quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’, de Aristides Victor - Porto 2007 - RARO;





Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - Relatos pormenorizados da Comissão Militar que o autor cumpriu nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ 
De Aristides Victor 
Prefácio de Abílio Fernandes 
Edições Copy 
Porto 2007 


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“ ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ lembra algumas histórias vividas por homens que serviram a Pátria, desde o ingresso na vida militar até ao seu regresso da Guerra Colonial. Com o sentimento de dever cumprido, independentemente dos motivos e ideologias que nortearam a decisão que os conduziu ao campo de batalha. 

Descrições centradas na vivência dos militares e nos perigos passados em comum, em ambiente de carências de todo o género: más instalações, ausência de afectos, a saudade, a angústia, o sofrimento, o isolamento, os traumas de um viver a prazo. Com especial relevo para as cumplicidades, o espírito de amizade e camaradagem e ainda algumas situações hilariantes. 

Paralelamente à violência da guerra, sobressai a vontade imensa de viver numa clorótica felicidade de aventuras amorosas.


O Autor: 
“ARISTIDES VICTOR nasceu em 1951, em Pampilhosa da Serra. 
Em 1972, integrou o Exército Português, como furriel Miliciano e serviu na Guerra Colonial em Angola, até 1975. 
Em 2007, apresenta a sua primeira obra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por Abílio Fernandes 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I - A CHAMADA 
Capítulo II - PARTIDA PARA ANGOLA 
Capítulo III - SESSA 
Capítulo IV - NINDA 
Capítulo V - AS FÉRIAS 
Capítulo VI - NOVA GAIA 
Capítulo VII - MALANGE 
Capítulo VIII - EXAME DE CONDUÇÃO E AS PEDRAS 
Capítulo IX - O REGRESSO 

EPÍLOGO 

Glossário 


Preço: 0,00€ (Indisponível) 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Cabo Verde & Literatura - ‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’, de Joaquim Arena - Lisboa 2006 - Raro;




Cabo Verde & Literatura - ‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’, de Joaquim Arena - Lisboa 2006 - Raro; 


Da contracapa:

“ 


O Autor:

“ 



Do ÍNDICE: 



Preço: 

Américas & História - ‘CARTA DO FIM DO MUNDO’, de José Manuel Fajarda - Lisboa 1996;




Américas & História - 


‘CARTA DO FIM DO MUNDO’ 
De José Manuel Fajarda 
Edição Editorial Teorema 
Lisboa 1996; 


Livro com 166 páginas e em muito bom estado de conservação. 


Da contracapa:
“Acabado de chegar à América, Colombo tem de regressar à Espanha para dar notícia do Descobrimento. O Almirante deixa em ‘La Española’ 39 homens encarregados de levantarem o Forte de la Navidad e constituírem a vanguarda da evangelização do continente. Vamos conhecer os acontecimentos do dia a dia dessa gente, as constantes surpresas com que se defrontam e as intrigas e disputas que surgem no seio de tão pequena comunidade, através da carta que Domingo Pérez, tanoeiro, escreve ao seu irmão. Saberemos, também, do seu amor por Nagala, a criatura mais formosa e digna de admiração que viu na sua vida, e da existência, no meio d floresta tropical, de um português, Álvaro de Almeyda, que há muitos anos, se transformou num Deus, o Yucemí dos Índios. 

Como diz Luís Sepulveda no PRÓLOGO, ‘Temos nas mãos um livro inesquecível’.“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 
- O ROMANCISTA COMO INIMIGO DO ESQUECIMENTO 

Dedicatória 

- Carta do Fim do Mundo 

Apêndice 
Glossário 
Agradecimentos 


Preço: 12,50€; 

Portugal & PALOP’s - ‘UTOPIA - SEIS DESTINOS - Política de Cooperação’, de Gaspar da Silva - Lisboa 1997 - RARO;






Portugal & PALOP’s - A política portuguesa de cooperação com os países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) 


‘UTOPIA - SEIS DESTINOS - Política de Cooperação’ 
De Gaspar da Silva 
Edição 4 Margens Editora 
Lisboa 1997 


Livro com 252 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“… A África tem direito a um futuro. A preparação desse futuro tem que ser colocada em profundidade. A emancipação política do mundo africano realizar-se-à na conjunção da emancipação do ‘Homem’ e no superar as dependências económicas. 
A política de cooperação portuguesa tem de se fundamentar na experiência. Da nossa própria procura do caminho para a modernidade e democraticidade. 
A multiplicidade de acções de cooperação desencadeadas por todos os departamentos ministeriais, onde é de bom tom ter um ‘gabinete de relações externas’ projectam-se no terreno sem coordenação, provocando inúmeras vezes duplicação de projectos sectoriais, dispersando o investimento global em parcelas sem expressão e com resultados inexpressivos.


O Autor:
“GASPAR DA SILVA entrou no M.N.E., em 1956 tendo ocupado vários postos entreteles, Madrid, Cônsul Geral em Paris em Junho de 1974, primeiro embaixador na Índia, primeiro Director Gerak para a Cooperação, Embaixador em Paris e em Roma. 
Possui condecorações nacionais e estrangeiras, destacando-se a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, Comendador da Legião De Honra da França e da Ordemde Isabel, a Católica, de Espanha. 
Professor convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas de Lisboa e da Universidade do Minho.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA PRELIMINAR 
INTRODUÇÃO 
- Modernização 

COOPERAÇÃO I - O Reencontrar da Sabedoria 
- Ajuda Pública, Privada e de Organismos Internacionais 
- Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (C.P.L.P) 
INTERMEZZO - Dialética Africana 
- Representatividade das Autoridades Tradicionais 
- Ajuda da União Europeia 
COOPERAÇÃO II - O Reencontrar do Pragmatismo 
- Princípios da Cooperação 
- Comissão Nacional para a Cooperação 
- Cooperação para o Desenvolvimento no Plano Bilateral 
CONCLUSÃO 

ANEXOS 
- Instituto de Investigação Científica Tropical 
- Cronologia Resumida da Evolução Orgânica da Cooperação 
- Programas de cooperação da U.E. com os países africanos de expressão portuguesa 
- Projecto EDDI - Ensino e Desenvolvimento no Domínio da Informática 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

África & História - Jornal ‘PÚBLICO’, de 11.11.2025 - (‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’) - Lisboa 2025 - Muito Raro;



















África & História - Aos 50 anos de independência - ocorrida a 11 de Novembro de 1975 -, e em paz desde 2002, o balanço é muito negativo relativamente à falta de qualidade de vida da esmagadora população angolana que se deixou há décadas de acreditar no regime tutelado pelo MPLA omnipresente no Estado já também não acalenta grandes esperanças nas organizações da oposição 


Jornal ‘PÚBLICO’, de 11 de Novembro de 2025. 
‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’ 
Lisboa 2025 


Exemplar com 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Tema em destaque: 
DESTAQUE - Independência de Angola: 50 anos 
- ‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’ - por António Rodrigues 
‘Angola é hoje a mais sagrada desesperança, parafraseando o livro de Agostinho Neto, do que naquele 11 de Novembro de 1975, quando declarou a independência. E já nem a elite acredita no futuro do país.’ 
‘Aberrante e alarmante’ 
‘Autocolonialismo’ 
“O país parece existir como território e população, mas não como comunidade política coesa, orientada por um Estado que assuma as suas responsabilidades fundamentais.”
Rui Verde - Jurista 

História 
- ‘O DIA DA INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA FOI UMA NOITE ENTRE GUERRAS’ 
Por António Rodrigues 
‘Agostinho Neto declarou a independência antes de qualquer preâmbulo. Apagada a luz, foram todos matar-se pela Pátria nova que tanto sangue lhes custara,’ 
“Eram todos inimigos uns dos outros e ninguém sabia com certeza quem iria morrer. Às mãos de quem, quando e onde. E porquê.” 
Ryszard Kapuscinski - Repórter polaco 
‘O fracasso de Alvor’ 
‘Dependente de guerra’ 

Actualidade - Entrevista 
- “AS ELITES ANGOLANAS NÃO CONFIAM NO FUTURO DO PAÍS” 
Texto de António Rodrigues - Rui Gaudêncio, fotografia 
Ricardo Soares de Oliveira - ‘As estratégias de diversificação económica não foram bem sucedidas e “um dia destes”, em Angola, “não haverá dinheiro para alimentar as massas críticas do regime”, que estão “alienadas” e “zangadas”.’ 
“O resultado é que podemos chegar a 2027 com uma rua, uma sociedade, uma juventude que não estão institucionalizadas no sistema de competição política formal, que já não acreditam no MPLA nem na oposição como veículo de mudança e transformação.” 


Preço: 32,50€;