segunda-feira, 15 de julho de 2013
Guerra colonial - 'ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS (1961-2002)', de Luís A. M. Grão - Lisboa 2006 - Raro
Guerra colonial - O empenho e sacrifício das mulheres que de enfermeiras passaram a ser p´
ara-quedistas
'ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS (1961-2002)'
De Luís A. M. Grão
Edições Prefácio
Lisboa 2006
Livro com 170 páginas, muito ilustrado e como novo.
De muito difícil localização.
Raro.
A história da primeiras mulheres que de enfermeiras se tornaram pára-quedistas e passaram a incorporar a Força Aérea portuguesa, tendo desempenhado um importante papel no socorro aos feridos na frente de combate, primeiro em angola e depois na Guiné e Moçambique.
Exemplos de dedicação e sacrifício, este grupo de mulheres foi alvo de admiração em todo o mundo, conforme se pode constatar pelos recortes de imprensa.
Uma parte da guerra colonial em África foi escrita por estas mulheres.
Da contra-capa:
"A presença de mulheres prestando serviço de enfermagem na frente de combate é uma prática relativamente recente. Foi Florence Nightingale durante a 'Guerra da Crimeia' (1854-55) que organizou, pela primeira vez, um serviço hospitalar de enfermagem para tratamento dos feridos do exército britânico.
Anos mais, tarde, a França criou um Corpo de enfermeiras pára-quedistas que teve acção humanitária de relevo durante as operações de combate que o seu país travou na Indochina e na Argélia. em Portugal e contrariando todas as previsões, o Dr. Oliveira Salazar autorizou, em 1961, a constituição de um Quadro de Enfermeiras pára-quedistas destinadas especialmente, a prestar serviços da sua especialidade aos militares em operações no antigo Ultramar português. Durante 13 anos (1961-74) são ministrados 12 cursos e formadas 47 enfermeiras pára-quedistas.
Quando em 2002 foi extinto o Quadro, ficou o exemplo de abnegação, coragem e competência dado por este pequeno grupo de mulheres, que inscreveram na História das Forças Armadas Portuguesas algumas das suas páginas mais ilustres e dignificantes."
Do ÍNDICE:
- Nora prévia;
- PREFÁCIO Por Isabel Bandeira de Mello (Rilvas);
- Depoimento - De Maria Ivone Quintino dos Reis;
- Testemunho - Kaúlza Oliveira de Arriaga (General);
Primeiro Capítulo
GUERRA E MEDICINA
- A assistência sanitária em campanha;
- A mulher na enfermagem;
- As Damas-Enfermeiras portuguesas;
Segundo Capítulo
ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS
- A origem;
- As enfermeiras do Ar Portuguesas;
ANEXOS:
- Anexo A - Fardamentos e distintivos;
- Anexo B - Condecorações;
- Anexo C - In memorian;
- Anexo D - Páginas de poesia;
- Anexo E - Recortes de imprensa;
- Anexo F - Listagem de efectivos;
- Glossário de abreviaturas;
- Suporte documental.
LUÍS ANTÓNIO MARTINHO GRÃO - O Autor:
"Coronel do SG/Pára-quedista, nasceu em Montemor-o-Novo, a 22 de Outubro de 1936. Ingressou nas Tropas pára-quedistas em 1958, onde prestou serviço até 1992, ano em passou à situação de reforma.
Cumpriu uma missão de serviço na Guiné, de 1966 a 1968, e outra em Angola, de 1969 a 1973.
É autor dos seguintes livros:
- 'HISTÓRIA DO BCP12';
- 'OS FILHOS DE BELEOROFONTE;
Tem publicado artigos em várias revistas militares nacionais e estrangeiras, nomeadamente a 'AIRBORNE QUARTERLY' (EUA), 'DEFENSA' (Espanha), 'Jornal do Exército', 'MAIS ALTO', 'BOINA VERDE' e 'OS PÁRA-QUEDISTAS'."
Preço: 40,00€
Guerra colonial & Moçambique - 'NÓ CEGO', de Carlos Vale Ferraz - Lisboa 1982 - Raro
Guerra colonial - O conflito africano visto por quem nele participou de forma intensa
'NÓ CEGO'
De Carlos Vale Ferraz
Edição da Livraria Bertrand
Lisboa 1982
Livro com 356 páginas e em muito bom estado de conservação.
A primeira edição desta obra.
De muito difícil localização.
RARO.
Considerado um dos melhores romances dedicados à temática da guerra colonial, tendo como cenário Moçambique e a participação dos militares portugueses. O próprio autor, oficial comando com comissões militares em angola, Guiné e Moçambique, relata os seus sentimentos e opiniões sobre o conflito que Portugal enfrentou nas colónias africanas. Um documento histórico.
Da contra-capa:
"Com o correr do tempo começaram a aparecer, como seria inevitável, os testemunhos de uma época que marcou profundamente a realidade portuguesa: referimo-nos à guerra colonial, que exerceu grande influência na geração que se viu envolvida no conflito a ajudou a determinar uma 'resistência interna' que acabaria por conduzir o país ao 25 de Abril e à liberdade.
'NÓ CEGO' é um desses primeiros testemunhos, sendo, simultaneamente, um romance de grande qualidade. Escrito por quem viveu a guerra por dentro, por quem conhecer cara a cara a sua falsa grandeza e lhe detectou o patético lado humano de uma experiência-limite, a obra transmite toda a perturbação e todo o desencanto de uma guerra fotografada com o olhar cada vez mais fundo no inferno e, finalmente, dada ao leitor no seu espanto e no seu horror quotidianos, corrigindo com a força do texto e a surpresa das suas situações qualquer ideia preconcebida que se possa ter daquilo que foi 'o problema africano português'.
Livro onde o realismo dos diálogos parece sublinhar, através do absurdo, o lado dantesco da guerra. 'NÓ CEGO' é também a denúncia de uma situação que durante muito tempo ficou escondida na sua essência e que, liberta dos condicionalismos políticos e das 'verdades oficiais', proporciona enfim o ponto de vista de uma geração que viveu directamente os acontecimentos."
Do ÍNDICE:
1.ª Parte
- A PRIMEIRA OPERAÇÃO
1. - Um comando não tem fome nem sede;
2. - ...Custe o que custar. Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal;
3. - Carta do alferes José Fernandes à sua noiva com o título: 'Mueda, terra de guerra, Lisboa oito mil quilómetros';
4. - Vamos para a volta ao mundo;
II Parte
- A VOLTA AO MUNDO
1. - Que puta de guerra esta;
2. - O arrebenta-minas;
3. - Os cães de guarda do pastor;
4. - A picada passou a confundir-se com uma seara de minas.
Dali ninguém sairia, a não ser morto ou ferido grave;
5. - Um homem quando vai daqui já não é o mesmo;
III Parte
IR E VIR
1. - Por serem uns filhos da valeta;
2. - A febre de sangue;
3. - Vão p'ró mato, ó malandros !;
4. - A noite de Natal;
5. - O circo em movimento;
6. - Na ilha do sonho;
IV Parte
NÓ CEGO
1. - O briefing;
2. - Meus filhos, vamos dar cabo dos 'turras' todos !;
3. - Se escapo desta vou a Fátima a pé;
4. - A base;
5. - Salve-se quem puder !;
V Parte
DE VOLTA À BASE.
Preço: 35,00€
Portugal & PREC - '25 DE ABRIL - A REVOLUÇÃO DA VERGONHA', de João M. da Costa Figueira - Lisboa 1977 - RARO
Portugal & PREC - A análise crítica da revolução de 25 de Abril de 1974
'25 DE ABRIL - A REVOLUÇÃO DA VERGONHA'
De João M. da Costa Figueira
Edições Literal
Lisboa 1977
Livro com 334 páginas, em bom estado de conservação. Nora para as capas que apresentam algum desgaste.
De muito difícil localização.
RARO.
O autor realiza uma exaustiva análise de toda a revolução que conduziu após 25 de Abril de 1974 ao derrube do regime ditatorial do estado novo e liderado por Marcelo Caetano e o seu partido ANP, até ao PREC (Processo Revolucionário Em Curso) e passando pela retirada do ultramar e o conhecido processo de descolonização.
Da contra-capa:
"O 25 de Abril é o facto mais desastroso da nossa história e o de mais pesadas consequências para a vida do Ocidente. Representa a maior vitória da Rússia e do comunismo de que é o mais estrénuo defensor e difusor.
Homens de inteligência pequenina, cheios de ambições mas sem preparação para nada de útil. Estrangeirados nas ideias, sentimentos e intenções, deram-lhe o sentido, que se traduz na ruína total de Portugal.
Para os portugueses de Lei, amargurados pela hediondez da traição, o 25 de Abril é bem a revolução da vergonha, como este livro, escrito por quem sente Portugal na sua justa dimensão, suficientemente revela."
Do ÍNDICE:
- Pórtico
- Advertência
I PARTE
O 25 DE ABRIL DA TRAIÇÃO
1. - Grave erro de avaliação do País real
2. - Revolução para um País imaginário
3. - Cuspir no passado...Mas o passado é a História
4. - Revolução:; Estrebuchar epilético
5. - Não são as ideologias mas os ódios que matam as revoluções
6. - A Olimpíada do disparate revolucionário...
7. - Democracia - socialismo e confusão...
8. - Revolução traída e frustrada
9. - Guerra à competência...
10. - O País - Uma chaga viva que supura...
11. - A revolução dos 'slogans' mentirosos...
12. - Democracia de poder aberto e inoperância
13. - Pulverização do Mito marxista
14. - Revolução de escândalo e enxovalho: Que fim ?
II PARTE
VIDA E MORTE DA REVOLUÇÃO
1. - O 25 de Abril da esperança
2. - Compromisso de honra perante a nação
A - A PARTICIPAÇÃO COMUNISTA NO PROCESSO
3. - Destruir para edificar de novo 4. - Bases para uma conquista do Poder 5. - O PC e os católicos - a máscara das boas intenções 6. - O PC propõe as grandes linhas de actuação - É o caos...
B - A PARTICIPAÇÃO SOCIALISTA NO PROCESSO
7. - Mário Soares, motor da desgraça nacional...
As forças em presença; - Não foi um 'putch' militar; - Linhas programáticas de acção; - A União soviética em Portugal; - Não à participação de homens comprometidos;
8. - Soares e Spínola 9. - Independência pura e simples para o ultramar - Maio / 1974 10. - Situação catastrófica da economia - Maio 1974 11. - Ridículo - 'Est-ce quíl n'y a une manifestation ici ?' 12. - Soares... - Na Bacocolândia 13. - Eu hoje sou outro homem... - Spínola extraordinário'... 14. - Aoares, quando não mente - inventa... 15. - Lusaka: A Traição 16. - Do elogio dos exilados às borracheiras de Soares...
17. - Anarquia do Estado - O Poder na rua... 18. - Carta de um português a Galvão de Melo 19. - Comentários do General 20. - Primeira grande crise do 25 de Abril: demissão do Prof. Palma Carlos 21. - Spínola em dificuldade para salvar a Revolução 22. - '27 de Julho': entrega formar do Ultramar aos inimigos de Portugal 23. - Contradição entre as palavras e os actos - Spínola e Costa Gomes 24. - Quem fez 'Traír' ? 25. - Galvão de Melo Desmistifica a 'descolonização exemplar 26. - Nora recente de Spínola sobre a declaração de 27.07.1974 27. - Editorial dramático de 'ECONOMIA E FINANÇAS' 28. - Perda do Ultramar por abandono - Crime sem perdão ! 29. - Razões da defesa do Ultramar ao tempo do anterior regime: Salazar-Caetano-Franco Nogueira
A - MARCELO CAETANO
B - FRANCO NOGUEIRA (O 'dossier político do Ultramar')
C - SALAZAR E A DESCOLONIZAÇÃO
30. - O Plano Ponomarev para Portugal 31. - O prólogo do 28 de Setembro: degradação do MFA e do País 32. - O '28 de Setembro' e suas sequelas: O abismo 33. - Unicidade Sindical - Prepotência comunista 34. - Prólogo do '11 de Março' - Montagem e sequelas 35. - As eleições para a Constituinte - Antecedentes e consequências 36. - Começo da 'Desilusão Comunista' - Eleições livres não são a sua vocação... 37. - O malogro do voto em branco - Leitura dos resultados 38. - Reacção comunista à derrota eleitoral... - Subversão social a todo o vapor 39. - Sequestro de 24 pessoas no Quartel-General da Região Militar Sul, em Évora, à ordem dos arruaceiros 40. - Cerco a Patriarcado de Lisboa. Impunidade à solta 41. - País em saldo - País de Opereta 42. - Rádio Renascença - Silenciado à bomba, à falta de outro argumento 43. - Outubro quente - Revolução às 4 da manhã 44. - Prólogo do '25 de Novembro' e da guerra civil 45. - Desonra do Poder Judicial 46. - Como se matou Mestre João Núncio 47. - 'Bardamerda mais os fascistas' - Sequestro do Governo e da Constituinte no caminho aberto para a conquista do poder: '25 de Novembro' 48. - Finalmente o '25 de Novembro'
III PARTE
SITUAÇÃO ECONÓMICO-FINANCEIRA
I - À beira do colapso económico
II - Análise sumária ao programa económico-financeiro do governo socialista
IV PARTE
AUTOPSIA DA REVOLUÇÃO
I - A vergonha da 'Reforma Agrária'
- Fala o Ministro António Barreto
II - A vergonha do ensino em Portugal no pós 25 de Abril
a) - Insulto a Nossa Senhora e aos católicos
b) - Fala o Ministro Sottomayor Cardia
c) - Autos de fá 'gonçalvistas' destruíram milhares de livros
III - A vergonha e os pecadilhos da Revolução
- Fala o Prof. Vitorino Magalhães Godinho
IV- A vergonha das sevícias militares
- Prólogo da Presidência da República
- Conclusões finais
V PARTE
DESCALABRO E VERGONHA
I - Descalabro económico
II - Vergonha da Política Externa
Preço: 37,50€
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Portugal & PREC - 'OS "COMANDOS" NO EIXO DA REVOLUÇÃO', de Manuel Branco - Lisboa 1977 - RARO
Portugal - O papel dos Comandos no Processo Revolucionário em Curso
'OS "COMANDOS" NO EIXO DA REVOLUÇÃO'
De Manuel Branco
Centro Livro Brasileiro
Lisboa 1977
Livro com 352 páginas, muito ilustrado e em bom estado de conservação.
Livro RARO.
O autor relata, com recurso às suas memórias e à imprensa da época, os acontecimentos em torno do Regimento de Comandos da amadora durante todo o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), ou seja, entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975.
Este livro constitui hoje um recurso histórico deste período conturbado da revolução portuguesa.
Preço: 35,00€
Angola - 'EU À SOMBRA DA FIGUEIRA DA ÍNDIA', de Alberto Oliveira Pinto (Porto 1990)
Angola - A vida de um jovem passada em Luanda no final da descolonização
'EU À SOMBRA DA FIGUEIRA DA ÍNDIA'
De Alberto Oliveira Pinto
Edições Afrontamento
Porto 1990
Livro com 106 páginas e em muito bom estado de conservação.
ALBERTO DE OLIVEIRA PINTO nasceu em Luanda em 1962.
Livro premiado com o 2.º prémio de ficção em prosa do concurso Literatura e Desenvolvimento de 1989 do Instituto da Juventude e Sociedade Portuguesa de Autores.
Da juventude passada em Luanda à última viagem em direcção ao aeroporto no final da descolonização.
Preço: 15,00€
domingo, 14 de julho de 2013
Portugal & PREC - 'TORTURA DEPOIS DE ABRIL', de Manuela Preto - Lisboa 1977 - Muito Raro;
Portugal & PREC - A tortura e prisões ilegais no regime democrático pós 25 de Abril de 1974
'TORTURA DEPOIS DE ABRIL'
De Manuela Preto
Edições Literal
Lisboa 1977
Livro com 186 páginas, ilustrado com documentos do processo relatado e em muito bom estado de conservação.
Livro raro.
Da contra-capa:
"TORTURA DEPOIS DE ABRIL
O 'terramoto', como alguém de génio designou a revolução de 25 de Abril, é o facto mais espantoso da história contemporânea, de origens obscuras, conduzida por medíocres e ressentidos de toda a ordem, é todavia de consequências profundas:
(...)
Maria Manuel Preto da Costa, foca, com rara sensibilidade, aspectos da vida em Caxias - o 'Hotel' como é conhecido pelos seus forçados 'hóspedes' de pós 25 de Abril.
Da leitura deste obra prenhe de fina observação e sugestões, fica-nos a certeza de que o 25 de Abril é, como Eça disse de outra coisa, 'um feio monumento de ignomínia'."
Preço: 27,50€ ;
Angola & Colonialismo - 'ETNOGRAFIA ANGOLANA', de Fernando Mouta - Lisboa 1934 - MUITO RARO
Angola & Colonialismo - A etnografia angolana em imagens e texto
'ETNOGRAFIA ANGOLANA'
Malange e Lunda
De Fernando Mouta
Lisboa 1934
Em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Caixa arquivadora com as imagens, textos e mapas, destinadas ao público da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa de 1934.
ÁFRICA OCIDENTAL PORTUGUESA (Malange e Lunda).
1ª Exposição Colonial Portuguesa. Litografia Nacional. Porto. 1934.
Monografia:
Lundas, Bângalas, Bondos, Bapendes, Quiôcos, Jincas, Songos, Mussocos.
De 34x26 cm. Com 10 páginas. Ilustrado com 50 estampas (1 mapa colorido e 49 fotogravuras a P/B).
Fólios soltos de origem e acondicionados dentro de capa editorial.
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Folder (pages not binded together) with the publisher's soft cover. With 10 pagess.
Of text and 50 plates (1 map and 49 photographic plates).
Texts in Portuguese, French and English languages.
The album was published for the 1st Portuguese Colonial Exhibition, held in Porto, in 1934.
This album is mainly from the Northern region of Angola and has a survey of human types from the ethnographic point of view of that time.
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Sur la carte ethnographique qui accompagne « Les peuplades indigènes de l’Angola » de F. Diniz, le bassin du Cassaï, à l’extrême nord est occupé par une tribu désignée par le nom de Peindes. Par deux fois, une référence est faite à cette peuplade comme ayant primitivement habité la région des Bangala, entre le Lui et le Cuango. Poursuivis par les Quiôcos, les Peindes, se scindèrent en deux branches qui s’établirent l’une dans la vallée de Cuilo (Bapindi), l’autre dans celle de l’Ubué (Bapende).
-
"Lors de notre arrivée, dans le petit village (Bapindi) que nous visitâmes, nous y rencontrèrent des femmes aux vêtements réduits au minimum : une simple frange entoure le torse décoré de nombreux tatouages Bushongos. Aussi bien le nez et le lobe des oreilles sont percés, adornés d’objets légers…
Concernant les Lunda, disséminés dans tout le district et surtout sur la rive gauche du Zambèze, la gravure N°31 nous montre un chef « soba » de cette race. Il arbore sa « quijinga », emblème de sa souveraineté, imposée par le Muatianvua et qui est un délicat travail de verroteries de toutes les couleurs".
Fernando Mouta (extrait)
Edité à l’occasion de la première Exposition Coloniale Portugaise de Porto en 1934, ce rare et superbe album relié de cuir, est consacré aux populations du nord de l’Angola. Ingénieur en chef et directeur de la « Missão Geológica de Angola », Fernando Mouta les connaissait parfaitement pour avoir traversé lors d’une mission d’études les districts du nord du pays, Malange et Lunda.
Planches lithographiées de haute qualité.
Papier épais et ancien de fabrication artisanale.
Dix pages de textes présentant les ethnies rencontrées, précèdent les 50 planches photos en N/B.
Chaque tribu fait l’objet d’un descriptif historico-ethnographique.
Les textes sont rédigés en français, anglais et portugais.
Les clichés sépia sont pris au sein de « sanzala » (village).
Les penteados (coiffures) superbes, sont les témoignages du goût pour l’ornementation de ces peuples, immortalisés pour toujours…
-
illustrations en N/B
60 pages dont 10 de textes, 34 x 26 cm
livre relié en français, anglais et portugais, couverture cartonnée
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Preço: 1,250,00€
sábado, 13 de julho de 2013
Angola & Moçambique - Revista 'Cadernos do TERCEIRO MUNDO', n.º 78, de Junho de 1985 (CABINDA: O crime sul africano - 10 anos de independência em Moçambique)
Angola & Moçambique - A guerra alastra a Cabinda com a intervenção sul africana
Revista 'Cadernos do TERCEIRO MUNDO', n.º 78, de Junho de 1985.
Em muito bom estado de conservação, muito ilustrada e com 96 páginas.
Temas em destaque:
- CABINDA: O crime sul africano
(Um comando sul africano atacou instalações petrolíferas em Cabinda);
- MOÇAMBIQUE - 10 anos de independência;
S. Tomé e Príncipe: privatização ou pragmatismo?;
Moçambique - Combate ao banditismo apresenta progressos;
Etc.
Preço: 25,00€
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Moçambique,
São Tomé e Príncipe
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Revista 'MAIS ALTO', n.º 61, de Maio de 1964 - Cinquentenário da Força Aérea 1914-1964 - RARO
Portugal - O 50º aniversário da Força Aérea Portuguesa e o seu balanço
Revista 'MAIS ALTO', n.º 61, de Maio de 1964 - Cinquentenário da Força Aérea 1914-1964
Revista em muito bom estado de conservação.
Com 120 páginas muito ilustradas.
MUITO RARO.
Destaque para os seguintes temas:
EVOLUÇÃO ORGÂNICA DA FORÇA AÉREA;
AERÓDROMO BASE N.º 1;
BASE AÉREA N.º 1;
BASE AÉREA N.º 2;
BASE AÉREA N.º 3;
O SERVIÇO DE RECRUTAMENTO E INSTRUÇÃO;
A FORÇA AÉREA E O SEU SERVIÇO DE SAÚDE;
BASE AÉREA N.º 4;
BASE AÉREA N.º 5;
BASE AÉREA N.º 6;
BASE AÉREA N.º 7;
O SERVIÇO DE MATERIAL DA FORÇA AÉREA;
O SERVIÇO DE INTENDÊNCIA E CONTABILIDADE DA FORÇA AÉREA;
ORGANIZAÇÃO DA DIRECÇÃO DO SERVIÇO DE INFRA-ESTRUTURAS;
REGIMENTO DE CAÇADORES PARA-QUEDISTAS;
AERÓDROMO BASE N.º 3;
AERÓDROMO BASE N.º 5;
A ASSISTÊNCIA RELIGIOSA E SOCIAL NA FORÇA AÉREA;
A 1.ª REGIÃO AÉREA;
BASE AÉREA N.º 9;
AERÓDROMO BASE N.º 2;
BATALHÃO DE CAÇADORES PARA-QUEDISTAS N.º 21;
AERÓDROMO DE MANOBRA N.º 95;
A 2.ª REGIÃO AÉREA;
A 3.ª REGIÃO AÉREA;
PILOTOS MILITARES NA AVIAÇÃO DE TURISMO;
BATALHÃO DE CAÇADORES PARA-QUEDISTAS N.º 31;
BASE AÉREA N.º 10;
AERÓDROMO BASE N.º 4;
AERÓDROMOS DE MANOBRA;
AERÓDROMO BASE N.º 8;
PIONEIROS DA FORÇA AÉREA
- Carlos Esteves Beja;
- António de Sousa Maya;
- Francisco Higino Craveiro Lopes;
- Francisco Xavier da Cunha Aragão;
- António de Oliveira Viegas; e
- Manuel Gouveia;
GRUPO DE DETECÇÃO ALERTA E CONDUTA DA INTERCEPÇÃO;
OFICINAS GERAIS DE MATERIAL AERONÁUTICO;
DEPÓSITO GERAL DE MATERIAL DA FORÇA AÉREA;
A AVIAÇÃO MILITAR PORTUGUESA N A GUERRA 1914-1918 (Pelo coronel Edgar Cardoso);
AVIADORES PORTUGUESES NA GUERRA DE ESPANHA (1938-39) -TEN-coronel Augusto Krug;
E ainda:
OS GUIÕES DA FORÇA AÉREA NA CONTRA CAPA A CORES
Preço: 70,00€
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Angola & UNITA - 'PATRIOTAS', de Sousa Jamba - Lisboa 1991 - RARO
Angola - A resistência contra o MPLA e as dissidências internas da UNITA
'PATRIOTAS'
De Sousa Jamba
Edição Cotovia
Lisboa 1991
Livro com 310 páginas e como novo.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
O autor, que jovem acompanhou os familiares no exílio e campos de refugiados dos simpatizantes da UNITA, editou um livro que ao mesmo tempo que relata a resistência dos angolanos do centro e sul contra a administração do MPLA em Luanda e dos militares cubanos, revela as dissidências e lutas fracticidas dentro da UNITA, com o relato que ficou célebre da queima das feiticeiras num acampamento da organização guerrilheira.
É considerado um livro revelação sobre a história recente angolana e pelo estilo do próprio autor.
Preço: 37,50€;
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