segunda-feira, 31 de agosto de 2026

África - Descolonização & História - Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 66 - 23.09.1974 - (‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance d’une nation’) Paris 1974 - MUITO RARO;






África - Descolonização & História - Numa edição especial histórica dedicada à Guiné-Bissau, a Amílcar Cabral e ao PAIGC, muito pormenorizada nas múltiplas facetas da guerrilha que os guineenses encetaram entre 1964 e 1974 contra a administração colonial português nesta antiga província ultramarina 


Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 66 - De 23 de Setembro de 1974. 
‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance  d’une nation’ 
Paris 1974 


Exemplar com 48 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance  d’une nation’ 
- SPECIAL - ‘GUINÉE BISSAU’ 
‘Cê supplement a été conçu et realisé par: Bruna Amico, Mário de Andrade, Jean-Claude Bodenan, Aquino de Bragança, Jack Bourderie, Basil Davidson, Pierre Luizard, Simon Malley, Tadahiro Ogawa, Marie-Paule de Pina, Camille Sarri, Stephane Urdang et Jacques Vignes.’ 

L’Editorial de Simon Malley 
- “NOUS NÉ SOMMES PAS LES MENDIANTS DE LA LIBERTÉ”

- ‘LE POUVOIR POLITIQUE’ 
‘L’Etat’ 
‘L’Assemblée Nationale Populaire’ 
‘Le Conseil d’Etat’ 
‘Le Conseil des Commissaires d’Etat’ 
‘Le Secretariat Permanent du P.A.I.G.C.’ 

- ‘AMÍLCAR CABRAL ET LA GUERRE DU PEUPLE’, par Mário de Andrade 
‘Sous-tendente la stratégie révolutionnaire de Cabral, le plus pénétrant discours sur la libération nationale.’ 
‘Pas de modèle unique’ 
‘Rendre possible l’impossible’ 
‘Quelle voie ?’ 
‘La condition infra-humaine’ 
‘Une fatalité spécifique’ 
‘Un acte de culture’ 

- ‘UN PONT SUR L’ABIME COLONIAL’, par Basil Davidson 
“Cette guerre fut un succès dès le début… qui supposait un courage enraciné dans les principes d’une participation pratique et acquise…” 
‘Le sens d’une victoire’ 

- ‘COMME UNE LAME D’ACIER…’, par Jacques Vignes 
‘Ceux qui avaient pu rencontrer Cabral en ont conservé un souvenir inoubliable.’ 
“Nous avons déjà vaincu…” 

Historique - Chronologie 
- ‘CINQUANTE ANNÉES DE COMBATS’ 

- ‘LA GUINÉE-BISSAU ET LES ILES DU CAP-VERT’ 

Le P.A.I.G.C. 
- ‘PARTI, PARTI - ETAT, ETAT’ 
‘L’Etat est né de la lutte de libération nationale mais c’est le Parti qui a méné cette lutte.’m
‘L’Administration collective’ 
Aristides Pereira: “Une ligne idéologique claire et ferme” 

Reportage 
- ‘DANS LA BROUSSE AVEC LUIZ CABRAL’, par Jack Bourderie 
‘Notre envoyé spécial Jack Bourderie a visité les zones libérées. Il évoque ici le voyage qu’il a effectué dans l’est du pays en compagnie du président du Conseil d’Etat, à la veille du renversement de la dictature fasciste au Portugal.’ 
‘Un avion, trés haut…’ 
‘Une fantastique chevauchée’ 
“Savante était ta mère…” 

La guerre 
- ‘LA STRATEGIE CENTRIFUGE’ 
“Attaquer l’ennemi là où il est le plus Faigle et où nous sommes les plus fort.” Notre envoyé spécial l’avait constaté sur place avant le cessez-le-feu.’ 
‘Rien vu, rien entendu’ 
‘La victoire politique’ 

Economie
- ‘UNE ECONOMIE STRUCTURELLE DE RESISTANCE’ 
Un entretien avec Vasco Cabral, Commissaire a l’Economie et aux Finances 
“Il nous faut fonder toute notre Economie sur L’agriculture pour l’amener à un niveau qui serve de base au futur développement de l’industrie.” 

Commerce 
- ‘DE LA TRAITE AU MAGASIN POPULAIRE’ 
‘Une seulement recette: vendre moins cher que les portugais et acheter à meilleur prix.’ 

Droit 
- ‘JUSTICE ET TRADITIONS’ 
‘Quand les tribunaux du peuple succèdent à la chicotte des colonisateurs…’ 

Paysans 
- ‘LA MOISSON DONT TOUT DEPEND…’ 
“…Sans elle pas de nourriture, pas de commerce, pas d’industrie.”

Education 
- ‘A LA CONQUETE DU SAVOIR UNIVERSEL’ 
‘Il fallait surmonter l’héritage de cinq cents ans d’obscurantisme’ 

Femme 
- ‘COMBATTRE DEUX FOIS !’, par Stephane Urdang 
‘Vaincre lestraditions héritées du passé n’est pas chose facile. Stephane Urdang a été demander à ses soeurs africaines de Guinée comment les choses avaient changé pour elles.’ 


Santé 
- ‘TANT DE VIES SAUVEES !’, par le dr. Camille Sarri 
“Avoir toujours présent l’idée que la santé est notre richesse la plus grande et la force principale de nos combattants et militants.” 

Une interview du Dr. Boal 
- ‘DES SUCCES MAIS D’IMMENSES BESOINS’ 
‘L’envoyé spécial d’Afrique Asie’ à l’Office mondiale de la Santé a interrogé le Dr. Boal, chef du service de Santé du P.A.I.G.C., sur ces succés et ses priblèmes.’ 

Culture 
- ‘EXTIRPER L’IMAGINAIRE’ 

- ‘LA POESIE GUINEO-CAPVERDIENNE’ 
‘Liberté Dix’ - Ovídio Martins (Îles du Cap Vert) 
‘Histoire’ - Agnelo Regalla (Guinée-Bissau) 
‘Hymne Nationale du PAIGC’ (paroles d’Amilcar Cabral) 
‘Chant de Resistance’ (Guinée-Bissau) 


Preço: 

Portugal - Guerra Colocar & História - ‘A MISSÃO ESPECIAL DA ONU NA GUINÉ-BISSAU’ - Conacry 1972 - MUITO RARO;





Portugal - Guerra Colocar & História - Um documento histórico da luta anti-colonial do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) 


‘A MISSÃO ESPECIAL DA ONU NA GUINÉ-BISSAU’ 
Edição e distribuição do PAIGC 
Conacry 1972 


Exemplar policopiado, com 6 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘CATARINA DE BALEIZÃO - 50 ANOS DEPOIS DA MORTE’ - Beja 2004





Portugal - Estado Novo & Oposição - Meio século passado após a morte de Catarina Eufémia, transformada em mártir política pelos comunistas, mantém a polémica sobre todos os acontecimentos em torno desta alentejana, aqui nesta obra exaltada 


‘CATARINA DE BALEIZÃO - 50 ANOS DEPOIS DA MORTE’ 
De Manuel Ribeiro Paiva 
Edição da Cooperativa Cultural Alentejana
Beja 2004 


Livro com 92 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


50 ANOS - 1954 / 2004 

“Foi a 19 de Maio de 1954, faz agora 50 anos, que Catarina Eufémia foi assassinada em terras de Baleizão pelas forças do regime fascista.

Lutava por pão e trabalho e, rapidamente, tornou-se um símbolo da resistência do proletariado rural alentejano à repressão e à exploração do salazarismo e, ao mesmo tempo, um símbolo do combate pela liberdade e da emancipação da mulher portuguesa.

Este é um pequeno dossier que reúnue vários documentos sobre Catarina - notícias, testemunhos, discursos, poemas.

Nos tempos que correm, o exemplo de Catarina Eufémia continua a inspirar homens e mulheres que lutam, ainda, pelo fim da exploração, por uma sociedade mais justa e fraterna.”


À MEMÓRIA DE CATARINA EUFÉMIA, MILITANTE COMUNISTA ALENTEJANA
“Não conheci directamente Catarina Eufémia, mas acompanhei de perto a luta em que ela perdeu a vida. Segui as manobras e as provocações da PIDE e da GNR em torno do seu funeral. Conheci vários seus familiares.
Poucos dias depois deste cruel assassinato fui transferido para o distrito de Beja, como funcionário do Partido Comunista Português, sendo responsável pela organização. Vivi de perto todo esse crime do fascismo, o assassinato de Catarina.
Passaram-se 49 anos. Peço desculpa por repetir a descrição de acontecimentos conhecidos mas, às vezes, é bom relembrar a história.
Foi a 19 de Maio de 1954, no começo das ceifas, numa luta por melhores jornas, nas redondezas de Baleizão, onde o famigerado Carrajola, um tenente da GNR de Beja, num acto de ódio criminoso, assassinou Catarina com uma rajada de metralhadora. Por lutar por melhores jornas!
Os trabalhadores agrícolas de Baleizão estavam em greve, reivindicavam melhores jornas nas ceifas. A GNR tinha a aldeia cercada. Próximo dali, um rancho, arregimentado pelo agrário, «furou» a greve. Catarina e mais 14 companheiras romperam o esquema da GNR e foram ao encontro do grupo que ceifava. Foram interceptadas pelo tenente Carrajola que as questionou, cheio de ódio, sobre o que queriam elas. Catarina respondeu: «Quero pão para matar a fome aos meus filhos!» Em resposta, o criminoso Carrajola disparou uma rajada de metralhadora, matando Catarina...
Este bárbaro crime provocou profunda dor e revolta no Pais, em particular na região de Beja e na terra baleizoeira. O fascismo matava homens e mulheres por lutarem por Pão e Trabalho, pela Liberdade e pela Democracia.
Uma das fortalezas alentejanas da resistência antifascista, Baleizão, era onde o PCP, na clandestinidade, contava com forte influência e onde as mulheres comunistas tinham uma activa militância na luta revolucionária contra a ditadura salazarista, na luta pela Liberdade.
Há gente que não gosta do PCP e procura negar que Catarina fosse militante do Partido. É necessário dar luta contra essas mentiras. Catarina Eufémia era não só militante, desde 1953, como era também membro do Comité Local de Baleizão do PCP e um dos seus membros mais activos.
Catarina Eufémia tornou-se um nome querido e respeitado, não só entre os militantes comunistas mas entre muitos milhares de portugueses e portuguesas. Não é por acaso que, ao longo destes 49 anos, largas centenas de pessoas dos vários cantos do País vão todos os anos, em Maio, ao comício do Partido em homenagem à camponesa de Baleizão.
O nome de Catarina está gravado na longa história do nosso Partido. Catarina é uma mártir da resistência antifascista e um símbolo da coragem na luta sem tréguas contra a ditadura, pelo Pão, pelo Trabalho, pela Liberdade e pela Democracia em Portugal.”

Alentejo, 1 de Fevereiro de 2002
António Gervásio - Dirigente do PCP na clandestinidade, nos anos 50, no Alentejo


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

História - Revista ‘ÁFRICA 21’, n. 103 - Dez. 2016 - (‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’) - Luanda 2016 - MUITO RARO;





História - A revista editada em Luanda publica um dossier com o balanço dos 40 anos de independência das antigas províncias ultramarinas portuguesas de África 


Revista ‘ÁFRICA 21’, n. 103 - Dezembro de 2016.
‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’ 
Guiné-Bissau, 24 de Setembro de 1973 - Moçambique, 25 Junho - São Tomé e Príncipe, 12 de Jukho - Cabo Verde, 5 de Julho - Angola, 11 de Novembro 
Director: Carlos Pinto Santos 
Luanda 2016 


Exemplar com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’ 
Aos Leitores 
- ‘QUATRO DÉCADAS DE INDEPENDÊNCIA’, por Carlos Pinto Santos 
- ‘ENTRE A INDEPENDÊNCIA E O PRESENTE’ 
Por João Melo, Natacha Mosso, Baldedjo Bá, Paulo Machicane e Juvenal Rodrigues 
- ‘OS 40 ANOS NINGUÉM NOS TIRA’, por João Melo 
‘Os angolanos não receberam a independência numa bandeja de prata.’
Depoimentos de Jaka Jamba (Deputado da UNITA), Lindo Bernardo Tito (deputado do CASA-CE) e Carlos Figueiredo (Ativista social) 
- Cabo Verde - ‘DE PAÍS INVIÁVEL A EXEMPLO EM ÁFRICA’, por Natacha Mosso 
‘ O arquipélago viu reduzidas as ajudas que vinha recebendo dos seus tradicionais parceiros de desenvolvimento, em consequência da sua ascensão à categoria de país de rendimento médio.’ 
- Guiné-Bissau - ‘A INDEPENDÊNCIA FOI HÁ 42 ANOS’, por Baldedjo Bá 
‘Nenhuma legislatura e nenhum presidente da República conseguiram terminar os seus mandatos.’ 
“A Guiné-Bissau dispõe de todas as condições para se desenvolver.” 
Francisca Pereira (veterana da luta pela independência) 
- Moçambique - ‘POBREZA ENSOMBRA 40 ANOS DE INDEPENDÊNCIA’, por Paulo Machicane 
‘Em 1997, morriam duas em cada dez crianças com idade inferior a cinco anos, mas essa proporção reduziu-se até metade em 2011.’ 
“Com a independência conquistámos a nossa dignidade.” 
General João Palembe (combatente pela independência) 
- São Tomé e Príncipe - ‘ENTRE A DESILUSÃO E A ESPERANÇA’, por Juvenal Rodrigues 
‘O país tem condições para explorar diversos tipos de turismo, desde o luxuoso ao científico, passando pelo rural.’m
“O país perdeu capacidade de valorizar eficazmente os seus recursos.” 
Leonel Mário d’Alva (economista, foi membro fundador do CLSTP) 

Entrevista - Patricio Batsîkama, historiador angolano 
- “CABE AOS PRÓPRIOS AFRICANOS REESCREVER A SUA ÁFRICA”
Por João Carlos 

Obras de Arte Tchokwé desaparecidas do Museu do Dundo 
- ‘À CAÇA DE TESOUROS DESAPARECIDOS’, por Celso Malavoloneke 
‘Os expatriados que levaram as obras de arte de Angola revenderam-nas a coleccionadores privados por quantias astronómicas.’ 

Cultura 
- ‘PAPÉIS DA PRISÃO’, ‘OU A AMARGA EPOPEIA DE UM POVO’ 
Por Zetho Cunha Gonçalves 

Livro do mês 
- ‘MULHERES DE CINZA’ - RESGATA O PASSADO MOÇAMBICANO’
Por Rodrigues Vaz 

Opinião de Jonuel Gonçalves 
- ‘URGENTE COORDENAR O DESENVOLVIMENTO DOS PALOP’ 

A crónica de Pepetela 
- ‘CRÓNICA DE SÃO PAULO DO BRASIL’ 

A crónica de Luís Carlos Patraquim 
- ‘CUIDAR’ 

A crónica de Germano Almeida 
- ‘LURA, A BADIA ALFACINHA’ 

Última página 
- ‘CARTA AO PRESIDENTE’, por João Melo 

Odebrecht 
- ‘LAVA JATO - e situação económica em Angola não comprometem investimentos’ 

Sem previsão de terminar 
- ‘JULGAMENTO DE ATIVISTAS ANTIGOVERNAMENTAIS ANGOLANOS’ 

- ‘PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS E MPLA - Querem preservar cooperação luso-angolana’ 

- ‘ANGOLA - EUA, MANTÊM AGENDA POSITIVA’ 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - 'NOTÍCIA SOBRE MOÇAMBIQUE' - Lourenço Marques 1956 - MUITO RARO;








Portugal & Ultramar - Informações muito completas da vida social, administrativa, pública, comercial e histórica de Moçambique à época uma província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘NOTÍCIA SOBRE MOÇAMBIQUE' 
Edição da Repartição Técnica de Estatística 
Composto e impresso na Minerva Central 
Lourenço Marques 1956 


Livro com 122 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I. - SITUAÇÃO 
II. - ESTRUTURA 
- Geologia 
- Relevo 
- Rios 
- Clima 
III. - VIDA VEGETAL E ANIMAL 
- Flora 
- Fauna 
IV. - HISTÓRIA 
- Pré-História 
- História Moderna 
- Cronologia 
V. - DEMOGRAFIA 
- Povos 
- Religião 
- Folclore 
- Línguas 
- Vida indígena 
- População 
- Governo e administração 
- Divisão administrativa 
VI. - SAÚDE, ENSINO E CULTURA 
- Saúde 
- Ensino 
- Cultura 
VII. - PRODUÇÃO 
- Minas 
- Florestas 
- Agricultura 
- Pecuária 
- Pesca 
- Caça 
- Indústria 
VIII. - FINANÇAS 
IX. - COMÉRCIO 
- Comércio externo 
- Comércio interno 
X. - COMUNICAÇÕES 
- Portos 
- Navegação 
- Caminhos de Ferro 
- Estradas 
- Vias aéreas 
- Correios, Telégrafos e Telefones 
XI. - COLONIZAÇÃO 
- Passado 
- Presente 
- Futuro

INFORMAÇÕES 
- Informações 
- Representação diplomática e consular da União da África do Sul 
- Consulados
- Agências de Turismo 
- Hotéis 
- Pensões 
- Pousadas 
- Restaurantes 
- Colectividades 
- Farmácias 
- Auto-Ónibus 
- Praça de automóveis 
- Piscinas 
- ‘Boites’ 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘MEMÓRIAS DE UM VELHO MARINHEIRO E SOLDADO DE ÁFRICA’, de João de Azevedo Coutinho - Lisboa 1941 - MUITO RARO;












Portugal - Ultramar & História - As memórias do autor enquanto militar e governante, com destaque para as últimas campanhas militares de combate aos sobas que contestavam a administração portuguesa no centro e norte de Moçambique 


‘MEMÓRIAS DE UM VELHO MARINHEIRO E SOLDADO DE ÁFRICA’ 
De João de Azevedo Coutinho 
Edição Livraria Bertrand 
Lisboa 1941 


Livro com 674 páginas, ilustrado e com fotografia do autor, capas amarelecidas, miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“JOÃO DE AZEVEDO COUTINHO (Alter do Chão 1865 - 1944) foi um político e militar português, figura conhecida por termo a inúmeras revoltas de povos africano, tendo sido mais tarde nomeado governador de Moçambique.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
À “MOCIDADE PORTUGUESA” 
Lisboa, 10 de Julho de 1941 

Capítulo I - GUARDA-MARINHA - PELA PRIMEIRA VEZ EM MOÇAMBIQUE 
- Primeiros anos - Na Escola Naval 
- A caminho de Moçambique 
- Em Moçambique 
- A caminho de Lisboa 
- No ‘Mac-Mahon’ 

Capítulo II - HÁ 52 ANOS 
- Chilomo 
- Campanha do Chire 

Capítulo III - DO RUO AO LOMUÉ 
- Milange - O Mataca 

Capítulo IV - DOIS DESASTRES 
- Mafunda e Inhachirondo 

Capítulo V - DESAPONTAMENTOS 
- Em Angola 

Capítulo VI - DE NOVO EM MOÇAMBIQUE 
- Nos Namarrais 

Capítulo VII - GOVERNANDO A ZAMBÉZIA 
- Campanha dos prazos de Sena contra o Cambuemba 

Capítulo VIII - MAGANJA DA COSTA 
- João Bonifácio 
- Conquista de Angoche 
- M’passué 
- Decepção 

Capítulo IX - BARUÉ 
- Última campanha (Extractos do Relatório Oficial) 
- Coluna de operações do Barué 
- O Barué - A Gorongoza os prazos Tongas 
- Notícia histórica 
- Os habitantes 
- Informações sobre o inimigo 
- Colunas auxiliares e linhas de operações 
- Constituição das colunas 
- As operações de guerra 
Mobilização 
Concentração das forças regulares 
Concentração geral 
- As operações nos prazos Tongas 
- Da Chiramba para Inhangone 
- Marcha sobre Inhachirondo e combate de Missongue 
- Demora em Missongue e operações nos territórios do Chipitura volta a Missongue e ida a Zamuka-M’gombe 
- Apresentação do Chipitura e regresso à Chiramba 
- Regresso ao Chinde - Conclusões 
- A ocupação executada 
A futura ocupação 
O Barué e a Companhia de Moçambique 
- As forças 
- Os oficiais 

Capítulo X - CONCLUSÃO 


Preço: 77,50€; 

Portugal & Revolução - ‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’, de Luís Eugénio Ferreira - Santarém 2005 - Muito Raro;







Portugal & Revolução - Uma obra que junta factos à ficção, em que ambos poderiam perfeitamente ser parte real da história dos acontecimentos sobre o 25 de Abril de 1974, com epicentro em Santarém e na coluna militar da EPC (Escola Prática de Cavalaria) 


‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’ 
De Luís Eugénio Ferreira 
Prefácio do coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo 
Edição JORTEJO Edições 
Santarém 2005 


Livro com 144 páginas, ilustrado com mapa de Santarém e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa: 
“ ‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’ é um romance assente na nossa realidade histórica recente, da autoria do escritor Luís Eugénio Ferreira. Trata-se do desenvolvimento ficcional de uma situação que a história só não registou porque o golpe militar do 25 de Abril triunfou, não havendo lugar, por conseguinte, ao plano militar alternativo da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, de onde partiu a coluna militar comandada por Salgueiro Maia. O Prefácio deste livro sobre o ‘Plano B’ é assinado pelo coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo, capitão de Abril na EPC, onde ficou como comandante a partir da noite do 25 de Abril e coordenador do referido ‘Plano B’. 
É ele próprio que testemunha: ‘Efectivamente, o chamado ‘Plano B’ existiu e foi concebido pelos Oficiais da EPC ligados ao Movimento dos Capitães, após a malograda e extemporânea saída dos militares das Caldas da Rainha, em 16 de Março desse ano. (…) Felizmente o que estava planeado para se desenrolar em Lisboa correu bem e o ‘Plano B’ não chegou a entrar em acção, a não ser na imaginação fértil e produtiva do Luís Eugénio Ferreira que nos oferece esta visão dos acontecimentos ao mesmo tempo plena de verosimilhança ectão cheio de ternura’.“ 


O Autor: 
“LUÍS EUGÉNIO FERREIRA iniciou-se no jornalismo no ‘Século Ilustrado’ em 1947. A partir de 1950 reside em Santarém, onde foi professor do Ensino Técnico. Foi membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Santarém a seguir ao 25 de Abril de 1974. Fez um estágio em Paris, como bolseiro do Governo Francês. Foi correspondente da ‘Vértice’, do ‘Jornal Magazine’ e da revista ‘Sul’ de Florianópolis. Foi reformado pelo Instituto de Formação em Telecomunicações, como especialista em Formação. 
É autor de várias obras: 
- ‘História da Literatura Americana’, editada pela Arcádia; 
- ‘Walt Whitman, Vida e Pensamento’, da Editora Panorama; 
- ‘Tratados Postais Assinados por Portugal’, edição dos CTT; 
- ‘Santarém, memórias da cidade’, edição JORTEJO; e 
- ‘O Plano B do 25 de Abril’, edição JORTEJO.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo 

Parte I 
A CASA DAS DUAS PORTAS 

Parte II 
O PLANO B 

SANTARÉM - Centro Histórico (mapa) 
O AUTOR 


Preço: 37,50€; 

Estado Novo & 25 de Abril de 1974 - ‘PORTUGAL: THE LASTE EMPIRE’, de Neil Bruce - Vancouver 1975 - MUITO RARO;






Estado Novo & 25 de Abril de 1974 - A revolução dos MFA que derrubou o regime à época liderado por Marcello Caetano, em análise das suas causas e consequências, a implantação da democracia e o período revolucionário, numa investigação deste autor estrangeiro 


‘PORTUGAL: THE LASTE EMPIRE’ 
De Neil Bruce 
Edition by David & Charles 
Canada, Vancouver 1975 


Livro de capas duras, sobrecapa, ilustrado (diversos maps), com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor e o Livro: 
“ ‘PORTUGAL: The Last Empire’ by Neil Bruce 
On 25 April 1974 there was a fairly successful and almost bloodless military coup in Lisbon. In less than thirty hours an apparently solid, monolithic regime, which had seemed impregnable and at least tolerably popular, had collapsed with hardly a voice raised in its support. 
It was the end of an era end of Portugal’s ‘New State’, constructed and symbolised by Dr. Salazar and continued in modified from by Dr. Caetano, which had lasted for over forty years. The Army had raised power once again - but this was a different section of the army, apparently with massive public support both inside the armed forces and in the country at large (or at least in the main towns). It was a revolt by regular army captains and majors against What they saw as an out-of-date ‘fascist’ system. It was a revolta against the colonial guerrilla wars which had been going on in Portuguese Africa for over thirteen years. And it was a revolt led by the radical younger element in the military establishment, who rejected the old regime and brought in the longoutlawed Portuguese Communist and Socialist parties and their exiled leaders. It was also the beginning of the end of Europe’s oldest colonial empire and of a possibly unique social and political esperiment. 
This is a short story of the things that led to a startling revolution in Portugal and in Portuguese Africa, which is still going on. It is also a brief study of the Portugal that Salazar created and of the man who epitomised the rebellion: the monocled General Spínola who was later to fall from grace. It is a study of the real origins of the 25 April coup and of the man who engineered it. “ 

“ Em 25 de abril de 1974, ocorreu em Lisboa um golpe militar bastante bem-sucedido e quase sem derramamento de sangue. Em menos de trinta horas, um regime aparentemente sólido e monolítico - que parecia inexpugnável e, no mínimo, toleravelmente popular - ruiu sem que praticamente uma única voz se levantasse em sua defesa.
Era o fim de uma era - o fim do ‘Estado Novo’ português, construído e simbolizado pelo Dr. Salazar e continuado, sob forma modificada, pelo Dr. Caetano, regime que perdurara por mais de quarenta anos. O Exército havia assumido o poder mais uma vez - mas tratava-se de um segmento diferente da força, aparentemente contando com amplo apoio, tanto no seio das próprias Forças Armadas quanto no país como um todo (ou, pelo menos, nas principais cidades). Foi uma revolta de capitães e majores do exército regular contra o que consideravam um sistema fascista’ e ultrapassado. Foi uma revolta contra as guerras de guerrilha colonial que se arrastavam na África portuguesa há mais de treze anos. E foi uma revolta liderada pela ala mais jovem e radical das forças armadas, que rejeitava o antigo regime e trouxe de volta à legalidade os partidos Comunista e Socialista portugueses - há muito proibidos - e seus líderes exilados. Foi também o início do fim do mais antigo império colonial da Europa e de um experimento social e político possivelmente único.
Esta é uma breve narrativa dos acontecimentos que levaram a uma revolução surpreendente em Portugal e na África portuguesa - um processo ainda em curso. É também um estudo sucinto do Portugal criado por Salazar e do homem que personificou a rebelião: o General Spínola, de monóculo, que mais tarde cairia em desgraça. Trata-se de um estudo sobre as verdadeiras origens do golpe de 25 de Abril e sobre o homem que o arquitetou.“



Do ÍNDICE: 

PREFACE 
INTRODUCTION 

Chapter 1. - The Rise of Salazar 
Chapter 2. - Salazar’s ‘New State’ 
Chapter 3. - Portugal Overseas 
Chapter 4. - Portugal’s African Wars 
Chapter 5. - Reform and Counter-reform 
Chapter 6. - 25 April 1974 - Spínola and the Armed Forces Movement 
Chapter 7. - The Two Faces of the New Portugal 
Chapter 8. - The end of an Empire 
Chapter 9. - Futur Indefinite 

APPENDIX 
1. - A Short Chronology 
2. - A Bibliographical Note 
3. - Personalities, Parties and Acronyms 

MAP 
1. - Portugal 
2. - Portuguese speaking areas 
3. - Southern Africa 
4. - Angola 
5. - Mozambique 
6. - Guinea (Bissau) 


Preço: 57,50€; 

Portugal - Estado Novo & História - Jornal ‘TAL & QUAL’, n, 98 - 19.04.2023 - (‘AS HISTÓRIAS SECRETAS DO 25 de ABRIL’) - Lisboa 2023 - MUITO RARO;














Portugal - Estado Novo & História - Dois ex-inspectores da PIDE revelam histórias secretas relacionadas com as movimentações políticas e militares que antecederam o golpe do MFA que derrubou o regime de Marcelo Caetano 


Jornal ‘TAL & QUAL’, n, 98 - II Série  - De 19 de Abril de 2023.
‘AS HISTÓRIAS SECRETAS DO 25 de ABRIL’ 
Antigo inspector da PIDE conta em exclusivo ao T&Q 
Director: Jorge Morais 
Lisboa 2023 


Exemplar com 32 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘AS HISTÓRIAS SECRETAS DO 25 de ABRIL’, por Manuel Catarino 
- ‘QUANDO A PIDE OFERECEU A FUGA A MARCELLO… E MARCELO RECUSOU’ 
‘O inspector Álvaro Pereira de Carvalho, chefe dos serviços de informação da polícia política, correu à hora do jantar de 24 de Abril a avisar o sub-Secretário de Estado do Exército, coronel Viana de Lemos, que o movimento dos capitães iria dar um golpe daí a umas horas. Mas o governante não levou o aviso a sério. “Ninguém ligou”, lamenta Óscar Cardoso, antigo inspector da PIDE que ainda tentou resgatar Marcello Caetano do cerco ao Quartel do Carmo. Mas o chefe do Governo já decidira entregar o poder a Spínola e não quis fugir.’ 
‘Salgueiro Maia vigiado’ 
“Está tudo sossegado” 
‘O “rapto” de Marcello’ 
‘A PIDE interceptou e descodificou o telegrama que Otelo enviou de Lisboa para a morada de Melo Antunes em Ponta Delgada.’ 
- “PORTUGAL ACABOU COM SALAZAR” 

Fundador crítica actual PS 
- ‘ANTÓNIO CAMPOS ESCREVE CARTA A ANTÓNIO COSTA’ 
‘Em carta dirigida a António Costa, que o ‘Tal&Qual’ aqui pública em primeira mão, o histórico socialista António Campos, que foi um dos fundadores do partido e serviu no Parlamento e no Governo, lamenta “a acelerada degradação dias instituições democráticas, que tanto custaram a conquistar”. E explica por que razão não participará no jantar comemorativo dos 50 anos da legalização do PS.’ 
‘O PS está distante da liderança de Mário Soares, onde a divergência era salutar é muito enriquecedora politicamente.’ 

- ‘ENTRÁMOS À SOCAPA NA NOVA CASA DE COSTA’, repórter ‘T&Q’ 
O ‘Tal&Qual’ foi espreitar o belo T1 com 72 metros quadrados para onde o primeiro-ministro se mudará muito em breve. Situado no lisboeta bairro de Benfica e decorado em estilo moderno de qualidade, custou apenas 276 mil euros. Vale a pena ver…’ 
‘As imagens do ‘T&Q’ mostram um imóvel em estilo moderno que custou apenas 276 mil euros.’ 

Escândalo na TAP 
- ‘ALEXANDRA COM TELHADOS DE VIDRO’, por Bruno Horta 
‘A administradora que saiu da companhia aérea com uma indemnização de 500 mil euros confirmou no Parlamento que Christine Ourmières-Widener usava meios da empresa para fins pessoais. Mas agora o ‘Tal&Qual’ descobriu-lhe a careca. Alexandra Reis fazia exactamente a mesma coisa.’ 

- ‘A LONGA SIMBRA DO DESEMBARGADOR’, por Manuel Catarino 
‘O Juiz Carlos Alexandre marcou o “Tição” e há de continuar a marcá-lo mesmo depois da sua saída. Os magistrados que lá ficam nunca mais se vão ver livres da sua sombra com o justiceiro, o diapasão, a medida certa…’


Preço: 32,50€; 

África & Cultura - ‘2011 - GUINÉ-BISSAU’, de Ana Vaz Milheiros - Porto 2012 - MUITO RARO;








África & Cultura - Um roteiro de uma viagem à Guiné-Bissau para a visualização e análise de monumentos e edificações públicas, sob o ponto de vista arquitectónico 


‘2011 - GUINÉ-BISSAU’ 
De Ana Vaz Milheiros 
Edição Circo de Ideias 
Porto 2012 


Livro com 52 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Está colecção procura construir um mapa afectivo de viagens singulares realizadas por personagens reconhecidas da cultura arquitectónica portuguesa. Um roteiro pelos vários continentes, mas também pelo universo dos autores. 
Italo Calvino, nas suas ‘Cidades Invisíveis’, sonha a viagem de um melancólico Marco Polo seguindo um itinerário traçado sobre um atlas de cidades inventadas que, surpreendentemente, nos falam de Veneza. 
Através desta colecção, como a Veneza de Marco Polo, territórios elevados no mapa, cidades físicas transformadas em território do imaginário, paisagens densas apropriadas pelo poeta.“ 

“Nada garante que Kublai Kan acredite em tudo o que diz Marco Polo ao descrever-lhe as cidades que visitou nas suas missões, mas a verdade é que o imperador dos tártaros continua a ouvir o jovem veneziano com maior atenção e curiosidade que a qualquer outro enviado.“ 
Italo Calvino, in ‘Cidades invisíveis’ 



Do ÍNDICE: 

Guiné-Bissau 
Missão Arquitectónica 
Bissau, cidade da primeira república 
A cidade jardim dos Trópicos 
O futuro de África é a China 
Ruínas pré-coloniais 
Arquitecturas maneiristas 
Estação Meteorológica de Bissau 
O Bairro de Santa Luzia 
O Bairro da Ajuda 
O melhor edifício da cidade 
Geometrias pop 
Migrações africanas 
Mais mundo houvera 
Bafatá 
Um hospital com vista sobre a cidade 
Cantuboel 
Mercados 
A escola primária de Cacheu 
Cine-Canchungo 
A Estação dos CTT de Gabú 
Ponte sobre o rio Mansoa 

Bibliografia 
Biografias 
- Ana Vaz Milheiros (1968, Lisboa) 
- Eduardo Costa Dias (1946, Funchal);


Preço: 72,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘AS INDÚSTRIAS DE MOÇAMBIQUE’, de Eng. A. B. Ramalho Correia - Beira 1956 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - Resenha, análise e inventário da indústria em Moçambique à época uma colónia portuguesa da África Oriental 


‘AS INDÚSTRIAS DE MOÇAMBIQUE’ 
Através do seu Pavilhão na Exposição das Actividades Económicas 
De Eng. A. B. Ramalho Correia 
Edição do ‘Diário de Moçambique’ 
Composto e impresso nas oficinas gráficas do ‘Diário de Moçambique’ 
Beira 1956 


Livro com 40 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO 
Farináceos e derivados 
- Farinhas 
- Massas alimentícias 
- Panificação 
- Sal 
Bebidas 
- Cerveja 
- Refrigerantes 
- Xaropes e licores 
Indústria do frio 
- Gelo 
- Gelados 
- Frigoríficos 
Açúcar e Derivados 
- Açúcar 
- Confeitarias 
- Pastelarias, bolos diversos e marmeladas 
Leites e gorduras 
- Lacticínios 
- Margarinas 
- Óleos 
- Descasque de Castanha de Caju 
Outras Indústrias 
- Chá 
- Torrados 
- Sabões 

INDÚSTRIAS DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 
Pedras, cal e cimento 
- Aparelhamento de pedra 
- Cal 
- Cimento 
- Produtos pré-fabricados 
- Mosaicos e granulados 
- Fibrocimento 
Madeiras 
- Serrações 
- Carpintarias e marcenarias 
- Contraplacados 
Cerâmica 
- Os tijolos 
- As manilhas 
Metalo-Mecânicas 
- Pregos 
- Rede mosquiteira 
- Janelas e portas metálicas 
- Estruturas metálicas 
- Soldadura 
Construção Civil 
Indústrias diversas 
- Louça de alumínio 
Mobiliário 
Reparações e anexas 

INDÚSTRIAS DO VESTUÁRIO 
Fibras têxteis 
- Jutas 
- Sisal 
- Fibra de coco 
- Fiação e Tecelagem de Algodão 
Vestuário 
Cortumes e seus produtos 
- Cortumes 
- Malas e carteiras 
- Calçado 
Borracha 

OUTRAS INDÚSTRIAS 
Taninos 
Tabacos 
Embalagens 
- Lataria 
- Sacos de papel 
- Cartonagens 
Instalações gasolineiras 
- No cais de Lourenço Marques 
- No Entreposto da Matola 
- No porto da Beira 
Álcool 
Petróleo 
Minas 
Artes Gráficas 
Fotografia 

FINAL 


Preço: 27,50€; 

Moçambique & Literatura - ‘TESTAMENTO - 1’, de Clotilde Silva - Maputo 1985 - Muito Raro;





Moçambique & Literatura - Autora moçambicana, esta é a sua primeira obra de Poesia editada.


‘TESTAMENTO - 1’ 
De Clotilde Silva 
Edição AEMO (Associação dos Escritores Moçambicanos) 
Colecção: Timbila nº 3
Maputo 1985 


Livro com 112 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


A Autora: 
“CLOTILDE NUNES SILVA 
Nasceu a 28 de Novembro na ex-cidade de Lourenço Marques. 
Publicou poesia nos jornais ‘NOTÍCIAS’, ‘A VOZ DE MOÇAMBIQUE’, ‘A Palavra é lume aceso’ e ‘TEMPO’; no livro da autoria de Orlando Mendes, ‘SOBRE LITERATURA MOÇAMBICANA’. 
Em 1964 foi-lhe atribuído o 2.* Prémio de Poesia, no concurso literário Rui de Noronha, organizado pela então Câmara Municipal de Lourenço Marques. Desde 1939 participou em Teatro de revista e declamado. 
Pertenceu ao Orfeão do Rádio Clube de Moçambique dirigido pelo Maestro Belo Marques. 
Gravou um disco no Rádio Clube de Moçambique com poemas de Miguel Torga. 
‘TESTAMENTO’ é a sua primeira obra de poesia editada. “ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Portugal - História & Ultramar - ‘PÉRIPLO DE ÁFRICA - Apontamentos de Viagem (1924 - 1925)’, de António de Alexandre e Silva - Lisboa 2005 - RARO;




Portugal - História & Ultramar - 


‘PÉRIPLO DE ÁFRICA’
Apontamentos de Viagem sobre o Périplo de África (1924 - 1925) 
De António de Alexandre e Silva 
Edições Culturais da Marinha 
Lisboa 2005 - 


RARO; 

1 


Preço: 

África - Literatura & História - ‘ANGOLA TERRA ENCANTADA’, de Maria Augusta Borges - Luanda 2024













África - Literatura & História - Uma história e biografia muito pormenorizada da autora, entre a sua Angola e Portugal 


‘ANGOLA TERRA ENCANTADA’ 
Recortes de uma vida 
De Maria Augusta Borges 
Edição Editora Caneta de Estilo 
Luanda 2024 


Livro com 160 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“Este livro é uma ode à sua existência, consagrada a causas nobres e, sobretudo, às pessoas que tiveram a sorte de, algum dia, com ela se cruzar.
A minha irmã nasceu uns anos antes de mim, em Cabiri, terra angolana de mil histórias e tradições, banhada pelo sol ardente da savana e acarinhada pela brisa fresca do Rio Bengo.
(...)
Desde cedo, a minha irmã Augusta aprendeu que a vida é feita de renovações e desafios, e que a adaptação é a chave para a superação.
Essa sabedoria, aliada à sua paixão pela Medicina, moldou o seu carácter e definiu a sua missão de vida: aliviar o sofrimento do próximo e trazer esperança às suas vidas.
Com a certeza de que esta história ainda terá muitos capítulos por desvendar e construir, desejo que este livro seja um tributo à alma nobre e ao espírito generoso da minha irmã, capaz de inspirar outros a trilharem um caminho semelhante.”
João Borges 


Da badana: 
“Costuma escrever pequenas histórias ficcionadas, aproveitando alguns momentos de inspiração. Gosta muito de ler poesia e prosa, principalmente de escritores angolanos, latino-americanos e portugueses, entre eles: Pepetela, Mário Vargas Lhosa, Jorge Amado, Isabel Allende, José Saramago e José Rodrigues dos Santos. 
Em termos de poesia, destaca: Florbela Espanca e Sofia de Mello Breyner. As biografias de líderes mundiais também lhe proporcionam bons momentos de leitura. 
Outro hobby que lhe dá prazer é a dança, sobretudo a africana. 
Continua feliz e apaixonada pela Medicina e pela vida, pela família, pelos amigos, contudo, com alguma desaceleração da actividade assistencial, por motivos de saúde. 
Ao longo da sua caminhada, os amigos e a família têm sido o seu grande suporte, que a tem ajudado a atenuado o combate de inúmeras contrariedades da vida.“ 


A Autora: 
“MARIA AUGUSTA BORGES 
A autora nasceu a 31 de Maio de 1954, em Cabiri, Província do Bengo, Angola. 
A sua infância foi vivida de forma intensa, no seio de uma modesta família e com parcos recursos, o que não impediu de ser feliz. Na escola sofreu bullying, mas conseguiu superar todas as adversidades e nada a impediu de ‘crescer’ como pessoa e, depois, como profissional.
Tomando a opção de dedicar a sua vida a ajudar a aliviar o sofrimento dos doentes, licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina na Universidade Agostinho Neto, em Luanda.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota do Editor 
Dedicatória 
Agradecimentos 
PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
ANGOLA 
A FAMÍLIA DE MIGÚ 
- A Mãe Maria e o Pai Armando 
- Os avós maternos 
Fernando Paiva e Mónica Pinheiro 
- Os avós paternos 
Daniel Borges e Isabel Pimentel 
- Os tios maternos 
Tio João, Tia Albertina (mãe da Guilhermina), Tia Guiomar, Tio Juvenal (Juca) e Tio Mário 
Avó Paulina 
- Os irmãos da Migú 
Emília, Daniel (Nelito) e Rogério 
Fátima (Fatinha) Carlos Manuel (Carlitos), Margarida (Nené), João (Joãozinho) e Armando 
- Primos maternos 
- Primos paternos (brasileiros) 
A INFÂNCIA DE MIGÚ 
- O Natal 
- As crianças continuavam a sonhar… 
- A etiqueta à mesa de um transmontano 
- A gastronomia transmontana 
- Os Patrícios 
- A escola primária da vila de Cambondo 
- Contratados 
- A Guerra Colonial 
- Luanda, quilómetro 12 
- Recuando no tempo… 
- Mas o tempo não pára…
- O gato ‘aristocrático 
MIGÚ ADOLESCENTE 
- Férias graciosas do pai na Metrópole 
- Família paterna (Trás-os-Montes 
Irmã Isabel Maria, Tio João, Tio César, Tio Manuel e Tio José 
Tia Sara e Tia Maria 
FALECIMENTO DO PAI 
MIGÚ, JOVEM ADULTA 
- A opção por Medicina - Luanda 
- 27 de Maio de 1977 
- Interrupção temporária do curso de Medicina 
- De Luanda a Camacupa 
- Tânia, a primeira filha 
- A fome 
- Regresso a Luanda 
- Ricardo, o filho 
- Nádia, a sobrinha como filha 
- Tempos difíceis em Luanda 
- O estágio em Saúde Pública 
A NOVA REALIDADE EM PORTUGAL 
- Especialidade de Medicina Interna e Medicina Tropical 
- Maternidade Dr. Alfredo da Costa 
A VIDA PROSSEGUIU O SEU CURSO… 
INVERNO DEVASTADOR E MUDANÇA DE VIDA 
- O sonho de Migú 
- E os amigos ? 
- Ericeira - algumas notas históricas e curiosidades 
- A casa da Gó (Ericeira) 
A MIGÚ VOLTOU A SORRIR ! 
- Os 60 anos da Migú 
- E os filhos 
- E profissionalmente ? Reflexões 
‘MÃE CORAGEM’ - O DECLÍNIO 
VEIO A DOENÇA TRAIÇOEIRA 
AS ESTÓRIAS TERMINAM QUASE SEMPRE BEM… 
- O regresso de Migú à sua terra Natal 
MOMENTOS PARA RECORDAR 

Glossário 
POSFÁCIO 


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