau. Como Companhia de Intervenção, a CART 1689 actuou em mais de metade do território do CTIG, vindo a ser premiada com a flâmula de Honra em Ouro do CRIG, o mais alto galardão atribuído a companhias operacionais. 
Regressou Sá Guiné (chegada a VNGaia) em 9 de Março de 1969. 
Começou a trabalhar como comercial no ramo de tintas e vernizes, mas logo seguiu para Angola, terra de seus sonhos. 
Trabalhou na secção de Contabilidade da Câmara Municipal de Cabinda. 
Regressado de férias, em 1974, demitiu-se da C. M. de Cabinda e foi viver para Crestuma, Vila Nova de Gaia, terra natural da sua mulher. 
De 1975 a 1985, trabalhou numa empresa de fundição, como Director de Serviços.
De regresso ao sector corticeiro, trabalhou como Director Comercial, vindo a criar uma pequena empresa direccionada para o apoio ao engarrafador. 
Como amante do desporto e do associativismo, ajudou à criação e desenvolvimento de vários clubes e associações desportivas, cultura, solidariedade e recreio. 
Praticou canoagem. Chefiou a Federação Portuguesa de Canoagem. 
É sócio honorário, por aclamação, da F. P. de Canoagem. 
Foi reconhecido pela Comunicação Social como Presidente do Ano, mais uma vez. Também foi homenageado em Espanha.
Foi galardoado como Personalidade Desportiva do século XX (como foram Eusébio, Joaquim Agostinho, Moniz Pereira e outros ilustres desportistas).


Preço: 57,50€; 

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