domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Angola & Literatura - ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - A nova literatura angolana, da autoria deste docente universitário com vasto currículo académico que aborda a debandada da população civil no período da descolonização nos anos de 1974/75, a diáspora e o retorno à pátria 


NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição 
Luanda 2025 


Livro com 114 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

Da badana:
“A independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975, teve um sabor agridoce. Doce pela justiça da conquista, pela alegria da celebração e pela esperança num futuro se paz e prosperidade para o povo angolano. Abre pela guerra civil que antecedeu e sucedeu a esse acto histórico, legítimo e há muito esperado. Na verdade, o conflito interno alterou radicalmente o destino de centenas de milhares de cidadãos, que enfrentaram o fenómeno da emancipação nacional conforme a sua capacidade de resistência, sobrevivência e sofrimento. De acordo com essa capacidade, milhões permaneceram no território, enquanto milhares o abandonaram, voluntariamente ou forçados pelas circunstâncias. Uns e outros, fustigados pela luta fratricida em curso. 
É da diáspora empreendida por aqueles que partiram que a obra ‘NOSSO PAÍS, NÃO A NOSSA TERRA’ se ocupa, tendo como matéria-prima a vivência de doze famílias, com factos que dizem respeito à colonização, descolonização e consequente retorno ou refúgio em Portugal. A escrita romanceada desses factos revela os sentimentos diversos dos protagonistas da diáspora - entre os quais o próprio autor -, como a dor da despedida, a incerteza quanto ao futuro e a angústia de recomeçar do zero em terras lusas. Ainda que o seu principal propósito seja revelar tais sentimentos, a obra configura-se também como uma análise social desse período marcante da história dos povos angolano e português.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 

- Livra-nos da fúria dos homens ! 
- Caos 
- A força interior que os olhos irradiam 
- Vão embora ! Está terra não é vossa ! 
- Vocês vão, mas voltam , não é ?! 
- Colo materno 
- O milagre 
- Isto não é a minha terra, a minha terra é lá ! 
- Comandante Catete 
- Angola fica sempre na memória e no coração 
- O inimigo no nosso quintal 
- Ser feliz na guerra 

Nota do Autor 


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘MARCADAS PELO PASSADO’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - Obra da nova literatura angolana deste docente universitário com vasto currículo académico 


‘MARCADAS PELO PASSADO’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição Luefe Khayari 
Luanda 2025 


Livro com 122 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

3
Da contracapa: 
“Um país em busca da libertação, vivências em caos, promessas quebradas e vidas interrompidas, são as linhas de base que traçam o roteiro para fazer desfilar três personagens femininas, pertencentes a gerações sequentes: Ana, Eva e Maria, cujas vidas desenrolam-se tendo como pano de fundo vicissitudes históricas do período compreendido entre 1961 e 2020. A combinação intrínseca do percurso de vida dessas três mulheres com a narrativa histórica que importa cicatrizar, provoca sentimentos tão díspares como a curiosidade, a esperança, a revolta e a compaixão.

Através de factos históricos , mas, sobretudo, pela pluralidade de sentimentos, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ apresenta situações primordiais que revelam o rumo de uma história de conquistas e perdas, de sofrimento e esperança, de busca por um mundo melhor numa narrativa em que as personagens tipo dão voz à mundivivência de inúmeras mulheres anónimas cuja existência ficou condicionada pelo flagelo da colonização e pelas consequências sociais da descolonização. 

Escrita numa linguagem cativante, que, por vezes, roça o lirismo, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ é uma Novela que busca conquistar o seu lugar na prateleira das literaturas contemporâneas angolana e portuguesa.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

- Na mão esquerda de Eva, um anel de coconote 
- O descobrimento de um ramo de flores silvestres 
- Janeiro, o mês das sementeiras 
- Uma página envelhecida a virar-se sozinha 
- Maria. Como a mãe de todos 
- Para salvar o espírito da pátria 
- Os grilos e as cigarras testemunham o silêncio 
- Nos anéis do cabelo a resposta que não tem
- Numa noite escura como o breu 
- O coração num lugar onde ninguém chega 
- Amor Philia 
- A última herdeira de uma linhagem 


Preço: 37,50€;

Portugal - Guerra do Ultramar & História - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.067 - 01.05.2017 - (‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’) - Lisboa 2017 - Muito Raro;










Portugal - Guerra do Ultramar & História - Mais de quatro décadas após o 25 de Abril e o fim do império colonial português, nesta ano de 2017, o balanço e a análise do colonialismo e do racismo estivarem em questão até pela forma como o assunto é abordado nos mais escolares e na história nacional 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.067 - De 01 de Maio de 2017.
‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’ 
Lisboa 2017 


Exemplar com 40 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Temas em destaque: 
GRANDE REPORTAGEM 
- ‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’ 
- “NÃO SABEMOS O LADO VERDADEIRO DA NOSSA HISTÓRIA”
‘O que sabem os portugueses do passado colonial português ? Conhecem a importância de Portugal na escravatura e no tráfico de negros e quando acabai realmente com eles ? Têm ideia do que sucedeu a seguir, e do papel do racismo no nosso colonialismo ? Houve leis racistas em Portugal ? Até Quando ? Que se aprende sobre tudo isto na Escola ?’ 
Reportagem de Fernanda Câncio 

“O Programa é muito grande e não há tempo para tudo, mas a ideia que resulta pode ser a de Portugal como entidade integradora, de um colonialismo suave. É quase um branqueamento.” 
- Cecília Cunha (Professora de História no Liceu Camões) 
“É importante mostrar que não é tudo perfeito e não fomos os maiores do mundo. Porque essa é a ideia com que se fica muitas vezes.” 
Bernardo Gouveia (17 anos) 
“O indígena era basicamente a escumalha da sociedade colonial. Como não eram cidadãos portugueses mão tinham direitos. Era possível então o trabalho forçado…” 
Tomé Mendonça (18 anos) 
“Temos 12 anos de escolaridade. Devemos aproveitar para nós educarmos sobre assuntos que não são falados em mais lado nenhum, porque ainda são tabu.”
Marta Sanches (17 anos) 

- “PERSOYE NOS MANUAIS A NARRATIVA DE QUE FOMOS BONS COLONIZADORES.” 
‘Duas investigadoras concluíram que os manuais escolares obliteram o racismo do colonialismo português e trivializam a escravatura.’ 

O DEBATE QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA LANÇOU
“ O poder político português reconheceu a injustiça da escravatura quando a aboliu em parte do seu território, pela mão do Marquês de Pombal, em 1761.”
As declarações de Marcelo, a 13 de Abril, no antigo entreposto de escravos de Gorée, no Senegal, gabando o ‘humanismo’ português, lançaram um debate sobre a forma como Portugal vê o seu passado colonial e sobre os mitos da nossa história. 


ANTÓNIO COSTA 
- “O Modelo de Economia não pode assentar em baixos salários e nas limitações dos direitos dos trabalhadores.” 
- ‘PS TRAVA PCP NA REPOSIÇÃO DA CONTRATAÇÃO COLECTIVA’ 


Preço: 25,00€; 

Portugal & Literatura - ‘NOVEMBRO’, de Jaime Nogueira Pinto - Lisboa 2012 - Raro;






Portugal & Literatura - O autor, viveu com intensidade o período final do regime do Estado Novo e a guerra do Ultramar nas suas mais importantes províncias ultramarinas (Angola, Guiné e Moçambique), a conspiração e reivindicação corporativa dos militares que deu origem ao MFA e ao derrube do Governo de Marcelo Caetano, a revolução de 25 de Abril de 1974 e o período revolucionário até aos finais de 1975 e consequentemente o seu final, assim como o terminus do Império 


‘NOVEMBRO’ 
De Jaime Nogueira Pinto 
Edição Esfera dos Livros 
Lisboa 2012 


Livro com 638 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Henrique Pinto de Vasconcelos levantou os olhos do jornal. Nunca se cansava daquele mar, daquela Baía, daquela estrada da Barra, das ondas verde-garrafa nos rochedos pardos, dos costeletes burgueses a montante do comboio. No princípio de Julho, com o sol a aquecer, já aparecia gente pelas praias: velhos tímidos e senhoras com crianças cá por cima, famílias na areia, dois ou três rapazes no banho, um cargueiro é um petroleiro no horizonte (…) Afundou-se no banco de trás do carro e voltou ao jornal. (…) Por cá, naquela espécie de diários do Governo que eram os matutinos, não acontecia nada de especial, nem era de esperar que acontecesse.”

“No Portugal tranquilo de 1973, Henrique segue pela Marginal a caminho da Baixa, para mais um conselho de Administração do Banco. Ao fim da tarde, o seu filho Eduardo atravessa a Praça de Londres rumo ao Bunker, um rés-do-chão semi-devoluto que serve de sede a um movimento de jovens nacionalistas radicais. É aí que Alexandre dirige a ‘Ofensiva’. 
Henrique tenta esquecer a mulher desaparecida em romances e relações atípicas. Eduardo move-se não esperança de encontrar Diana. Alexandre procura na paixão política o romantismo e aventura que não encontra na vida.
Mas a História está a preparar-se para tomar conta das histórias destes homens e das mulheres que amam. Num andar de Nova Oeiras, o capitão Vasco de Carvalho abre o segundo maço ‘Português Suave’ e traça, na noite, o plano do golpe militar. 
A torrente da revolução e da contra-revolução vai arrastar os heróis de ‘NOVEMBRO’ por Lisboa, Luanda, Madrid, Londres e Washington. Tal como na tragédia antiga, Henrique e Alexandre vão cumprir um destino, sabendo que grande parte da sua Acção é inútil. 
‘NOVEMBRO’ é o primeiro romance de Jaime Nogueira Pinto, um romance construído a partir da experiência vivida e da história por contar dos que quiseram resistir à História; um fresco realista que descreve com ritmo, entre o Verão de 73 e o Outono de 75. É em Novembro que acabam o Império e a Revolução e com eles os sonhos dos que, em lados opostos, jogaram tudo por um destino e por um país diferente.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

1973 
Capítulo 1
Ao Capítulo 24 

1974 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 38 

1975 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 55 

NOVEMBRO 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 21 

Siglas 


Preço: 32,50€; 

África & Igreja - ‘O ECHO D’ÁFRICA’ - Roma 1907 - MUITO RARO;








África & Igreja - Resenha da actividade missionária no continente, com inúmeras referências às então colónias portuguesas de Angola e Moçambique 


‘O ECHO D’ÁFRICA’ 
Edição da Sociedade de S. Pedro Claver 
Roma 1907 


Livro de capas duras, com 192 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

O que é e o que quer ‘O ECHO D’ÁFRICA’ 
- ‘DIFFERENTES MISSÕES DA ZAMBÉZIA’ 
I. Zumbo 
II. Boroma 
III. Chupanga 
IV. Quelimane 
V. Kwalain 
- ‘MISSÃO DE S. JOSÉ DE MÔNGUÉ’, por Padre Alberto Teixeira 
- ‘PREFEITURA APOSTÓLICA DO CONGO PORTUGUEZ’, por Irmã Fernanda Maria 
- ‘MISSÃO DE BOROMA ZAMBÉZIA’ - companhia de Jesus 
- ‘CARTA DO REV.do P. ALBERTO TEIXEIRA’, missionário da África Oriental Portugueza 
- ‘VICARIATO APOSTÓLICO DO NYASSA’ (Padres Brancos) 
- ‘CARTA DO REV.do P. RAFAEL’, missionário da África Oriental Portugueza 
- ‘MISSÃO DA LUNDA’ (Padres do Espírito Santo) 
- ‘A MISSÃO DE LÂNDANA’ 
- MISSÃO DA ZAMBÉZIA’ (Companhia de Jesus) 


Preço: 37,50€; 

Angola - História & FAPLA - ‘PROJECTO DE REGULAMENTO DE ORDEM UNIDA’ - Luanda 1977 - MUITO RARO;











Angola - História & FAPLA - Um documento histórico da formação das forças armadas de Angola sob o governo do MPLA, após a independência do país registada a 11 de Novembro de 1975


‘PROJECTO DE REGULAMENTO DE ORDEM UNIDA’ 
República Popular de Angola 
Ministério da Defesa 
FAPLA - Forças Armadas Populares de Libertação de Angola 
Luanda 1977 


Exemplar com 64 páginas, ilustrado e com grande desgaste nas capas, conforme as imagens. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da Abertura: 
“O Regulamento de Ordem Unida determina os movimentos de marcha sem armas e com armas: as formaturas das subunidades e unidades a pé e montando viaturas: a forma de prestar continência e realizar Revista à formatura: posição da Bandeira da unidade militar na formatura, formas de tirá-la e devolvê-la; os deveres dos militares antes da formação e na formatura e as condições a que se deve satisfazer a Instrução de Ordem Unida deles bem como os métodos de deslocamento dos militares no campo da batalha. 

Por este Regulamento em pé de igualdades militares, navios e subunidades regem-se todos os Estados-maiores, Repartições (Direcções) e estabelecimentos de ensino das Forças Armadas da RPA.“ 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

Capítulo 1. - Generalidades 
Capítulo 2. - Movimentos e marcha sem arma 
Capítulo 3. - Movimentos e marcha com arma 
Capítulo 4. - Continências, saída da formatura e apresentação ao chefe 
Capítulo 5. - Movimentos ‘deitar (ao combate)’, ‘levantar’ lanços rastejos 
Capítulo 6. - Formações da secção 
Capítulo 7. - Formações do Pelotão 
Capítulo 8. - Formações de Campanha 
Capítulo 9. - Formações do Batalhão 
Capítulo 10. - Formações da Brigada 
Capítulo 11. - Formações das subunidades durante as acções em viaturas 
Capítulo 12. - Revista à formatura 
Capítulo 13. - Da Bandeira 

ANEXOS 


Preço: 72,50€; 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Angola - História & Guerra Civil - Boletim mensal da UNITA ‘KWACHA’, n.* 1 - Julho 1987 - (‘SEM ACORDO NÃO HÁ LINHA FÉRREA’) - Angola, Jamba 1987 - MUITO RARO;

 
















Angola - História & Guerra Civil - Um exemplar histórico do Boletim mensal da UNITA, contento inúmera informação das suas iniciativas no plano do combate ao governo de Luanda do MPLA e dos seus contactos diplomáticos e acções na comunidade internacional 


Boletim mensal da UNITA ‘KWACHA’, n.* 1 - De Julho 1987. 
‘SEM ACORDO NÃO HÁ LINHA FÉRREA’ 
Edição do Secretariado da Informação 
Angola, Jamba 1987 


Exemplar com 8 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
A UNITA toma posição sobre a via estratégica 
- ‘SEM ACORDO NÃO HÁ LINHA FÉRREA’ 
- ‘POLÍTICA DE DUAS FACES CONDENADA’, dos países da Linha da Frente 
- ‘AS DIVISÕES APROFUNDAM-SE NO SEIO DO MPLA’ 
- ‘AVISO AOS TÉCNICOS ESTRANGEIROS’ 
- ‘NEGROS AMERICANOS LANÇAM INICIATIVA DE PAZ PARA ANGOLA’ 
- “A MINHA PÁTRIA EM PRIMEIRO LUGAR”, declarou o Dr. Jonas Savimbi 
- ‘MAIS DESERÇÕES DE OFICIAIS DAS FAPLA’ 
- ‘A UNITA ESTÁ PRONTA A CONFRONTAR A OFENSIVA’, contra a Jamba e Mavinga 
- ‘APELO AOS ANGOLANOS EM DEFESA DA PÁTRIA’ 
- ‘QUANDO A TERRA VOLTAR A SORRIR UM DIA’ 
Poema extraído da obra poética com o mesmo título, do Presidente Jonas Savimbi 

IMAGENS DA RESISTÊNCIA 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE ANGOLA’, de Eduardo Alberto Franco Barata - Oeiras 2021 - Raro;






Portugal & Guerra do Ultramar - A missão militar do autor no norte de Angola, então província ultramarina portuguesa da África Ocidental onde decorreu o conflito armado entre 1961 e 1974, com descrição pormenorizada das inúmeras operações em que participaram contra os guerrilheiros nacionalistas 


‘MEMÓRIAS DE ANGOLA’ 
Aventuras e desventuras em terras distantes 1963 - 1966 
De Eduardo Alberto Franco Barata 
Edição Âncora Editora 
Oeiras 2021 


Livro com 182 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Escrever sobre um tema como o da Guerra do Ultramar, num tempo em que alguns pretendem reescrever à sua maneira a História, renegando um passado, constitui em si um ato de coragem e valor. Estas memórias são e serão, seguramente, um valioso contributo para essa mesma história, de um passado recente, que tocou todos os que, de uma forma ou de outra, o viveram, sofreram e no fim de tudo o venceram. A História também se faz de memórias, daqueles que viveram os factos, das vivências pessoais que ficam para lá dos relatos oficiais e os complementam. 
(…) 
Li de uma assentada e gostei, porque vivi e senti a cada curva de uma picada, em cada acção de patrulha, em cada momento de meditação, de angústia e dúvida, em cada decisão espontânea. 
(…) 
As dezenas de operações realizadas, descritas com clareza e com um realismo, e simplicidade que envolve e transporta para a ação quem lê. Presente, nesses relatos, a tensão e ansiedade antes da partida para mais uma operação, o destino no momento fatídico e a imprevisibilidade da guerra à espreita em cada curva, escondida no denso capim. 
(…) 
Em suma um relato empolgante, que mostra como a maioria dos que serviram a Pátria nestas paragens, nos confina de um Portugal longínquo de então, o fizeram com dignidade e sacrifício, cumprindo o melhor que souberam e puderam as missões que lhes foram pedidas.“ 
Tenente-General António Carlos de Sá Campos Gil - in POSFÁCIO 


O Autor:
“EDUARDO ALBERTO FRANCO BARATA nasceu em Cascais, é casado, tem dois filhos e cinco netos. 
Licenciado em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia do Porto, onde foi professor auxiliar, assistente e investigador. Foi também professor auxiliar na Faculdade Farmácia de Lisboa e no Instituto S.C.S. Egaz Monoz. Possui pós-graduações em farmacopidemologia pela FFUL e em ciência cosmética pela Alfa Wasserman. Tem o curso de AEGP do IDN. 
Foi director técnico dos laboratórios: dermatológicos da Vichy, farmacêuticos da Vitória, e Searle. Consultor da AIC, responsável de dermofarmácia dos cursos de formação contínua da ANF. Perito da Ordem dos Farmacêuticos, membro de várias sociedades da especialidade e empresário na área cosmética. 
Tem publicados vários trabalhos científicos e livros técnicos, é conferencista no ramo das ciências farmacêuticas e realizou mais de duas dezenas de exposições de pinturas e desenhos da sua autoria. 
Cumpriu o serviço militar em Angola, de 1963 a 1966, como oficial miliciano,“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota Prévia 
PREFÁCIO, por José Magalhães Alves 

INTRODUÇÃO 

Parte I - MAFRA, HOSPITAL E FORMAÇÃO DA UNIDADE 
- Incorporação 
- 2.* ciclo do COM 
- Hospital Militar 
- Minas e armadilhas 
- Formação da Unidade 
- Algarve 

Parte II - VIAGEM - LUANDA 
- Luanda - Grafanil 

Parte III - QUANZA NORTE 
- Dondo 
- Primeiro susto 
- Grande susto 
- Barragem de Cambambe 
- Incêndio do capim 
- Operação ‘Marabunta’ 
- Operação ‘Omo Cinzento’ 

Parte IV - UÍGE 
- Quitexe 
- Fazenda Liberato 
- Distribuição de correio 
- Operação ‘Zambe’ 
- Operação ‘Chelas Dois’ 
- Operação ‘Outra Vez’ 
- Operação ‘Rompe e Rasga’ 
- Férias 
- Novo comandante 
- Operação ‘Comprido’ 
- Operação ‘Serra do Pingano’ 
- Aldeia Viçosa 
-  Receção pela população 
- Visita de uma delegação sul-africana 
- O verificado de registo criminal 
- Aniversário do embarque em Lisboa 
- Operação ‘Directiva VA-40’ 
- Operação ‘Cheque-Mate’ 
- Operação ‘Meio Dange’ 
- O problema da água 
- Permanência em Aldeia Viçosa 
- A minha veia de taxidermista 
- Operação ‘Outra Gente’ 
- Operação ‘Grande Escovadela’ 
- As cantáridas 
- Operação ‘Cheque Mate’ 
- Operação ‘Marabunta’ 
- Operação ‘Vigário’ 
- Operação ‘Reduzida’ 
- Aniversário da chegada a Angola 
- A nossa vivência em Aldeia Viçosa 
- Operação ‘Reduzida’ 
- Operação na ‘Serra da Cadeada’ 
- Operação ‘Dominó’ 
- As ‘boleias’ para a metrópole 
- Operação com os Comandos 
- Operação ‘Aniversário’ 
- Operação ‘Alpinismo’ 
- Considerações sobre acidentes decorridos em operações 
- O meu estado de saúde 
- Operação ‘Canários’ 
- Operação ‘Dona Chiça’ 
- Operação na serra ‘Vamba’ 
- Operação ‘Despedida’ 
- Mais uma operação no vale do Vamba 
- Operações ‘Satisfação’ I e II 
- O Batalhão de Caçadores 547 
- Considerações sobre o pessoal do 4.* GC 
- Rendição pela CArt. 429 

Parte V - LUNDA NORTE 
- A caminho de Camaxilo 
- Caungula 
- Reconhecimento da zona de Acção 
- A vida em Caungula 
- Problemas com o abastecimento 
- Reconstrução dum tanque de água 
- Uma situação complicada com o pessoal 
- A última missão 
- Visita a sanzalas perdidas no infinito 
- Encontro imprevisto com babuínos 
- Em casa do administrador 
- O dente de elefante 
- Regresso a Luanda 
- O regresso 

Comentários Finais 
POSFÁCIO, por António Carlos de Sá Campos Gil  (Tenente-General)
ANEXOS 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Ultramar & História - ‘FILHOS DA TERRA’, de António Manuel Hespanha - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal - Ultramar & História - A mestiçagem portuguesa que acompanhou todas as fases dos múltiplos territórios do império português ao longo dos séculos 


‘FILHOS DA TERRA’ 
Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa 
De António Manuel Hespanha 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2019 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“A história da expansão portuguesa 
contada às avessas: não do ponto de vista da 
metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que 
partiram e se instalaram nas margens do Império português. 

António Manuel Hespanha alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos - a da expansão portuguesa - segundo uma perspectiva até aqui largamente ignorada. É a perspectiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão, se desviaram da rede do ‘império formal’ para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades - em África, na América, no Oriente - estes mestiços eram de facto portugueses ? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal ? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros ‘concorrentes’ ? 

‘FILHOS DA TERRA’ reconfigura os termos da análise historiográfica e mostra-nos que há uma versões mais rica e policromática da expansão portuguesa e da história social, das pessoas comuns. Partindo das fontes da época, e fugindo a elementos míticos e envolvimentos emocionais, somos, levados a questionar as identidades destes ‘portugueses’ e, com isso, a exercer escrutínio crítico sobre um lugar-comum dos nacionalismo português: o carácter ‘ecológico’, aberto e universalista da ‘presença portuguesa no mundo’.“ 


Da badana:
“Em imagens dos séculos XVI a XIX sobre o Oriente - desde bronzes do Benin e colchas ‘à la manière des Indies’ até biombos namban, passando por pinturas de templos tailandeses e cambojanos e por gravuras de viajantes holandeses, franceses e ingleses - aparecem frequentemente sujeitos com chapeuzinhos nas cabeças, algumas vezes com um arcabuz nas mãos, outras em posição de mando. São ‘portugueses’. Podem usar mais alguma peça do trajo europeu e andar calçados. Mas as suas feições e a cor da pele, quando se podem notar, nem sempre são as características dos ocidentais. Estas figuras representam a ‘gente de chapéu’, um tipo humano e social que restou do contacto entre portugueses e os naturais das zonas de expansão. 
Na verdade, o que mais se lhes ajusta é a designação de ‘filhos da terra’, uma expressão usada na Guiné, em São Tomé, em Angola, em Moçambique, na Índia, em Malaca e em Macau para referir estas comunidades mestiças, na civilização e na cultura. 
No conjunto, elas podem ser consideradas como uma outra face do ‘império’, cuja história, discreta, ambígua, e frequentemente menos cómoda, tem sido pouco cultivada na historiografia portuguesa. 
Este livro procura reunir e tratar conjuntamente elementos para a análise daquilo que se vem chamando desde há uns anos o ‘império sombra’ dos portugueses, ou seja, aquele conjunto de comunidades que, fora das fronteiras formais do Império, sobretudo em África e na Ásia, se consideravam como ‘portugueses’ - qualquer que fosse o sentido disso.“ 


O Autor:
“ANTÓNIO MANUEL HESPANHA nasceu em Coimbra, em 1945. Embora licenciado em Direito, fez a sua carreira ensinando e escrevendo história. A sua tese de Doutoramento - ‘As Vésperas do Leviatahan’, 1986 -, dedicada ao sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias, renovou a historiografia sobre a época, realçando a multiplicidade de corpos políticos, de imagens identitárias, de direitos e modos de dominar típicos da época. Essa imagem pluralista do,poder tradicional - que estrutura também os volumes que dirigiu na ‘História de Portugal’ e na ‘História Militar de Portugal’ (Círculo de Leitores) e que deixou marcas nos seus estudos sobre o século XIX, nomeadamente, ‘Guiando a Mão Invisível’, 2004 - subjaz também este livro, em que o ‘império’ é substituído por uma constelação de grupos, de identidades mutáveis e imprecisas. Mesmo nos livros de teoria de direito que publicou (‘O Caleidoscópio do Direito’, 2009, ‘Pluralismo Jurídico e Direito Democrático’, 2013, e ‘O Direito Democrático numa Era Pós-Estatal’, 2018) esta sensibilidade à pluralidade de mecanismos não estaduais de governar é o principal traço da sua originalidade.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Identidade ‘portuguesa’ ? 
- Perspectiva de análise 

Capítulo I - O ‘IMPÉRIO INFORMAL’ DOS PORTUGUESES 
- Um ‘Império em rede’ 
- O ‘Império na sombra’ 
- As novidades da ‘historiografia do Atlântico’ 

Capítulo II - ASPECTOS METODOLÓGICOS DE UMA HISTORIOGRAFIA DO ‘IMPÉRIO INFORMAL’ 
- Linhas de orientação 
- Cautelas a ter em conta 
Um exemplo não único da colonização informal 
Uma de muitas tribos 
O ‘portuguesismo’ do Império sombra 
- A observação da identidade: questões de método 
- Um nível diferente de abordagem da história imperial 

Capítulo III - AS ‘PROVÍNCIAS’ DO IMPÉRIO SOMBRA 
- A Guiné 
- A América 
- Angola 
- Moçambique 
- A ‘Índia’ 
O Índico ocidental 
- As ‘praças do Norte’ 
- Goa 
- A Costa do Malabar 
- O Ceilão 
- S. Tomé de Meliapor 
- O Golfo de Bengala 
O Reino de Bengala 
Arracão e Pegu 
Birmânia 
- O Sudoeste Asiático 
Malaca 
O Arquipélago: 
Macassar, O Mar de Timor, As Molucas (Ternate, Amboíno, Tidore) 
Conclusão 
- A Indochina 
O Sião 
O Camboja 
O Vietname 
- Macau 
- O Extremo Oriente 
A China 
O Japão 

Capítulo IV - A ‘TRIBO PORTUGUESA’ 
- Volume demográfico 
- Reinóis 
- ‘Desejo tropical’ e mestiçagem 
- Gente ‘solta’, industriosa, mas menos recomendável 
- Os fatores de prestígio 
Soldados profissionais 
Intérpretes 
Comerciantes 
Médicos e cirurgiões 
Cristãos 

Capítulo V - DOMINAR E ADMINISTRAR ‘A SOMBRA’ 

Capítulo VI - QUESTÕES DE IDENTIDADE: DIFERENCIAÇÃO EXTERNA E HOMOGENEIDADE INTERNA 
- ‘Portugueses’ 
- Divisões e conflitualidades internas 
Divisões dos nativos 
Livres e escravos 
Distinção da cor 
Profissão e riqueza 

Capítulo VII - O UNIVERSALIMO DOS PORTUGUESES 

Notas 
Bibliografia citada 


Preço: 62,50€;