quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Portugal - Estado Novo & História - LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL - MUITO RAROS;





















Portugal - Estado Novo & História - Um lote histórico e de grande raridade sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, localizado em Santiago, arquipélago de Cabo Verde 


LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL 
1. - ‘O SEGREDO DAS PRISÕES ATLÂNTICAS’ - (42,50€) 
De Acácio Tomás de Aquino - Edição A Regra do Jogo - Lisboa 1978 
2. - MEMÓRIAS DE UM PRISIONEIRO DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Correia Pires - Edições Dêagá - Lisboa 1975 
3. - ‘ANGOLANOS NO TARRAFAL - Alguns casos de habeas corpus’ - (27,50€) 
AAVV - Edição Afrontamento - Porto 1974 
4. - ‘S. NICOLAU - TARRAFAL ANGOLANO’ - (47,50€) 
De Emílio Filipe - África Editora - Lisboa 1975 
5. - ‘TARRAFAL - Testemunhos’ (Assinado por alguns dos autores) - (77,50€) 
AAVV - Editorial Caminho - Lisboa 1978 
6. - ‘A ACHADA GRANDE DO TARRAFAL’ - (32,50€) 
De Franco de Sousa - Edição Alfaómega - Lisboa 1979/
7. - ‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’ - (37,50€) 
De Joaquim Ribeiro - Editorial ‘A Opinião - Porto 1976 
8. - ‘NAS TREVAS DA LONGA NOITE - Da guerra de Espanha ao Campo do Tarrafal’ - (37,50€) 
De Manuel Firmo - Edição Publicações Europa-América - Lisboa 1975 
9. - ‘DOSSIER TARRAFAL’ - (37,50€) 
AAVV - Edições Avante - Lisboa 2006 
10. - ‘TARRAFAL MEU AMOR VERDADEIRO’ - (42,50€) 
De Gabriel Raimundo - Edições Margem - Lisboa 1996 
11. - ‘MEMÓRIA VIVA DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Gilberto de Oliveira - Edições Avante - Lisboa 1987 
12. - ‘TARRAFAL - CAMPO DA MORTE LENTA’ - (27,50€) 
De Pedro Soares - Edições Avante - Lisboa 1977 
13. - ‘TARRAFAL - O PÂNTANO DA MORTE’ - (37,50€) 
De Cândido de Oliveira - Edição Editorial República - Lisboa 1974 
14. - ‘TARRAFAL - ALDEIA DA MORTE’ - ‘O Diário da B5’ - (52,50€) 
De Manuel Francisco Rodrigues - Edição Brasília Editora - Porto 1974 
15. - ‘TARRAFAL - A História - A Terra - As Gentes’ (72,50€) 
De José Tavares Gomes (jornalista) - Edição do Secretariado Administrativo do Tarrafal - Cabo Verde 1989 
16. - ‘O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DO TARRAFAL (1936 - 1954)’ - (57,50€) 
De José Manuel Soares Tavares - Edições Colibri - Lisboa 2007 
17. - ‘TARRAFAL 1975 - O Campo do Silêncio’ - (37,50€) 
De Sandra Inês Cruz - Edições Afrontamento - Porto 2025 
18. - ‘TARRAFAL - CHÃO BOM - MEMÓRIAS E VERDADES’ - 2 Volumes - (350,00€) 
De José Vicente Lopes - Edição IIPC (Instituto de Investigação e do Património Culturais - Cabo Verde, Cidade da Praia 2010 
19. - ‘TARRAFAL - Memória do Campo de Concentração’ - (67,50€) 
Coordenador David Santos e AAVV - Edição Fundação Mário Soares - Lisboa 2010 
20. - ‘TARRAFAL NA MEMÓRIA DOS PRISIONEIROS (1936-1954)’ - (Indisponível) 
De Nélida Maria Freire Brito - Edição Dinossauro - Lisboa 2006 
21. - ‘PRESOS POLÍTICOS ALGARVIOS EM ANGRA DO HEROÍSMO E NO TARRAFAL’ - (47,50€) 
De Maria João Raminhos Duarte - Edições Colibri e Câmara Municipal de Portimão - Lisboa 2009 
22. - ‘TARRAFAL - CAMPO DE CONCENTRAÇÃO - Presos Políticos e Sociais (1936-54 e 1961-74)’ - (97,50€) 
De Alfredo Caldeira e João Esteves (Coordenação) - Edições Colibri - Lisboa 2024 
23. - ‘CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO EM CABO VERDE:
As ilhas como espaço de deportação e de prisão no Estado Novo’ - (Indisponível) 
De Victor Barros - Edição da Imprensa da Universidade de Coimbra - Coimbra 2009 
24. - 'SOBREVIVER EM TARRAFAL DE SANTIAGO' - (52,50€) 
De António Jacinto - Ilustrações de José Rodrigues - Edição INALD (Instituto Nacional do Livro e do Disco) - Luanda 1982 
25. - 'DOSSIER P.I.D.E. - OS HORRORES E CRIMES DE UMA POLÍCIA' - (27,50€) 
Edição Agência Portuguesa de Revistas - Lisboa, 1974 
26 - 'A PIDE/DGS na guerra colonial 1961-1974' - (72,50€) 
De Dalila Cabrita Mateus - Edição Terramar - Lisboa 2011 
27 - '48 ANOS DE FASCISMO EM PORTUGAL' - (27,50€) 
De Carme D. Carvalhas - Edição Maria da fonte - Lisboa 1974 
28. - ‘PAVEL - UM HOMEM NÃO SE APAGA’ - (37,50€) 
A História do mais misterioso militante comunista 
De Edmundo Pedro - Prefácio de Mário Soares - Edição Parsifal - Lisboa 2014 

29. - ‘TARRAFAL - NUNCA MAIS !’ - (62,50€) 
Textos de Aurélio Santos e Leandro Martins - Edição da URAP ( União de Resistentes Antifascistas Portugueses) - Lisboa 2013 
30. - Revista ‘TABU’, n. 7 - De 28 de Outubro de 2006. - (37,50€) 
‘TARRAFAL - 70 Anos - O CAMPO DA MORTE’ 
Lisboa 2006 


De muito difícil localização. 
MUITO RAROS.


Preço: (LOTE COMPLETO) Contactar o blogue 
Vendas de livros isolados, quando disponíveis, preços nos títulos 

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Portugal & Angola & História - ‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ’, de Sónia Neto - Lisboa 2025;




Portugal & Angola & História - A 31 de Maio de 1991, sob os auspícios do então primeiro-ministro português, Cavaco Silva e do ministro dos Negócios Estrangeiros, Durão Barroso, o presidente de Angola e líder do MPLA, José Eduardo dos Santos estendeu a mão ao líder da oposição armada, Jonas Savimbi, líder da UNITA e assim que confirmou o ‘Acordo de Bicesse’ e o regresso da paz ao país ao fim de três décadas quase interruptas…


‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ’ 
Na voz dos seus protagonistas 
De Sónia Neto 
Prefácio de Tête Angola e Paulo Rangel 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2025 


Livro com 160 páginas. 


“Se houve um desígnio que uniu os protagonistas dos Acordos de Bicesse, com diferentes ideologias, convicções e razões, foi o de abrirem o caminho à paz em Angola. Nestes testemunhos é transversal o sentimento de patriotismo, missão cumprida, inquietude provocada pelo bem maior e profundo amor a Angola.”
Sónia Neto in INTRODUÇÃO 


“ ‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ - Na voz dos seus protagonistas’, de Sónia Neto, partilha as experiências daqueles que abriram o caminho da paz em Angola. Pela primeira vez, 22 testemunhos de angolanos e portugueses revelam a memória e o conhecimento de quem viveu as difíceis negociações dos históricos ‘Acordos de Bicesse’, assinados a 31 de maio de 1991.

Ao recordar um marco histórico nas relações internacionais e na diplomacia contemporânea, este livro assegura que a experiência dos que ousaram negociar em tempos de guerra fica registada para as gerações futuras.

Um documento único que dá a conhecer em maior profundidade o processo de um esforço negocial – os actores, a estratégia, os detalhes e as adversidades – permitindo compreender o legado de um momento histórico que mudou para sempre a história de Angola.”


A Autora: 
“SÓNIA NETO - Nascida em Luanda (1969), desempenhou funções de chefe de gabinete do Ministro de Estado para os Negócios Estrangeiros da República Democrática de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos Horta e posteriormente foi Conselheira Sénior do Representante Especial das Nações Unidaspara Timor-Leste, Atul Khare.
Exerceu funções de Conselheira para África no Grupo de Reflexão do Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, durante os dois mandatos. Foi re-conduzida no cargo pelo Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
Foi Embaixadora da União Europeia junto da República da Guiné-Bissau.
Foi agraciada pelo Estado timorense com a Medalha Nacional de Mérito «como reconhecimento do seu pro¬fissionalismo que contribuiu de modo significativo para a paz, reconstrução e estabilidade nacional» e distinguida pelo Reino de Espanha com a Ordem de Isabel a Católica e pelo Estado guineense com a Ordem Nacional Colinas de Boé.
Concluiu a parte curricular do Doutoramento em História, Defesa e Relações Internacionais, no ISCTE. Actualmente é enviada especial da presidente do Secretariado Permanente da Cimeira Mundial dos Nobéis da Paz e exerce funções de Conselheira para o Ismaili Imamat para as Relações Diplomáticas.
É autora do livro ‘Por Timor-Memórias de Dez Anos de Independência’ e Co-autora de ‘Um Europeu Lusófono’.”


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘AQUI, MAS DO OUTRO LADO’, de Dario de Melo - Luanda 2000 - Muito Raro;






Angola & Literatura - Com ligeireza de décadas passadas, o autor insere nesta obra referências ao início da guerra que opôs a administração colonial portuguesa e os nacionalistas angolanos no longínquo anos de 1961 


‘AQUI, MAS DO OUTRO LADO’ 
De Dario de Melo 
Edição Chá de Caxinde 
Luanda 2000 


Livro com 72 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa:
“Nesta colecção, iniciada no mês e ano em que 
Angola completa um quarto de século de 
independência, várias vozes vão exprimir o 
pensamento dos que, internamente ou no exterior, 
sendo ou não angolanos, estão com este país.“ 


O Autor: 
“Angolano, natural de Benguela, Dario de Melo foi professor, inspector escolar, radialista (como então se dizia dos jornalistas de rádio), gerente agro-pecuário , funcionário do Ministério da Informação, cronista, editor e escritor. Como se diz, um pouco de tudo e, possivelmente, nada de coisa alguma.
Da sua vida fez o seguinte balanço (também já foi guarda-livros)…
Como tem 65 anos, embora se desgoste, é velho. Como não tem dinheiro, embora se lastime, é pobre.  Sem emprego fixo, embora se compadeça, está tecnicamente desempregado. O que aliás é muito bem feito, porque, com diz o ditado, pedra movediça não ganha musgo. ‘E a parada, para além da sujidade no musgo, ganha o quê?’ 
Como jornalista, tem trabalhos dispersos e foi director da ‘Voz do Bié’ (1972) da ‘Tveja - revista de Televisão’, fundada por Rui Carvalho (1983); do diário ‘Jornal de Angola’ (1991); do ‘Correio da Semana’, semanário que fundou com Manuel Dionísio (1992) e do ‘Jango’, de que assumiu a Direcção, após o assassinato no Huambo dos seus fundadores: David Bernardino, Fernando e Miete Marcelino (1992). 
Como escritor, tem editados para crianças e jovens dezoito títulos, o último dos quais, ‘As Sete Vidas de um Gato’, foi Prémio PALOP 98 da Literatura Infantil do Fundo Bibliográfico da Língua Portuguesa. Publicou ainda um livro de poesia, ‘Onda Dormida’, e tem no prelo um volume de crónicas, ‘Farinha do Mesmo Saco’, disponível na internet no Fórum Ofício de Dizer.
É membro da UEA (União dos Escritores Angolanos) e da UJA (União dos Jornalistas Angolanos).“ 



Do ÍNDICE: 

Capítulo 1 
Ao 
Capítulo 23 


Preço: 27,50€; 

África - Guerra & História - ‘LANDMINES IN MOZAMBIQUE’ - London 1994 - MUITO RARO;










África - Guerra & História - Um pormenorizado estudos sobre a situação dos campos de minas em Moçambique após uma guerra colonial com Portugal, em que quer o exército quer a guerrilha da FRELIMO usaram a colocação de minas como arma de guerra, para após a independência o conflito se intensificar com o regime minoritário branco da Rhodesia / Zimbabwe e após 1980 o exército de Mugabe ter auxiliado o governo moçambicano contra a guerrilha da RENAMO usando também a colocação de minas anti pessoais …


‘LANDMINES IN MOZAMBIQUE’ 
Edited by Human Rights Watch / Africa 
London 1994 


Livro com 120 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Summary:
“Land mines in Mozambique are still causing death and injuries years after the initial dispute. Since 1980, 3400 people have had an amputation because of land mine injuries. However, there are no direct estimates of the number of deaths or casualties which are not treated in hospitals.
In March, 1994, a medical team assembled by Physicians for Human Rights (PHR) conducted household surveys in the province of Manica and in the sub-district of Metuchira, province of Sofala. The object was to assess the frequency and severity of injuries and mortality caused by land mines in the civilian population. We found ratios of 8·1 and 16·7 casualties per 1000 living people in Manica and Metuchira, respectively. The prevalence of amputees was 3·2 per 1000 in Manica, and 2·3 in Metuchira. These figures are several folds higher than suggested by hospital data. The case fatality rate was 48%. Most of the victims were civilians (68%) and were injured by antipersonnel mines (81%). 16% of victims were women, and 7% were under 15 years of age.
Our results suggest that the impact of land mines is substantially higher than originally thought.”


Human Rights Developments:
“In its second year of peace, following the October 4, 1992 General Peace Accord, the overall human rights situation continued to improve and culminated in Mozambique's first multi-party election. Restricted freedom of movement and expression in some areas controlled by the former rebel Mozambique National Resistance (RENAMO) and appalling prison conditions and intimidation in some areas of RENAMO supporters by the paramilitary Rapid Intervention Police were the main concerns.

The first ever democratic elections were held on October 27-29, with voter turnout above 85 percent despite RENAMO's abortive and short-lived day-long boycott of the first day of voting. With 95 percent of the votes counted at time of writing the ruling Front for the Liberation of Mozambique (FRELIMO) took 45 percent in the parliamentary elections, giving it 129 out of 250 seats. RENAMO got 38 percent, gaining 112 seats. The Democratic Union, a rightest opposition party won nine seats. Joaquim Chissano, the current president was the winner in the presidential race, with 54 percent of the vote (compared to 34 percent for RENAMO leader Alfonso Dhlakama). On November 14, Dhlakama phoned U.N. Secretary-General Boutros Boutros-Ghali to accept the election results and announced that he was prepared to cooperate with the government in the post-election era.

The election campaign began officially on September 22 and over 5.2 million people registered to vote. It saw little violence and a low key campaign was conducted by both sides, although there was some intimidation by both in their stronghold areas. The south and far north voted for Chissano and FRELIMO while the central provinces of Manica and Sofala for RENAMO. The results in the strategic provinces of Nampula and Zambezia, where 41 percent of the electorate were registered, were close, neighboring villages often voting for opposing candidates.

The war and experience of human rights abuses played a role in the electoral outcome. In northern Mozambique, RENAMO campaigned to politicize villagers and in some areas sought to make amends for past brutalities. In some districts of Zambezi province RENAMO transferred a number of officers with particularly brutal reputations out of the vicinity, and apologized for past brutalities. In the far south, the scene of many massacres by RENAMO in the 1980s, the electorate overwhelmingly rejected the former rebels, to the extent that even RENAMO controlled zones voted for Chissano and FRELIMO.

Human rights protection remained a low priority at official levels and will probably not feature highly in the policies of the new government. Some sort of accommodation between the two main contending parties is likely and past records of human rights abuses are being ignored. There are no plans for a "Truth Commission," or accountability for past human rights abuses.

The appointment on April 6 of Lieutenant General Lagos Lidimo (by the government) and Lieutenant General Mateus Ngonhamo (by RENAMO) as joint heads of the new Armed Defense Forces of Mozambique (FADM) army is a good indication of this approach. Lagos Lidimo in particular has a reputation for brutality in the late 1980s in operations against RENAMO in Zambezia province.

The official demobilization process for former combatants has been completed, although there are still former soldiers who failed to register. The forty-nine U.N.-run assembly points closed their doors to new arrivals on August 15. ONUMOZ, United Nations Operations in Mozambique, had registered 64,130 government troops and 18,227 RENAMO soldiers. Of these, 7,774 troops have moved to the training camps for the FADM. The total of the new army may reach 12,000, but this is far less than the 30,000 strong army envisaged in the 1992 GPA. Most notable is that the majority of soldiers from both sides wanted to be demobilized and appeared to have no interest in being in the future army.

A notable development in 1994 was the collapse of discipline amongst rank and file RENAMO soldiers toward their leadership, reflected in a significant increase in mutinies and in beatings of their senior military leaders. For example on June 1, RENAMO's Brigadier General Raul Dick was badly beaten by his men in Mocubela Assembly Area when he tried to mediate a dispute about poor conditions. In June and July there were over thirty incidents of soldiers mutinying, often by setting up road blocks and holding civilians hostage until their demands were heard.

Re-integration into civilian society of these demobilized soldiers was one of the greatest challenges for the new post-election government. There was widespread concern that a lack of employment prospects will result in economic and socially induced banditry.

During his first ever U.S. visit in June, RENAMO leader Dhlakama admitted for the first time that RENAMO had in the past recruited child combatants. There were over 2,000 child soldiers known to international nongovernmental organizations in May. According to a UNICEF survey of the problem at this time "these children are under military supervision, kept in tightly guarded bases within RENAMO's strongest military zones." By September RENAMO had began to fully assist in permitting these children to leave. These children have been problematic for RENAMO, not least because there have been several incidents in which they went on strike demanding benefits equal to those of adult soldiers. Human Rights Watch interviewed several child soldiers in October just after the elections. Having already lost their families, they also felt betrayed by RENAMO, which they said had "dropped" them. Child combatants have been regarded as unassembled troops by the U.N. and are not eligible for the same sort of benefits that assembled soldiers receive.

The government has continued to build up its paramilitary police force, the Rapid Intervention Police. This force is some 2,000 strong, made up of former army and security personnel, and has a reputation for intimidation and heavy-handed tactics. On October 23 Human Rights Watch witnessed the Rapid Intervention Police use excessive violence against civilians in unrest following the end of a RENAMO electoral rally at Xai Xai.

There remain large quantities of arms cached across the country. A typical arms cache seen by Human Rights Watch in October included six AK-47s, six hand grenades, one RPG-7, and two PMN anti-personnel mines. These had been stored in greased cloth. ONUMOZ officials admit that there are literally millions of guns still in circulation and that both sides have been stockpiling their better weaponry. In September there was a stand-off between the government and ONUMOZ when the U.N. established that there was a massive arsenal of undeclared weaponry, including hundreds of landmines, in storage under the Ministry of Interior in Maputo. After some tense discussions, the U.N. allowed the government to register the arsenal.

Reports of appalling prison conditions and detention without trial continue to be received. There is currently a two year back-log in court hearings that is stalling the judicial process. U.N. Civilian Police monitors (Civpol), whose mandate includes prison visits, spoke of poor conditions, cases of forced labor and incidents of rape by police of inmates in the prisons visited. RENAMO continued to deny complete free movement in its zones, although this situation had gradually improved throughout 1994. In October several informants told Human Rights Watch that they had recently joined RENAMO in exchange for gaining the freedom of their relatives.”



Do ÍNDICE: / TABLE OF CONTENTS: 

Acknowledgments 

PREFACE 

1. - INTRODUCTION 

2. - BACKGROUND 
- Colonial Rule 
- Independence 
- The War 
- Peace Negotiations 

3. - THE MINES 
- Number and Location of Landmines 
- Mine Types and Sources 
Antipersonnel landmines 
Antitank landmines 
- Landmine Use--Tactics and Strategies 
Renamo Use of Landmines 
Government Use of Landmines 
Use of IEDs and Booby-Traps 
Other Users of Landmines 
- Landmine Training 
Renamo 
Government 
- Landmine Records 

4. - THE HUMAN COST 
- The Victims 
- Case Studies 
Mine Locations 
Mine Warnings 
Poor Clearance 
- NGO and U.N. Mine Incidents 
- Emergency Care for the Injured 
- Hospital Treatment 
- Rehabilitation 
ICRC Activities 
Handicap International Activities 
- Need for funding for mine victims 

5. - THE SOCIAL AND ECONOMIC IMPACT 
- Repatriation 
The Mine Threat 
- Mine Awareness Initiatives 
- Economic Implications 
- Social Plight of Victims 

6. - MINE CLEARANCE INITIATIVES 
- GSG Pilot Project 
- The U.N. Mine Clearance Plan 
- Mine Clearance Delays 
- Priority Road Clearance 
- NPA Clearance in Tete 
- Recent Progress 
U.N. Mine Clearance Training Center 
- Funding for Mine Clearance 
U.S. AID 
U.S. DoD 
Mine-Tech 
Mecam 
- Independent Mine Clearance by the Government and Renamo 
- NGO Mine Clearance Initiatives 
Halo Trust 
Mines Advisory Group 

7. - INTERNATIONAL LAW GOVERNING LANDMINES 
- International Disarmament Law 
- International Humanitarian Law 
International Customary Law 
Direct Attacks on Noncombatants 
Indiscriminate Attacks 
Military Utility Versus Humanitarian
Costs 
- The Landmines Protocol 

8. - CONCLUSIONS AND RECOMMENDATIONS 
- Conclusions 
- Recommendations 
General 
To the Mozambican Government 
To Renamo 
To the United Nations 
To Other Mine Producers and Exporters 

LANDMINE DRAWINGS 
- Soviet PMN 
- Soviet PMD-6 
- Soviet POMZ-2 
- Chinese TYPE 72 
- Italian VALMARA 69 
- U.S. M18A1 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Guerra do Ultramar - Revista ‘DOMINGO’ de 26.07.2020 - (‘UM ANJO NA GUERRA COLONIAL - ROSA SERRA’) - Lisboa 2020 - MUITO RARO;















Portugal & Guerra do Ultramar - O relato na primeira pessoa da experiência fundamental que representou a disponibilização por parte da Força Aérea Portuguesa e dos Pára-quedistas de um corpo de enfermeiras que, transportadas em helicópteros socorriam os feridos nas frentes de combate em Angola, Guiné e Moçambique no conflito que Portugal enfrentou com os movimentos nacionalistas naquelas então províncias ultramarinas 


Revista ‘DOMINGO’ de 26 de Julho de 2020.
‘UM ANJO NA GUERRA COLONIAL - ROSA SERRA’ 
‘Aos 21 anos contrariou as regras do seu tempo, esteve nos três palcos do conflito no Ultramar como enfermeira paraquedista.’ 
Suplemento dominical do jornal ‘CORREIO DA MANHÃ’.
Lisboa 2020 


Exemplar com 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘UM ANJO NA GUERRA COLONIAL - ROSA SERRA’, por Manuela Guerreiro (Textos) 
‘Rosa Serra é uma das 47 enfermeiras paraquedistas que estiveram na guerra de África, entre 1961 e 1974. Não criou fantasmas, mas reconhece que era difícil devolver às famílias os seus filhos deformados e irreconhecíveis.’ 
- “Só recordo o que os nossos valorosos militares passaram.” 
- “A palavra que mais ouvia naqueles aviões quando os ia buscar ao mato era ‘mãe’ e isso tocava profundamente.” 
- “O inimigo está à espreita e tem de ser tudo muito rápido. Não dá para ter medo. Temos de ser rápidas e eficazes.” 

… da Editora
- ‘O OUTRO LADO DA GUERRA COLONIAL’, por Fernanda Cachão 
‘Rosa Serra foi uma das 47 enfermeiras paraquedistas na guerra em África.’
- ‘A sua história, como a de outras, é de coragem e sofrimento mas também de emancipação feminina, num contexto patriarcal em que o sexo dito fraco vivia subordinado ao outro sexo. É uma história de uma altura em que as mulheres ainda viviam maioritariamente dentro de casa, num país onde vinte anos antes um decreto-lei regulamentava a profissão de enfermeira, para ditar o “tirocínio ou a prestação de enfermagem hospitalar feminina são reservados a mulheres solteiras ou viúvas sem filhos”. A jornalista Manuela Guerreiro conta como Rosa Serra escapou à sua condição e foi mais além, é uma das poucas que estiveram nos três palcos da guerra ao lado dos soldados, fez com que muitos regressassem e viu morrer outros tantos.’ 

As escolhas de - João Pereira Coutinho 
- ‘CONTRA A AMNÉSIA’ 
‘Filme conta a história de Gareth Jones, o jornalista que viajou para a União Soviética para reportar o socialismo real.’ - ‘Uma história passada no início da década e 1930.’ 
- ‘MR. JONES - A VERDADE DA MENTIRA’  


Preço: 52,50€; 

Portugal & Cultura - ‘TODOS OS CAVALOS E MAIS SETE’, de Nuno Higino e Álvaro Siza - Lisboa 2015 - RARO;







Portugal & Cultura - A poesia e os desenhos do arquiteto Siza Vieira numa excepcional obra editada 


‘TODOS OS CAVALOS E MAIS SETE’ 
De Nuno Higino (texto) e Álvaro Siza (Desenhos)
Edição NR - Nota de Rodapé Edições 
Lisboa 2015 


Livro de capas duras, com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa:
“Com este título da ‘Nota de Rodapé’ inicia a publicação da obra de Nuno Higino para a infância. Os desenhos foram feitos numa noite, em cima de folhas onde estavam escritos os poemas, em casa de Carlos Castanheira, no ano já distante de 2003. Foram publicados inicialmente, e nesse mesmo ano, pela Cenateca, em Março de Canavezes. Trata-se de um volume muito especial por causa, como é óbvio, do ilustrador, Álvaro Siza. Por isso é publicado isoladamente em relação ao resto da poesia para a infância que aparecerá reunida no próximo volume e que incluirá ‘O menino que namorava paisagens e outros poemas’ (2001), ‘Versos Diversos’ (2008), ‘Criança todos os dias’ (2011), ‘Daqui e do mar eu vou-te contar’ (2013) e vários poemas dispersos em outras publicações.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Todos os cavalos 
- Definição 
- Quantos cavalos ? 
- É um cavalo o meu baloiço ? 
- Um cavalo e um cão 
- Tristão e alegrete 
- Um cavalo triste 
- O alto do cavalinho 
- Cavalinho de aluguer 
- Era uma vez um cavalinho 
- A minha casa é um cavalo 
- A Sereia e o seu corcel 
- Que ondas ou cavalos 
- Éguas de sol 

E mais sete 
- O cavalo de Guernica 
- Os cavalos da Praça de S. Marcos 
- Os cavalos de Aquiles 
- Pégaso 
- Os cavalos de Siza 
- O que Alberto Caeiro poderia dizer sobre os cavalos de Marini 
- Rocinante 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Guerra do Ultramar - Guiné & História - ‘POR TI, PORTUGAL, EU JURO !’, de Sofia de Palma Rodrigues - Lisboa 2024;












Guerra do Ultramar - Guiné & História - A obra análise a participação dos africanos nascidos nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de África (Angola, Guiné e Moçambique), recrutados pelas Forças Armadas Portuguesas para o confronto com os movimentos guerrilheiros, particularmente na Guiné, onde esses contigentes africanos tiveram um importante papel nomeadamente nas companhias de comandos, com o depoimento de alguns dos seus sobreviventes 


‘POR TI, PORTUGAL, EU JURO !’
A história dos comandos africanos da Guiné 
De Sofia de Palma Rodrigues 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2024 


Livro com 104 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. 


Da contracapa: 
“Durante a Guerra Colonial (1961-1974), Portugal recrutou 1,4 milhões de militares para combaterem em Moçambique, em Angola e na Guiné. Um terço destes soldados eram africanos, na altura cidadãos portugueses que foram obrigados pelo Estado a cumprir o serviço militar.
Este livro foca-se num universo muito específico deste contexto: os comandos africanos da Guiné, que integraram as três companhias criadas pelo então governador António de Spínola e constituíram a única tropa de elite do Exército português integralmente composta por militares negros. 
Depois do 25 de Abril de 1974, estes homens foram abandonados por Portugal, o país que os obrigou a cumprir o serviço militar e pelo qual lutaram. 
50 anos depois, contam pela primeira vez a sua história. Querem que o Estado português lhes devolva os direitos ganhos no campo de batalha e cumpra promessas feitas.“ 


A Autora: 
“SOFIA DA PALMA RODRIGUES é jornalista e autora de várias reportagens de investigação que cruzam os mundos do jornalismo, do documentário e da academia. 
Em 2014, co-fundou a ‘Divergente’, uma revista digital de jornalismo narrativo que recorre a novas abordagens para apresentar histórias jornalísticas. 
Tem um Doutoramento em Pós-Colonialismo e Cidadania Global.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Abertura 

INTRODUÇÃO 
1. - Sangue e açúcar 
2. - Galos de combate 
3. - Carne para canhão 
4. - E agora, Portugal ? 
5. - O quê, porquê e como ? 
6. - Denunciar o silenciamento, questionar a história 

ANEXOS: 
Militares portugueses em Angola, Guiné e Moçambique 
- Angola 
- Moçambique 
- Guiné 
Total militares recrutados 
Total militares ‘nativos’ nos três territórios 

Referências 
Nota Biográfica 


Preço: 37,50€;