sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Literatura Luso Africana - ‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’, de Fernando Amaro Monteiro - Lisboa 2011 - Raro;






Literatura Luso Africana - Contos inspirados nas vivências africanas do autor, um escritor com paragem e vida social e profissional pelos espaços lusófonos e africanos 


‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’ 
De Fernando Amaro Monteiro 
Editorial Estampa 
Lisboa 2011 


Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“ ‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’ é uma obra intemporal ! 
Compilando vários contos de temática ultramarina, o autor remete-nos, 
através de um ‘africanismo literário’, para a fascinante realidade de 
paisagem africana. Conta-nos estórias de além-mar, faz-nos sentir o cheiro 
das chuvas tropicais e deixa-nos na boca ‘um certo gosto a tamarindo’. 

(…) É todo este espaço temporal que Fernando Amaro Monteiro fixa. E de 
uma forma literária inegavelmente extraordinária. Pois neste punhado de 
estórias está um punhado de História. Esa que fixou, de uma forma 
definitiva, a gente angolana à gesta do português que nadou no mundo a 
tornar Pátria o Portugal que hoje é Pátria de outras Pátrias (…)“ 
Amândio César - in ‘Notas Prefaciais a Uma Leitura’ 


Da badana:
EXCERTOS DA CRÍTICA A PROPÓSITO DA COLECTÂNEA ‘O CORONEL SARDÓNIA’, DO MESMO AUTOR:

“É um documento exemplar da arte de criar romanesco a partir de uma experiência íntima, vinda de fora para dentro e devolvida, ao diante, na sua maior dimensão humana.
Considero-o um livro exemplar. Considero-o, sem favor, o melhor documento literário deste anos de 1970.“ 
Amândio César, ‘Diário Popular’, Lisboa, 2 de Agosto de 1970 

“Formalmente, este livro intrinsecamente Angolan é obra acabada, a alinhar numa primeira fila da nova estilística ultramarina. Servindo-se de uma exposição plena de maciez verbal, Amaro Monteiro soube captar a expressão oral da classe tratada e introduzi-la no mais lídimo português, fabricando assim um desvio literário que, sem se afastar do,português, lhe atribui maior riqueza e o caracteriza e restringe a um determinado espaço. 
Na sequência de uma tradição ficcional de que se têm visto os frutos, aposto neste volume de contos como uma das mais importantes obras, no género, vindas a lume neste último biénio…“ 
David Mestre, ‘República’, Lisboa, 8 de Maio de 1971 


O Autor:
“FERNANDO AMARO MONTEIRO nasceu em 1935, em Lisboa (‘por acidente’, como usa esclarecer), de uma família com várias gerações ultramarinas (Cabo Verde e Angola). Obviamente, a foto representa-o na fase em que escreveu os, contos aqui reunidos, ou seja, no início dos seus 30 anos. 
O autor foi para Luanda com poucos meses e ali viveu até aos 20 anos, tendo sido aluno do Liceu Nacional Salvador Correia. Veio em 1955 para a Faculdade de Letras de Lisboa.
Exerceu diversas actividades públicas e privadas em Portugal, Moçambique, Angola, França, e Macau. 
Desempenhou também missões de serviço na Guiné e em Cabo Verde.
É doutor em Relações Internacionais pela Universidade Técnicas de Lisboa e Professor aposentado do Ensino Superior Particular. Autor de numerosos livros, conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Do Autor 
NOTAS PREFACIAIS A UMA LEITURA 
- Por Amândio César 
AOS LEITORES 

- A terra que me escorre nas mãos 
- Joana Maluca 
- Menina Octávia 
- Coronel Sardónia 
- Chefe Noronha 
- Dona Epifania 
- Galiano Sotomaior 
- Padre Florêncio 
- Um Certo Gosto a Tamarindo 
- Marianita 
- A mulher do Júlio ou a mulher do próximo 
- Cela 
- O velório 
- Depois do fim 


Preço: 37,50€; 

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