quarta-feira, 1 de junho de 2022

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘CAMINHOS DO FUTURO NOS HORIZONTES DA NAÇÃO’, de M. M. Sarmento Rodrigues - Lourenço Marques 1962 - MUITO RARO;





Portugal - Moçambique & Ultramar - Nesta obra, o autor com vasta biografia ao serviço da Marinha de Guerra Portuguesa e da Administração Colonial relata as suas actividades da longa carreira 


‘CAMINHOS DO FUTURO NOS HORIZONTES DA NAÇÃO’ 
De M. M. Sarmento Rodrigues (Contra Almirante e Governador-Geral de Moçambique) 
Edição do Governo Geral de Moçambique 
Lourenço Marques 1962 


Livro com 188 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
PÓRTICO 

I. - AS TRADIÇÕES 
- Missão 
- O que devem os povos a Portugal 
- Raízes da Unidade Portuguesa no Mundo 
- Realidades da Unidade Nacional 
- A Nação Multirracial que somos 
- Nem raça nem geografia 
- Portugal é uma grande Nação 
- Como foi aumentada a Nação com novos povos 
- Da feitoria colonial à Província Ultramarina pelo sentimento 
- A força espiritual da Nação Portuguesa 
- A Nação que tendes honrado 
- Integração e sublimação 
- Povo tão fraco de canhões e tão forte de coesão moral 
- Lição que o rodar dos tempos consagrou 
- A África é para nós a vida 

II. - PERMANÊNCIA DE PRINCÍPIOS 
- A nobre missão de português 
- O privilégio de ser Ultramar 
- Primazia do Ultramar na existência da Nação 
- O Ultramar como razão antiga, contemporânea e futura da nossa independência 
- Caminhos mais largos e as mesmas generosas intenções 
- Lições de civismo 
- O que somos 
- Colonialismo português 
- O nosso ideal de Nação 
- Em louvor da Metrópole e do que nela se vê e sente 
- O Ultramar foi uma devoção e hoje é um dever 
- Uma nova era em marcha 
- O valor grande das coisas pequenas e humildes 
- Consagração constitucional da unidade real da Nação 
- À beira de um cataclismo ou no limiar de uma epopeia 

III. - CULTURA E VALORES 
- Junqueiro e a Pátria 
- Nunca perdemos a honra nem traímos a fé 
- História de Portugal 
- Heroísmo e piedade 
- Vocação missionária de Portugal 
- Dilataram mais a fé do que o Império 
- Os caminhos da Nação comum 
- Transcendência do merecimento esquecido 
- Compreensão divina da igualdade cristã 
- Dever nacional de união 
- Pioneiros 
- Perfil dum homem, dum povo e duma ideia 
- D. António Barroso 
- Homenagem à Sociedade de Geografia 
- Os Descobrimentos, a cultura e o intercâmbio de cultura 

IV. - EDUCAR 
- Magníficos prenúncios de cultura no Ultramar 
- Compreensão e convívio 
- Conhecemo-nos todos 
- Programa para uma compreensão recíproca 
- Dever de formação cristã 
- Exemplo e valor da mulher portuguesa 
- Confiar nos mais capazes 
- Mocidade Portuguesa 
- Dever de Mocidade 
- Desporto, escola de civismo 
- A Escola Moral do Desporto 
- Imperativos de política de espírito no Ultramar 
- Na hora da valorização cultural 
- A língua portuguesa, valor fundamental 
- Sobre a Semana do Ultramar 
- Melhoria social das populações 
- Saudação ao Instituto Internacional Africano 
- A caça, escola de homens 

V. - ALOCUÇÕES AOS POVOS DA GUINÉ 
- Ideal no Ultramar 
- Aos Papéis do Biombo 
- Aos Balantas e outros povos de Mansoa 
- Aos Manjacos, sobre Mamadu Sissé, grande soldado português 
- Aos Cassangas 
- Aos Felupes 
- Aos Mandingas 
- Aos Fulas 
- Aos Biafadas para que não enganem a terra 
- Aos Nalús, Balantas e outras gentes de Catió 
- Aos Bijagós 

VI. - MISSÃO DA IMPRENSA 
- Valor da imprensa 
- O que é um jornal ? 
- Missão do jornalista 
- A imprensa é veículo de civilização 
- Importância dá impressão na comunhão nacional das ideias 
- Exortação à imprensa Ultramarina 

VII. - GOVERNAR NO ULTRAMAR 
- Da honra de governar no Ultramar 
- Da arte de governar o Ultramar 
- Como convém governar o Ultramar 
- Conselho antigas a um governador moderno 
- Responsabilidade e missão de Governador-Geral 
- Governar, no discurso dum Ministro a um Governador-Geral 
- Governar no Ultramar é imaginar para construir o futuro 

VIII. - ADMINISTRAÇÃO ULTRAMARINA 
- Contra a burocracia 
- Princípios de política e programa de acção 
- Progresso na Administração 
- O Ministério do Ultramar 
- No Ministério do Ultramar 
- Dignidade e grandeza do Conselhor Ultramarino 
- Palavras dum ministro ao pessoal do seu Ministério 
- A tão mal apreciada Fazenda 
- Apontamento sobre a Administração e Fazenda 

IX. - A HONROSA MISSÃO DE SERVIR 
- O que se não paga porque não tem preço 
- Servir 
- Escola de soldados, escola de virtudes 
- Onde a vida se esgota a servir a Nação 
- Portugal, o Mar e o Mundo em transmontano 

X. - POVOAMENTO E CIVILIZAÇÃO 
- Povoamento 
- A nossa paz e liberdade 
- O esforço povoador do passado 
- Em torno do velho tema do povoamento do Ultramar 
- Política e missão do povoamento 
- O drama da colonização e o povoamento do Ultramar como primeiro elemento da independência da Nação 
- Problemas e formas de povoamento 
- Povoamento e sistemas 
- Sistemas de povoamento 
- Povoamento concreto 
- Para o agricultor e o agrónomo 
- O povoamento como exemplo de igualdade 

XI. - POVOAMENTO E PROSPERIDADE 
- A Metrópole como factor de prosperidade no Ultramar 
- Planos de fomento e populações africanas 
- Amplitude nacional dos planos de fomento 
- A colonização, os nativos, a aparente contradição administrativa e o mistério da assimilação 
- Discurso aos industriais da Metrópole sobre povoamento, industrialização e condicionamento no Ultramar 
- Protecção aos que trabalham no Ultramar 
- Uma economia única 
- Reflexões para um diálogo sobre ‘matérias-primas do Ultramar’, ‘Produtos Manufacturados para o Ultramar’ e ‘Estabelecimento de Indústrias do Ultramar’ 
- Crédito, paz económica e paz social 
- Uma rajada de vida nova 

XII. - CABO VERDE, S. TOMÉ E TIMOR 
- Legenda para Cabo Verde 
- Em louvor do Caboverdiano 
- Solidariedade nacional em Cabo Verde 
- Em louvor da terra e das gentes de S. Tomé 
- Gratidão a Timor 
- Exemplo de Timor 
- Presença mística de Portugal 

XIII. - VALORES DE MACAU 
- O relicário de Macau 
- Macau, uma obra única do coração e da inteligência 
- Macau, Metrópole do Extremo Oriente 
- Missão em Macau 
- Tenacidade e coragem 
- Síntese Macaense 
- Diálogo em Macau 
- Fraternidade Luso-Chinesa 

XIV. - GUINÉ 
- Mensagem do Baluarte de Bissau 
- Relance da Guiné 
- O primeiro filho de Portugal 
- A Guiné, pórtico da expansão 
- A última certeza de uma eternidade 
- Honório Barreto, filho de Cacheu e de Portugal 

XV. - ANGOLA 
- Saudação de Angola 
- Meditação sobre a crucificação de Angola 
- A breve história da grandiosa fundação da Huíla 
- Saudação aos homens da Huíla 
- Angola - 15 de Agosto 

XVI. - DO VALOR UNIVERSAL DO ESTADO DA ÍNDIA 
- Dístico para Goa 
- Definição da Índia Portuguesa 
- A real posição da Índia 
- Encontro do Oriente com o Ocidente por via de Portugal 
- Goa ao serviço da Humanidade 
- Goa, Metrópole Oriental 
- Palavras ao povo de Goa sobre história comum e ideias comuns 
- A Índia e o sentido da Pátria 
- Sobre a grandeza espiritual  do Estado da Índia 
- Evocação, na Sala dos Vice-Reis, em Goa 
- Em louvor do povo de Bardês 
- No altar de Dio 
- Pequena crónica duma jornada à Índia Portuguesa 
- O caso da Índia 
- Reacção internacional à agressão indiana em Goa 

XVII. - EM TORNO DESTE NOSSO MOÇAMBIQUE 
- Ideia basilar no progresso de Moçambique 
- Na escola de Moçambique 
- Pequeno prefácio para o Limpopo 
- Compreensão Moçambicana 
- Significado da obra do Limpopo 
- Lourenço Marques 
- Saudação à cidade da Beira 
- Beira, coração de Moçambique 
- Zambézia, 1951 
- Pelo futuro de Moçambique no Lago Niassa e no Revué 
- Progresso em Moçambique 
- Moçambique e a Metrópole trabalhando em harmonia 
- Relance ministrial em Moçambique 

XVIII. - PROVAS DA PERENIDADE DA PÁTRIA 
- Províncias do Oriente 
- Sentimento português em Malaca e Singapura 
- Portugalidade em Malaca 


Preço: 62,50€; 

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