Portugal - Moçambique & Ultramar - Nesta obra, o autor com vasta biografia ao serviço da Marinha de Guerra Portuguesa e da Administração Colonial relata as suas actividades da longa carreira
‘CAMINHOS DO FUTURO NOS HORIZONTES DA NAÇÃO’
De M. M. Sarmento Rodrigues (Contra Almirante e Governador-Geral de Moçambique)
Edição do Governo Geral de Moçambique
Lourenço Marques 1962
Livro com 188 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Do ÍNDICE:
PREFÁCIO
PÓRTICO
I. - AS TRADIÇÕES
- Missão
- O que devem os povos a Portugal
- Raízes da Unidade Portuguesa no Mundo
- Realidades da Unidade Nacional
- A Nação Multirracial que somos
- Nem raça nem geografia
- Portugal é uma grande Nação
- Como foi aumentada a Nação com novos povos
- Da feitoria colonial à Província Ultramarina pelo sentimento
- A força espiritual da Nação Portuguesa
- A Nação que tendes honrado
- Integração e sublimação
- Povo tão fraco de canhões e tão forte de coesão moral
- Lição que o rodar dos tempos consagrou
- A África é para nós a vida
II. - PERMANÊNCIA DE PRINCÍPIOS
- A nobre missão de português
- O privilégio de ser Ultramar
- Primazia do Ultramar na existência da Nação
- O Ultramar como razão antiga, contemporânea e futura da nossa independência
- Caminhos mais largos e as mesmas generosas intenções
- Lições de civismo
- O que somos
- Colonialismo português
- O nosso ideal de Nação
- Em louvor da Metrópole e do que nela se vê e sente
- O Ultramar foi uma devoção e hoje é um dever
- Uma nova era em marcha
- O valor grande das coisas pequenas e humildes
- Consagração constitucional da unidade real da Nação
- À beira de um cataclismo ou no limiar de uma epopeia
III. - CULTURA E VALORES
- Junqueiro e a Pátria
- Nunca perdemos a honra nem traímos a fé
- História de Portugal
- Heroísmo e piedade
- Vocação missionária de Portugal
- Dilataram mais a fé do que o Império
- Os caminhos da Nação comum
- Transcendência do merecimento esquecido
- Compreensão divina da igualdade cristã
- Dever nacional de união
- Pioneiros
- Perfil dum homem, dum povo e duma ideia
- D. António Barroso
- Homenagem à Sociedade de Geografia
- Os Descobrimentos, a cultura e o intercâmbio de cultura
IV. - EDUCAR
- Magníficos prenúncios de cultura no Ultramar
- Compreensão e convívio
- Conhecemo-nos todos
- Programa para uma compreensão recíproca
- Dever de formação cristã
- Exemplo e valor da mulher portuguesa
- Confiar nos mais capazes
- Mocidade Portuguesa
- Dever de Mocidade
- Desporto, escola de civismo
- A Escola Moral do Desporto
- Imperativos de política de espírito no Ultramar
- Na hora da valorização cultural
- A língua portuguesa, valor fundamental
- Sobre a Semana do Ultramar
- Melhoria social das populações
- Saudação ao Instituto Internacional Africano
- A caça, escola de homens
V. - ALOCUÇÕES AOS POVOS DA GUINÉ
- Ideal no Ultramar
- Aos Papéis do Biombo
- Aos Balantas e outros povos de Mansoa
- Aos Manjacos, sobre Mamadu Sissé, grande soldado português
- Aos Cassangas
- Aos Felupes
- Aos Mandingas
- Aos Fulas
- Aos Biafadas para que não enganem a terra
- Aos Nalús, Balantas e outras gentes de Catió
- Aos Bijagós
VI. - MISSÃO DA IMPRENSA
- Valor da imprensa
- O que é um jornal ?
- Missão do jornalista
- A imprensa é veículo de civilização
- Importância dá impressão na comunhão nacional das ideias
- Exortação à imprensa Ultramarina
VII. - GOVERNAR NO ULTRAMAR
- Da honra de governar no Ultramar
- Da arte de governar o Ultramar
- Como convém governar o Ultramar
- Conselho antigas a um governador moderno
- Responsabilidade e missão de Governador-Geral
- Governar, no discurso dum Ministro a um Governador-Geral
- Governar no Ultramar é imaginar para construir o futuro
VIII. - ADMINISTRAÇÃO ULTRAMARINA
- Contra a burocracia
- Princípios de política e programa de acção
- Progresso na Administração
- O Ministério do Ultramar
- No Ministério do Ultramar
- Dignidade e grandeza do Conselhor Ultramarino
- Palavras dum ministro ao pessoal do seu Ministério
- A tão mal apreciada Fazenda
- Apontamento sobre a Administração e Fazenda
IX. - A HONROSA MISSÃO DE SERVIR
- O que se não paga porque não tem preço
- Servir
- Escola de soldados, escola de virtudes
- Onde a vida se esgota a servir a Nação
- Portugal, o Mar e o Mundo em transmontano
X. - POVOAMENTO E CIVILIZAÇÃO
- Povoamento
- A nossa paz e liberdade
- O esforço povoador do passado
- Em torno do velho tema do povoamento do Ultramar
- Política e missão do povoamento
- O drama da colonização e o povoamento do Ultramar como primeiro elemento da independência da Nação
- Problemas e formas de povoamento
- Povoamento e sistemas
- Sistemas de povoamento
- Povoamento concreto
- Para o agricultor e o agrónomo
- O povoamento como exemplo de igualdade
XI. - POVOAMENTO E PROSPERIDADE
- A Metrópole como factor de prosperidade no Ultramar
- Planos de fomento e populações africanas
- Amplitude nacional dos planos de fomento
- A colonização, os nativos, a aparente contradição administrativa e o mistério da assimilação
- Discurso aos industriais da Metrópole sobre povoamento, industrialização e condicionamento no Ultramar
- Protecção aos que trabalham no Ultramar
- Uma economia única
- Reflexões para um diálogo sobre ‘matérias-primas do Ultramar’, ‘Produtos Manufacturados para o Ultramar’ e ‘Estabelecimento de Indústrias do Ultramar’
- Crédito, paz económica e paz social
- Uma rajada de vida nova
XII. - CABO VERDE, S. TOMÉ E TIMOR
- Legenda para Cabo Verde
- Em louvor do Caboverdiano
- Solidariedade nacional em Cabo Verde
- Em louvor da terra e das gentes de S. Tomé
- Gratidão a Timor
- Exemplo de Timor
- Presença mística de Portugal
XIII. - VALORES DE MACAU
- O relicário de Macau
- Macau, uma obra única do coração e da inteligência
- Macau, Metrópole do Extremo Oriente
- Missão em Macau
- Tenacidade e coragem
- Síntese Macaense
- Diálogo em Macau
- Fraternidade Luso-Chinesa
XIV. - GUINÉ
- Mensagem do Baluarte de Bissau
- Relance da Guiné
- O primeiro filho de Portugal
- A Guiné, pórtico da expansão
- A última certeza de uma eternidade
- Honório Barreto, filho de Cacheu e de Portugal
XV. - ANGOLA
- Saudação de Angola
- Meditação sobre a crucificação de Angola
- A breve história da grandiosa fundação da Huíla
- Saudação aos homens da Huíla
- Angola - 15 de Agosto
XVI. - DO VALOR UNIVERSAL DO ESTADO DA ÍNDIA
- Dístico para Goa
- Definição da Índia Portuguesa
- A real posição da Índia
- Encontro do Oriente com o Ocidente por via de Portugal
- Goa ao serviço da Humanidade
- Goa, Metrópole Oriental
- Palavras ao povo de Goa sobre história comum e ideias comuns
- A Índia e o sentido da Pátria
- Sobre a grandeza espiritual do Estado da Índia
- Evocação, na Sala dos Vice-Reis, em Goa
- Em louvor do povo de Bardês
- No altar de Dio
- Pequena crónica duma jornada à Índia Portuguesa
- O caso da Índia
- Reacção internacional à agressão indiana em Goa
XVII. - EM TORNO DESTE NOSSO MOÇAMBIQUE
- Ideia basilar no progresso de Moçambique
- Na escola de Moçambique
- Pequeno prefácio para o Limpopo
- Compreensão Moçambicana
- Significado da obra do Limpopo
- Lourenço Marques
- Saudação à cidade da Beira
- Beira, coração de Moçambique
- Zambézia, 1951
- Pelo futuro de Moçambique no Lago Niassa e no Revué
- Progresso em Moçambique
- Moçambique e a Metrópole trabalhando em harmonia
- Relance ministrial em Moçambique
XVIII. - PROVAS DA PERENIDADE DA PÁTRIA
- Províncias do Oriente
- Sentimento português em Malaca e Singapura
- Portugalidade em Malaca
Preço: 62,50€;


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