sexta-feira, 15 de maio de 2026

Angola & História - ‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA - 13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES’ - Luanda 2021 - MUITO RARO;









Angola & História - 


‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA’
13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES 
Prefácio de José Reis 
Posfácio de Manuel Santis Torres 
Edição ELIVULU 
Luanda 2021 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“…Mas quando a minha conversa teve lugar com Frank Carlucci, já a CIA estava bem entrincheirada em Angola e pretendia expulsar a influência soviética pela força e não dialogar com o MPLA…
…A CIA, por sua vez, em 1976, já dispunha de 83 agentes na Angolan Task Force no terreno, num plano de estreita cooperação com a África do Sul ‘e com os chineses, que apoiariam a UNITA e a FNLA na sua luta contra os soviéticos, a quem disputavam o aumento de influência em África’.“
Rui Mateus, ‘CONTOS PROIBIDOS - Memórias de um PS Desconhecido’ 

“…Há algumas semanas, descobri um relatório redigido pela CIA, intitulado ‘The Angolan Leadership: current perspectives and prospects after Neto’. Foi escrito por Randy Pherson e publicado em Dezembro de 1978. Actual presidente da próspera ‘Pherson Associates’, ‘especializada na oferta de formação em técnicas analíticas avançadas, destinadas a analistas que trabalham como métodos analítico básicos de espionagem, contra-terrorismo, contra-informação, negação e engano e segurança interna’, tive esperança de o poder entrevistar, mas, depois de responder a um primeiro e-mail, Randy remeteu-se a um silêncio obstinado… Embora Randy se tenha recusado a conversar comigo, outro norte-americano mostrou-se mais aberto e comunicativo. Refiro-me ao embaixador Don McHenry, um afro-americano que foi vice-representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, entre 1977 e 1979, e exerceu funções como representante permanente entre 1979 e 1981. Numa conversa telefónica, falando do seu gabinete na Universidade de Georgetown, disse-me que tivera uma boa reação com Neto. A,nos mantiveram o que descreveu como ‘conversações produtivas’, em 1977, 1978 e 1979. Segundo McHenry, ao longo deste período, ‘Neto mostrou-se muito interessado em criar uma relação com Os Estados Unidos’… Não obstante, é com surpresa que oiço o embaixador admitir a presença de várias personalidades norte-americanas em Luanda, no dia 27 de Maio de 1977. ‘A nossa presença não era segredo’ disse. Estivermos lá, durante vários dias, e falámos com Lopo do Nascimento (o primeiro-ministro)…“ 
Lara Pawson - ‘EM NIME DO POVO - O Massacre que Angola Silenciou’ 

“…O fantasma de um pretenso ‘grupo Nito’, o fantasma do ‘Golpe de Estadi’ é, como ficou exaustivamente e objectivamente denunciado, demonstrado e desmontado ao longo da minha defesa, uma criação de iniciativa e responsabilidade histórica das forças da reacção interna objectivamente ao serviço do imperialismo, que, para tanto, consertou a sua acção com as forças externas da reacção mundial. São agentes provocadores da própria DISA quem montou o fantasma, como se viu nos documentos comprovados do ponto de vista jurídico, cuja validade jamais seria contestada em nenhum tribunal do mundo. Mas os verdadeiros réus são os advogados da pequena e média burguesia, os conscientes defensores da reacção interna. A aliança reaccionária entre à direita, os anti-comunistas e os maoistas são a expressão do instrumento político-ideológico daquela base social, cuja ampla plataforma é o anti-sovietismo…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 


Da BADANA: 
“…As exigências que acabo de formular não ultrapassam o aspecto formal. A questão de fundo, como claramente venho demonstrando ao longo deste extenso documento que trago à vossa consideração, situa-se em termos ideológicos e de princípio e a História, por mera casualidade perante mim a pesada e inadiável responsabilidade de classificar profundamente o fenómeno em curso, de forma a que os mais altos ideais revolucionários dos operários, dos camponeses, dos intelectuais revolucionários, dos sectores patrióticos da burguesia, em suma, de todo o povo que se levantou em armas há cerca de 16 anos, irmanados numa ampla frente nacional anti-imperialista que é o MPLA, dizendo não à exploração do homem pelo homem e que há pouco definiu sem ambiguidades a sua opção socialista, não sejam traídos por manobras tecidas por oportunistas de todos os países, por manipulações reaccionárias alicerçadas na santa aliança de sociais-democratas e maoistas que embora se sirvam da capa do marxismo-Leninismo, mais não fazem quedavam um fosso cada vez mais profundo entre o MPLA e o movimento revolucionário mundial em geral e o campo socialista em particular, de forma a criar as condições para a implantação de um regime neo-colonial, para uma real e efectiva dependência face ao capitalismo internacional…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Dedesa’, 1977 

“… Olhando as coisas sob um prisma da contra inteligência, eis como estão a proceder, neste momento, em Angola, os presumíveis oficiais da CIA que, segundo fontes citadas, estão infiltrados na DISA para operações contra-revolucionárias de destabikização política… Essa política tem de acabar definitivamente, há que negar a condução de revolução seguida até agora; esta é uma imperiosa necessidade que se impõe. Não se trata de um quadro nauseante de luta de influências - é falso e reaccionário apresentar assim o problema. É o próprio futuro da revolução que está em causa…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 

“Tamanho é o manancial de provas que nos revelam aquelas treze questões, grandes na denúncia, que só por si são a arma de arremesso contra os que urdiram a trama. Não fosse assim e não teriam suportado os horrores da tortura e sucumbido, todos aqueles que, em algum momento, passaram os olhos por tão odiadas páginas, ou que a mera suspeita do carrasco assim o tivesse ditado. No interior da DISA, por exemplo, alguns dos seus quadros atingidos pelo ‘fraccionismo’, viram a pena agravada, isto é, foram passados pelas armas, quando, no móbil do crime, aparecia a perversa leitura das perniciosas teses. E quem as leu não viu tudo, pois das 143 páginas policopiadas que foram entregues ao MPLA, há a acrescentar os anexos, um conjunto de documentos probatórios, que levaram sumiço e nunca, mesmo a pedido, nos chegaram às mãos…“ 
José Reis, in ‘ANGOLA O 27 DE MAIO - A História por Contar’ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia da vida de Nito Alves 
NOTA PRÉVIA 
Algumas breves palavras sobre a urgência da publicação deste livro 
PREFÁCIO 
“DIREITO À DEFESA” 

13 TESES em minha defesa 
Isto também é a nossa história 
Pontos e causas das divergências 

1.a TESE 
- O método dialético e o método metafísico 
2. TESE 
- Os antecedentes históricos - as diversas frentes de luta guerrilheira nunca se encontraram 
3. TESE 
- O que é ser vanguarda 
4. TESE 
- Unidade nacional 
5. TESE 
- O anti-sovietismo 
6. TESE 
- A CIA e a revolução angolana 
7. TESE 
- Como iludir o povo 
8. TESE 
- A importância do estudo da teoria 
9. TESE 
- A propósito da opção socialista 
10. TESE 
- Um partido leninista ou um partido social-democrata maoista ? 
11. TESE 
- Análise global do 3.* Plenário do Comité Central - o verdadeiro significado dos cinco minutos que entraram na história do MPLA. As teses em confronto 
12. TESE 
- Conclusão final 
As causas reais e objectivos das nossas divergências nos planos filosóficos, ideológico, organizativo e histórico. A dualidade de critérios de disciplina 
13.a TESE 
- Exijo, no imediato, severa Justi aos verdadeiros réus: e verdadeiro veredicto 

Brevíssimas notas à Guisa de Posfácio 


Preço: 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Portugal & Ultramar - ‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’, de Luís Silveira - Lisboa 1946 - MUITO RARO;





Portugal & Ultramar - A descrição das populações da vasta zona da Senegambia e Guiné efectuada pelo capitão André Alves d’Almada em finais do século XVI, em torno dos inúmeros rios e zonas húmidas desta área que deu origem posteriormente a vários países do golfo africano 


Edição Nova do 
‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’ 
Feito pelo Capitão André Álvares d’Almada 
De Luís Silveira 
Edição patrocinada pelo Governo da Colónia da Guiné 
Impressão: Oficina Gráfica Limitada, Lisboa 
Lisboa 1946 


Livro com 108 páginas, exemplar com as ‘folhas por abrir’ e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Em 1594, o capitão André Álvares de Almada, natural da ilha de S. Tiago escrevia o documento mais importante sobre o encontro luso-guineense: "Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo Verde"; desde o rio de Sanagá até aos Baixos de St.ª Ana; de todas as Nações de Negros que há na dita Costa, e dos seus costumes, armas, trajes, juramentos e guerras. Elementos mais valiosos, riqueza documental assim, não existiam na nossa historiografia. No entanto, o trabalho de André Álvares D'Almada andou esquecido. Deve-se a Diogo Köpke, em 1841, relevando trabalho de ter preparado a edição do Tratado, feita à base de um manuscrito que estava recolhido na Biblioteca Pública Municipal do Porto. Em 1946, no âmbito das comemorações do V Centenário do Descobrimento da Guiné, dava-se à estampa a edição nova do tratado.”
Mário Beja Santos - In blogue ‘Luís Graça & Camaradas da Guiné’ 



Do ÍNDICE: 

1. - ESCLARECIMENTO 
2. - Descrição das espécies 

3. - TRATADO BREVE DOS RIOS DA GUINÉ 
PRÓLOGO 
Capítulo I. - Que trata dos negros jalofos 
Capítulo II. - Dos mais costumes destes jalofos 
Capítulo III. - Que trata do Reino do Ale-em-Bicane 
Capítulo IV. - Que trata do Reino de Borçalo 
Capítulo V. - Que trata do Reino de Gâmbia 
Capítulo VI. - Que trata do mais que há neste Reino de Gâmbia 
Capítulo VII. - Que trata dos arriatas e falupos 
Capítulo VIII. - Que trata do Reino do Casamança 
Capítulo IX. - Que trata do Reino dos Buramos 
Capítulo X. - Que trata dos Bijagós 
Capítulo XI. - Que trata do Rio Grande 
Capítulo XII. - Que trata do que há mais nesta terra de Beafares 
Capítulo XIII. - Que trata dos Reinos dos Naluns, Bagas e Coquolins 
Capítulo XIV. - Que trata do Reino dos Sapes 
Capítulo XV. - Que trata como alevantam os reis na terra dos Sapes 
Capítulo XVI. - Que trata dos Sumbas 
Capítulo XVII. - Que trata dalgumas guerras que tiveram estes Manes 
Capítulo XVIII. - De como quiseram conquistar os Manes a terra dos Souzos 
Capítulo XIX. - Da fresquidão desta terra 

4. - Ms. 297 F. G. da BNL. Passs com informações novas 
5. - Ms. 297 F. G. da BNL. Incipit 
6. - Ms. 603 da BPMP - Incipit 
7. - Ms. 525 F. G. da BNL - Incipit 

8. - Registo dos nomes geográficos 
I. - Do texto principal 
II. - Do ms. 297 F. G. da BNL 

9. - Observações 


Preço: 77,50€; 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Portugal & Ultramar - ‘A INFORMAÇÃO EM MOÇAMBIQUE’, de José Júlio Gonçalves - Lisboa 1965 - MUITO RARO;















Portugal & Ultramar - Estudo aprofundado da imprensa e impressão em Moçambique até aos ano de 1964 com muita informação inédita  importante para a sua análise e enquadramento histórico 


‘A INFORMAÇÃO EM MOÇAMBIQUE’ 
(Contribuição para o seu estudo) 
De José Júlio Gonçalves 
Edição Universidade Técnica de Lisboa 
Lisboa 1965 


Livro com 166 páginas, muito ilustrado (imagens e mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

1. - BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE OS MEIOS E PROCESSOS TRADICIONAIS DE COMUNICAÇÃO UTILIZADOS PELOS AUTÓCTONES PRÉ-GÂMICOS DE MOÇAMBIQUE 

2. - IMPACTO DO ISLÃO NA ÁFRICA ORIENTAL. A DIFUSÃO DO CORÃO E OUTROS LIVROS RELIGIOSOS MUÇULMANOS 

3. - PENETRAÇÃO PORTUGUESA EM TERRAS MOÇAMBICANAS, MEIOS E MÉTODOS DE COMUNICAÇÃO USADOS NOS PRIMEIROS CONTACTOS COM OS AUTÓCTONES E ALIENÍGENAS DE ESTIRPE ÁRABE 
3.1 Os intérpretes (‘línguas’), os gestos, os ‘recados’ e as cartas 

4. - PRIMEIRAS PUBLICAÇÕES LEVADAS PARA MOÇAMBIQUE PELOS CARAVELISTAS E MISSIONÁRIOS PORTUGUESES 
4.1 As Ordenações do Reino, as Cartinhas, as Cartilhas e Cathecismos 
4.2 A comunicação pela imagem: uma imagem do Anjo Gabriel e o retábulo de D. Gonçalo da Silveira 

5. - INTRODUÇÃO DA TIPOGRAFIA EM MOÇAMBIQUE (1854) 
5.1 Primeiros jornais publicados em prelos moçambicanos 
5.1.1 O ‘Boletim do Governo da Província de Moçambique’ (1854): primeiro jornal oficial 
5.1.2 ‘O Progresso’ (1868): primeiro jornal não oficial de Moçambique 
5.2 Primeiras publicações não periódicas impressas em Moçambique 
5.2.1 ‘O Regulamento Geral das Alfândegas da Província de Moçambique’ (1854): primeira separata tirada em prelos moçambicanos 
5.2.2 ‘O Almanach Civil Eclesiástico Histórico Administrativo da Província de Moçambique para o Anno de 1859, 3.* depois do Bissexto (1859)’: primeiro livro impresso em Moçambique 
5.2.2.1 Regime jurídico das actividades tipográficas e informativas à data da instalação do primeiro prelo em Moçambique 
5.3 Contribuições de Mário Costa, Raul Neves Dias e Filipe Gastão de Almeida de Eça para o conhecimento da evolução histórica da Imprensa em Moçambique. Um número especial - ‘A Imprensa de Moçambique’ - comemorativo do 1.* Centenário (1854-1954) da Imprensa de Moçambique 
5.4 Algumas notas sobre a informação sectorial impressa da província de Moçambique 
5.4,1 A imprensa católica em Moçambique 
5.4.2 Publicações protestantes impressas ou circuladas em Moçambique 
5.4.3 Publicações periódicas e não periódicas muçulmanas divulgadas em Moçambique 
5.4.4 Jornais e outras publicações militares moçambicanas de ontem e de hoje 
5.5 Alguns problemas cruciais da informação impressa de Moçambique 
5.5,1 As barreiras linguísticas e culturais. Pluralismo linguístico e cultural. Analfabetismo 
5.5.2 O condicionalismo económico-social. Transportes. Poder aquisitivo dos leitores. Concentração. O jornalismo profissionalizado. Problemas suscitados pela publicidade 
5.5.3 A questão do jornalismo infantil e juvenil: um grave problema a resolver 
5.6 Relação das principais publicações periódicas postas a circular em Moçambique desde 1854 a 1964=
5.7 Notas sobre as publicações impressas em Moçambique. O movimento de algumas bibliotecas locais - um indicador cultural 

6. - A INFORMAÇÃO ÁUDIO-VISUAL 
6.1 Introdução e desenvolvimento do cinema em Moçambique. A frequência dos cinemas e a diferenciação social típica das regiões pluriculturais. Elementos estatísticos 
6.2 Introdução da T.S.F. Em Moçambique 
6.2.1 Quadro das emissoras existentes em Moçambique e respectivas potências 
6.2.2 Problemática da informação auditiva em Moçambique. Poder de penetração, programação, evolução técnica e cultural. Os programas destinados aos autóctones. A chamada ‘hora nativa’ 
6.2.3 A informação auditiva em terras moçambicanas. Estatísticas, audiência aparente e audiência real 
6.3 O turismo: uma fonte de divisas e de informações 

7. - OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO 
7.1 A correspondência postal, fonopostal, telefónica, telegráfica e magnetofónica. Teor estatístico da sua utilização em Moçambique 
7.2 Perspectivas e campos que se abrem à Informação em terras moçambicanas 

8. - LEI DA IMPRENSA EM VIGOR EM MOÇAMBIQUE 

9. - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 
9.1 Trabalhos assinados 
9.2 Trabalhos não assinados e outros 


Preço: 67,50€; 

Portugal - Angola & Literatura - ‘JANELAS DE ORVALHO’, de Graça Arrimar - Tomar 2008 - Muito Raro;






Portugal - Angola & Poesia - A autora, nascidas nas terras do sul de África e radicada na Europa, divide as sua produção poética ente os dois continentes em várias obras já publicadas 


‘JANELAS DE ORVALHO’ 
De Graça Arrimar 
Edição Terras de Linho 
Tomar 2008 


Livro com 126 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


A Autora: 
“GRAÇA ARRIMAR nasceu em 1955, em S. Pedro da Chibia, Angola. Na cidade do Lubango, capital da província da Huíla, concluiu o ensino secundário e iniciou o ensino superior. Nesta cidade escreveu os primeiros poemas e participou em recitais.
Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, licenciou-se em História e obteve o grau de Mestre em História Regional e Local. 
Já a residir em Tomar, em 1993, concluiu o Curso Superior Especializado em Arqueologia, Arte e Restauro - Arte, no Instituto Superior Politécnico. 
Exerce a sua actividade profissional como professora da Escola de Santa Iria, em simultâneo com a de investigadora no âmbito da História, tendo publicado (em 2002) a obra intitulada ‘A Assistência da Santa Casa da Misericórdia - Os Expostos - 1799-1823’. 
No campo literário, contam-se três livros publicados pela ‘Razão de Ser’: ‘Nos braços do vento’ (em 2000), ‘Viagens de sal e de mel’ (em 2003) e ‘Tomar, um rio de vida’ (em 2005). ‘Silêncios de Outono’ encontra-se no prelo. Colaborou na praça da poesia (secção poesia) da revista literária ‘Entre Letras’. 
Foi autora de ‘Um projecto três escolas’, incentivando a escrita criativa e a leitura expressiva de poesia, no seio escolar. 
Tem dinamizado a participação de jovens, em recitais, com poemas de diversos autores da lusofonia.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Dona do Mundo, por Ana Paula Tavares 

I Parte 
- Tempo de outro tempo 
- (Des) esperança 
I - Dona do Mundo 
II - Transpirar a terra 
III - Água de sabor a terra 
IV - Planalto da Huíla 
V - Os beijos 
VI - O regresso à terra 
VII - Senhora do Monte 
VIII - Em Janeiro 
IX - Lubango 
X - Chibia 
XI - Desejo de criança 
XII - Rosas de porcelana 
XIII - Ilhéus 
XIV - Segredos 
XV - Namibe 
XVI - Para lá do oceano 
XVII - Um manjar 
XVIII - Advinhar 
XIX - Tempo de colheita 
XX - Cacimbo 
XXI - Rapariga muíla 
XXII - Raiz da terra 
XXIII - Por terras de funanço 
XXIV - Que lugar ? 
XXV - Jogo da macaca 
XXVI - Ancestralidade 
XXVII - Meu pai 
XXVIII - Salalé 
XXIX - A minha gente 
XXX - Mukulucai 
XXXI - A nossa casa 
XXXII - A terra 
XXXIII - À tua imagem 
XXXIV - Silêncio da lua 
XXXV - Os curandeiros 
XXXVI - As cores da infância 
XXXVII - Natal até quando for 

II Parte 
Canção 
XXXVIII - Liberdade 
XXXIX - Estrelas enamoradas 
XL - Mar encantado 
XLI - A vida 
XLII - Calmaria 
XLIII - Beira-mar 
XLIV - Escrever o quê… 
XLV - Uma viagem 
XLVI - Os afectos 
XLVII - Angústia 
XLVIII - Aniversário 
XLIX - Ondas de feitiço 
L - Deusa do Amor 
LI - Caminhos da vida 
LII - A lua 
LIII - Aromas quentes 
LIV - Respirar o teu ar 
LV - Uma miragem 
LVI - Desânimo 
LVII - Angústia 
LVIII - Tentações 
LIX - O tempo 
LX - Carreira da Índia 
LXI - Destino 
LXII - Metamorfose 
LXIII - Dependência 
LXIV - O fascínio do jogo 
LXV - Uma vez… 
LXVI - Um cais no ocaso 
LXVII - Janelas sobre Lisboa 
LXVIII - Crepúsculo dos Deuses 
LXIX - Solidão desejada 
LXX - Caminhadas… 
LXXI - Preâmbulo… 
LXXII - A espera 
LXXIII - Atracção 
LXXIV - Um grito 
LXXV - Calamidade 
LXXVI - O fado 
LXXVII - Palavras de amor 
LXXVIII - A criação 
LXXIX - Inquietude 
LXXX - Preconceitos 
LXXXI - Decepção 
LXXXII - Uma canção 
LXXXIII - Consoada 
LXXXIV - Forças maiores 
LXXXV - Gaivotas 
LXXXVI - Orvalho mágico 
LXXXVII - Um instante 
LXXXVIII - O Outono renasce 
LXXXIX - Encontros… 
XC - Um beijo 
XCI - Anseios e devaneios 
XCII - Desejo maior 
XCIII - Injustiça 
XIV - Luta interior 
XCV - Que estação 
XCVI - Janelas de orvalho 

Glossário 

Nota Biográfica 


Preço: 27,50€; 

África - História & Literatura - ‘VIVER E MORRER EM ANGOLA’, de Paulino Soma Adriano - Luanda 2016 - Muito Raro;






África - História & Literatura - O autor, nesta sua primeira obra em romances, aborda os traumas que as diversas guerras que os angolanos tiveram de enfrentar entre 1961 e 1992, que marcaram de forma trágica as gerações antigas e actuais onde o ódio deu lugar à esperança, convivência, tolerância e paz 


‘VIVER E MORRER EM ANGOLA’ 
De Paulino Soma Adriano 
Prefácio de Américo Correia de Oliveira 
Edição Mayamba 
Luanda 2016 


Livro com 366 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa:
“O mundo que atravessa o teu belo romance é um mundo de guerra (mbuanga), com o seu cortejo de horrores: raptos, insegurança, medos, fome e morte. Mas, julgo eu, a mensagem que subjaz à tua obra literária, como um cacimbo que penetra subtilmente até aos ossos, é a do amor, da esperança de melhores dias para esta tua gente do país que tanto amas, Angola. 

O teu romance é um romance-testemunho, verdadeiras estórias de vida, atentíssimo à realidade natural e social que envolve as ruas personagens, sem que tu, narrador omnisciente, tomes partido em relação a qualquer dos lados da contenda. Como o poderias fazer, se avós, pais, filhos e irmãos estão, por força das circunstâncias, em diferentes trincheiras de combate ? Só a tua amada natureza rural, a pequena / grande família angolana, os pequenos / grandes amores dos avós, pais, filhos, namorados e amigos, o grande companheirismo / amizade dos civis e militares, em tempo de guerra e perdição, subsistem, contra tudo e contra todos. 
Pelo teu romance perpassa a genuína sabedoria angolana, tão antiga como o mundo: provérbios e canções (de amor e de guerra; de ninar e de trabalho), orações mágico-religiosas, jogos infantis, a culinária típica, os rituais / crenças e festas agrícolas. 

Julgo ser o primeiro romance angolano que aborda, de modo frontal, ‘desapaixonadamente imparcial’, corajoso e, diria mesmo, patriótico, o tema-tabu das recentes ‘guerras angolanas’, que, quer queiramos ou não, farão parte da rica história da tua querida Pátria.“ 
Américo Correia de Oliveira - in PREFÁCIO 


O Autor: 
“PAULINO SOMA ADRIANO
É natural da província da Huíla. Nasceu a 8 de Março de 1982. É doutor em Linguística pela Universidade de Évora, mestre em Consultoria e Revisão Linguística pela Universidade Nova de Lisboa é licenciado em Linguística Portuguesa pelo Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED - Huíla).
Foi docente do ISCED-Huila e chefe de Repartição de Ensino e Investigação do Português na mesma instituição. 
É, actualmente, decano da Escola Superior Pedagógica do Cunene.
Em 2013 publicou a obra poética ‘Amálgama d’Alma’; em 2016, o ensaio ‘A Crise Normativa do Português em Angola: cliticização e regência verbal - que atitude normativa para o professor e o revisor ?’ 
Foi assistente de revisão linguística e de projectos na ONG ACORD (Agency for Cooperation and Research in Development). Coordenou o Projecto ‘Falando sobre a Terra no CTH’ (Consórcio Terras da Huíla).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
EM JEITO DE PREFÁCIO 

- O militar 
- Quimbanda ou Deus 
- Couraça à prova de balas 
- Namusso Ekovo 
- Olukongolo no Natal 
- O receio do sol 
- Pelo corpo de Madalena 
- Eu vou morrer em Angola 
- Zezinho 
- A noite e as luzes 
- Inútil reencontro mortal 
- A zungueira 
- Cheques e choques 
- Amada Caty 
- O Mõla, o chefe de casa 
- A gazeta 

Glossário 


Preço: 52,50€; 

Angola & História - Revista ‘L’EVENEMENT DU JEUDI’, n. 664 - 24.07.1997 - (“OÚ EST LA FRANCE EM AFRIQUE ?”) - Paris 1997 - MUITO RARO;














Angola UNITA & História - Importante entrevista do líder da oposição armada no período pós contestação das eleições que denunciaram como fraudulentas e o reactivar da guerra contra as forças militares do exército do governo de Luanda do MPLA 


Revista ‘L’EVENEMENT DU JEUDI’, n. 664 - De 24 de Julho de 1997.
Jonas Savimbi - “OÚ EST LA FRANCE EM AFRIQUE ?” 
Propos recueillis par Serge Faubert 
Paris 1997 


Exemplar com 90 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Interview exclusive du chef de la rébellion angolaise 
- “OÚ EST LA FRANCE EM AFRIQUE ?” 
‘Pour Jonas Savimbi, président de l’UNITA, la communauté internationale peut encore faire taire le canon en Angola.’ 
- ‘RWANDA, ZAIRE, CONGO, ANGOLA: la réaction en chaíne.’ 
- ‘PÉTROLE CONTRE DIAMANTS’ 
‘Les dates clés’ 

Révélations sur mythe 
- ‘CHE GUEVARA - MYSTÈRES ET MENSONGES’ 
‘A la veille du trentième anniversaire de sa mort, Ernesto Che Guevara a livré ses os mais pas ses secrets. La vérité sur le “guerillero heroico’ de la révolution est-elle enfouie dans fonds d’archives toujours inédites ?’ 
- “Je ne suis pas né pour diriger des ministėres ni pour mourir grand-père.” 
- “J’ai toujours considéré Fidel Castro comme un authentique leader de la bougeoisie de gauche.” 
- “Le socialisme sans la morale Communiste, ça ne m’intéresse pas.” 
- “Un révolutionnaire ne démissione jamais.” 


Preço: 77,50€; 

Tunísia & História - ‘MOSAÏQUES DU MUSÉE DU BARDO’, de Aïcha Ben Abed Ben Khader - Tunis 1998 - MUITO RARO;










Tunísia & História - Uma obra dedicada aos mosaicos e frescos das inúmeras estações arqueológicas existes neste país da presença secular da civilização romana, com excepcionais fotografias 


‘MOSAÏQUES DU MUSÉE DU BARDO’ 
De Aïcha Ben Abed Ben Khader 
Édition Cérès - Collection Art et Histoire 
Tunis 1998 


Livro com 72 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A Autora: 
“AÏCHA BEN ABED BEN KHADER, ancienne directrice du Musée du Bardo, a été commisaire de l’exposition ‘Carthage’ (Paris, Petit Palais, 1995). Maître de recherche à l’Institut National du Patrimoine de Tunis, elle est une spécialiste reconnue internationalment dans la domaine de la mosaïque et de la conservation des oeuvres d’Art. 
Archéologue de terrain, elle est chargée des sites de Thuburbo Majus, Pupput, Jeddidi, Jebel Oust et est l’auteur de plusiers volumes du ‘Corpus des mosaïques de Tunisie’.“ 



Do ÍNDICE: 

Ouverture 
LA PRESENCE ROMAIN EN TUNISIE 
- La tradition hellénistique et ses modèles (II siècle ap. J.C.) 
- L’épanouissement du style africain (III siècle) 
- L’âge d’or de la mosaïque africaine (IV siècle) 
- La mosaïque chrétienne (V siècle) 
- La suivre de la mosaïque antique (VI et VII siècles) 

Principaux sites de découverte de mosaïques 
Les Pages suivent présentent les plus importantes mosaïques du Musée du Bardo 

Crédits photographiques 


Preço: 47,50€; 

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘A VIDA NUMA CICATRIZ’, de Rui Ferreira - Porto 2020;





Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - Existem acontecimentos que deixam cicatrizes, visíveis ou invisíveis, que nos marcam para a vida. Fernando ficou marcado de ambas as formas. Mobilizado para a guerra no Ultramar, Fernando faz um amigo improvável e lá encontra o amor da sua vida. Por causa desse amor, enfrenta o dilema do racismo.


‘A VIDA NUMA CICATRIZ’ 
De Rui Ferreira  
Edição Cordel d’prata 
Porto 2020 


Livro com 162 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


SINOPSE 
“Uma fatídica explosão numa oficina de pirotecnia coloca um trágico ponto final na relação com dois grandes amigos de Fernando. A tragédia marca-o de uma forma profunda e irreversível e uma nova e inesperada amizade nasce desta tragédia com José, ferido na explosão.

A mobilização para o Ultramar parece traçar-lhe o destino, mas a sorte anda de braço dado com Fernando, que é capturado numa viagem de Tite para Bissau, mas consegue escapar ao cativeiro, graças a uma operação liderada pelo Cabo Barreto.

 Já em Bissau cruza-se com Alexandre, alferes e filho de um abastado portuense, com o qual cria uma amizade improvável, mas que se virá a revelar decisiva para o seu futuro e precisamente em Bissau encontrará o amor da sua vida: Maguette, uma negra natural do Senegal e empregada de mesa num café. Dividido entre o amor e o racismo, Fernando acaba por se confrontar com um dilema.” 


O AUTOR 
Rui Ferreira nasceu em Penafiel em 1971.
Envolvido desde cedo em causas sociais e ambientais, fundou uma associação ambientalista e foi deputado municipal.
Publicou o romance A Vida Numa Cicatriz, obra premiada em 2020, o romance histórico Resistência com Sotaque e ainda o conto "O Mistério das Pranchas de Surf".
Entre linhas e silêncios, escreve regularmente no seu blog "O silêncio também tem voz", para que nada fique por dizer.


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Portugal - Descolonização & HISTÓRIA - ‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977)’, de Alexandra Marques - Lisboa 2024;






Portugal - Descolonização & HISTÓRIA - A autora reuniu informação, documentação e testemunhos da forma como o processo de descolonização foi conduzido pelo MFA (Movimento das Forças Armadas) após o derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, onde fica provada a conivência das novas autoridades militares portuguesas nas ex-províncias ultramarinas de Angola e Moçambique com os movimentos nacionalistas marxistas-leninistas (MPLA, FRELIMO e PAIGC), em que estes tiveram carta branca para perseguir, prender e liquidar os seus adversários internos e promover a saída dos cidadãos brancos, mestiços e negros, muitos dos quais nascidos em África - até com várias gerações - e a defesa de vidas e bens dos cidadãos portugueses não foram devidamente protegidas pela administração nacional ainda vigente, antes pelo contrário…


‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977)’ 
O Trauma dos Portugueses de Angola e Moçambique 
De Alexandra Marques 
Edição Dom Quixote 
Lisboa 2024  


Livro com 420 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias.

Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados?

Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses?

O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?“


Da badana:
“A que se deveu a mágoa e a revolta dos portugueses que deixaram Angola e Moçambique ? A investigação empreendida deu origem à tese doutoral ‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977) Experiência e Trauma dos Portugueses de Angola e Moçambique’ (2017), na qual se baseia este livro. 
Distanciado da versão oficial - de ter sido uma descolonização e historicamente inevitável - está, por isso, mais próximo da visão crítica de conceituados autores ocidentais que a descrevem como caótica, desordenada e de prolongada violência, constituindo um momento traumático para quem estava em retirada. A descolonização gerou transições turbulentas, guerras civis sangrentas e a instauração de regimes totalitários nas duas ex-colónias portuguesas, que motivaram o êxodo das populações, radicadas e autóctones. 

Talvez por isso, em 1984, a opinião pública nacional tinha já uma ideia desencantada e até mesmo negativa do processo, alegando que as independências africanas tinham sido concedidas sem se defender os direitos dos portugueses lá radicados. Esta ideia foi tida por errónea, esperando-se que se apagasse da memória colectiva. O que não aconteceu. Porque não foi um processo desejado, pacífico e bem-sucedido para quem deixou Angola e Moçambique à pressa, fugindo ao ódio e ao revanchismo. A violência física e psicológica (sofrida ou observada) e o colapso dos sistemas (de saúde, ensino, justiça, segurança e administração) ditaram a partida, não obstante as perdas materiais e emocionais que implicava. Perderam lugares de pertença, o estatuto socioeconómico e o património adquirido e sofreram danos (Morais e/ou físicos) antes e durante o êxodo. Foram (como disse Costa Pinto) ‘os grandes perdedores’ da descolonização e, por isso, a sua voz não foi ouvida.“ 


A Autora: 
“ALEXANDRA MARQUES nasceu em 1968, em Lisboa, onde vive atualmente. Foi jornalista de política nacional e europeia de 1991 a 2014. É doutorada em História Contemporânea pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e autora da obra Segredos da Descolonização de Angola.”



Do ÍNDICE: 

Siglas 

I. - A PARTIDA DE ANGOLA: DA INCERTEZA AO DESESPERO 

1. - INQUIETOS E APREENSIVOS 
- Promessas e contradições 
- Abusos e retaliações 
- A exploração do medo 
- Ataques aos muceques 
- À espera de ficar 
- O partidarismo branco 
- Cercados e acossados 
- Atemorizados e agredidos 
- A agonia da escolha 
- Desprotegidos e ameaçados 
- Em estado de guerra 
- Desalojados em Luanda 

2. - UM ÊXODO DOLOROSO 
- Indesejados nas duas pátrias 
- Inseguros e perturbados 
- A nacionalidade do retorno 
- Fugindo à guerra 
- Por terra até Portugal 
- Flagelados: rumo ao sul 
- Despojados por decretos 
- O colapso e a ingerência 

3. - ULTRAJADOS NO ADEUS 
- Presos e raptados 
- Como num campo nazi 
- Refugiados na RAS 
- Nos meandros da ponte aérea 
- No caos da partida
- Na realidade pós-colonial 


II. - A PARTIDA DE MOÇAMBIQUE 

1. - NO TURBILHÃO REVOLUCIONÁRIO 
- Revoltados com a tropa 
- Evoluídos e destribalizados 
- Pressionados pela FRELIMO 
- À beira da rendição 
- Nas reuniões secretas 
- Antes de Lusaca 
- O 7 de Setembro 
- ‘O Povo Unido jamais será vendido’ 

2. - RUMO AO TOTALITARISMO 
- A caça aos reaccionários 
- Massacrados na vingança 
- Com medo da violência 
- Sob a ruína e a censura 
- Prisões e campos de trabalho 
- Impelidos pelo pânico 

3. - NO EXPURGO PÓS COLONIAL 
- Expropriados pelas leis 
- Cerceados nos direitos 
- Acossados pelas autoridades 
- Poderes abusivos 
- Detidos após a independência 
- Violentados e expulsos 
- Indignados à chegada 
- Expulsos pela nacionalidade 

Notas 
Índice onomástico 


Preço: 47,50€;