domingo, 6 de março de 2022

Portugal & Ultramar - ‘PELA NOSSA ÁFRICA’, de José Ribeiro da Costa Júnior - Lisboa 1933 - MUITO RARO;




















Portugal & Ultramar - A obra constitui uma narrativa de factos reais, recreativos e instrutivos, referentes às colónias portuguesas do atlântico 


‘PELA NOSSA ÁFRICA’ 
De José Ribeiro da Costa Júnior 
Fotografias do Alferes Sebastião Custódio de Brito e Abreu 
Tipografia da Liga dos Combatentes da Grande Guerra 
Lisboa 1933 


Livro com 362 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


Da dedicatória: 
“À MEMÓRIA DE TODOS OS PORTUGUESES 
Cujos corpos jazem, com as suas esperanças, 
no solo ubérrimo de Angola, 
atestando um martirológio incomensurável 
em pról da civilização dessa grande parte do continente africano, 
e à de meus pais, cujos exemplos de caridade 
e de sacrifício pelo próximo, 
foram a melhor herança que me podiam ter legado.“ 


O AUTOR: 
“JOSÉ RIBEIRO DA COSTA JÚNIOR 
Major do Serviço de Administração Militar; ex-fiscal externo da unidades da Huíla (Angola); ex-delegado em Sá da Bandeira e Malange e ex-adjunto da 2.a Repartição do Quartel-General da Província de Angola; ex-Adjunto do Quartel-General e chefe dos Serviços Administrativos da base de operações no Humbe, das forças expedicionárias a Angola (1945); ex-chefe da secção da Direcção Geral Militar das Colónias; ex-chefe de Gabinete do Ministro das Colónias; comendador das Ordens Militares de Aviz e da Sam Tiago da Espada.“ 



DO ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO DO AUTOR 
Apreciação e testemunhos 
- Do brigadeiro João de Almeida, ao tempo governador a Huíla 
- Do major Veloso de Castro, ao tempo comandante do destacamento do Cuando 
- Do tenente-coronel médico Dr. José Firmino Vieira de Meireles, ao tempo alferes médico no Baixo Cuito 

PELA NOSSA ÁFRICA 
I - Pelas ilhas do atlântico 
II - Pela costa de Angola 
III - Para a terra da ventura 
IV - Martírios da ocupação 
V - Amores e mais martírios 
VI - Um português dos melhores 
VII - Para a frente é que é o caminho 
VIII - Enfrentando os alemães 
IX - A retirada das saudades 
X - A libertação do Sul de Angola 


Preço: 162,50€; 

Moçambique & Guerra do Ultramar - ‘NÃO PODEMOS VER O VENTO’, de Clara Pinto Correia - Lisboa 2011 - Raro;






Moçambique & Guerra do Ultramar - Em torno de factos do conhecimento da autora, a história de um militar e da sua namorada entrelaçada com segredos e mistérios da guerra que decorreu nesta antiga província ultramarina portuguesa entre 1964 e 1975


‘NÃO PODEMOS VER O VENTO’ 
De Clara Pinto Correia 
Edição Clube do Autor 
Lisboa 2011 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Mariana sorriu. Depois estendeu a outra mão devagarinho, de maneira a não espantar a caça. Deixou o corpo ficar onde estava. 
Deslizou os dedos sobre a superfície polida da mesa-de-cabeceira até encontrar o maço de SG filtro. O isqueiro, dos pequenos, estava enfiado lá dentro. Fez todos os movimentos com a leveza de uma brisa de fim de tarde num fim de Agosto como aquele. Puxou a primeira passa com um sorriso feliz. Guilherme detestava que ela fumasse no quarto, mesmo quando a janela estava toda aberta. 

Sonhou com a guerra. 
Ou então, sonhou com a prisão. 
Mal ela sabia que não ir conseguir dormir toda a noite.“ 


Da badana: 
“Mariana, uma psicóloga ruiva de coração ardente e determinação férrea, está na casa dos trinta quando conhece Guilherme. Mãe de duas gémeas demasiado bonitas, atrevidas e curiosas para o seu próprio bem, Mariana começa a frequentar o Solar de Turismo de Habitação que Guilherme dirige na serra do Barroso para preencher de forma criativa e pedagógica os tempos livres das filhas. 

Estabelece rapidamente uma grande amizade com o proprietário e à medida que essa relação se vai estreitando começam a emergir os temas que lançarão a psicóloga na sua investigação sem retorno: a guerra colonial em Moçambique, a formação dos Grupos Especiais e dos Grupos Especiais Pára-quedistas, as suas incríveis missões-relâmpago de contraguerrilha, o uso de estupefacientes fornecidos pelo próprio exército português, e outros segredos. 

‘NÃO PODEMOS VER O VENTO’ é um puzzle em que as peças vão encaixando para revelar aspectos imprevistos dos abismos da alma humana e histórias verdadeiras de um dos segredos mais bem guardados da guerra. A última peça do puzzle, no entanto, ao revelar o quadro na sua totalidade, também o modifica por completo: afinal havia ainda mais um segredo, o mais impressionante de todos, e desse nem Guilherme falou nem Mariana suspeitou. E não é que não tenha estado sempre à vista.“


A AUTORA: 
“CLARA PINTO CORREIA nasceu em Lisboa em 1960. É licenciada em Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em 1985 entrou como assistente para a Faculdade de Medicina, onde leccionou Embriologia e Biologia Celular. Doutorou-se em Biologia Celular, no ano de 1992, no Instituto de Investigação Científica Abel Salazar, depois de ter realizado o seu trabalho de investigação na State University of New York em Buffalo, EUA. A partir de 1995 começou a trabalhar na Universidade Lusófona (Lisboa), onde foi vice-Reitora até 2003. Montou e dirigiu a licenciatura em Biologia e o Mestrado em Biologia do Desenvolvimento até 2010. Foi também directora da pós-graduação em História da Ciência e da cadeira Ciência e Religião da licenciatura em Ciência das Religiões. Em 2004 prestou provas de agregação na Universidade de Lisboa, passando então a ser Professora Catedrática. Presentemente é visiting scholar do Department of Biology no Amherts College, e membro do Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência. 
É também escritora, com mais de cinquenta títulos publicados, cronista, tradutora, tendo frequentemente trabalhado em rádios e televisão.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
1. - Nas unhas do meu horror 
2. - Eu conto-te a minha dor 
3. - Ele ficou com a medalha 
4. - Só to digo quando calha 
5. - Eles temiam o pior 
6. - Dentro da minha cidade 
7. - Ela atirou a toalha 
8. - Os homens sentem saudade 
9. - Na tua proximidade 
10. - Esta operação não falha 
11. - Vê a clandestinidade 
12. - Nas montanhas da ternura 
13. - São às voltas da canalha 
14. - São prenúncios de maldade 
15. - Haja um riso que nos valha 
16. - Chega o estado de ansiedade 
17. - Já por perto da loucura 
18. - Nem sempre morres da cura 
19. - Nem sempre existe a verdade 
20. - A panela de pressão 
21. - E a minha organização 
22. - Vão dar-te velocidade 
23. - No meu globo de ilusão 
24. - Neste homem ela confia 
25. - Durante a noite ele vigia 
26. - E ela traz a luz que guia 
27. - Toma a canção de embalar 
28. - Dos barcos que andam no mar 
29. - De tudo o que nós fazemos 
30. - Até ao fim do meu dia 
31. - Do que nunca contaremos 
32. - Depois de tudo acabar 
33. - No doce riso de amar 
34. - Ouve o que nós não esquecemos 
35. - Nesta minha mão erguida 
36. - Sente como nós sofremos 
37. - Estás na hora da partida 
38. - Mas não fiques esquecida 
39. - Agora tira-me o fundo 
40. - Vamos dar a volta ao mundo 
Agradecimentos 


Preço: 25,00€; 

A Guerra & Os Militares - LOTE DE 2 LIVROS, de Jean Lartéguy - Lisboa 1989 - Raros;










A Guerra & Os Militares - As lições que os militares franceses derrotados na Indochina pretendiam apreender para não repetir na Argélia e que, apesar de melhor preparados, voltaram a sofrer desilusões e derrotas com responsabilidade partilhada com os políticos 


LOTE DE 2 LIVROS, de Jean Lartéguy 
1. - ‘OS PRETORIANOS’ 
2. - ‘OS CENTURIÕES’ 



LOTE DE 2 LIVROS, de Jean Lartéguy
1. - OS PRETORIANOS’ 
De Jean Lartéguy 
Editora Berdtrand 
Lisboa 1989 

Livro com 350 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.
De difícil localização. 

Da contracapa: 
“Este livro é história e ficção, e é a pena de um jornalista (Jean Lartéguy) que lhe dá essa dupla dimensão. Publicado em 1961, ‘OS PRETORIANOS’ são assim apresentados nesta emocionante saga guerreira pelo próprio autor: ‘Que não se procure neste livro segredos de estado: na nossa velha barcaça já não existem nenhuns, os ratos devoraram-nos,
Dedico este livro à memória de todos os pretorianos que os Césares fizeram massacrar para não lhes pagarem o soldo ou para salvarem a própria vida.’

Este é o testemunho de Lartéguy, a sua visão da vida como ela foi vivida e onde foi.“ 

Da badana: 
“ ‘OS CENTURIÕES’ de Jean Lartéguy, introduziram esta palavra na linguagem corrente, dando-lhe um sentido muito preciso: para os numerosos leitores deste livro, o termo designa o novo tipo de oficial saído do caos das guerras da Indochina e da Argélia. Neste romance já célebre - um dos maiores sucessos de livraria dos últimos anos - assistimos, perturbados, ao aparecimento deste combatente revolucionário, ferozmente resolvido a não sofrer na Argélia uma nova derrota e a aproveitar finalmente a lição que lhe ensinaram tão duramente os combatentes do Vietname.  

No novo romance de Jean Lartéguy, vemos ‘OS CENTURIÕES’ tornarem-se ‘PRETORIANOS’. A morte de um dos seus camaradas força os combatentes a ultrapassar o quadro normal da acção militar e a ‘fazer política’. Nada já poderá deter esta torrente de homens resolutos, nem mesmo os que, na Argélia ou na metrópole, tentam subjugá-los. Para lá da revolta do 13 de Maio, a que servirão de instrumento, conspiram também por conta própria, drama contado neste livro pela primeira vez, e cuja vitória poderia ter mudado o curso ulterior da guerra da Argélia. 

Considerados perigosos, tanto pelas hierarquias tradicionais, como pelos homens que levaram ao poder, ‘OS PRETORIANOS’ de 13 de Maio não escaparão ao seu trágico destino. É em vão que o comandante Esclavier tenta refugiar-se na paz de um vale da Provença e numa aventura de amor ilusória e pérfida. 

‘OS PRETORIANOS’ são levados ao suicídio ou à demissão - ou, talvez, a novas conspirações... “ 

Do ÍNDICE: 
AS MANHÃS DE ARGEL 
Capítulo I - Licença sem soldo 
Capítulo II - As três cartas do crapaud de Saint-Gilles-de-Valreyne 
Capítulo III - O fim de um mito 
Capítulo IV - A queda da república 
Capítulo V - A sedição de Aletti 
Capítulo VI - Fim de semana em Argel 
Capítulo VII - A chouchouka do 13 de Maio 
Capítulo VIII - Nessa manhã tudo era pessoal 

II 
AS NOITES NO ADRAR 
Capítulo IX - A princesa encantada 
Capítulo X - A zaouïa do xeque Sidi Ahmou 
Capítulo XI - Um ponto de vista ‘objectivo’ 
Capítulo XII - Jornal dum sector 


2. - ‘OS CENTURIÕES’ 
De Jean Lartéguy 
Editora Bertrand 
Lisboa 1989 

Livro com 488 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De difícil localização. 

Da contracapa: 
“ ‘OS CENTURIÕES’ é um romance desesperado e violento, de orgulho militar, do sacrifício sem fé e sem causa, verdadeira aventura da alucinação e do caos dos filhos irrecusáveis de um século de crueldade e desvario. Poucas vezes se terá dado, na literatura moderna uma dimensão tão trágica do homem em estado de guerra, à procura da noção da luta em que se envolve e de um sentido para a vida.“ 

Da badana: 
“Nascido em Lozère na França, a vida de Jean Lartéguy têm decorrido entre constantes guerras e revoluções. Licenciado em História pela Universidade de Toulouse, aliaste-te como voluntário, no exército francês no ano dramático de 1939. Feito prisioneiro dos alemães, evadiu-se para Espanha, conseguindo depois juntar-se às forças francesas livres. Durante sete anos serviu como oficial, após o que se dedicou ao jornalismo, tendo-se destacado como repórter de guerra. Correspondente de vários jornais franceses, testemunha ou actor de combates travados na Coreia, Palestina e Indochina, Lartéguy acumulou galardões militares como a Cruz de Guerra e a Legião de Honra e prémios literários do valor do Prix Albert Londres, atribuído em 1955, e Eve Delacroix pelo seu romance ‘OS CENTURIÕES’, hoje famoso.
Neste livro é o destino heróico dos combatentes franceses da Indochina e da Argélia que o autor evoca, sugerindo o desespero das suas existências com uma rara sobriedade estilística, profundamente ligada à memória duma experiência pessoal e ao mais veemente desejo de solidariedade humana.
‘OS CENTURIÕES’ é o romance do orgulho militar, dos sacrifícios sem fé é sem causa, vividos num desejo de aventura, criminoso e inútil. Figuras de rara densidade dramática e realístico recorte surgem-nos inesquecíveis neste livro, tratadas à luz duma verdade maior que as define como filhos irrecusáveis dum século de violência. 
Best-seller do mercado editorial, o livro de Lartéguy constitui, assim, no tempo que no coube, um dos testemunhos mais esclarecedores e viria sobre a condição do guerreiro jamais concebidos na literatura moderna.“ 

Do ÍNDICE: 
I Parte 
O ACAMPAMENTO N. 1 
Capítulo I - A honra militar do capitão Glatigny 
Capítulo II - A autocrítica do capitão Esclavier 
Capítulo III - O remorso do tenente Pinières 
Capítulo IV - As porcelanas do Palácio de Verão 
Capítulo V - O roubo do tenente Mahmoudi 
Capítulo VI - O homem Vietminh 
Capítulo VII - O ‘ventral’ do tenente Marindelle 
Capítulo VIII - Dia, o magnífico 
Capítulo IX - A praga amarela 
II Parte 
O CORONEL DA INDOCHINA 
Capítulo I - Os gatos de Marselha 
Capítulo II - Os belos edifícios de Paris 
Capítulo III - Os machos do desfiladeiro de Urquiaga 
III Parte 
A RUA DA BOMBA 
Capítulo I - Os revoltosos de Versalhes 
Capítulo II - A pantera negra 
Capítulo III - O salto de Leucade 
Capítulo IV - Os amores de Argel 
Capítulo V - O senhor Arcinade sai da sombra 
Capítulo VI - A rua da Bomba 


Preço: 35,00€; (LOTE DOS 2 LIVROS) 
Venda isolada, 20,00€ cada. 

Guerra do Ultramar - ‘DE PASSO TROCADO ASP’, de Carlos Vale Ferraz - Lisboa 1985 - Muito Raro;





Guerra do Ultramar - ASP (António da Silva Pereira) regressa da guerra em África e na intenção de refazer a sua vida no continente europeu recomeça de passo trocado....


‘DE PASSO TROCADO ASP’ 
De Carlos Vale Ferraz 
Editora Bertrand 
Lisboa 1985 


Livro com 264 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Eis que, depois de ‘NÓ CEGO’ - romance que é uma panorâmica implacável, desencantada é adulta da guerra do Ultramar -, Carlos Vale Ferraz regressa com uma vigorosa e impressionante narrativa de um homem que vem de África e ‘logo recomeça ao pé da porta’. 

‘DE PASSO TROCADO - ASP’, entre a ferocidade e o absurdo de uma existência vivida aos tropeções, os envolvimentos ambíguos e as situações grotescas que conduzem a desesperados becos sem saída, confirma o talento e a desenvoltura narrativa de Carlos Vale Ferraz, cada vez mais de posse de instrumentos de análise que lhe permitem fazer frescos sociais e humanos de grande densidade dramática. 

Com a literatura portuguesa em permanente renovação, Carlos Vale Ferraz tem já nela o seu lugar, e ‘DE PASSO TROCADO - ASP’ é a confirmação plena de ‘NÓ CEGO’.“ 


OBRAS DO AUTOR
Carlos Vale Ferraz  (Pseudónimo de Carlos Matos Gomes):
- ‘NÓ CEGO’ (1982); 
- ‘DE PASSO TROCADO ASP’ (1985); 
- ‘SOLDADÓ’ (1988); 
- ‘OS LOBOS NÃO USAM COLEIRA’ (1990); 
- ‘O LIVRO DAS MARAVILHAS’ 
- ‘FLAMINGOS DOURADOS’ (2004); 
- ‘FALA-ME DE ÁFRICA’ (2007); 
- ‘BASTA-ME VIVER’ (2010); 
- ‘A MULHER DO LEGIONÁRIO’ (2013); 
- ‘A ESTRADA DOS SILÊNCIOS’ (2015); 
- ‘A ÚLTIMA VIÚVA DE ÁFRICA’ (2017); 
- ‘QUE FAZER CONTIGO?’ 

Carlos Matos Gomes:
- ‘MOÇAMBIQUE 1970’ (2002); 
- ‘ANGOCHE - OS FANTASMAS DO IMPÉRIO’ (2021); 

Em co-autoria: 
- ‘GUERRA COLONIAL’ (2009); 
- ‘GUERRA COLONIAL - Um repórter em Angola’ (2001) com Fernando Farinha; 
- ‘PORTUGAL E A GRANDE GUERRA 1914-1918’ (2013); 
- ‘OS ANOS DA GUERRA COLONIAL 1961-1975’ (2010); 
- ‘ALCORA - O ACORDO DO COLONIALISMO’ (2013); 
- ‘A CONQUISTA DAS ALMAS - Cartazes e Panfletos da Acção Psicológica na Guerra Colonial’ (2016); 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Quem é ASP, que história é esta? 

I Parte 
CONVERSAÇÃO 
1. A festa 
2. A viagem ao longo da estrada marginal e dos dias em que são férteis as revoluções 
3. Fim da viagem 

II Parte 
RECONVERSÃO 
1. Regresso 
2. Ida 

III Parte 
ACÇÃO 
1. Nos alcatruzes da nora 
2. Descida ao fundo do poço sem sol lá em cima 
3. Aterragem forçada 
4. Neste barco só os ratos e alguns passageiros clandestinos se salvam 


Preço: 25,00€; 

Moçambique & Guerra do Ultramar - Revista ‘DOMINGO’, de 20.06.2021 - (‘Navio Angoche: DESAPARECIDOS’) - Lisboa 2021 - Raro;














Moçambique & Guerra do Ultramar - Em Abril de 1971, ao largo de Moçambique, uma navio mercante português foi assaltado e toda a sua tripulação - 23 tripulantes e 1 passageiro - desapareceram totalmente até hoje, sem que alguma vez alguém tenha reivindicado a acção ou algum sobrevivente ou corpo tenha alguma vez sido recuperado....


Revista ‘DOMINGO’, de 20 de Junho de 2021.
‘Navio Angoche: DESAPARECIDOS’ 
- “Em Abril de 1971, o cargueiro Angoche foi encontrado vazio ao largo de Moçambique.
As famílias nunca souberam o que aconteceu a bordo do barco que transportava armas para a guerra colonial.
‘Ficámos de mãos atadas já há muitos anos’. Diz o filho do comandante.
Cinquenta anos depois, uma nova teoria liga o caso ao super-espião Jorge Jardim.” 
Suplemento dominical do jornal ‘CORREIO DA MANHÃ’ 
Lisboa 2021 


Revista com 
De muito difícil localização. 
Raro.



Tema em destaque: 
- ‘Navio Angoche: DESAPARECIDOS’ 
Adolfo Bernardino; António Sardo; Carlos Soares; Floriano Matias; 
João Pascoal; Tormenta da Silva; Silva Tavares; José Coelho; e José Estrela;  
- ‘O ANGOCHE 50 ANOS DEPOIS’ 
“Em Junho de 1971, Marcelo Caetano explicou numa das suas ‘Conversas em Família’, na RTP, o que tinha acontecido em Abril ao navio da marinha mercante ‘Angoche’, que fazia cabotagem na costa de Moçambique, transportando tanto farinha como armas.
Tinha havido uma série de explosões a bordo e os homens que delas não morreram saltaram para o mar e foram comidos por tubarões. 
O caso perdurou nas notícias muito além daquele ano, e as teorias que vieram a público acabaram por refletir mais as convicções do que os factos, tendência ainda mais notória nos anos a seguir à revolução de Abril, em que o ‘Angoche’ se tornou também arma de arremesso político, para depois ser absolutamente esquecido.
Paulo Oliveira, que anda há 20 anos a coleccionar informação sobre o caso, publicou um livro em que conta outra história.” 
Por Fernanda Cachão 

- ‘ANGOCHE, O NAVIO-FANTASMA DO ESTADO NOVO’ 
“Vinte e quatro homens desapareceram sem deixar rasto em Abril de 1971. 
Cinquenta anos e muitas versões depois, uma nova teoria liga agora o caso do cargueiro Angoche, que fazia cabotagem em Moçambique, ao agente secreto da ditadura Jorge Jardim.”
Texto de Fernanda Cachão 
- O que aconteceu ao Angoche? 
- A guerra é um assunto sensível 
- O que resta? 

- “A minha mãe teve de desligar, os jornalistas de ‘O DIABO’ estavam sempre a aparecer.
Depois recebemos ameaças.” 
João Pedro Bernardino (Filho do comandante do Angoche) 

- “Foi o Angoche como poderia ter sido outro navio.”
Paulo Oliveira (Autor do livro ‘O MISTÉRIO DO ANGOCHE’) 

- “Acreditamos que o Estado é uma entidade de bem e que se comporta dentro de padrões da legalidade, mas não é assim.”
Carlos Matos Gomes (Historiador) 

- “A tripulação foi executada num ‘voo da morte’.” 
Paulo Oliveira 


Preço: 27,50€; 

terça-feira, 1 de março de 2022

Portugal & Revolução - 'LE PORTUGAL D'OTELO', de Jean Pierre Faye - Paris 1976 - MUITO RARO;





Portugal & Revolução - O papel desempenhado por Otelo Saraiva de Carvalho numa obra escrita por um admirador francês


'LE PORTUGAL D'OTELO - La revoltuion dans le labyrinthe'
De Jean Pierre Faye 
Edition Comité Russell
Paris 1976


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“Les journées du 25 avril et du 1.* mai 1974 ont vu naître la révolution portugaise, menée par le ‘mouvement des capitaines’ groupés autour d’Otelo de Carvalho. 

Le journée du 25 novembre 1975 a fracturé cette révolution. Depuis cette date, s’est ouvert le régne morose d’un ‘officie à poigne’: Ramalho Eanes. 

Que s’est-il passé le 25 novembre ? Une tentativa d putsch de la gauche? Des ‘gauchistes’? Des ‘communistes’? Cês versions, lancées par le nouveau pouvoir militaire, ont été couramment acceptées. Mais que recouvre cette acceptation? Et surtout, quelles sont les données réelles dans le grand jeu des journées de novembre? 

Explorer ce point crucial èclaire toute l’histoire du nouveau Portugal. Jean-Pierre Faye a mené une longue enquête. Ce ne sont pas des conclusions d’histoirien qu’il nous propose, mais le récit, par les acteurs eux-mêmes, de ces événements, dont il souligne les contradictions. Le Portugal de l’avenir sera-t-il celui de Ramalho Eanes, ou celui d’Otelo’.“ 


“JEAN-PIERRE FAYE, romancier (prix Renaudout pour L’Ecluse), poète, essayste, est animateur de la revue et du mouvement Change.“ 



Do ÍNDICE:  

LA RÉVOLUTION DANS LE LABYRINTHE 
INTRODUCTION AU JOURNAL D’ENQUÊTE 


I. LES JOURNÉES DE NOVEMBRE: FAITS ET RÉCITS 
Janvier 76 
* Révolution et contre-révolution en Novembre 
* Otelo parle 
* L’hypothèse d’Amadora: le ‘commandement dans l’ombre’ 
* La GNR tire à Custoias 
Février 76 
* Le ‘Relatório’: le récit-prison 
* Les récits seconds: barricades de Rio Maior 
* Les récits premiers: Tancos 
Mars 76 
* Le MRPP et son ‘Front Militaire’ 
* Un témoin à Belém 
* Cinq questions du Comité Russell sur la révolution portugaise 
* Supplément de trois questions off: sur Tancos, le MRPP et autres aspects 

II. EFFETS DE NOVEMBRE SUR LES LUTTES DE CLASSE 
L’effet ‘25 Novembre’ 
Janvier 76 
* La révolution en prison: rapport de la première délégation sur la réforme agraire 
Mars 76 
* Rapports de la seconde délégation sur les Commissions de Travailleurs 
Décembre 75 
* Lettre de prisionniers récolutionnaires, et la prison de Custoias 

Messages du Portugal 
Janvier 76
* Lettre ouverte à ‘monsieur le major’
Janvier 76 
* Le poème de prison: ‘O Relatório’ 
Février 76 
* ‘Otelo est prisonnier: Libérons Otelo’ 
Mars 76 
* Télégramme à Otelo 

III. FLASH-BACK SUR L’ÉTÉ 
Le duel des narrations 
Juillet 75 
* Document Guide du MFA: Pouvoir populaire et Commissions de Travailleurs 
Aoút 75 
* Document des Neuf 
* Document du COPCON 
* Document-synthèse 
Septembre 75 
* Les Commisions de Travailleurs en Congrès 
Partis et organisations 

IV. LA VÉRIFICATION 
Décembre 76 
* La CIA contre le Portugal 
Mars 76 
* Lutte de classes et narrations 
Avril 76 
* L’hypothèse de Tancos et le ‘plan d’ensemble’: la clé du 25 novembre 
* Récits spinolistes: de Spínola aux triumvirs de novembre 
Mai 76 
* Une lettre d’Allen Ginsberg sur le Washington Post 

V. CONCLUSIONS PROVISOIRES 
Juin 76 
* Agrandissements présidentiels 
* Récits de campagne 
* Chronologie brève de la révolution portugaise 

VI. ENVOI: PORTUGAL 


Preço: 62,50€; 

Moçambique & Guerra Colonial - ‘THE WIRIYAMU MASSACRE’, de Mustafah Dhada - London 2020;




Moçambique & Guerra Colonial - A última investigação sobre os acontecimentos ocorridos em Wiriyamu em 16 de Dezembro de 1972, com recurso a diversa documentação e testemunhos 


‘THE WIRIYAMU MASSACRE - An oral history, 1960-1974’ 
De Mustafah Dhada 
London 2020




SINOPSE: 
“Usando entrevistas como fontes primárias, este livro lança luz sobre o infame massacre português de Wiriyamu no Moçambique colonial em 1972. Vinte e quatro testemunhos cuidadosamente selecionados são apresentados, cobrindo a última guerra colonial de Portugal em Moçambique e a resposta nacionalista que levou ao massacre. Sobreviventes compartilham com você sua fuga de Wiriyamu, enquanto coletores de dados, padres e jornalistas contam sua luta para coletar evidências e defender a verdade sobre os assassinatos na imprensa internacional. 

O Massacre de Wiriyamu contextualiza a importância única da evidência oral que contém e revela os métodos de entrevista em profundidade usados ​​para reunir os testemunhos orais e, posteriormente, transformar a transcrição em textos legíveis.

Esta é a terrível história de Wiriyamu, e o que ela pode dizer sobre o colonialismo europeu, o genocídio e a escuridão da humanidade, contada pelas pessoas que estavam lá e que tentaram contar ao mundo.”



Do ÍNDICE: 

Lista de Ilustrações 
Lista de Mapas 
Lista de Tabelas 

PREFÁCIO 
Agradecimentos 

1. Introdução 
2. A Guerra Colonial e o Triângulo Wiriyamu 
3. A Anatomia do Massacre 
4. Reunindo e Levantando as Evidências 
5. A Primeira Exibição Pública da Narrativa Wiriyamu 
6. A Revelação Final 
7. Os Verificadores de Fatos Britânicos 
8. O Ato Final - Proteção a Testemunhas 
9. Trabalhos de Conclusão 
Citados 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Angola & Guerra do Ultramar - ‘CARTAS NO INTERVALO DA GUERRA’, de António Loreto e Maria Adelaide Loreto - Funchal 2015 - Raro;




Angola & Guerra do Ultramar - As cartas trocadas no período da guerra nesta antiga província ultramarina portuguesa são a matéria prima para esta obra


‘CARTAS NO INTERVALO DA GUERRA’ 
De António Loreto e Maria Adelaide Loreto 
Edição da Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura e
Centro de Estudos de História do Atlântico 
Funchal 2015 


Livro com 208 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Preço:   0,00€ (Indisponível) 

sábado, 26 de fevereiro de 2022

África - Ultramar & Colonialismo - 'BOCHIMANES DE ANGOLA', de Manuel Viegas Guerreiro - Lisboa 1968 - MUITO RARO;



 

 







Angola & Colonialismo - Estudo de etnografia dos Bochimanes no sul desta antiga colónia portuguesa


'BOCHIMANES DE ANGOLA'
De Manuel Viegas Guerreiro
Edição da Junta de Investigação do Ultramar
Lisboa 1968


Livro com 390 páginas, profusamente ilustrado (com fotografias a p/b e cores e mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Trata-se de um completo estudo de uma grande académico relativamente aos Bochimanes de Angola, uma excepcional manancial de informação recolhido por uma equipa muito profissional e rigorosa.


MANUEL VIEGAS GUERREIRO - Biografia
Da sua vasta bibliografia destacam-se as seguintes obras: J. Leite de Vasconcelos, Etnografia Portuguesa: tentame de sistematização (vols. IV a X organizados por Manuel Viegas Guerreiro, em colaboração com Alda da Silva Soromenho, Paulo Caratão Soromenho e Orlando Ribeiro); Contos populares portugueses (seleção e pref., 1955),Adivinhas Portuguesas (seleção e pref., 1957), Conto maconde de tema universal (1962), Rudimentos da língua maconde (1963), Conto e costumes macondes (1965), Os Macondes de Moçambique. Sabedoria, língua, literatura e jogos (1966), Bochimanes ´Khú de Angola: estudo etnográfico (1968), Novos contos macondes (1974),Guia de Recolha de Literatura Popular (1976), Para a História da Literatura Popular Portuguesa (1978), Temas de Antropologia em Oliveira Martins (1986), A carta de Pero Vaz de Caminha lida por um etnógrafo (1992), Cristóvão Colombo : carta do achamento das Antilhas (1992), Colombo e Portugal (1994), Povo, povos e culturas (1997).



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 
1. Primeiros contactos com os Bochimanes 
2. Áreas que ocuparam e ocupam 
3. Computo populacional 
4. Hipóteses sobre a sua origem 


Capítulo I 
TERRITÓRIO E POPULAÇÃO 
1. Situação geográfica 
2. Clima, solos e vegetação 
3. Designações 
4. Caracteres físicos 

Capítulo II 
MODOS DE VIDA 
1. Recolecção 
2. Caça 
3. Pesca 
4. Criação de animais e agricultura 
5. Comércio com Bantos e serviços que lhes prestam 
6. Comércio com brancos e serviços 

Capítulo III 
PROPRIEDADE E HERANÇA 
1. Propriedade 
2. Herança 

Capítulo IV 
ABRIGOS E ACAMPAMENTO 
1. Abrigos 
2. Acampamento 

Capítulo V 
ALIMENTAÇÃO 
1. Alimentos e preparação indispensável 
2. Utensílios 
3. Técnicas de preparação dos alimentos 
4. A cozinha e os sexos 
5. Comidas e sua confecção 
6. Refeições e tempo delas. Costumes 
7. Tabus alimentares 
8. Alimentação deficitária. Voracidade e imprevidência? 
9. Bebidas, fumo e cheiro 

Capítulo VI 
VESTUÁRIO E PUDOR: ADORNOS 
1. Vestuário 
2. Pudor 
3. Adornos 

Capítulo VII 
O DISCURSO DS VIDA 
1. Nascimento e infância 
2. Ritos de puberdade 
3. Casamento 
4. Divórcio 
5. Viuvez 
6. Os velhos 
7. Morte e enterro 

Capítulo VIII 
A SOCIEDADE 

Capítulo IX 
AS CRENÇAS 

Capítulo X 
SABEDORIA 

Capítulo XI 
LÍNGUA E LITERATURA 
1. A língua 
a) Fonética 
b) Morfologia 
c) Sintaxe 
2. A literatura 
a) Lenda 
b) Contos de animais 
c) Contos de pessoas e animais 

Capítulo XII 
MÚSICA, DANÇA E OUTRAS ARTES 

Capítulo XIII 
ASPECTOS, PROBLEMAS E CONCLUSÕES 

Bibliografia 
Índice analítico 
Índice das figuras 
Índice dos desenhos e Mapa 


Preço: 275,00€;