Moçambique - Política & Literatura - Um entrevista do escritor moçambicano em que aborda a publicação da sua última obra literária e em Mia Couto aborda a sua desilusão com a militância frelimista
Revista ‘ÍPSILON’, de 30 de Agosto de 2024.
MIA COUTO - “Entre em domínios que nunca tinha entrado, no mais profundo do imaginário moçambicano.” - Entrevista de António Rodrigues
Suplemento cultural semanal do jornal ‘PÚBLICO’
Lisboa 2024
Exemplar com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Tema em destaque:
MIA COUTO
- “HÁ NESTE LIVRO QUALQUER COISA DE QUE EU ANDAVA À PROCURA HÁ MUITO TEMPO.”
- ‘COMPÊNDIO PARA DESENTERRAR NUVENS’ - edição Caminho, Lisboa 2024
‘O escritor moçambicano que vive há muito com o “fantasma” de que cada livro pode ser o último não pára de publicar. O mais recente ganhou o prémio de contos da APE, o novo romance é um dos livros da rentrée.’
- “Não sou ressentido, nem tenho de me queixas desse passado (político), mas acho que a ideologia que me guiava era muito simplificadora.”, diz sobre a sua militância na FRELIMO
- “Agora estou um bocadinho nesta espécie de angústia pós-parto em que sinto que me falta qualquer coisa. Não sei o que fazer durante o dia.”
- “O Chinua Achebe escreveu uma obra fundamental, de ruptura, que marca, eu não tenho essa ambição - só quis escrever uma história.”
- “Assusta-me este medo que existe hoje da complexidade; que andemos à procura de milagres messiânicos para salvar o mundo.”
- “Mesmo quando era mais jovem, sempre que acabava um livro, pensava que era o fim, que estas personagens e esta história esgotaram-me e já não tinha mais nada para dar.”
Preço: 27,50€







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