quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - ‘EM ARMAS PELO SONHO DO IMPÉRIO’, de António Chaves - Luanda 2014 - Muito Raro;









Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - 


‘EM ARMAS PELO SONHO DO IMPÉRIO’ 
Angola: o mito do império português desfeito por um ex-combatente 
De António Carneiro Chaves 
Edição Mayamba 
Luanda 2014 


Livro com 356 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa:
“ÁFRICA foi, desde tempos remotos, alvo de interesses e de cobiça, por parte de nações do continente Europeu. 
De 1961 a 1974, os territórios africanos sob domínio de Portugal foram palco de combate e chão de morte para tantos que aí nasceram e para os que em Portugal continental foram arrancados, na flor da idade, às suas famílias e terras de origem, e enviados para a ‘guerra do Ultramar’. Morte de certa forma, também, para aqueles que regressaram irremediavelmente marcados pelo horror, incapacitados de uma reinserção normal no tecido social da Pátria pela qual foram obrigados a combater. Sobre este caiu um manto de indiferença, incompreensão e silêncio, conferindo-lhes, comodamente, uma espécie de não-existência. Numa escrita por vezes poética na descrição de paisagens e emoções, António Chaves procura, à luz de uma investigação histórica, a génese da explosão nacionalista, as políticas, os preconceitos raciais e sociais que desembocaram na guerra em que participou. Por entre o relato autobiográfico e o ensaio sobressaem as questões prementes da convivência entre a cultura africana e a europeia, tão diferentes entre si, revelando a impreparação, ou pelo menos a dificuldade, de uma parte compreender a outra.”
Glória de Sousa 

AMBOS fomos personagens de uma guerra que ninguém queria, mas que era imprescindível e inevitável, dada a justeza das reivindicações dos povos de Angola e a inflexibilidade do Governo português. 
Por isso o Antigo pegou em armas e lutou - quiçá contra as suas convicções, por um lado, e pelo amor da pátria, por outro - dilacerado pelas mesmas dolorosas contradições por que eu mesma passava ao desejar que os portugueses saíssem incólumes e, simultaneamente, não afrontassem os chamados ‘turras’, em cujas fileiras se contava um dos seres mais importantes da minha vida: o meu irmão. 
Assim explico a relutância em ler a obra: tema em ferida, ainda aberta e na qual, quando assim é, não apetece mexer. 
Mas a excelência do escritor e a história em comum eram imperativos incontornáveis e li-a. Não de um só folgo, porque as memórias obrigam a parar, mas com a delícia de quem, relembrando, descobre que, afinal, não dói tanto assim, há maneiras e maneiras de tomar o mundo nos braços. O António pega-lhe com doçura, mas determinação.” 
Eduarda Correia 


O Autor:
“ 

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Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 

Parte I 
INÍCIO DA VIDA MILITAR 

Parte II 
NORTE DE ANGOLA 

Parte III 
RESENHA HISTÓRICA 

Parte IV 
SUL DE ANGOLA 

Bibliografia 


Preço: 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

África - Património & História - ‘ANGOLA: MUXIMA’, de Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã - Porto 2015 - Raro;




África - Património & História - A capital angolana revista em texto e desenhos de dois autores apaixonados pela Luanda secular e as suas populações multirraciais e multiétnicas 


‘ANGOLA: MUXIMA’ 
De Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã 
Edição Porto Editora 
Porto 2015 


Livro com 160 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE
“ ‘ANGOLA: MUXIMA’, desenho e texto tem, neste texto polifónico, um objetivo limpo e claro: expressar pelo desenho de um urban sketcher e pelo texto localizado de um natural, os multímodos com que os angolanos constroem a nação angolana.

Esta nação é hoje o resultado transcultural de uma mobilidade intensa que a História testemunha. O legado africano bantu e não bantu, as realidades pluriétnicas em convivência, a influência da longa presença colonial portuguesa e brasileira e o resultado da vontade de ser Nação afirmam uma identidade plural, como desejavam os nacionalistas e o Presidente Agostinho Neto: um só povo, uma só nação, sempre plural.

Os autores, Luís Mascarenhas Gaivão (texto) e Luís Ançã (desenho), estiveram 15 dias mergulhados sociologicamente em Luanda e nos seus municípios. E construíram esta homenagem, pelo desenho natural que finta o turístico e o convencional e pelo texto que fala ’aluandado’, à natureza e humanidade dos irmãos angolanos. Aprenderam com eles como se constroem sonhos, como se conquista a vida, dura, implacável, mas  com o trunfo secreto da alegria e do recomeço. Por isso, é um texto de amor, que, tal como o tempo africano, nunca acaba e se prolonga nos corações que também os cazumbis vêm ocupar.” 


"Escrita que se desenha e desenhos que se escrevem num livro que entrega a arte à nossa calma, fantasia e paz."
Por Manuel Rui


O AUTOR (Texto):
“LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO nasceu em Luanda, em 1948. É licenciado em Filosofia e Humanidades, mestre em Lusofonia e Relações Internacionais e doutor em Sociologia: Pós-colonialismos e Cidadania Global.
Lecionou em várias localidades e países e desempenhou diversos cargos: assessor no Ministério da Educação, formador de formadores na Educação de Adultos em Cabo Verde, Adido Cultural em Luanda, Luxemburgo e Bruxelas, Diretor do Centro Cultural Português em Luanda e no Luxemburgo.
No domínio do humor publicou ‘História de Portugal em Disparates’, ‘Nova e Inédita História de Portugal em Disparates’, ‘Animais Políticos por Natureza’, ‘Monstros do Desporto’, ‘História Desatinada de Portugal’, ‘Estórias de Angola’ e ‘Um Adido Cultural no Luxemburgo: Episódios de uma Diplomacia de Prosápia’. 
Na área das artes plásticas, em coautoria com Luís Ançã, foram editados vários livros de desenho e texto: ‘Angola: Muxima, Desenho e Texto’, ‘Vagos: a Ria, a Terra e o Mar’, ‘Lagoa: Olhar a Terra, Olhar o Mar’ e tem para publicação ‘Lamego: a História, a Terra e a Gente’. 
Na área académica vieram a lume ‘Elementos de Gramática Portuguesa’ (para o ensino de Adultos, em Cabo Verde), ‘Coisas e Sabores de Língua Portuguesa’ (trabalho com os alunos sobre a CPLP), ‘Manuel Rui: Percursos Transculturais na Obra do Escritor’, ‘CPLP: a Cultura como Principal Factor de Coesão’ (dissertação de mestrado), ‘Pelo Sul se faz Caminho: Angola, Transculturação e Atlântico, na Obra de Manuel Rui’ (tese de doutoramento), ‘O Sul Descolonial na obra de Manuel Rui’ e ‘Manuel Rui: Obra, Escritor, Pensamento’. Agora ‘Angola e o Atlântico: Colonialismo, Colonialidade e Epistemologia Descolonial’. 
Tem variados textos em revistas e intervenções em colóquios e congressos, em diversos países.
É agente cultural de inúmeras intervenções quase sempre sobre temática angolana.”


Preço: 52,50€; 

África - FRELIMO & História - ‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’, de Boaventura Monjane e Regio Conrado - Maputo 2021 - RARO;





África - FRELIMO & História - Uma análise realista e fundamentada da realidade do Moçambique independente e dirigido de forma autoritária pelo partido que se assenhorou do Estado e que em cerca de cinco décadas não conseguiu minimamente satisfazer as necessidades básicas e mais elementares do seu povo, colocando o país na cauda de todas as tabelas de desenvolvimento e na cimeira do crime e da corrupção…


‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’ 
De Boaventura Monjane e Regio Conrado (coordenadores) 
Edição Dajara Press 
Maputo 2021 


Livro com 312 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE:
“Este livro escrutina o impacto significativo da independência em diferentes sectores da sociedade moçambicana. Quarenta e cinco anos após a independência, Moçambique conheceu várias transformações. O Moçambique pós-colonial é hoje, em muitos aspectos, diferente do Moçambique colonial. No entanto, existem muitas questões permanentes relativas a essas transformações e ao seu impacto na maioria do povo moçambicano.
Ao salientar as contradições de todos os processos políticos e sociais em Moçambique pós-colonial, neste livro levantamos questões que visam desconstruir alguns mitos sobre o país.
Temas como estado, desenvolvimento, política, cultura, nação, políticas públicas, políticas agrárias e outros são questionados em abordagens teóricas inovadoras e progressivas, a fim de compreender o passado, o presente e o futuro de Moçambique numa perspectiva crítica. Por conseguinte, cada tema do livro é tratado de uma perspectiva crítica para melhor captar as aporias dos últimos quarenta e cinco anos de independência.
A liberalização política que deveria permitir mais partilha de poder e mais respeito pelos direitos políticos e cívicos consolidou, pelo contrário, um regime autoritário que utiliza a ajuda internacional e os benefícios da indústria extractiva não para transformar o país, mas para construir a sua hegemonia política, económica e social em todo o país.
Defendemos neste livro a tese de que é impossível compreender a verdadeira dinâmica social, política, económica e cultural sem considerar o ‘povo’ como uma categoria essencial de análise.
Apesar de muitas transformações positivas que ocorreram após a independência, Moçambique ainda preserva muitas heranças coloniais e, portanto, várias transformações estão ainda por implementar.
Neste trabalho afirmamos que Moçambique é governado por elites que são incapazes de descolonizar o projecto de desenvolvimento que ainda está ancorado na agenda da capital internacional.
O objectivo deste livro é dar uma melhor compreensão do que tem sido o processo de independência em Moçambique e porque é que o país pós-colonial ainda é colonial na sua estrutura política e económica. Assim, são dados muitos exemplos para dar ao leitor a possibilidade de confrontar as perspectivas teóricas aqui utilizadas com os casos concretos.
Todos os estudos deste livro mostram que quarenta anos de independência não foram vividos da mesma forma pelas elites que governam o país e pelas populações que vivem sob o seu domínio. Por um lado, as elites no poder e os seus parentes beneficiaram, e ainda beneficiam dos recursos do país, enquanto que uma grande parte da população continua à espera das promessas da independência.
De um ponto de vista político a económico, os estudos que compõem o livro destacam como o ‘desenvolvimento’ em Moçambique tem estado em contradição com as necessidades do país. Significa que o actual modelo de desenvolvimento responde muito mais à capital internacional do que à transformação social de Moçambique.” 


OS AUTORES: 
“BOAVENTURA MONJANE doutorou-se em Pós-colonialismos e Cidadania Glob- al na Faculdade de Economia/Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. É pesquisador de pós-doutoramento, hospedado pelo Insti- tute for Poverty Land and Agrarian Studies (PLAAS, University of the Western…

REGIO CONRADO é formado em Ciência Política, em Filosofia e em Jornalismo. Mestre em Ciência Política pelo Sciences po Bordeaux-França, doutorando em Ciência Política pelo Sciences Po Bordeaux (Universidade de Bordeaux). e docente de Estudos Políticos (Ciência Política) no Sciencespo…”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05.01.1973 - (‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’) - Lisboa 1973 - MUITO RARO;







Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Em reportagem directamente de Porto Amélia, o matutino publicado em Lisboa edita um trabalho sobre os antigos guerrilheiros da FRELIMO capturados e detidos na Fortaleza do Ibo, aquando de uma visita do ex-dirigente daquela organização e dissidente, Lázaro Kavandame 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05 de Janeiro de 1973. 
‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Lisboa 1973 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Durante a visita de Lázaro Cavandame aos reclusos da Fortaleza do Ibo 
- Reportagem de Porto Amélia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - PREC & História - Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - 29.09.1974 - (‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’) - London 1974 - MUITO RARO;








Portugal - PREC & História - Uma das inúmeras reportagens publicadas na imprensa internacional sobre as diversas etapas do Processo Revolucionário em Curso no país, após o derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e neste caso os acontecimentos em torno do designada ‘Manifestação da Maioria Silenciosa’ quando a 28 de Setembro os apoiantes do presidente da república General Spínola quiseram manifestar o seu apoio e a esquerda radical e militar impediram o encontro em consequência a demissão daquele que foi designado Presidente pelo MFA 


Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - De 29 de Setembro de 1974. 
‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
London 1974 


Exemplar com 34 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
‘Portugal’s military rulers claimed last night to have crushed a Right-wing plot to restore the dictatorship toppled last April. Over 200 people have arreates.’
- ‘MUITAS PRISÕES APÓS JUNTA DE LISBOA “DESMANTELAR COMPLÔ DE DIREITA”.’ 
‘Os governantes militares de Portugal afirmaram, na noite passada, ter sufocado uma conspiração de direita para restaurar a ditadura derrubada em abril passado. Mais de 200 pessoas foram presas.’
By Harold Sieve in Lisbon 
- ‘Spinola setback’ 
- ‘Snipers seized’ 
- ‘Arms in hearse’ 


Preço: 27,50€; 

Angola & Cultura - ‘FOLCLORE ANGOLANO - Quinhentos Provérbios Quiocos’, de P. Adriano Correia Barbosa - Santo Tirso 1984 - Muito Raro;




Angola & Cultura - Uma importante obra editada no Cinquentenário das Missões Católicas Beneditinas em Angola. 1933 - 1983 


‘FOLCLORE ANGOLANO’
Quinhentos Provérbios Quiocos 
De P. Adriano Correia Barbosa 
Edições ORA & LABORA - Mosteiro de Singeverga 
Santo Tirso 1984 


Livro com 330 páginas, texto bilíngue e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro; 


Interessante estudo sobre provérbios quiocos angolanos, devidamente explicados e contextualizados. Os provérbios são apresentados na língua nativa original, seguindo-se uma análise morfológica, uma tradução livre e outra literal e, finalmente, uma interpretação.


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘ANGOLA - YOUR NEIGHBOUR’, by António J. Alfaro Cardoso - Joanesburgo 1950 - MUITO RARO;











Portugal - Ultramar & História - Análise aprofundada do autor - delegado económico do Governo Geral de Angola - sobre esta à época província ultramarina portuguesa na África Ocidental e vizinha da pujante república da África do Sul 


‘ANGOLA - YOUR NEIGHBOUR’ 
By Dr. António J. Alfaro Cardoso 
Edição do Autor 
Joanesburgo 1950 


Livro com 146 páginas, ilustrado (mapa e fotografias) e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

FOREWORD 

Chapter I. - Brief Historical Note 
Chapter II. - Geography, area and limits 
Chapter III. - Orography and water supply 
Chapter IV. - Geology 
Chapter V. - Climate: rainfall, temperature and humidity 
Chapter VI. - Flora and fauna 
Chapter VII. - Population, european and native; migration 
Chapter VIII. - Harbours, sea and river routes 
Chapter IX. - Railways 
Chapter X. - Roads and road Transport 
Chapter XI. - Airways 
Chapter XII. - Post, telegraphs and telephones 
Chapter XIII. - Most important towns and villages 
Chapter XIV. - Tourist attractions, hunting and game reserves 
Chapter XV. - Government and public administration 
Chapter XVI. - Education 
Chapter XVII. - Culture 
Chapter XVIII. - Native policy 
Chapter XIX. - Currency, banking and finance 
Chapter XX. - Production in general 
Chapter XXI. - Agricultural and pastoral production 
Chapter XXII. - Forest and fisheries 
Chapter XXIII. - Mining industry 
Chapter XXIV. - Manufacturing industries 
Chapter XXV. - Commerce in general 
Chapter XXVI. - Imports and exports. Balance of Trade 
Chapter XXVII. - Trade with the Union of South Africa 


Preço: 62,50€; 

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€;