domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


sábado, 13 de dezembro de 2025

Portugal - Angola & Guerra Colonial - Semanário ‘O RAIO’, n. 6 - 26.07.1974 - (‘CORRESPONDÊNCIA UNITA - EXÉRCITO PORTUGUÊS’) - Lisboa 1974 - MUITO RARO;


















Portugal - Angola & Guerra Colonial - Nesta edição, o jornal transcreve sem publicar os originais ou cópias das aludidas cartas que o líder angolano da UNITA, teria trocado com as Forças Armadas Portuguesas no decorrer do conflito e que foram distribuídas por elementos do MFA à comunicação social, tendo sido alvo também de uma edição polémica pela revista francesa ‘AFRIQUE ASIE’


Semanário ‘O RAIO’, n. 6 - De 26 de Julho de 1974.
ANGOLA - ‘CORRESPONDÊNCIA UNITA - EXÉRCITO PORTUGUÊS’ 
Director: Vitor Ilharco 
Lisboa 1974 


Exemplar com 24 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque:
Angola & Guerra Colonial 
- ‘CORRESPONDÊNCIA UNITA - EXÉRCITO PORTUGUÊS’ 
‘As cartas foram-nos fornecidas há dias. Seis. Três assinadas por Jonas Malheiro Savimbi, da U.N.I.T.A. E três de elementos das Forças Armadas Portuguesas. 
O simples facto de imaginar correspondência entre dois “inimigos” para ficar de boca aberta muito boa gente. 
O teor das cartas, porém, ultrapassa tudo. 
A U.N.I.T.A. manda uma metralhadora para o exército português arranjar.
Requisita balas. Pede médicos. Divide as zonas de combate. Propõe encontros a nível elevado.
Jonas Savimbi chega a, inclusivamente, pedir dois fatos camuflados um dos quais para seu próprio uso. 
A última correspondência é fabulosa. Agradece-se a metralhadora arranjada.
Queixam-se de enganos que provocam a morte de “guerrilheiros”, etc. 
O leitor apreciará pois, certamente, não precisará de mais comentários nossos.’ 
- ‘Respeitosos cumprimentos ao Prof. Marcello Caetano.’ 
- ‘M.P.L.A. o principal obstáculo à Paz.’ 
- ‘Atitude hostil do Governo da Zâmbia a nosso respeito.’m
- ‘Participamos activamente no enfraquecimento do M.P.L.A.’ 
- ‘Actos reprováveis.’ 
- ‘M.P.L.A. não é um monstro de sete cabeças.’ 
- ‘A U.N.I.T.A. solicita a V. Ex.as autorização para…’ 
- ‘Acções conjuntas das nossas tropas.’ 
- ‘Solicito o favor de me fornecerem pelos menos 1500 balas.’ 
- ‘Envio de canas de pesca e anzóis.’ 

Hora grande na vida de um povo 
- ‘INDEPENDÊNCIA PARA AS COLÓNIAS’ 

- ‘HOMENAGEM A JOSÉ BAÇÃO’ 
‘A Obra Póstuma: cartas e poemas.’, por Urbano Tavares Rodrigues 
José Cristóvão Gomes Bação Leal - Lisboa, 1-7-1942 - Nampula, Moçambique, 1-9-1965 

- ‘COMO FOI MORTO HUMBERTO DELGADO’ 
‘Consciente e cuidadosa preparação da liquidação política do general’ 

- ‘PORTUGAL FACE AOS INVESTIMENTOS PRIVADOS ESTRANGEIROS’ 
Por Maia Cadete 

Documentos 
- ‘CARTA PASTORAL DO EPISCOPADO’ 

- ‘CARTA ABERTA AO DR. MARCELO CAETANO’, por Rolão Preto 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Portugal & Ultramar - ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’, de Rodrigo Carlos Guedes - Portimão 2025;











Portugal & Ultramar - As memórias de Carlos Guedes, abarcam a história das últimas cinco décadas, desde que nasceu em Vila Pery, Moçambique, assistiu à trágica descolonização e partiu com os comandos de Gilberto Santos e Castro para combater o MPLA e os cubanos, ao lado da FNLA, no norte de Angola e após o colapso angolano colaborou na fundação, organização e treino da RNM (Resistência Nacional Moçambicana) e no início da guerra civil contra o regime ditatorial e marxista da FRELIMO sob a liderança de Samora Machel 


‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ 
De Rodrigo Carlos Guedes 
Co-autor, António Barreiros 
Edição do Autor 
Portimão 2025 


Livro com 170 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“(…) Mas apareçam todos os outros povos e mostrem se a sua presença, em humanidade, superou ou até se aproximou do respeito e do convívio amigo que Portugal soube criar e favorecer (sobre os portugueses em África). 
E todos verão de quanto é capaz está gente ‘retornada’, que fez de Angola (também de outros territórios portugueses de África) uma das coisas mais lindas e ricas (…). A semente - sobretudo quando a semente é sacrifício - não morre em vão.“ 
Urbano Duarte, 1975 


O Autor: 
“O cidadão RODRIGO CARLOS GUEDES nasceu em Vila Pery (hoje Chimoi), em Moçambique, tendo desde cedo, residido na Beira. 

Em Vila Pery durante 2 anos, antes da revolução de Abril, colaborou no emissor regional, da rádio de Moçambique. 

Passou pela Rodésia, hoje Zimbabwe, onde viveu, espaçadamente, durante cerca de cinco anos, tendo trabalhado no CIO (Center Intelligence Organization), departamento do Primeiro-ministro, Mr. Ian Douglas Smith. No decurso desse período, estabeleceu uma estada esporádica em Angola, no ano de 1975. 

Veio para Portugal no final de 1978, onde no Algarve, voltou às origens do labor dos seguros. 

Nessa província do sul de Portugal decidiu escrever as suas memórias sobre a guerra da pré-independência de Angola, com o título ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ (e a verdade sobre a fundação da Resistência Nacional Moçambicana). Mais tarde, apurou um outro livro ‘NO CENTRO DO VULCÃO’. 

Em 1978, como já referido, radicou-se em Portugal, por perceber que a polícia secreta de Moçambique, SNASP, o procurava porque ele tinha sido um dos co-fundadores da RNM. 

Rodrigo Carlos Guedes regressou ao seu país natal, em 1992, quando o partido FRELIMO estabeleceu com a RENAMO os Acordos de Paz a 4 de Outubro desse mesmo ano.“ 


Obras do Autor: 
- ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ - Loulé 2008; 
- ‘NO CENTRO DO VULCÃO’ - Coimbra 2021; 
- ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ - Portimão 2025. 



Do ÍNDICE: 

EXÓRDIO 
- Por Joaquim Chito Rodrigues, Tenente-General 
Presidente da Liga dos Combatentes 

PREFÁCIO DA OBRA 
- Por António Barreiros 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I. - COMO TUDO COMEÇOU 

Capítulo II. - HISTORIANDO 
- Os Descobrimentos 
- Marcos Históricos 
- As sessões da Assembleia Nacional de 1974=
- Fizeram-se democratas 
- O meu mainato 
- Spínola e a independência 
- O pré-Acordo de Lusaca 
- O Acordo de Lusaca 
- 7 de Setembro de 1974, a revolta dos portugueses 
- A Rádio clandestina de Vila Pery 
- Conversas (Lusaca): militares lusos e da FRELIMO 
- 20X24  - A Lei (Armando) Guebuza 
- Guebuza: guerrilheiro, político e empresário 
- Ponte aérea , fuga dos portugueses 
- Um dia com Kaúlza de Arriaga, em Lisboa 
- Encontro Cor. Santos e Castro  / Gen. Silvério Marques 
- Moçambique, o caos e a miséria instalados pela FRELIMO 
- FRELIMO baniu outros movimentos 

Capítulo III. - EU, FUGITIVO ME CONFESSO… 
- A Rodésia, o primeiro passo para fugir 
- Os sentimentos e memórias do fugitivo 
- O Machel marxista e o marxismo moçambicano 
- Milhares de deportados das cidades para os campos 
- Abandonados 
- ‘Guerra’ perdida 
- Os refugiados contribuíram para a nova Era de Portugal 

Capítulo IV. - TESTEMUNHOS 

Capítulo V. - CURIOSIDADES 
- Uma força de sermos portugueses 
- O que eu penei 
- Sérgio Vieira e o primeiro livro de R. Carlos Guedes 
- Abandonou a Monarquia 
- R. Carlo Guedes procurado pela SNASP 
- As mulheres da minha vida 
- Peripécias em Vila Pery 
- FRELIMO derrete Moçambique 
- Homenagens 
- Honra aos que partiram 

O Autor e Editor 
O co-Autor 
Frases de figuras célebres 


Preço: 

Moçambique - História & FRELIMO - ‘HINOS DA REVOLUÇÃO’ - Lourenço Marques 1975 - MUITO RARO;




Moçambique - História & FRELIMO - 


'HINOS DA REVOLUÇÃO' 
FRELIMO 
Imprensa Nacional de Moçambique 
Lourenço Marques 1975 


Livro com 40 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.



DO ÍNDICE: 

- Hino Nacional 
- Hino Nacional do Partido 
- Hino da Mulher Moçambicana 
- Presidente Eduardo Mondlane 
- E E TANU 
- Khindlimuka Moçambique 
- Ife ana FRELIMO  
- Vamos cantar a linha da ordem 
- Hino Revolucionário pelos Militantes da FRELIMO 
- Moçambique nossa Terra bendita 
- Josina camarada 
- Moçambique hoje 



- Exaltemos Mondlane 
- A Unidade 
- Loko u li nwana wa Moçambique 
- Pelo Povo heróico 
- A unidade é a vitória 
- Cremos em vós FRELIMO 
- Moto lelo 
- Naziona 

- Tereré, tereré 
- FRELIMO yetu 
- O Povo organizado 
- Tiyende pamodzi 
- Maputukezi 
- Colonia 
- Samora ayopo 
- Bem-vindo 
- África 

- FRELIMO wa buya 
- Vinte e cinco de Junho 
- Avante, povos oprimidos 

- Hinkwerhu hi vana va Moçambique 
- Bazooka 
- Thlanganani mafrika 
- Tiyiselani va makwerhu 
- Wakange 
- Nyika yedo 
- FRELIMO é o Povo 
- Spinola hi lava tiko 
- Tero morteiro 

- Pfukani va makwerhu 
- Afrika wa Kussine 
- Karibuni wafrika 
- Va mamani tsakani 
- Dombo 

- Txendgera 
- FRELIMO ayi na muito 



Preço: 32,50€;

Portugal - África & Ultramar - ‘PATRÕES DA DESORDEM’, de Agostinho Caramelo - Vila do Conde 1974 - Muito Raro;







Portugal - África & Ultramar - Análise do autor sobre a penetração comunista nos países africanos com origem nos marxistas leninistas da Rússia e maoistas da China Popular de Mao-Sté-Tung 


‘PATRÕES DA DESORDEM’ 
De Agostinho Caramelo 
Edição do Autor 
Vila do Conde 1974 


Livro com 256 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“1920 - 1973 

Sangue, revoluções - assassinatos raptos - traições sabotagens - ‘complots’ greves - perseguições suores gelados - fugas assaltos - profanações tumultos - ‘putschs’ roubos - espionagem incêndios 
(…) 
“ 


Da badana: 
“Aos verdadeiros interessados pelos problemas de África, chama-se a atenção para o livro ‘PATRÕES DA DESORDEM’: 
Estudo sobre a penetração comunista russa e neomarxista chinesa nos povos do continente africano, desde 1920 a fins de 1975.“ 


Obras do Autor:
- ‘Luta da Vida pela vida’; 
- ‘Espírito em Liberdade’; 
- ‘Drama Íntimo’ (1.* edição); 
- ‘Drama Trágico dos Filhos da Miséria’; 
- ‘O Mundo Dorme’; 
- ‘Drama Íntimo’ (2.* edição); 
- ‘FOGO (Tempo Primeiro) - Desespero’; 
- ‘FOGO (Tempo Segundo) - Angústia’; 
- ‘FOGO (Tempo Terceiro) - Incerteza’; 
- ‘FUMO’; 
- ‘Fabricantes de Infernos’; 
- ‘PATRÕES DA DESORDEM’. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MOTIVOS 
- Política 
- Literatura 
- Nacionalismo 
- Advertência 


Preço: 27,50€; 

Moçambique & África - ‘NIASSA’, de Francisco Camacho - Lisboa 2009 - Raro;





Moçambique & África - O Niassa no longínquo norte do território é o cenário para esta história na busca de um irmão desaparecido e das presenças portuguesas e coloniais de quinhentos anos 


‘NIASSA’ 
De Francisco Camacho 
Edições ASA 
Lisboa 2009 


Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.
 

O AUTOR: 
“FRANCISCO CAMACHO nasceu em 1969 no Funchal, Madeira, tem três filhos e é jornalista. 
Foi redactor e editor do semanário ‘O INDEPENDENTE’, repórter e director-adjunto da ‘Grande Reportagem’, director da revista de viagens ‘Volta ao Mundo’, fundador e director da ‘NS’ (do ‘Jornal de Notícias’ e ‘Diário de Notícias’, editor-executivo da ‘newsmagazine’ Sábado.
Actualmente, é sub-director do ‘I’, um novo projecto €3 informação diária lançado em 2009. Por duas das reportagens que fez, nomeadamente em África, recebeu o Prémio Revelação do Clube Português de Imprensa (1992) e o Prémio Fernando Pessoa de jornalismo (1998). ‘NIASSA’, o seu primeiro romance, foi distinguido com o prémio P.EN. Clube Português, na categoria Primeira Obra.“ 


Da contracapa: 
‘FARTO DA VIDA QUE LEVA EM LISBOA, um homem de trinta anos resolve partir para o Niassa, a região de Moçambique onde existe um dos maiores e mais enigmáticos Lagos africanos, à procura do irmão que desapareceu em circunstâncias misteriosas e que ele mal conhece. A investigação do paradeiro de Rafa, leva-o a peregrinar pelos sonhos de grandeza dos tempos coloniais, pela brutalidade da guerra civil moçambicana e pela história trágica da sua família, numa viagem ao imprevisto decorrida entre paisagens deslumbrantes. ‘NIASSA’ é uma história crua de amor e traição, amizade e sobrevivência, que evoca o passado português em África pelo olhar descomplexado das novas gerações.’ 

“Um romance de leitura compulsiva.“ 
‘Público’ 

“Uma obra intensa que leva o leitor numa viagem pela África profunda.“
‘Jornal de Letras’ 

“Universo extremo mas sabiamente plausível. Belo primeiro romance.” 
‘Diário de Notícias’ 

“Grande livro“ 
‘Maxmen’


Da badana: 
“O desconhecido Niassa. A quantidade de vezes que tinha ouvido esta expressão mais parecia uma brincadeira de mau gosto, uma anedota sobre o desconhecimento das minhas próprias origens e sobre as histórias de família que o futuro tinha teimado em esconder-me ao longo dos anos. Uma ironia sobre o abandono a que o meu pai me tinha votado, sobre a zanga entre ele e os meus irmãos, sobre a morte do meu irmão Daniel, sobre o paradeiro do meu pai e agora, como se não bastasse de mistérios, sobre o paradeiro do Rafael, enfim, sobre a minha ignorância a respeito de quase tudo o que quase toda a gente normalmente sabe: quem foi - quem é - o pai, a mãe, os irmãos, a terra onde nascemos.
O desconhecido Niassa: o resumo da minha vida em duas palavras.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XXIV 

Agradecimentos 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Índia & História - ‘UM ESTRANHO EM GOA’, de José Eduardo Agualusa - Lisboa 2000 - Raro;





Portugal - Índia & História - As vivências de Goa e dos goeses, analisada por quem conhece a história e os  costumes introduzidos pelos portugueses nestes territórios que foram designados por Eatado Português da Índia até à sua anexação por Nehru em 1961 após séculos de administração colonial 


‘UM ESTRANHO EM GOA’ 
De José Eduardo Agualusa 
Edição Cotovia / Fundação Oriente 
Lisboa 2000 


Livro com 176 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor:
“JOSÉ EDUARDO AGUALUSA nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. Jornalista, vive actualmente no Rio de Janeiro, Brasil.
Publicou nove livros, entre os quais os romances ‘Estação das Chuvas’ (1996) e ‘Nação Crioula’ (1997). “ 



Do ÍNDICE:

Dedicatória 
- Plácido Domingo contempla o Mandovi 
- O observador de pássaros 
- Cuidado com a serpente 
- Filhos de cobra 
- A caixa 
- ‘Freedom Fighters’ 
- Lua nova 
- O cerco 
- Como fazer uma múmia 
- Pretidão de Amor 
- O Oráculo de Shri Manguesh 
- O esplendor 
- Anhanguera 

Nota 
Agradecimentos 


Preço: 25,00€; 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Angola - Moçambique & Descolonização - ‘NO CENTRO DO VULCÃO’, de Rodrigo Carlos Guedes - Coimbra 2021 - Raro;























Angola - Moçambique & Descolonização - O autor relata pormenorizadamente a convulsão que ocorreu nestas duas antigas províncias ultramarinas portuguesas, após o 25 de Abril de 1974, e o processos trágico da descolonização, tendo estado integrado no ELNA, o exército da FNLA de Holden Roberto, que combateu o MPLA e o contingente cubano, em conjunto com os comandos liderados pelo coronel Gilberto Santos e Castro e após o colapso angolano seguiu para a Rhodesia de Ian Smith, tendo estado na origem da organização e criação do embrião da RNM (Resistência Nacional Moçambicana) à época liderada por André Matadi Matsgaissa, para combater a ditadura marxista da FRELIMO de Samora Machel 


‘NO CENTRO DO VULCÃO’ 
Os segredos da Guerra Civil de Angola e da Fundação da Resistência Nacional Moçambicana 
De Rodrigo Carlos Guedes 
Edição do Autor 
Coimbra 2021 


Livro com 240 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“RODRIGO CARLOS GUEDES nasceu em Vioa Pery (hoje Chimoio) - Moçambique, a 26 de Março de 1951. 

Numa luta contínua pela honra a uma bandeira, a portuguesa, a qual sempre considerou sua e, também, na defesa incessante de nobres ideais, R. Carlos Guedes dedicou a sua vida a reunir elementos, alguns que o próprio viveu na primeira pessoa, com a intenção de revelar o que possa contribuir para se escrever e ficar para a História. 

‘NO CENTRO DO VULCÃO’ é um relato Histórico, cronológico e, na maioria dos factos narrados, impregnado do inédito, fundamentado por testemunhos e por documentos. 

Com base nas imagens da contracapa - da esquerda para a direita, o crachá dos Comandos do ELNA/Exército de Libertação Nacional de Angola; a bandeira da FNLA/Frente Nacional de Libertação de Angola; o emblema da OPVDCM/Organização Provincial de Voluntários de Defesa Civil de Moçambique; e a Bandeira da Resistência Nacional Moçambicana - vou seguir, e por ordem cronológica, o andamento da História, contando os factos e os acontecimentos mais marcantes, os que constituem os supremos relatos que traçaram o rumo dos caminhos, muito cruzados, do que é Angola e Moçambique, hoje ficam segredos da Guerra Civil de Angola e da Fundação da Resistência Nacional Moçambicana.“ 


Obras do Autor: 
- ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ - Loulé 2008; 
- ‘NO CENTRO DO VULCÃO’ - Coimbra 2021; 
- ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ - Portimão 2025.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por Cristina Pimentel Ferreira 
CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA 
- Nota do Autor 

Capítulo I. - OPVDCM, O TEMPO E O MODO (Porque em Abril de 1974…) 
- OPVDCM - Introdução 
- A OPVDCM 
- Emblema e uniforme 
- Posicionar o tempo para se compreender o modo 
- O Movimento de Vila Pery e da Beira 
- O Governo entrega armas militares 
- Porque em Abril de 1974… 
- Os faits-divers dos acontecimentos 
- Um passeio de Chaimite 
- O penteado do Sr. Capitão 
- Moçambique pós-revolução e pré-independência, a insegurança 

Capítulo II. - ELNA, NA DEFESA DA LIBERDADE 
- ELNA, na defesa da Liberdade - Introdução 
- Os movimentos para a independência de Angola 
- A FNLA, ex-UPA, o 1.* Movimento 
- O MPLA, o marxismo em movimento 
- A UNITA, do dissidente da FNLA, J. Savimbi 
- 25 de Abril de 1974 e o cessar-fogo 
- Na luta pela liberdade de Angola, a pré-independência 
- Alguns apontamentos e episódios, a minha vivência em Angola 
- O relato do coronel Gilberto Santos e Castro, na guerra de pré-independência de Angola 
- Guerra que se perde, estando (praticamente) ganha 
- ‘Bombardeiro’ improvisado ataca Luanda 
- Os que tombaram em Angola 
- Holden, como soldado e como homem 
- Chipenda, braço direito de Holden (sul de Angola) 
- Prisioneiros, o Remédios e os outros (7 anos de cárcere de Luanda) 
- Zairenses, tropa de saque 
- Cubanos, em Angola (diário de um deles) 
- A CIA no terreno 

Capítulo III. - RNM: RESISTÊNCIA AO VULCÃO (marxista) DA FRELIMO 
- RNM: resistência ao vulcão (marxista) da Frelimo 
- Fundação da RNM 
- A1.a ideia da RNM e a primeira incursão 
- Perpetuar os que defenderam Moçambique Democrático 
- Moçambicanos irreverentes apostados em escorraçar os marxistas 
- Frelimo: apoderou-se do poder, marxizando o País 

Capítulo IV. - DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA 
- Documentos (Introdução) 

Capítulo V. - TESTEMUNHOS: MARCA DE UM TEMPO 
- Testemunhos - Introdução 
- Do tempo de Angola 
- Fernando Xavier, meu pai 
- Fernando F. Xavier, no cumprimento do dever 
- O Zé, o Remédios 
- Teixeira Pinto, o Comando 
- Do tempo de Moçambique 
- Moçambicano traça retrato de Dhlakama 
- A. Dhlakama deixa mensagem aos moçambicanos 
- Os ideólogos da RNM 
- Olhar da moçambicana (já) no tempo de eleições livres e democráticas 
- Angola e Moçambique - Vulcões Sociais Adormecidos 

Capítulo VI. - AS IMAGENS, AS DE MIL PALAVRAS 
- Imagens (Introdução) 
- As fotos e as legendas para a História 
(As mais de 40 imagens que falam por si…) 

Capítulo VII. - HOMENAGEANDO 
- Homenageando - Introdução 
- Coronel G. Santos e Castro: o fundador dos Comandos que se heroicizou pela Liberdade 
- Major Alves Cardoso: um valente militar 
- Fernando F. Xavier: a intelligence ao serviço de Portugal 
- Rui M. Nunes da Silva: com os cheiros das picadas, no mato 
- André M. Matsangaissa, o 1.* Comandante da RNM 
- Evo Fernandes, assassinado pela SNASP 
- Orlando Cristina, um dos co-fundadores da RNM 
- Afonso Dhlakama, o sonhador de Moçambique Livre e Democrático 
- Aos outros… 

Capítulo VIII. - NOTAS BIOGRÁFICAS 
- Introdução 
- Gilberto Santos e Castro, Militar, Combatente, Comando, Português 
- Holden Roberto (Álvaro) 

Capítulo IX. - NOTAS BIBLIOGRÁFICAS 
Introdução

Capítulo X. - OS FEITORES DA OBRA 
- O autor / editor, notas soltas 
- O co-autor, uma vida dedicada ao jornalismo e a outras causas 

Saudação Familiar 
Agradecimentos 


Preço: 27,50€;