segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Portugal & Angola - ‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’, de Nuno Roque da Silveira - Lisboa 2024;








Portugal & Angola - Um extraordinário livro de memórias do autor, que relata a parte final da sua comissão militar na guerra do ultramar nesta antiga província ultramarina portuguesa, a relação com todos os elementos da sua companhia (oficias, sargentos e soldados), como viu as populações da Lunda nos seus aspectos genuínos e no dia-a-dia, cultura, arte e tradições, a riqueza diamantífera explorada pela DIAMANG, o turismo pelas terras do interior angolano com a publicação de cerca de três centenas de magníficas fotografias 


‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’ 
De Nuno Roque da Silveira 
Edição Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 532 páginas, profusamente ilustrado (cerca de 300 fotografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Ao falarmos sobre a situação no norte de Angola, que nesta altura é o principal teatro de guerra, e dizendo-lhe eu das dificuldades em conseguir desalojar e prender os elementos de uma guerrilha, até porque conhecem melhor o terreno e nele se escondem, disse-me convictamente: - Temos hoje em dia as possibilidades técnicas de traçar no terreno zonas de extermínio, nas quais sistematicamente se poderá fazer um desbaste de toda a vegetação. Isto levará a descobrir todos os terroristas nas matas, que deverão ser pura e simplesmente eliminados.“ 


Da badana: 
“Em 2007 ao dar à estampa as minhas memórias da estadia em Angola como combatente das tropas que para ali iam, prometi escrever sobre o que se passara na segunda parte dessa, como se dizia, missão de soberania, em local de descanso. Infelizmente passaram todos estes anos e penitencio-me por esta minha falta.

No decorrer da leitura das ‘memórias’ que aqui deixo, julgo transmitir a enorme riqueza que me foi oferecida com esta estadia em descanso militar na zona da Lunda dos Diamantes. Também me foi possível transmitir aos soldados mais próximos de mim a iniquidade da guerra em que fôramos obrigados a participar nos meses anteriores lá pelo Zemba, Mucondo, Maria Fernanda… passados todos estes anos, muitos de nós entenderam que da nossa parte, da nossa entrega, não houve resultados heróicos antes a necessidade de um esquecimento modesto e silencioso.“ 


O Autor: 
“NUNO ROQUE SILVEIRA nasceu na Chibia, Angola, em 1940. Fez os seus estudos primários e secundários em Lisboa, Barreiro, Algueirão e Lourenço Marques (hoje Maputo). Licenciado pela Universidade Técnica de Lisboa, ainda pensou voltar à sua terra e exercer a preparação obtida com estudos em Ciências Sociais e em Política Ultramarina, mas acabou por fazer uma pós-graduação em Administração Hospitalar; tendo cumprido a maior parte da sua vida profissional como administrador hospitalar. Anteriormente ainda tinha trabalhado numa forma alemã de Dusseldórfia, acompanhando jornalistas, escritores e cientistas alemães, suíços e austríacos em visitas pormenorizadas as todas as regiões das então colónias de Angola e Moçambique. 

Publicou nesta editora: 
- ‘UM OUTRO LADO DA GUERRA - Zemba, Angola (1963-1964)’; 
- ‘LOURENÇO MARQUES - Acerto de contas com o passado (1951-1965).
Desde 2007 faz trabalho de campo na Feira da Ladra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

1. - DE ZEMBA PARA A LUNDA 
- Henrique de Carvalho / Lunda 

2. - LUXILO 

3. - UM OUTRO MUNDO SE DESVENDA 
- O memória 

4. - DESEMPENHO DE GUERRA EM SITUAÇÃO DE PAZ 

5. - QUE FAZIAM OS OFICIAIS. QUE FAZIAM OS SARGENTOS. QUE FAZIAM OS SOLDADOS 

6. - O NOSSO MÉDICO FALA-NOS E LEVA-NOS A ANDRADA 

7. - CONHECER A LUNDA DA DIAMANG 
- Muinda 

8. - O BEM-ESTAR NA LUNDA 
- Rodrigo 
- O senhor Nicolau 

9. - OS BAILES NA DIAMANG 
- A família Laranjeira 
- Relações dos nossos militares com os civis 

10. - VEM DO LADO DO ÍNDICO 
- Regresso à Lunda 
- Um pouco de turismo não faz mal a ninguém 
- Memórias de Zé do Telhado e da Rainha Ginga 
- Na morte de José de Freitas Vieira 

11. - A ENCOMENDA DO LEITÃO 
- Aproxima-se o Natal 
- Visita à Central de Escolha 

12. - O ASSIMILADO 
- Instrução primária 
- O ‘Odemira’ 

13. - NA MORTE DE HUMBERTO DELGADO 
- O ócio 
- … E vamos ter teatro 

14. - MARÇO E A DÁDIVA DE UM DIAMANTE 
- Os ovos da Páscoa 
- Infidelidade em tempo de guerra 

15. - O CANZAR EM PERSPECTIVA 
- De guerreiros passamos a senhores 
- Estaremos no Paraíso ? 
- Ida ao nordeste 
- Permanência no Canzar 

16. - TXONZA, O GRANDE ESCULTOR 
- O grande Soba Cassombo 
- O dia-a-dia no Canzar 
- A cega 

17. - BERNARDO ASPIRA A UM DIA SE CASAR 
- Férias e regresso 
- O Nabais Jorge apaixona-se 
- Protesto 
- Os ferreiros 
- Vem o enfermeiro branco que faltava 
- O Cacimbo e as chuvas 

18. - IDA AO LUSO 
- Tempos difíceis 
- O MPLA dá sinal de vida 
- Domingos no Canzar 

19. - MONUMENTAL ROUBO DE GALINHAS 
Desvario em Luanda ? 
- Convite para a Kapa 18 (k18) 
- Um cantineiro no Canzar 
- O Natal vai mesmo ser aqui 

20. - OS ADEUSES E PREPARATIVOS PARA A VIAGEM 
- Vamos mesmo partir 
- A viagem desejada 
- Estamos em Lisboa 

EPÍLOGO 


Preço: 47,50€; 

domingo, 10 de agosto de 2025

Portugal & Igreja - ‘O MILAGRE DE FÁTIMA’ - História em Banda Desenhada - de Duarte Gravato - Damaia 1977 - Muito Raro;









Portugal & Igreja - Uma excepcional obra em banda desenhada sobre as aparições de Fátima nos inícios do século passado, testemunhadas pelos três pastorinhos (Lúcia, Francisco e Jacinta), com ilustrações extraordinárias e a história completa dos fenómenos onde a época está fielmente retratada 


‘O MILAGRE DE FÁTIMA’ 
História em Banda Desenhada 
De Duarte Gravato 
Edição Editorial Campo Verde 
Distribuição Agência Portuguesa de Revistas 
Damaia 1977 


Exemplar com 34 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
Capa com sinais de humildade e miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Preço: 37,50€; 

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘ATAQUE SECRETO - Operação Mar Verde em Conacri’, de José de Matos - Lisboa 2025;





Portugal & Guerra do Ultramar - Aquela que foi a mais espetacular e ousada operação militar das Forças Armadas Portuguesas na guerra de África, quando Alpoim Calvão chefiou uma intervenção na capital da Guiné Conakry, vizinha da então província ultramarina portuguesa da Guiné e surpreendeu as incipientes forças guineenses, conseguindo libertar duas dezenas de soldados nacionais ali detidos pelo PAIGC 


‘ATAQUE SECRETO - Operação Mar Verde em Conacri’ 
De José de Matos - 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2025 


Livro com 232 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 


Ataque português a Conacri
Relatos inéditos e documentos exclusivos

“Em ‘ATAQUE SECRETO: Operação Mar Verde em Conacri’, o historiador José Matos narra a operação militar secreta realizada pelas forças armadas portuguesas na noite de 22 de novembro de 1970, contra a capital da República da Guiné. 
Este livro traz uma análise profunda, relatos inéditos e documentos exclusivos que revelam os bastidores desta operação que tinha como principal objetivo derrubar o Governo do presidente Sékou Touré e enfraquecer o PAIGC, partido que lutava pela independência da Guiné-Bissau. 
A operação envolveu um ataque anfíbio a Conacri com tropas especiais e dissidentes do país vizinho, que percorreram as ruas da capital em busca dos seus alvos. Embora bem sucedida na libertação de prisioneiros portugueses e na destruição dos meios navais do inimigo, a operação não atingiu o seu principal objectivo que era derrubar o regime e os militares portugueses tiveram de retirar da cidade ao raiar do dia. Uma leitura essencial para todos aqueles que buscam conhecimento com rigor e emoção.”


O Autor: 
“JOSÉ MATOS 
É investigador em História Militar, com trabalho feito sobre as operações da Força Aérea na Guerra Colonial portuguesa, principalmente na Guiné. Tem vários artigos publicados, além de livros sobre o conflito na Guiné e a guerra civil angolana. 
Participou, como co-autor, no volume 3 de ‘War of Intervention in Angola: Angolan and Cuban Air Forces (1975-1985)’. 
Recentemente, publicou ‘Rumo à Revolução: Os Meses Finais do Estado Novo’ (Guerra e Paz, 2023) com Zélia Oliveira e Atlas Histórico do 25 de Abril (Guerra e Paz, 2025).”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Ultramar - Colonização & Descolonização - ‘COLONOS, RETORNADOS E A REVOLUÇÃO POR CUMPRIR’, de Joana Gorjão Henriques - Lisboa 2025;





Portugal - Ultramar - Colonização & Descolonização - Uma obra que se junta a três outras anteriores em que a autora analisa o problema racial na sociedade portuguesa sob vários prismas, da colonização, descolonização e na actualidade 


‘COLONOS, RETORNADOS E A REVOLUÇÃO POR CUMPRIR’ 
Racismo em Portugal 
De Joana Gorjão Henriques 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2025 


Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“DEPOIS DE UM SISTEMA QUE CRIOU DIVISÕES LÁ E CÁ, AINDA FALTA FAZER A REVOLUÇÃO DA IGUALDADE RACIAL ? 

No século XX, milhares de portugueses migraram para Angola e Moçambique para serem colonos. Mais tarde, outros milhares fizeram o movimento inverso.

Em ‘Racismo em Portugal - COLONOS, RETORNADOS E A REVOLUÇÃO POR CUMPRIR’ ouvimos os seus relatos. Os colonos descrevem como o racismo era usado para dominar; os retornados falam do regresso a um país que celebrava a democracia mas, ao mesmo tempo, se fechava nas suas fronteiras. 

O primeiro livro recolheu mais de cem testemunhos nos países que foram colonizados por Portugal (‘RACISMO EM PORTUGAL’); o segundo olhou para o racismo estrutural na actual sociedade portuguesa (‘RACISMO NO PAÍS DIS BRANDOS COSTUMES’). Este volume dá continuidade à trilogia focando-se nas reflexões dos ex-colonos sobre um sistema que criou divisões lá e cá, incentivando o debate sobre uma parte da Revolução de Abril que ainda não se concretizou.“ 


Da badana: 
“Dez anos depois do início desta série, a realidade nacional e internacional mudou, o tema do racismo passou a ser parte do debate público e político. Desenhara-se mudanças nos currículos para contar esta história de forma mais equilibrada, embora continuem a existir manuais que falam de pessoas escravizadas como objectos e nada digam sobre a enorme resistência das populações africanas, mantendo as falhas que perpetuam a desigualdade na memória colectiva. Criaram-se estruturas como o Observatório do Racismo e da Xenofobia, mas pouca actividade têm é que mantêm na sua estrutura hierárquica e liderança pessoas não racializadas. 

Hoje, embora seja amplamente usado no discurso público, o termo ‘racismo’ continua a polarizar, gerando reacções acesas, muitas vezes desproporcionais relativamente àquilo que se pretende combater, o que só mostra a nossa dificuldade em enfrentar com honestidade as raízes históricas e estruturais do racismo em Portugal.“ 


A Autora: 
“JOANA GORJÃO HENRIQUES (Lisboa, 1975) é jornalista do Público desde 1999, onde escreve sobre racismo, imigração, discriminação e outros temas de direitos humanos. 
Foi bolseira da Nieman Foundation for Journalism na Universidade de Harvard (EUA). 
É autora das séries Racismo em Português, sobre o racismo durante o sistema colonial, Racismo no País dos Brancos Costumes, retrato de desigualdades raciais em Portugal, e agora Racismo em Português 2: Colonos, Retornados e a Revolução por Cumprir. 
Recebeu vários prémios e distinções: medalha de ouro de Direitos Humanos atribuída pela Assembleia da República, Prémio Gazeta de Imprensa, prémio de jornalismo Corações com Coroa, nomeação para os prémios Gabriel García Márquez, Prémio AMI — Jornalismo contra a Indiferença, prémio de imprensa escrita de Direitos Humanos e Integração da Comissão Nacional da UNESCO (duas vezes) e prémio de imprensa escrita Comunicação ‘Pela Diversidade Cultural’ do Alto Comissariado para as Migrações (também duas vezes).”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

Capítulo I 
- A primeira grande vaga de emigração qualificada foi para as ex-colónias 

Capítulo II 
- Quando os negros eram feitos estrangeiros na sua própria terra 

Capítulo III 
- “Não vivi em Angola, vivi numa colónia”; por detrás da normalidade e violência 

Capítulo IV 
- Descolonização em curso e retorno dos colonos e de Portugas às suas pequenas fronteiras 

Agradecimentos 


Preço: 27,50€; 

Angola - MPLA & História - Jornal ‘PÚBLICO’, de 18.05.2025 - (‘A MORTE TRÁGICA DE VIRIATO DA CRUZ‘) - Lisboa 2025 - MUITO RARO;













Angola - MPLA & História - O destino do fundador e poeta angolano, Viriato Clemente da Cruz, que foi dos mais destacados membros da organização e após a sua dissidência foi perseguido pelos próprios membros do movimento, tendo sido espancado, torturado e obrigado a exilar-se em Pequim, na República Popular da China, onde acabaria por falecer completamente esquecido e abandonado. A sua história em investigação de Carlos Pacheco, historiador angolano que dedicou décadas à pesquisa da História recente de Angola. 


Jornal ‘PÚBLICO’, de 18 de Maio de 2025.
‘ANGOLA - A MORTE TRÁGICA DE VIRIATO DA CRUZ, PAI DO MPLA’ 
Lisboa 2025 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Tema em destaque: 
- ‘ANGOLA - A MORTE TRÁGICA DE VIRIATO DA CRUZ, PAI DO MPLA’ 
Por Carlos Pacheco - Historiador 
OPINIÃO - ‘Em 1963, um ano depois de ter sido afastado do MPLA, Viriato da Cruz, poeta e pai fundador deste partido, foi espancado de forma Bárbara por um grupo de algozes a mando e perante Agostinho Neto, futuro presidente de Angola. Mas o sofrimento, a violência e a humilhação não acabariam aí. Continuariam na prisão, ainda em África, e também na China, onde morreu em circunstâncias muito duvidosas.’ 
‘O Panteão e o mito que o ocupa’ 
‘A história como caricatura’ 
‘O cerco a Viriato’ 
‘Exilado e esquecido’ 
‘O prisioneiro sem crime’ 
- “O MITO AGOSTINHO NETO APAGA TUDO À SUA VOLTA. ATÉ A MEMÓRIA DOS FUNDADORES DO MPLA SE ESFUMOU.” 


Preço: 37,50€; 

São Tomé e Príncipe & Poesia - ‘ILHA DE NOME SANTO’, de Francisco José Tenreiro - Coimbra 1942 - Raro;







São Tomé e Príncipe & Poesia - É uma obra poética fundamental, de Francisco Tenreiro, de 1942, rara e importante por ser um dos primeiros marcos da Negritude na literatura africana de língua portuguesa, explorando temas de identidade, mestiçagem e a condição do negro na diáspora, com uma forte ligação a São Tomé e Príncipe, e sendo um texto precursor do pan-africanismo, sendo a edição de Coimbra um marco raríssimo e valioso para colecionadores e estudiosos. 


‘ILHA DE NOME SANTO’ 
De Francisco José Tenreiro 
Edição Portugália (fac-símile) 
Coimbra 1942 


Livro com 56 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


O Autor: 
FRANCISCO JOSÉ DE VASQUES TENREIRO 

Francisco Tenreiro nasceu em 1921, na Roça do Rio do Ouro, Ilha de São Tomé, e faleceu em Lisboa, em 1963. Filho de uma trabalhadora contratada negra da Roça Diogo Vaz, e de um administrador de roça português branco, deixou a sua ilha natal com apenas dois anos, para viver na capital da metrópole, onde foi criado pela sua tia paterna. Só aos 35 anos regressou a São Tomé e Príncipe.

Em Lisboa, e com apenas 21 anos, publicou o volume de poesia Ilha de Nome Santo (1942), incluído na coleção Novo Cancioneiro, editada por um grupo de intelectuais associados ao movimento neorrealista português. O poema inaugural, dedicado à sua mãe, encerra a sua identidade híbrida e diaspórica; no seu conjunto este trabalho distinguiu Tenreiro como uma figura chave da Negritude em Portugal, contribuindo para o seu estatuto de poeta nacional de São Tomé and Príncipe.

Depois de uma passagem pela Faculdade de Ciências, Francisco Tenreiro frequentou o Curso Superior Colonial, na Escola Superior Colonial, entre 1944 e 1948, e durante o seu tempo como estudante teve um papel de relevo na Associação Académica, participando e organizando diversos eventos culturais relacionados com arte africana. Por indicação do seu professor Medeiros-Gouvêa (1900-1972), e já como estudante finalista, iniciou a colaboração com o Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, sob orientação de Orlando Ribeiro (1911-1997). Contribuiu para a Missão de Geografia à Guiné (1947), e foi secretário do XVI Congresso da União Geográfica Internacional, que se realizou em 1949.

Em 1950, Tenreiro foi nomeado 3º oficial interino do Quadro Administrativo do Ministério do Ultramar, onde trabalhou até 1955. Em 1953 publicou, com Mário Pinto de Andrade (1928-1990), Poesia negra de expressão portuguesa, uma antologia de textos de intelectuais africanos que constitui a primeira manifestação da Negritude nas literaturas africanas de língua portuguesa. Foi durante estes anos que Tenreiro teve um papel central nas atividades da Casa dos Estudantes do Império, um lugar/instituição chave na construção da africanidade, do nacionalismo e da resistência, e no centro de estudos africanos que então se criou.

Na qualidade de funcionário do Ministério participou num curso de férias em Cambridge, em 1950, e durante quase um ano, entre 1954 e 1955, e com uma bolsa de estudo do British Council, Tenreiro esteve na London School of Economics and Political Sciences com o propósito de ‘estudar problemas de geografia da colonização’, interagindo com Harrison Church, Dudley Stamp (1898-1966) e Daryll Forde (1902-1973). Aí recolheu material bibliográfico sobre África, escreveu vários textos, fez cursos e participou em conferências, e inclusivamente deu algumas palestras para a BBC.

Em 1955 foi contratado como assistente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, regendo as cadeiras de Etnologia, Geografia Política e Económica, e Geografia Colonial. Por convite de Adriano Moreira (1922-), lecionou, desde 1959, no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos (mais tarde Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina), onde foi nomeado Professor Catedrático, em 1962, após prestar provas de doutoramento em Geografia. Regeu a cadeira de Geografia de África.

A sua tese de doutoramento, A Ilha de São Tomé (1961), é um dos trabalhos-chave da Geografia Tropical Portuguesa, constituindo uma investigação minuciosa na tradição monográfica da geografia regional francesa, com forte suporte de investigação histórica e de rica descrição das características geográficas físicas e humanas da ilha. Neste trabalho, fortemente influenciado por Pierre Gourou (1900-1999) e por George Balandier (1920-2016), destacou as relações delicadas e multifacetadas, ao longo do tempo, entre pessoas e natureza.

Tenreiro teve um papel de destaque nos principais programas científicos relacionados com a Geografia tropical, tendo sido adjunto de Orlando Ribeiro no ‘Agrupamento Científico de Preparação de Geógrafos para o Ultramar’ (1958-1973) e na ‘Missão de Geografia Física e Humana do Ultramar’ (1961-1973). Entre 1957 e a sua morte, foi deputado por São Tomé e Príncipe, à Assembleia Nacional (VII e VII legislaturas). Ser deputado valeu-lhe algumas críticas e um afastamento da geração de Cabral, ainda que tenha defendido, em diversas intervenções, a melhoria das condições de vida da população são-tomense. Por altura da sua morte tinha em preparação os estudos Lourenço Marques – Formação e Desenvolvimento de uma cidade, e O Território dos Saloios – Estudo de Geografia Regional.”
João Sarmento 


Obras de Francisco Tenreiro: 
- Ilha de Nome Santo. - Coimbra 1942; 
- Acerca da Casa e do povoamento da Guiné. Lisboa 1950: Junta de Investigações do Ultramar; 
- Poesia negra de expressão portuguesa (com Mário de Pinto Andrade) - 1953; 
- A Ilha de São Tomé. Tese de Doutoramento em Geografia. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 1961; 
- ‘The Portuguese Province of São Tomé and Príncipe: Portugal’s plantation isles’. In R. J. Harrison Church, ed., West Africa. A Study of the Environment and of Man's Uses of It, p. 526-531. Longman, Greens and Co. (1961)
- Angola: Problemas de Geografia Humana. Curso de Extensão Universitária – Angola. Ano lectivo 1963-1964, Instituto Superior de Ciências e Política Ultramarina. Lisboa, 1964 pp. 37-60.



Do ÍNDICE: 

ROMANCEIRO 
- Romance do seu Silva Costa 
- Romance de Sam Màrinha 
- Romance de Sinhá Carlota 
- Canção do mestiço 

CICLO DO ÁLCOOL 
1.
2. 
3. 

3 POEMAS SOLTOS 
- Epopeia 
- Exortação 
- Negro de todo o mundo 

CANCIONEIRO 
- Canção de Fiá Malicha 
- Canto de Òbó 
- Sòcòpé 
- O mar 
- Logindo o ladrão 
- Ilha de nome Santo 


Preço: 25,00€; 

Portugal & História - ‘D. AFONSO HENRIQUES - Biografia’, de Diogo Freitas do Amaral - Lisboa 2000 - Raro;






Portugal & História - O rei fundador da nacionalidade que de Guimarães alargou o território nacional numa biografia muito completa 


‘D. AFONSO HENRIQUES’ 
Biografia 
De Diogo Freitas do Amaral 
Edição Bertrand Editora 
Lisboa 2000 


Livro com 210 páginas. Ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“Porquê uma biografia de D. Afonso Henriques ? 

O meu pai era um vimaranense ferrenho. Desde os meus tempos de escola primária sempre me ensinou a dizer que ‘eu tinha nascido na Póvoa do Varzim mas era de Guimarães’. 
Visitas e brincadeiras no Castelo de Guimarães fizeram parte da minha vida desde a infância. A história de D. Afonso Henriques alimentou, durante o liceu, muito almoços e serões familiares. 
De modo que, aos dezoito anos, logo no 1.* ano do curso de Direito, quando o professor da cadeira de ‘História do Direito Português’ pediu trabalhos escritos aos alunos mais classificados , foi natural a minha escolha: apresentei uma monografia sobre ‘A Fundação da Nacionalidade’ (ainda hoje inédita). 
A partir daí, o meu interesse especial pelo rei-fundador não parou mais: comecei então a procurar tudo o que havia sobre a sua vida e a sua obra. 
Um dia dei comigo a pensar: como será que, sabendo Portugal quem foi o seu primeiro rei, e tendo este sido um notável governante, não há sobre ele uma boa biografia, uma boa tese de Doutoramento ou de mestrado, um filme ou uma peça de teatro, umas série de televisão?
Daí nasceu a ideia de promover o ‘II Congresso Histórico de Guimarães’ em 1996, dedicado ao tema - ‘Vida e Obra de D. Afonso Henriques’. Os numerosos materiais aí reunidos estão publicados em seis volumes pela Câmara Municipal da cidade-berço. Foi neles que me baseei, bem como em tudo o mais que fora coligindo ao longo da vida, para realizar o sonho , já antigo, de escrever a biografia de D. Afonso Henriques. 
O trabalho aí está. Só espero que os leitores tenham tanto prazer em o ler quanto eu tive em o escrever.“ 
Diogo Freitas do Amaral 


O Autor: 
“DIOGO FREITAS DO AMARAL nasceu em 21 de Julho de 1941 na Póvoa do Varzim. O seu pai e avós paternos eram de Guimarães. 
Licenciado em Direito, em 1963 , na Universidade de Lisboa, aí se doutorou em Direito Público em 1967 e ascendeu a professor catedrático em 1984, tendo sido eleito, por cinco vezes, presidente do Conselho Científico da sua escola. Foi um dos fundadores e o primeiro Director da recém-criada Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa. 
Tem numerosa bibliografia científica publicada, sobretudo na principal área da sua especialidade, o Direito Administrativo. 
Foi fundador e líder do Partido do Centro Democrático Social (CDS), que abandonou em 1983 por divergências de vulto quanto ao modelo de construção europeia. 
Foi deputado à Assembleia Constituinte (1975-76) e à Assembleia da República (1976-82 e 1992/93). 
Foi Procurador à Câmara Corporativa (1970-74) e membro do Conselho domEstado (1974-75).
No governo desempenhou os cargos de Primeiro-ministro interino (1980-81), vice-Primeiro-ministro (1980-83), Ministro dos Negócios Estrangeiros (1980) e da Defesa Nacional (1981-83).
No plano internacional foi Presidente da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e Presidente da 50.* Assembleia Geral da ONU (1995-96).
É autor de vários livros no campo da política e da ciência política, destacando-se ‘Política Externa e Política de Defesa’ (1983), ‘Uma Solução para Portugal’ (1985), ‘O Antigo Regime e a Revolução - Memórias Políticas’ (1995) e ‘História das Ideias Políticas’, vol. I (1998).“ 



Do ÍNDICE:

Nota do Autor 

Capítulo I 
- A Europa no século XII 
Capítulo II 
- Nascimento e infância de D. Afonso 
Capítulo III 
- Juventude e formação do infante 
Capítulo IV 
- O infante arma-se cavaleiro 
Capítulo V 
- O episódio de Egas Moniz 
Capítulo VI 
- A revolta dos barões portucalenses 
Capítulo VII 
- A batalha de S. Mamede 
Capítulo VIII 
- As grandes opções do príncipe 
Capítulo IX 
- Pressões sobre a Galiza 
Capítulo X 
- A ‘capital’ em Coimbra e o caso do bispo negro 
Capítulo XI 
- A batalha de Ourique 
Capítulo XII 
- O título de Rei e o primeiro filho 
Capítulo XIII 
- Valdevez e a Conferência de Zamora 
Capítulo XIV 
- A vassalagem ao Papa 
Capítulo XV 
- As pretensas cortes de Lamego 
Capítulo XVI 
- O casamento com D. Mafalda de Sabóia 
Capítulo XVII 
- Os filhos de D. Afonso Henriques 
Capítulo XVIII 
- A conquista de Santarém 
Capítulo XIX 
- A tomada de Lisboa 
Capítulo XX 
- O feito de Martim Moniz e a transladação de S. Vicente 
Capítulo XXI 
- A conquista do Alentejo 
Capítulo XXII 
- Desvios estratégicos: o desastre de Badajoz 
Capítulo XXIII 
- A crise da sucessão 
Capítulo XXIV 
- Os anos do fim 
Capítulo XXV 
- D. Afonso Henriques: o Homem e a obra 

Cronologia 
Agradecimentos 
Bibliografia seleccionada 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Portugal & 25 de Abril de 1974 - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 38.838 - 25.04.1974 - (‘ECLODIU UM MOVIMENTO MILITAR’) - Lisboa 1974 - MUITO RARO;










Portugal & 25 de Abril de 1974 - Exemplar histórico do jornal matutino ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, dos acontecimentos que levaram ao derrube do regime do Estado Novo nesta data, aqui em segunda edição para poder informar os leitores sobre a evolução da acção militar do Movimento das Forças Armadas 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 38.838 - De 25 de Abril de 1974. (2.a edição) 
‘ECLODIU UM MOVIMENTO MILITAR’ 
Director: Fernando Fragoso 
Lisboa 1974 


Exemplar com 16 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO; 



Temas em destaque: 
Às primeiras horas da madrugada de hoje 
- ‘ECLODIU UM MOVIMENTO MILITAR’ 
‘Através do Rádio Clube Português o Comando do Movimento das Forças Armadas tem divulgado o seu objectivo: A SUBSTITUIÇÃO DO ACTUAL REGIME.’ 
- ‘A Acção militar estende-se a vários pontos do país’ 
- ‘Em Lisboa foi cercado o Quartel-general, o Aeroporto e outras instalações’ 
- ‘Ocupadas as estações do R.C.P, E.N. e R.T.P.’ 

- ‘O CHEFE DO ESTADO E O GOVERNO’ 
- ‘O GENERAL SPÍNOLA NÃO ACHOU OPORTUNO FALAR AO ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’.’
- ‘AS PRIMEIRAS REPERCUSSÕES NO ESTRANGEIRO’ 



Preço: 37,50€; 

África & Igreja - ‘A OBRA MISSIONÁRIA EM MOÇAMBIQUE E O PODER POLÍTICO’, de D. Ernesto Gonçalves Costa - Braga 1996 - MUITO RARO;






África & Igreja - A história recente das relações da Igreja Católica com o poder político da administração colonial portuguesa até 25 de Junho de 1975 - independência do país - e com o governo marxista leninista maoista da FRELIMO 


‘A OBRA MISSIONÁRIA EM MOÇAMBIQUE E O PODER POLÍTICO’ 
De D. Ernesto Gonçalves Costa 
Edição da Editorial Franciscana 
Braga 1996 


Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor:
“D. ERNESTO GONÇALVES COSTA, sacerdote Franciscano missionário.
Foi coadjutor e mais tarde Páraco da Sé Catedral da Beira. 
Director da Escola de Artes e Ofícios e 1.* Director do Rádio Pax e de ‘O Domingo’. 
1.* Bispo de Inhambane (1962-1974). 
Administrador Apostólico da Arquidiocese de Lourenço Marques (1974-1975). 
Bispo da Beira (1974-1976). 
Bispo do Algarve (1977-1988). 
Membro do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (1981-1984). 
Presidente da Comissão Episcopal das Missões (1984-1997 - 1987-1990). 
Vogal de outras Comissões Episcopais.
Bispo Emérito do Algarve desde 1988.
Continua vogal da Com. Episcopal das Missões.“ 

“A Igreja sempre soube suscitar, nas populações que evangelizou, o impulso para o progresso, e hoje os missionários, mais do que no passado, são reconhecidos também como pormenores do desenvolvimento, por governos e peritos internacionais, que ficam admirados do facto de obterem notáveis resultados com escassos meios.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I. - AS MISSÕES CATÓLICAS EM MOÇAMBIQUE À LUZ DA CONCORDATA E DO ACORDO MISSIONÁRIO 
1. Caminhos da evangelização em Moçambique 
2. Contributos para a irradiação missionária 
3. Missões dependentes da Congregação da ‘Propaganda Fidei’ 
4. À luz do Concílio Vaticano II 
5. As Missões Católicas entre dois fogos 

II. - PRESENÇA DOS PADRES BRANCOS EM MOÇAMBIQUE 
1. Vinte e cinco anos de Missionação 
2. Motivos invocado para abandonar Moçambique 
3. Decisão infeliz e anti evangélica 
4. Expulsão dos Padres Brancos na perspectiva do governo português 
5. Comunicado da Conferência Episcopal de Moçambique 

III. - CONTESTAÇÃO OU DIÁLOGO 
1. A diocese da Beira e os seus dois primeiros bispos 
2. Instituto Espanhol das Missões Estrangeiras Padres de Burgos 
3. A verdade rompe o ocultismo da política e da diplomacia 
4. Mensagem do Conselho de Presbíteros da Beira 
5. Mensagem sem passado histórico 

IV. - GUERRA COLONIAL E AUTONOMIA DE MOÇAMBIQUE 
1. Repensar a guerra 
2. Imperativo de consciência 
3. Carta Pastoral dos Bispos de Moçambique - 1974 
4. Resposta da Santa Sé ao convite da Comissão ‘Justiça e Paz’ da Alemanha 

V. - REACÇÃO DO GOVERNO DE LISBOA E DA COLÓNIA E COMUNICADO DO EPISCOPADO 
1. Perseguição ao Bispo de Nampula, D. Manuel Vieira Pinto, e aos missionários combonianos 
2. D. Manuel e onze missionários comboianos deixam Nampula 
3. Nota do Ministério do Ultramar 
4. Resposta de D. Manuel Vieira Pinto 
5. A expulsão foi uma ordem do governo 

VI. - INCIDENTES COM OS PADRES DO MACÚTI 
1. Denúncia de massacres 
2. Se queres a paz, trabalha pela justiça 
3. Juramento de Bandeira dos Escuteiros (CNE) 
4. Da cadeia da Beira para a da Machava 
5. Intervenção da Conferência episcopal de Moçambique 
6. Primeiro julgamento em Tribunal Militar 
7. Segundo julgamento 

VII. - ACORDO DE LUSAKA : 7 de Setembro de 1974 
1. Movimento Moçambique Livre 
2. Intervenção das Forças Armadas 
3. Dentro do Rádio Clube de Moçambique 
4. Mensagem do Administrador Apostólico da Arquidiocese de Lourenço Marques, D. Ernesto Gonçalves Costa 

VIII. - MATERIALISMO ATEU CONTRA A IGREJA 
1. Estratégia maoista 
2. Da teoria à prática Movimento 

IX. - OS VERDADEIROS ALICERCES DA IGREJA EM MOÇAMBIQUE 
1. Uma Igreja provada e inquieta 
2. Em louvor de Portugal missionário 
3. Evangelização e promoção humana 
4. Igreja animada e guiada pelo Espírito Santo 


Preço: 47,50€; 

Portugal & Política - ‘UMA ESQUERDA MODERNA’, de José Sócrates - Lisboa 2004 - RARO;







Portugal & Política - A Moção Política de Orientação Nacional na íntegra, cujo primeiro subscritor foi José Sócrates, documento que foi levado ao XIV Congresso do PS (Partido Socialista), que decorreu em Guimarães em 1, 2 e 3 de Outubro de 2004 


‘UMA ESQUERDA MODERNA’ 
Para os desafios do nosso tempo 
De José Sócrates 
Edição do Partido Socialista 
Lisboa 2004 


Documento com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

UMA ESQUERDA MODERNA PARA OS DESAFIOS DO NOSSO TEMPO 

Parte I - UM PROJECTO SOCIALISTA - UMA AMBIÇÃO DE MODERNIDADE 
1. - O PS, partido-âncora do Portugal democrático 
2. - Ontem e hoje, o partido da esquerda moderna 
3. - O socialismo democrático no mundo globalizado 
3.1 - A ascensão do neoliberalismo 
3.2 - A globalização: vantagens, ameaças e oportunidades 
3.3 - A união da Europa como horizonte do socialismo democrático europeu 
4. - O socialismo democrático e a situação portuguesa 
4.1 - A obsessão orçamental 
4.2 - Um ciclo reformista interrompido 
4.3 - Um projecto para uma alternativa de esperança 
5. - Um plano tecnológico para uma alternativa económica 
5.1 - Dois desafios centrais: crescer mais evredizir as desigualdades 
5.2 - Causas estruturais do nosso atraso 
5.3 - A estratégia de Lisboa e a ambição de um salto qualitativo 
5.4 - Um plano tecnológico para uma visão de médio prazo 
5.5 - Prioridade ao conhecimento: a aposta na ciência e na qualificação das pessoas 
5.6 - Promover as tecnologias da informação 
5.7 - Estimular a inovação, o investimento tecnológico e a qualidade 
5.8 - Infra estruturas e serviços públicos para um Portugal desenvolvido - o capital da sociedade 
6. - Um Estado moderno para uma sociedade mais justa e uma vida melhor 
6.1 - Em defesa da esfera pública 
6.2 - Modernizar o Estado para servir melhor 
6.3 - A consolidação orçamental como um instrumento 
6.4 - Protecção social e nova geração de políticas sociais 
6.5 - Regulação e concorrência para uma economia decente 
6.6 - Direitos dos consumidores e segurança alimentar 
6.7 - Ambiente, ordenamento do território e cidades - qualidade de vida e desenvolvimento sustentável 
6.8 - Energia e transportes num século novo 
6.9 - Coesão territorial e valorização dos recursos 
6.10 - Financiamento do Estado de Bem-estar - a questão fiscal 
7. - Para uma nova visão do poder autárquico 
7.1 - Por uma verdadeira descentralização 
7.2 - Por um novo paradigma na gestão autárquica 
8. - Uma sociedade mais forte e responsável 
9. - Um Portugal tolerante, uma sociedade aberta, inclusiva e liberal 
10. - A mulher no Portugal do século XXI - a emancipação inacabada 
11. - Compreender a abstenção, melhorar a democracia 
12. - Por uma ordem internacional de paz, segurança e desenvolvimento 

Parte II - REFORMAR O PARTIDO PARA VENCER O PAÍS 
13. - Recuperar o espírito dos Estado Gerais - renovação e abertura 
14. - Reformar o Partido 

Parte III - UMA ESTRATÉGIA PARA O PS 
15. - Falar com todos os portugueses 
16. - Por uma maioria absoluta 
17. - Eleições Regionais, autárquicas e presidenciais 


Preço: 27,50€;