sexta-feira, 8 de maio de 2020

Portugal & História - A PRESENÇA ROMANA - LOTE DE 3 LIVROS - Lisboa 1970, 1973 e 1988 - Muito raros;



 

 

 


 

 


 

 

 

 

 

 


Portugal & História - Um lote das obras mais importantes sobre a presença romana no actual território nacional


A PRESENÇA ROMANA - Lote de 3 livros
1. - 'CONINBRIGA', de Adília Alarcão
2. - 'PORTUGAL ROMANO', de Jorge de Alarcão
3. - 'O DOMÍNIO ROMANO EM PORTUGAL', de Jorge Alarcão



- A PRESENÇA ROMANA - (37,50€)
1. - 'CONIMBRIGA'
De Adília Alarcão
Ilustrações de Jorge Pinheiro
Edição Verbo Juvenil
Livro 1970

Livro de grandes dimensões, capas duras e totalmente ilustrado. Em excelente estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.

Do ÍNDICE:
Abertura
OS ROMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA
Situação
Evolução
O ataque
Falta de condições
Abandono
O Fórum
A Basílica
Religião é Templos
O novo Fórum
O Criptopórtico
Ruas e casas
Banhos
Termas públicas
As distrações
O Aqueduto e os esgotos
O Anfiteatro
Comércio e indústria
As muralhas
Vestígios cristãos


2. - 'PORTUGAL ROMANO' - (45,00€)
De Jorge de Alarcão
Editorial Verbo
Lisboa 1973

Livro com 274 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.

Do ÍNDICE:
Gravuras
PREFÁCIO
A HISTÓRIA DA CONQUISTA,b À OCUPAÇÃO VISIGÓTICA
AS VILAS E OS LUGARES
A VIDA RURAL
A VIDA ECONÓMICA
A RELIGIÃO
A ARTE
Bibliografia seleccionada
Notas às fotografias
Índice ideográfico


3. - 'O DOMÍNIO ROMANO EM PORTUGAL' - (32,50€)
De Jorge Alarcão
Publicações Europa-América
Lisboa 1988

Livro com 244 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO.

Do ÍNDICE:
PREFÁCIO
Capítulo I - A história política
Capítulo II - As divisões administrativas
Capítulo III - Cidades, vici e castella
Capítulo IV - As estradas
Capítulo V - As villae
Capítulo VI - A vida económica
Capítulo VII - A religião
Capítulo VIII - A arte
Notas
Apêndices
- Divindades indígenas
- Cidades, vici, castella e populi
Bibliografia



Preço: 115,00€; (Lote completo)
Para adquirir exemplar isolado, ver o respectivo preço.

Portugal & Ultramar - 'UM POLÍTICO CONFESSA-SE (Diário: 1960-1968)', de Franco Nogueira - Porto 1986 - RARO;




Portugal & Ultramar - Um documento histórico com as memórias da acção diplomática daquele que foi o Ministro dos Negócios Estrangeiros mais duradouro de Oliveira Salazar (1961-1969) e que tem toda a sua vida dedicada à carreira, casado com uma cidadã japonesa


'UM POLÍTICO CONFESSA-SE (Diário: 1960-1968)'
De Franco Nogueira
Editora Civilização
Porto 1986


Livro com 316 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor.
De muito difícil localização.
RARO.


O AUTOR:
"FRANCO NOGUEIRA
Alberto Marciano Gorjão Franco Nogueira, filho de um jurista, parecia seguir a tradição familiar ao inscrever-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa no ano de 1935, onde se licenciou com a classificação final de 13 valores em Julho de 1940.

A carreira diplomática Editar
Em 1941, participa num concurso de entrada para o pessoal do Ministério dos Negócios Estrangeiros, tendo alcançado o lugar de adido de legação. Durante o concurso, cujos candidatos foram avaliados por Luís Teixeira de Sampaio, realizou um trabalho sobre Portugal e a Conferência de Berlim. Colocado na Secretaria de Estado, a sua carreira diplomática evoluiu com as nomeações para 3.º secretário (1943) e 2.º secretário de legação (1945). Paralelamente, colaborava na imprensa, como crítico literário. Foi amigo pessoal, entre outros escritores, de Castro Soromenho.

Após alcançar o posto de 2.º secretário, Franco Nogueira é enviado para a delegação no Japão, onde chega (já depois do fim da Segunda Guerra Mundial) em janeiro de 1946, vindo a desempenhar as funções de representante português junto do Alto Comando Aliado que ocupava o arquipélago. No final desse ano requer oficialmente autorização para casar com a luso-chinesa Vera Machado Wang, tendo a permissão chegado em julho de 1947 e o matrimónio sido realizado dois meses depois.

Em 1949, Franco Nogueira ascende ao estatuto de cônsul de 2.ª classe e é colocado em Sydney, mas nunca chegará a ocupar esse lugar, sendo transferido para os serviços internos do Ministério e regressando a Lisboa em julho de 1950. Durante a década seguinte, assume um protagonismo crescente nos entre os diplomatas portugueses. Já como cônsul de 1.ª classe, faz parte das delegações às sessões da Comissão de Cooperação Técnica em África (CCTA) e às conferências de defesa de África. Em 1953, viaja pela primeira vez à África portuguesa, numa missão de serviço a Moçambique. Obtém a promoção a Conselheiro de Legação com uma monografia que seria publicada em 1957 com o título A Luta pelo Oriente. Integrado no corpo consular, torna-se cônsul-geral em Londres no ano de 1955. Participa nas delegações portuguesas às conferências da Organização Internacional do Trabalho de 1956 e 1957 e à reunião de plenipotenciários que em Agosto de 1956 elabora em Genebra uma convenção para a supressão da escravatura. Finalmente, é um dos membros da missão enviada à XI Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Novembro de 1956, estando sempre presente nos plenários que se realizam em Nova Iorque até 1960. Iniciam-se então os seus combates em defesa da política ultramarina do Estado Novo, crescentemente contestada à medida que entram para a ONU os novos países resultantes da descolonização. É precisamente esta a ser tratada na Quarta Comissão, onde Franco Nogueira se notabiliza na resposta aos ataques do chamado bloco afro-asiático. O jovem diplomata aborda igualmente a questão ultramarina em conferências e colóquios dentro e fora de Portugal.

A sua carreira no Ministério progride com a promoção a ministro plenipotenciário de 2.ª classe e o regresso a Lisboa em fevereiro de 1958, quando ocupa a função de adjunto do director-geral dos Negócios Políticos e da Administração Interna. Em Dezembro do ano seguinte, é já ministro plenipotenciário de 1.ª classe e substitui o director-geral que antes adjuvava. Torna-se o número dois do Palácio das Necessidades, colaborando de perto com o então ministro Marcello Mathias, que acompanha em várias visitas oficiais. Ansioso por abandonar o Ministério e partir para a embaixada em Paris, Mathias vê Franco Nogueira como o seu sucessor e aponta o seu nome a Salazar.

Ministro dos Negócios Estrangeiros Editar
Em 16 de abril de 1961 (apenas três dias depois do fracasso do golpe de Botelho Moniz), o Presidente do Conselho reúne-se com Nogueira, convencendo este a aceitar o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros, no qual toma posse em 4 de Maio. A 15 de Maio desse ano é agraciado[1] com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

Até abandonar a pasta, em 5 de outubro de 1969, Alberto Franco Nogueira enfrenta uma conjuntura marcada pela guerra em África e pelo crescente isolamento internacional de Portugal que o conflito provoca. Interna e externamente, ataca as Nações Unidas e denuncia aquilo que considera como os interesses imperialistas das grandes potências nas “províncias ultramarinas” portuguesas. Em numerosas visitas oficiais e presenças nas reuniões da NATO, procura, com algum sucesso, ganhar apoios internacionais, deslocando-se ainda a Angola (1964) e Moçambique (1966). Colaborador próximo de Salazar e fiel seguidor da estratégia deste, Nogueira ganha peso no interior do regime. A 29 de Agosto de 1963 é agraciado[1] com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo e a 1 de Julho de 1966 com[1] a Grã-Cruz da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

No entanto, a doença e o afastamento de Salazar da presidência do Conselho, em setembro de 1968, colocam-no numa situação política difícil. Perante a opção de Américo Tomás por Marcelo Caetano com o qual tinha e iria ter vários confrontos políticos por divergirem quanto ao que fazer com o Ultramar. Pois Franco Nogueira defendia o integracionismo.[2] Nessa altura pretende deixar o Ministério, mas, o novo Presidente do Conselho consegue mantê-lo na pasta por mais um ano.

De 1969 a 1974 Editar
Abandonado o Governo, entra de licença ilimitada no ministério dos Negócios Estrangeiros e é-lhe atribuído o título, honorífico, de «embaixador», que ostentará até à morte; nesse mesmo ano de 1969 torna-se um dos deputados eleitos para a X Legislatura da Assembleia Nacional. Paralelamente, é nomeado administrador do Caminho-de-Ferro de Benguela e integra o Conselho de Administração do Banco Espírito Santo. De novembro de 1973 a abril de 1974 é Procurador na XI Legislatura,[3] a última, da Câmara Corporativa. As diferenças de opinião em relação ao então Chefe do Governo - num sentido conservador e integracionista - serão numerosas.

A prisão e o exílio Editar
Para a nova situação política saída do 25 de Abril, Nogueira é um dos máximos representantes do regime derrubado. Após o 28 de setembro, é preso pelo Copcon e enviado para a prisão de Caxias, sofrendo de problemas cardíacos que o levam, ainda como detido, ao Hospital de Santa Maria de cujos serviços da UTIC, onde se encontrava desde o enfarte de miocárdio que o levara de urgência ao Hospital, foi "saneado" por pessoal servente e de enfermagem, tendo dado entrada pela madrugada de uma das primeiras noites de maio de 1975, de maca, na Sala 2 de Caxias onde veio a encontrar-se, muito débil e combalido, com o Dr. César Moreira Baptista (ex-Ministro do Interior), o 5.º Duque de Palmela, o Dr. Francisco Ribeiro de Spínola (irmão do Marechal António de Spínola), Júlio Moreno e mais dez detidos que ocupavam então um espaço inicialmente destinado a sete.

Libertado em 13 de maio de 1975, exila-se em Londres, onde exerce funções profissionais no sector privado e se entrega à escrita de uma biografia de Salazar (baseada no seu acesso aos arquivos pessoais do ditador, conseguido ainda durante o marcelismo). A obra foi publicada em seis volumes, sendo Nogueira também autor de um volume inicialmente apresentado como suplemento, dedicado ao período do Estado Novo, da História de Portugal dirigida por Damião Peres.

O regresso a Portugal Editar
Entretanto, o ex-ministro regressou em 1981 ao país natal, não deixando de comentar (com um olhar bastante crítico) a evolução do país e do mundo, até morrer em Lisboa no dia 14 de março de 1993. Nos últimos anos de vida exerceu funções docentes no ensino superior privado: Universidade Livre (Lisboa) (ca. 1981-1986); Universidade Autónoma de Lisboa (1986-1987); e Universidade Lusíada (Lisboa) (1987 ss.). Nesta última chegou a Director do Departamento de História, onde regeu disciplinas de História Contemporânea. Postumamente foi designado doutor honoris causa desta Universidade, onde, no conjunto dos edifícios-sede, em Lisboa, foi dado o seu nome a um anfiteatro."




Do ÍNDICE:

PORQUÊ? PARA QUÊ?
Franco Nogueira, Lisboa 1986

I
1960

II
1961

III
1962

IV
1963

V
1964

VI
1965

VII
1966

VIII
1967

X
1968


(No Índice há um erro na numeração dos capítulos, passando do VIII para o X sem que falta nem páginas nem os anos que o autor pretendia incluir na sua obra.)


Preço: 42,50€;

Portugal & PREC - ‘A REVOLUÇÃO NUM REGIMENTO - A Polícia Militar em 1975’ - AAVV - Lisboa 1977 - MUITO RARO;




Portugal & PREC - A versão dos membros do Regimento de Polícia Militar sobre os acontecimentos dos anos de 1975/75 que culminaram com o cerco das suas instalações a 25 de Novembro pelos comandos da Amadora e a morte a tiro de três destes militares, e a extinção desta unidade militar. 


‘A REVOLUÇÃO NUM REGIMENTO - A Polícia Militar em 1975’ 
- AAVV - Militares do Regimento de Polícia Militar 
Helena Domingos, José Serras Gago e Luís Salgado Matos 
Edição Armazém das Letras 
Lisboa 1977 


Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“À BOLINA 
Navegação com vento de lado.
Marear em direção contrária à do vento (dos dicionários) 
Textos da luta de classe em Portugal“ 

“Militares do Regimento de Polícia Militar extinto na sequência do 25 de Novembro,
analisam a sua experiência de transformação das relações sociais 
num quartel clássico: um regimento do fascismo.
Os momentos da viragem. As novas regras. A operacionalidade 
e a democracia.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

1. Um regimento do fascismo 
2. Os momentos de transformação 
3. As novas regras 

CRONOLOGIA:  do 11 de Março ao 24 de Novembro 
DOCUMENTOS 


Preço: 32,50€; 

Portugal - Angola & Ultramar - 'A VOZ DO FUTURO' - Luanda 1967 - MUITO RARO;



 

 

 

 

 

 


Portugal & Angola - O território da província então portuguesa, uma apresentação das suas potencialidades e desenvolvimento


'A VOZ DO FUTURO'
Edição Tipografia Angolana
Luanda 1967


Livro com 32 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.



Preço: 35,00€;

Angola & PALOP's - 'COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES AFRICANOS', de Jorge Costa Oliveira - Lisboa 1998 - Raro;



África & PALOP's - As políticas e estratégias da cooperação com os países africanos de expressão portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné, Moçambique e S. Tomé e Príncipe)


'COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES AFRICANOS'
De Jorge Costa Oliveira
Edição do autor
Lisboa 1998


Livro com 34 páginas e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.



Do ÍNDICE:

Apresentação
Pelo autor

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

2. A AJUDA PÚBLICA PORTUGUESA

3. ASPECTOS DA COOPERAÇÃO ECONÓMICO-EMPRESARIAL

4. A ACTIVIDADE DO FUNDO PARA A COOPERAÇÃO ECONÓMICA (FCE)

5. SUGESTÃO DE MEDIDAS PARA MELHORAR A COOPERAÇÃO PORTUGUESA
- No domínio institucional
- No âmbito do Instituto da Cooperação Portuguesa
- No domínio do Fundo para a Cooperação Económica
- No âmbito do IPE, Investimentos e Participações Empresariais
- No âmbito técnico e documental
- No âmbito fiscal e financeiro



Preço: 12,50€;

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Angola 1977 & As vítimas do 27 de Maio - Revista 'E', edição 2326 (CHE VAN-DUNEM em entrevista) - Lisboa 2017 - MUITO RARA;





Angola 1977 & As vítimas do 27 de Maio - Na passagem dos 40 anos dos acontecimentos, depoimentos de protagonistas de ambos os lados, com realce para as declarações do filho de José Van-Dunem e Sita Valles


Revista 'E', do semanário 'EXPRESSO', edição 2326, de 27 de Maio de 2017
(CHE VAN-DUNEM em entrevista)

Jornal editado na capital portuguesa tendo como director Pedro Santos Guerreiro.
Lisboa 2017


Revista com 106 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARA.



Temas em destaque:

- 'ANGOLA 77'
Por Nicolau Santos, Alexandra Simões de Abreu e Gustavo Costa

Após o golpe de Nito Alves, o casal Sita Valles e José Van-Dunem foi preso e barbaramente assassinado pelo regime, tal como dezenas de milhares de angolanos. O filho seria educado em Lisboa pela tia Francisca, actual ministra da Justiça de Portugal. Quarenta anos depois, Che Van-Dunem e outros angolanos falam pela primeira vez da matança que ainda hoje divide o país.

Angola
- 'A GRANDE FERIDA'
Há quarenta anos, uma tentativa de golpe de estado em Angola, segundo a versão oficial, foi violentamente reprimida. Nos dois anos seguintes foram executados 30 mil pessoas, sem qualquer julgamento.

Depoimentos de:
- Che Van-Dunem
- Hermínio Escórcio
- Mila Coelho
- João Melo
- José Fuso
- Manuel Ennes Ferreira
- Reginaldo Silva
- Alexandre Manuel
- Nelson Vieira Lopes
- José Reis
- Rui Tukayana
- Conceição Coelho
- Agostinho Neto
- Justino Pinto de Andrade

Justino Pinto de Andrade e António Carranca:
- 'FOMOS ENCOSTADOS À PAREDE'

Maçonaria
- 'EM BUSCA DA INFLUÊNCIA PERDIDA'
Reportagem de Catarina Guerreiro e António Pedro Ferreira

Entrevista - António Barreto
- "EU NÃO QUERIA QUE A 'GERINGONÇA' FUNDIONASSE"
Por Alexandra Carita (texto) e José Carlos Carvalho (fotografias)
A liberdade foi a condição que mais perseguiu.
Lutou pela democracia. Chegou ao governo.
Crítico, passou a marcar a opinião de muitos portugueses.
Estudou a sociedade de fio a pavio.
E nunca deixou de lado o pensamento político.



Preço: 72,50€;

Descolonização & Ultramar - 'DO MARCELISMO AO FIM DO IMPÉRIO', coordenação de J. M. Brandão de Brito e AAVV - Lisboa 1999 - RARO;



Descolonização & Ultramar - Do derrube do estado novo em 25 de Abril de 1974, à revolução em Portugal e à consolidação do regime democrático e a descolonização das províncias africanas, num trabalho de um vasto grupo de especialistas


'DO MARCELISMO AO FIM DO IMPÉRIO'
Coordenação de J. M. Brandão de Brito e AAVV
Editorial NOTÍCIAS
Lisboa 1999


Livro com 304 páginas e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO.


Da badana:
"REVOLUÇÃO E DEMOCRACIA
Obra, em três volumes, destinada a abordar as 'temáticas e problemas' emergentes do derrube do Estado Novo, 'nas condições e circunstâncias concretas em que um golpe militar se transformou numa revolução', REVOLUÇÃO E DEMOCRACIA começa a ser uma realidade.

Sob a direcção do historiador J. M. Brandão de Brito, que, contando com a colaboração de um conjunto marcante de nomes da Historiografia, Sociologia, Economia, Direito e Política, quis assim dar seguimento ao último grande projecto editorial de César Oliveira. Trata-se, no caso, de uma reflexão crítica e plural sobre um tempo português (o país que éramos e o país que somos) e que a Editorial NOTÍCIAS se orgulha de publicar, 25 anos depois do 25 de Abril de 1974, finda a anestesia cívica, arredado definitivamente o sonho imperial e concretizado o reencontro de Portugal com a Europa."

Alexandre Manuel


PLANO DA OBRA:
Coordenação de J. M. Brandão de Brito

1. DO MARCELISMO AO FIM DO IMPÉRIO
- Adriano Moreira
- António José Telo
- Fernando Rosas
- Fernando Pereira Marques
- Pedro Pezarat Correia

2. O PAÍS EM REVOLUÇÃO
- António Costa Pinto
- António Pinto Ribeiro
- Augusto Mateus
- Fernando Oliveira Baptista
- José Carlos Valente
- Luís Salgado Matos
- José Medeiros Ferreira
- Francisco Rui Câdima

3. OS CAMINHOS DA DEMOCRACIA
- Adelino Maltez
- António Reis
- António Vitorino
- João Madeira
- Joaquim Mestre
- José Pacheco Pereira
- Pedro Pezarat Correia
- Vasco Lourenço



Do ÍNDICE:

PREFÁCIO
Por Jorge Sampaio

APRESENTAÇÃO
Por Brandão de Brito


I - O MARCELISMO OU A FALÊNCIA DA POLÍTICA DE TRANSIÇÃO NO ESTADO NOVO
Fernando Rosas
1. As origens da corrente marcelista (1946/47)
2. A progressiva afirmação de um 'partido' informal (1949/1958)
2.1 - O pessoal político do marcelismo e seu campo de influências. O eixo craveirista-marcelista
2.2 - Tópicos programáticos para uma 'evolução na continuidade'
2.3 - Uma transição no quadro do regime
3. As oportunidades perdidas: 1958 e 1961
4. O marcelismo no poder ou a falência da via reformista
4.1 - Os riscos e as probalidades
4.3 - Do impasse à crise final: a falência do reformismo
4.2 - Os dois tempos do marcelismo
5. Em jeito de epílogo

II - SETE NOITES, SETE DIAS
Fernando Pereira Marques

III - DESCOLONIZAÇÃO
Pedro Pezarat Correia
1. Colonização e descolonização
2. O princípio do fim do ciclo africano do império
3. Patamar político da luta de libertação
4. Descolonização e guerra colonial
5. Guerra colonial e consciencialização dos portugueses
6. O isolamento de Portugal
7. Descolonização e Movimento das Forças Armadas
8. O 25 de Abril e descolonização
9. Negociações e transferência do poder
10. Independências
11. Não descolonização nas colónias do Extremo Oriente

IV - AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA TRANSIÇÃO
António José Telo
1. A continuidade e a mudança
2. As condicionantes da transição - o curto prazo
3. A descolonização como eixo central - Abril a Setembro de 1974
3.1 - O corpo diplomático
3.2 - A descolonização
3.3 - Moderação e reconhecimento externo
3.4 - A abertura ao mundo
3.5 - A posição inicial dos pólos do sistema
4. À democratização como eixo central - Setembro de 1974 a Novembro de 1975 - a luta pela alma de Portugal
4.1 - A divisão dos EUA e a NATO
4.2 - A divisão da URSS
4.3 - A posição espanhola
4.4 - A acção da Europa ocidental
4.5 - A vitória da via democrática
5. A Europa como eixo central - Novembro de 1975 a Março de 1977 - os desequilíbrios económicos externos
5.1 - A importância da CEE
5.2 - A obtenção de créditos externos
5.3 - Outras preocupações
5.4 - Uma perspectiva de longo prazo

V - FRONTEIRAS: DO IMPÉRIO À UNIÃO EUROPEIA
Adriano Moreira

Bibliografia



Preço: 37,50€;

Guiné - Guerra Colonial & Literatura - 'AS LÁGRIMAS DE AQUILES', de José Manuel Saraiva (1.a edição) - Lisboa 2001 - RARO;


 



Guiné - Guerra Colonial & Literatura - As experiências pessoais do autor durante o período em que permaneceu nesta antiga colónia africana no conflito que opunha os nacionalistas e a administração portuguesa


'AS LÁGRIMAS DE AQUILES' - (1.a edição)
De José Manuel Saraiva
Prefacio de Manuel Alegre
Edição Oficina do Livro
Lisboa 2001


Livro com 216 páginas e como novo. Excelente.
De difícil localização.
RARO.


Do Prefácio:
"Aqui passa-se verdadeiramente do testemunho à literatura e da realidade vivida à criação.
Manuel Alegre"




Da badana:
"Este livro conta-nos uma história baseada em experiências pessoais vivo das pelo autor durante quase dois anos de combates nas matas da Guiné.

Nele surgem também (ou sobretudo) as guerras e emboscadas do amor.

Ao fim de 25 anos, o protagonista do romance volta ao lugar onde viveu longos meses de sobressaltada inquietação e descobre que não há ponto de regresso nem reencontro com o amor perdido."



O AUTOR:
"JOSÉ MANUEL SARAIVA nasceu na aldeia de Santo António d'Alva.

É jornalista. Colaborou em diversas publicações nacionals e estrangeiras. Pertenceu aos quadros de 'O DIÁRIO', 'DIÁRIO DE LISBOA', 'Grande Reportagem' e 'EXPRESSO'.

É autor de dois documentários para a SIC sobre a guerra colonial: 'MADINA DE BOÉ - A Retirada' e 'De Guilege a Gadamael - O corredor da morte', tendo o primeiro sido transmitido pelo canal ARTE em França e na Alemanha.

Foi também autor da história que deu origem ao telefilme 'A NOIVA', de Galvão Teles.

'AS LÁGRIMAS DE AQUILES' é o seu primeiro romance."



Da contracapa:
"Lembras-te, Catarina, daquela noite - a inicial - em que dissemos ter sido a mais perfeita de todas as noites que nos aconteceram. E também daquela tarde, a última da minha presença em ti, antes de nos deixarmos para sempre. Prometeste-me ser fiel como Penélope, que esperou o regresso do herói Ulisses ao reino de Ítaca. Garantiste-me que o momento mais solene é trágico da tua existência fora aquele em que nos amámos até ao limite de nós próprios. (...)
Como te enganaste, meu amor, minha amarga ilusão."



Preço: 35,00€;

Portugal & PIDE - 'ÚLTIMO RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO GERAL DO PAÍS DO EX-MINISTÉRIO DO INTERIOR' - Lisboa 1974 - MUITO RARO;



Portugal & Estado novo - Como a polícia política via o país escassas horas antes da queda do regime


'ÚLTIMO RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO GERAL DO PAÍS DO EX-MINISTÉRIO DO INTERIOR PARA A PIDE/DGS'
De Fernando Ribeiro de Melo
Edições Afrodite
Lisboa 1974


Livro muito raro, em razoável estado de conservação, com 72 páginas e diversas fotografias e inúmeros documentos originais da PIDE/DGS reproduzidos.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


"NOTA PRÉVIA OU
LÁPIS VERMELHO

(Fernando Madureira)

...para nós portugueses- digo eu- só agora acabou a última guerra mundial. Exactamente. Como o séc. XX começou ... aí por 1918. Se isto afirmo, deve-se ao facto de que em Portugal subsistia ainda uma organização ... que fora montada pela GESTAPO: a PIDE/DGS - congénere à portuguesa.
...O documento que agora se publica é o sumário de todos os 'delitos caçados' por todas as organizações policiais durante o período de 6 a 13 de Abril (1974). Deu entrada na PIDE/DGS a 24 de Abril e, portanto, deve ter sido o último. Corresponde a um documento de rotina, obrigatoriamente do Ministério do Interior, e dele se encarregava o chefe do gabinete, Duarte Guedes Vaz.
...
O processo está aberto, mas a PIDE/DGS ainda não acabou...

Fernando Madureira (extractos da Nota Prévia)

NOTA: obviamente que o corte dos nomes mencionados nos documentos confidenciais é da nossa responsabilidade (AFRODITE).
A Fernando Madureira agradece-se o ter facultado para publicação o documento que constitui a presente edição.
o editor"



Preço: €37,50.

África & Ultramar - ‘COIMBRA EM ÁFRICA’, de António de Almeida Santos - Coimbra 1952 - Raro;



África & Ultramar - A deslocação dos estudantes do Orfeão Académico de Coimbra às antigas colónias de Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, as suas actuações e as actividades culturais ali desenvolvidas 


‘COIMBRA EM ÁFRICA’ - 2.a edição 
De António de Almeida Santos 
Prefácio do Prof. Dr. Afonso Quieró 
Coimbra Editora 
Coimbra 1952 


Livro com 312 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


O autor relata a viagem dos estudantes do Orfeão Académico de Coimbra às antigas colónias portuguesas de África (Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe), onde tiveram ocasião de efectuar diversas actuações e conviver com as iniciativas culturais locais, nomeadamente de Lourenço Marques, Beira, Luanda, Lobito, Sá da Bandeira e São Tomé e Príncipe. 



Preço: 47,50€;